25.2.18

MEU MARIDO É UM CUCKOLD VOYEUR

Olá, meu nome é Liliane, tenho 35 anos e sou casada com Anderson faz quase 10 anos. Um dia li aqui nesse blog sobre cuckold e voyeurismo. Sempre tive muito interesse e curiosidade em saber o que era e como funcionava. Descobri rsrs – Homens que assistem suas mulheres trepando com outros caras! Como foi meu marido que comentou e despertou minha curiosidade sobre o tem, esperei o momento certo para comentar com ele. Perguntei a ele o que ele sentiria em me ver transando com outro homem:
– Tesão, muito tesão meu amor!
Fiquei surpresa com a resposta, mas não fiz nenhum comentário e fui dormir. Passei a noite pensando sobre o assunto. Às vezes pensava que meu marido não me amava mais, outras como seria transar com outro homem.
No dia seguinte agi como se nada tivesse acontecido. Abracei e beijei muito meu marido porque ele iria viajar e ficaria 10 dias fora. Ele voltaria numa sexta-feira. Fui ao salão de beleza, me depilei como ele gosta e comprei lingerie novo para comemorarmos a sua volta. Ele havia me dito que no sábado faríamos um programa diferente. Sairíamos para jantar, iriamos a um motel e eu teria uma surpresa!
De tão ansiosa, aguardando o final da noite, não comi quase nada. Chegando ao motel ele foi logo tirando minha roupa, elogiou meu lingerie – uma calcinha bem pequena e um sutiã meia taça, que segundo ele ficou muito sexy em mim. Senti seu pau duro. Quando ia começar a chupa-lo bateram a porta da suíte.
– Deve ser o garçom trazendo as bebidas.
Meu marido voltou acompanhado de um garoto alto, forte, bem vestido que trazia uma bandeja com champanhe. Fui pega de surpresa e não consegui me vestir. O garoto encheu as taças, deu uma ao meu marido e veio com a outra em minha direção. Estendi a mão para pegar, mas ele quis colocar a bebida em minha boca. Olhei para o Anderson que fez sinal afirmativo com a cabeça. Enquanto eu bebia o champanhe, com a outra mão ele acariciava meu ombro. O Anderson ao mesmo tempo em que apreciava a cena massageava o próprio pinto.
Já sabia o que era a tal surpresa: Um garoto de programa. Confesso que, apesar do nervosismo e do susto, por um momento, esqueci que estava seminua, sendo massageada por um desconhecido, na frente do meu marido.
O garoto desabotoou meu sutiã segurou e apertou meus seios. Arrepiei-me toda. As mãos do garoto deslizaram pela minha cintura, se enroscaram nas cordinhas laterais da minha tanguinha, escorregando pelas minhas pernas levando junto minha calcinha ate o meio das coxas.
Eu estava totalmente nua na frente de um homem estranho quase nu, meu marido também pelado se masturbando, alguém conseguem imaginar a cena?
O garoto totalmente nu me abraçou e me beijou. Involuntariamente olhei para a cintura dele: Um pinto grande, grosso e rijo, as bolas davam a impressão de estarem pesadas, cheias de porra precisando de muito de sexo. Anderson se aproximou, colocou a mão na minha buceta, pediu que eu abrisse bem as pernas para que o nosso convidado pudesse ver o quanto eu estava excitada e melada. O garoto aproveitou para pincelar a rola na minha buceta. Muito tesão sentir a pulsação daquele pau gigante entre as pernas. Não resisti e gozei lambuzando a rola do garoto e a mão do Anderson. Foi um orgasmo tão intenso que faltou forças nas pernas e se o garoto não me segurasse, teria caído.
Deitei de bruços na cama. O garoto começou a beijar minha bunda, lamber meu cuzinho e chupar minha buceta. Com os olhos fechados escutava a respiração ofegante e o barulho da punheta do meu marido.
Anderson agarrou nos meus cabelos e mandou-me bater uma punheta para o garoto. Ordens são ordens! Comecei a masturba-lo e, quanto mais eu manipulava a rola mais dura ficava. Meu marido acompanhava tudo de perto com pequenas pausas em sua masturbação dizendo estar a ponto de gozar. O garoto me mandava tocar punheta e olhar para o meu marido e mostrar a ele como o pau estava duro. Depois enfiou o que cabia na minha boca quase me afogando.
O garoto afastou minha cabeça do seu pau, me pôs sentada sobre o balcão e posicionou-se entre minhas pernas. Meu marido ficou atrás de mim, apoiando minhas costas e acariciando meus seios enquanto o garoto forçava a rola na entrada da minha buceta, que mesmo muito excitada e molhada, não conseguia relaxar o suficiente para acolher aquele colosso. Com muita paciência ele foi me invadindo e enfiando o pinto dentro de mim. Introduziu boa parte do pau, parou um pouco, deixou a buceta lacear e deu inicio aos movimentos de vai e vem, me fazendo gozar alucinadamente. Deitou-me na cama, encostou a ponta do pinto na minha boca, mal passei a língua e ele despejou um jato de porra… Era tanta que precisei engolir um pouco para não me afogar. Não contente, apontou o pau para os meus seios e deu mais uma esguichada! Com a rola amolecida, espalhou o restinho de porra por todo o meu rosto. Anderson, após ter se satisfeito também, me pegou nos braços deitou-me na cama e me beijou na boca mesmo eu estando toda lambuza de porra de outro homem.
Assim que o garoto voltou do banho, se vestiu e foi embora, eu e meu marido fomos para o chuveiro. Procurei retribuir um pouco do prazer que eu havia sentido – chupei seu pau ate faze-lo gozar na minha boca. Quando terminamos nosso banho ganhei uma caixinha preta com um maravilhoso anel e um cartão com muitas juras de amor.
Com todos esses mimos fiquei devedora, pois tive a maior noite de prazer da minha vida.

3 comentários:

Um casal anónimo disse...

O meu marido tb é CUCKOLD VOYEUR e eu tornei-me uma HOTWIFE. Nem queria acreditar que após 2 anos de casados e com 26 anos de idade, o meu marido quisesse ver-me na cama com outro homem, ele que foi o meu único namorado e quem me tirou a virgindade. Certo dia confidencio-me sentir grande tesão imaginando que eu estava sendo fodida por uma enorme geba, reclamando não aguentar tamanha grossura. Perguntou-me de seguida se aceitava transformar essa imaginação em realidade. Disse-lhe que não, mas ele com frequência insisti-o tanto, afirmando que eu muito iria gozar com uma pica diferente, maior que dele, apenas com 14 cm., que decidi aceitar; no entanto algo tinha de esclarecer e perguntei-lhe! Então já não me amas? Querida, o meu amor por ti irá mesmo aumentar com o prazer que irás proporcionar-me e para teu parceiro encontraremos um desconhecido, que seja do teu inteiro agrado! Acrescentando! Quanto a mim seria um mulato, pois com ascendência africana normalmente são bem abonados. Se realmente é assim aceito a experiência, mas se desgostar não repetiremos. Ocultaremos os nossos nomes verdadeiros e terá que ser num motel. O meu marido jubilou e de imediato procurou num site de acompanhantes masculinos, que eu tb acompanhei. Rejeita-mos vários, até que um me agradou; era massagista, casado, com 30 anos, mulato, de nome Adelino. Combinamos um encontro numa pastelaria para nos conhecermos e ver se havia ou não química entre nós. Quanto mais se aproximava o dia, mais eu tremia ao pensar no que ia acontecer, pela primeira vez iria expor a minha nudez perante outro homem. No dia aprazado vesti um babydoll preto, que contrastava com a minha epiderme branca. Ao chegar ao motel sentamos na cama e pedi ao meu marido para me excitar o máximo, o que ele fez muito bem, beijando-me, cariciando-me e deixando-me com o desejo sentir um caralho entrar na cona. O Adelino não tardou, despiu-se e aproximou-se de mim sem pressas; pediu-me para me levantar, admirando o meu corpo; o meu marido havia-se afastado para a poltrona. O Adelino abraçou-me por traz, beijando-me o pescoço e os ombros, enquanto me despia o babydoll. Já havia reparado que ele tinha entre as pernas uma geba bem grossa e comprida, rija como o aço, bem maior e mais grossa que a do meu marido. Aquilo ia magoar-me quando entrasse na cona, mas teria de aguentar, no momento sentia-o no reguinho do bumbum, o que me excitava bastante. Virou-me de frente e procurou os meus lábios com os dele para um beijo que foi de língua, ao que eu correspondi. Era o primeiro beijo de língua que trocava com outro homem. Deitou-me na cama e depois do beijo trocado, os seus lábios e língua percorreram-me todo o corpo até ao interior das coxas, detendo-se especialmente nos mamilos e no umbigo sem tocar no meio das minhas pernas. Depois de beijar e lamber-me as coxas chegou finalmente onde eu mais ansiava. Senti a sua língua nos lábios vagínais, metendo-a profundamente entre eles, rodopiando-a tb no clitóris. Como a sua verga próximo do meu rosto, peguei-lhe e meti-a na boca, chupando aquele rolo de carne rija. Puxei o Adelino para cima de mim, ficando num perfeito 69. Eu sentia-me voar com o prazer do melhor orgasmo da minha vida. Como era possível sentir tanto prazer com um estranho? Estava exausta. Vi que o meu marido se punhetava, mas o que mais desejava era certificar-me se aguentava o seu caralho na cona. Já o Adelino se colocava entre as minhas pernas, roçando a cabeça do pau no clitóris. Eu aguardava ansiosa a investida e pedi-lhe! Mete devagar que é muito grosso. Ele compreendeu-me e foi empurrando lentamente, Parecia estar perdendo novamente a virgindade, aquilo ia alargando o canal a sua medida, com os dentes cerrado fui aguentando até senti-lo bater no útero. Depois que delicioso vai-vem, roçando sempre no clitóris; nas estucada batia no útero; que dor tão gostosa eu sentia, com tudo isto os orgasmos eram duplos. Não irei descrever todas as posição em que fodemos, mas que tarde inesquecível. Esta foi a nossa primeira vez. Já temos repetido com outros parceiros e até uma vez dei o cuzinho.

Unknown disse...

Legal essa experiência,meu namorado quer me ver assim,mais nunca tentamos

Unknown disse...

Legal essa experiência,meu namorado quer me ver assim,mais nunca tentamos