26.10.19

EX GP CONFESSA: CASEI E O SEXO COM MEU MARIDO É RUIM!

Tenho 38 anos de idade, sou casada faz 5 anos. Quando solteira fui garota de programa. Estava sem trabalho, com dívidas e a oportunidade de ganhar dinheiro rápido era interessante. Neste período de 8 anos me habituei com sexo descompromissado. Tinha uma vida dupla trabalhando durante o dia em uma empresa de eventos e a noite numa casa de massagem. Participei de orgias, ménage e confesso que isso me dava muito prazer. Em alguns momentos eu só gozava quando estava sendo filmada ou fazendo sexo grupal. 
Conheci meu marido na agência bancária em que eu tinha conta. Ele era caixa, evangélico se apaixonou por mim. Começamos a namorar e eu acabei por me convertendo à religião dele.
Antes de casar eu confessei a ele que não era mais virgem, que havia perdido o cabaço com um namorado. Ele sofreu bastante com o relato mentiroso, mas disse que me amava e queria viver comigo para sempre. 
Nosso casamento é bom. Ele é muito carinhoso, ótimo marido, apaixonado. Transamos esporadicamente e ele é sempre muito respeitoso, porém não faz muitas coisas na cama! 
Sexualmente sou insatisfeita, pois quando fazia programas eu tinha muito prazer. Não posso falar para ele ser mais ousado ou sacana na cama, pois ele consideraria isto “pecado”, dado a sua criação religiosa. Também não tenho coragem de contar meu passado, pois ele sofreria muito e com certeza iria querer o divórcio, pois se sentiria traído.
Atualmente saio com alguns clientes antigos, participo de ménage para poder me satisfazer e gozar.
Sou errada por ter tido prazer e ainda querer este tipo prazer com vários parceiros? 
Sou errada por amar uma pessoa tão diferente? 
Estou errada por não contar a verdade e minhas preferências sexuais? 

7 comentários:

Old School Fan disse...

That's a very nice photo. I can't decide if the best part is your sweet ass or the hotwife anklet!

nascimento disse...

querida amiga ,não devemos julgar as pessoas,porque também temos nossos defeitos ,mas aqui vai meu relato e talvez possa lhe ajudar! Eu fui casado durante 17 anos,já fazem 4 anos que se separei,tenho um filho de 20 anos ,mas eu não estava satisfeito com relação ao sexo cm minha esposa ,sempre demonstrei interesse para que ela fosse uma mulher assim como você ,mas não conseguimos mudar as pessoas ela também é religiosa como seu marido e tudo era pecado,para mim é pecado fazer algo que a outra pessoa não esteja ciente é quando você põe a cabeça no travesseiro e vem um sentimento de culpa não que eu diga que seus atos sejam de pecado ,mas resolvi se separar ,achei melhor tomar essa decisão ,mas tenho procurado encontrar uma mulher que tenha a mente aberta que queira viver juntos ser um casal como qualquer outro ,mas que entre 4 paredes esteja disposta a realizar todos os fetiches ,sem sentimentos de culpa ,crises de ciúmes ,sem cobranças ,respeitando os limites de cada um ,portanto querida amiga se você ama seu marido ,tente viver conforme ele ,se não consegue viver conforme ele é melhor se separar ,tentar encontrar um homem que complete você como um todo,como marido ,como amigo ,como um protetor,como amante e que vocês não tenham essa ideia de pecado ...beijos ...Ademir...a.nairobi@hotmail.com

AlexGoyen disse...

Amiga, na vida muitas vezes as coisas não se encaixam direitinho. O amor e o desejo sexual nem sempre vão de mãos dadas. Você ama seu marido, mas não se sente satisfeita sexualmente e satisfaz seu desejo por fora. Imagino que, desse jeito, tenha encontrado um relativo equilíbrio para satisfazer seus desejos de amor e sexo. Não existe certo ou errado, o que existe é assumir as consequências. Se o seu marido descobrir essa sua vida oculta é que haveria consequências, mas está em você cuidar desse equilíbrio.
Eu mesmo, utilizo a internet para satisfazer virtualmente coisas que não encontro no meu casamento, mas considero que não o faço por maldade, mas por uma necessidade minha.
Não sei se fui claro com meu ponto de vista, mas, se quiser falar mais, meu e-mail é alexandre.goyen@gmail.com
Beijos!

Unknown disse...

Nso está errada em ter prazer com vários parceiros, b as o está errada em contar, pois se vc o ama e contar, do jeito que é rigoroso vim religião, irá separar de vc. N as o está errada em amar uma pessoa diferente, não escolhemos a quem amamos

Inês disse...

Amiga, compreendo-te perfeitamente, pois algo semelhante se passa comigo. Me chamo Inês, atualmente com 35 anos. Sempre gostei muito de sexo, mas não de trocas de casais, sentia-me fascinada sim pela prostituição, em que uma mulher por dinheiro proporcionava prazer a um desconhecido. Aos 20 anos observava as mulheres que ofereciam o corpo na rua. Sentia fascínio pelas suas vidas, imaginava o que faziam com os homens que as abordavam e com quem iam nos carros. Quando com o meu 1º namorado passava férias na Tailândia, frequentamos uma casa de massagens vi algumas mulheres bem vestidas a maquilhadas à espera de um homem que quisesse pagar para ter sexo. Isso excitou-me tanto que nessa noite, com o meu namorado, fiz de prostituta e ele de cliente. Foi excitante e gozei como nunca dantes, mas a fantasia da prostituição, levava-me a imaginar um cliente a sério. Entretanto o namoro terminou, não tardando a sentir a falta de sexo. Tinha eu 30. anos, o desejo de foder era tanto que a masturbação não satisfazia. Descobri então uma mulher angariadora de acompanhantes de luxo. Contatei-a! Mandou-me comparecer com analises recentes para se certificar que não sofia de doenças. No dia combinado compareci à entrevista. Despi-me perante uma espécie de juri constituído por 3 mulheres. Fui aprovada. No dia seguinte um telefonema diz-me que tinha um cliente e para comparecer em determinado hotel. A ansiedade era enorme. Como seria o cliente? Alguém pouco higiénico? Mas o hotel era de luxo. Se assim fosse nem teria sido aceite como hospede. Compareci portanto no hotel. Na receção, depois de um telefonema mandaram-me subir. Fiquei decepcionada; era um homem realmente elegante mas com idade se ser meu pai, mas era simpatico e bem cheiroso. Ofereceu-me uma taça de espumante que aceitei. Mandou-me deitar na cama, Despi-me ensaiando uma sena striper que ele adorou, mas a dificuldade foi ele e entesar. Ficamos pelo sexo oral reciproco. Ele envergonhado e eu desiludida. O que mais me custou foi fazer-lhe o sexo oral para tentar entesa-lo. No final deu-me 500 euros. Comuniquei o facto à agencia e que só aceitaria outro cliente sabendo a idade. Passados dias novo telefonema. Um ressem divorciado, para comparecer em casa dele. Demonstrei receio de ir a casa do cliente, mas afirmaram ser de plena confiança; já era conhecido até antes do divorcio. Mais afoita, tomei um banho perfumado, vesti num babydoll preto sob um vestuário bem sexy e lá compareci. Fui recebida como uma rainha, com um jantar à luz das velas, ele tinha mais ou menos a minha idade, após o jantar fizemos sala antes de ir para a cama, parecia-me ser uma noiva na noite de núpcias. Várias vezes me disse: bem me afirmaram na agência que eras linda e não me enganaram. Perguntou-me se queria tomar banho, disse-lhe não necessitar. (tinha o corpo perfumado). Disse-me que podia deitar-me enquanto ele tomava banho. Assim procedi; fiquei destapada apenas com o babydoll; não tardou ele aparecer envolto num roupão. Ao ver o meu corpo praticamente nu deixou cair o roupão. Foi a vez de eu ficar boquiaberta. Tinha uma verga fora do normal. Estendeu-se na cama ao meu lado, abraçou-me enquanto nos beijava-mos de língua, despiu-me o babydoll, começando a beijar-me todo o corpo, sugando-me os mamilos. Foi uma verdadeira noite de sexo. Havia meses que não sentia uma verga entrar na cona e logo esta a preencheu como nunca ainda havia sido. Adorei fazer-lhe sexo oral, retribuindo o prazer que ele me deu; dormimos depois até de manhã, continuando na cama para mais algumas horas de sexo. Tomamos banho juntos em que aproveitamos para meter mais uma vez a beleza que ele tem entre as pernas e de seguida ofereceu-me o pequeno almoço. Deu-me 1000 euros. Presentemente vivo em união de facto, mas continuo a dar as minha escapadelas De todos os meus ex-clientes é esta que basta um telefonema para eu correr de imediato, pois o sexo fora do habitual é sempre mais gostoso.

Tina Abrantes disse...

Não será só para o cônjuge feminino que o sexo fora do casamento é mais gostoso, pois descobri que o meu marido, casados havia apenas 1 ano, ambos com 24, vinha-me traindo com uma colega do escritório também casada. Eu, que considerava haver um ótimo relacionamento sexual, ao ter conhecimento desta traição parecia que o céu caíra sobre a minha cabeça, fiquei sem saber o que fazer; o divorcio ou perdoar-lhe tal como ele me pedia? A dor era tão profunda que passamos a dormir em quartos separados. Necessitava de pensar. Afastar-me durante algum tempo para raciocinar. Optei por uma pousada de turismo rural, pois estando em pleno inverno com poucos ou nenhuns turistas, seria o local mais adequado para ficar com os pensamentos em dia. Procurei, mas a maioria estava encerrada. Descobri finalmente uma na serra do caramulo, tipo familiar, que no momento tinha apenas um casal de hospedes. Comuniquei ao meu marido que ia ausentar-me por tempo indeterminado sem contudo dizer para onde. Não queria que me encontrasse, Gostei do ambiente, os quartos eram espaçosos com uma cama de casal e guarde fato, no inverno só havia o casal proprietário, cuja esposa cozinhava o filho que tratava dos animais, bastante simpático para comigo, disse chamar-se João, ter 18 anos e uma empregada O João sempre que tinha oportunidade procurava-me para dialogar. A senhora é linda, aqui só têm ficado casais velhos. Notava bem quanto ele me desejava. Perguntei-lhe se tinha namorada, disse-me que não tinha nem nunca havia tido. (Portanto ali estava um jovem certamente ainda virgem). Comecei portanto a magicar em me vingar do meu marido na mesma moeda e contar-lhe depois para ver se me perdoava; se ele perdoasse também eu perdoaria. A verdade é que eu sentia enorme necessidade de sexo. Num certo dia perguntei ao João se já tinha feito sexo com alguma mulher! Tal como eu esperava disse que não. Mas gostavas? Perguntei? Gostava muito, mas não tenho namorada, nem sei como proceder. Então quando os teus pais forem à vila e ficar cá só a empregada (o outro c casal já tinha saído), irei ensinar-te. Ficou tão entusiasmado que passados dias veio dizer-me: os meus pais amanhã vão à vila. Se forem, logo que eles saiam vem ao meu quarto de forma que a empregada não veja. Creio que nessa noite nem deve ter dormido, pois logo após o peq. almoço, um leve toque na porta depreendi que era ele. Notei que estava extremamente nervoso. João, é necessário que tomes um duche, pode ser nesta minha casa de banho, enxugas-te no toalhão e sais envolto nele. Eu bastante excitada deitei-me na cama apenas com as cuecas, encharcadas dos fluidos que escorriam de mim, não deixava de pensar que aquele jovem ia perder a virgindade comigo. Finalmente surgiu envolto no toalhão. Ficou boquiaberto ao ver-me semi nua, sem saber o que fazer, foi necessário dizer-lhe: deixa o toalhão e deitas aqui ao meu lado. Ele exitava, necessitei repetir: vá não tenhas vergonha, eu estava ansiosa para ver aquilo que iria entrar em mim. Fui eu tirar-lhe o toalhão e puxa-lo para a cama, ficando deslumbrada com o que vi. Uma coisa linda ainda por estriar, grosso, bem grande e rija. De imediato o meti na boca que ficou cheia. Ele gemia com o prazer que recebia e nada me surpreendeu quado me pediu: dona, posso chupar também o meio das suas pernas? Sim, mas antes chupa-me as maminhas e deixa-me despir as cuecas. Logo os seus lábios abocanharam-me os mamilos, de seguida afastei as pernas e ele com os olhos fixos ouvi-o dizer: que linda, coisa tão linda a senhora tem. Ainda não tinhas visto nenhuma? Assim de perto não, só algumas que tenho espreitado aqui nos quartos, mas são de velhas. Então lambe, beija e chupa, principalmente esse bico que está no cimo entre esses lábios. Eu gemia de tanto gozo que recebia. Agora mete esse teu pau ai entre esses lábios e vem para cima de mim; eu gemia de tanto gozar e só não gritava receando a empregada ouvir. Fodemos nas mais variadas posições; eu estava mesmo necessitada de sexo, não havia camisinhas mas não me importei que gozasse dentro, parecia nunca mais acabavam as golfadas.

Tina Abrantes disse...

Só neste momento notei não ter contado a reação do meu marido quando lhe contei o ocorrido na pousada. Inicialmente não acreditou que eu tivesse tido a coragem de foder com alguém somente para me vingar e, mesmo depois de ter jurado ser pura verdade, ainda duvidava. Custa-me acreditar que fodes-te com quase uma criança para te vingares. Criança não, pois tinha um pau em nada inferior ao teu e não foi para me vigar, mas sim para sentires em ti a dor que suportei quando tive conhecimento da tua traição; portanto neste momento somos ambos traidores. Sendo assim, perdoamo-nos mutuamente, tal como suplicas-te que eu fizesse em relação a ti, ou vamos para o divorcio? Ao ver a minha firme atitude dirigiu-se a mim, abracando-me, exclamou: meu amor, amo-te tanto que se também ainda me amas tens o meu perdão, colocamos uma pedra sobre o assunto, no qual nunca mais falaremos, eu foi apenas sexo, não resisti à fulana nem ao desejo que ela tinha de variar, mas juro pelo nosso amor que tal não tornará a acontecer. Meu amor, na verdade eu nunca deixei de te amar, apesar da grande ferida no coração, tens igualmente o meu perdão, o que se passou na pousada foi igualmente apenas sexo com alguém que de certo nunca mais encontrarei. O meu prazer foi mais em satisfazer um jovem que nunca tinha estado com uma mulher e saber que ele perdia a virgindade comigo, mas pelo nosso grande amor também juro não repetir semelhante aventura. Assim nos reconciliamos, abraçamo-nos, beijamo-nos e ambos dormimos novamente na cama conjugal, escusado será dizer que o sexo naquela noite, bastante intenso, foi excitante e praticado com amor, tal como uma segunda noite de nupcias.