2.9.21

PROJETO60 - AS PRIMEIRAS BUCETAS SÃO INESQUECÍVEIS!


Quando eu era moleque, tinha uns 12 anos de idade, a curiosidade, o privado e o íntimo despertaram em mim o fetiche do voyeurismo. Eu ficava excitado assistindo as “Chacretes” rebolando e empinado a bunda se oferecendo aos telespectadores e a sacanagem entre os participantes da banheira do Gugu. Me dava tesão folhear as revistas Playboy que meu Pai escondia no quarto, os catecismos de Zéfiro, as revistas suecas que eram vendidas na banca embaladas em plástico com tarja preta. Mas, o melhor era brincar de carrinho pelo chão da sala, circular por debaixo da mesa e enxergar as bucetas marcadas na calcinha das amigas (as tias turcas) da minha mãe. 


Me lembro de dois momentos tesudos. Minha mãe às vezes saía cedo e só voltava no final da tarde e meu irmão mais novo estudava no período da tarde. Ficávamos eu e a empregada, Matilde, uma morena de 45 anos, seios e bunda enormes. 

Nesta época eu passava a maior parte do tempo assistindo TV ou fazendo as tarefas da escola. No final da tarde Matilde me dava um lanche e se preparava para ir embora. 



A porta do banheiro que ela usava para tomar tinha uma fresta na parte de baixo de mais ou menos uns 15 cm. Quando estava brincando por ali via a água escorrer e, um dia, resolvi espiar pelo vão. Agachei, me aproximei e me deparei com o que eu só tinha visto em algumas "revistinhas", mas nunca ao vivo - uma buceta peluda e toda ensaboada! Fiquei tão "tarado" que me aproximei muito e Matilde percebeu:

Foram alguns segundos daquela visão que foi um presente para um mini voyeur como eu era...rs.

- O que está fazendo? Estava me espiando no banho seu safadinho??

Sai rapidamente dali, fui para o quarto bater uma deliciosa punheta e aproveitar as imagens bem frescas daquela buceta peluda ensaboada.

Lembro de ter ficado com muito medo dela contar para minha mãe, mas nunca falou nada.

Outro momento que me lembro aconteceu com a professora de artes manuais da minha Mãe. Irene era bem mais nova que a Matilde, acho que uns 26 anos e tinha a pele bem clarinha.  Fiquei curioso em saber como ela era peladinha. Quando terminava a aula a Professora ia se lavar. Eu subia para meu quarto alguns minutos antes, aguardava ela ir entrar no banheiro e olhava pelo buraco da fechadura. Observava excitado o strip-tease dela - ela abaixava o vestido, depois a calcinha, sentava-se no vaso, fazia xixi, se levantava ficava com a bunda virada para mim e enxugava a buceta. Eu tocava uma punheta, lembrando daquela bunda branquinha e da bucetinha peluda!

Minha iniciação sexual, meu fetiche voyeur, se deu naquele período e as bucetas peludas da Matilde e Irene nunca mais saíram da minha cabeça!


Um comentário:

Fernando Matias disse...

Ainda tenho a memoria a primeira cona que vi. Tinha eu 9 anos e foi da minha tia, trintona, casada, que mora numa localidade cerca de 30 k distante da nossa. Certo dia ela foi visitar-nos e formou-se tamanha tempestade de vento e chuva torrencial que embora de carro, receava regressar. Telefonou ao marido, informando que devido à tempestade não iria regressar, o que ele também apoiou. A solução portanto era dormir em nossa casa, porém, a unica cama vaga estava no meu quarto. Dada a minha pouca idade ela não se importou de lá dormir. Eu deitei-me primeiro e quando ela chegou para se deitar fingi que já dormia. Confiante do meu profundo sono não se inibiu de ficar completamente nua antes de vestir um pijama da minha mãe. Foi então que eu vi tão grande zona de pelos negros não só entre as suas, pernas como também no baixo ventre, que mal se distinguiam os lábios da cona. Foi uma visão que ainda hoje recordo.
Quanto à primeira cona que fodi também a tenho na memória. Tinha eu 16 anos. Foi com um vizinha, também trintona, divorciada! Esta encontrava-se rapada. Pediu-me para ir a casa dela; recebeu-me vestindo apenas um robe transparente; abraçou-me logo que chequei e procurou a minha boca para me beijar. De seguida levo-me para o quarto. Eu já estava com o pau tão rijo como uma pedra e ela meteu-o de imediato na boca. Que sensações obtive, vime na boca dela. De seguida abriu as pernas e puxou-me a cabeça para o meio delas; por entre os lábios da cona escorria um abundante liquido que pela primeira vez provei; indicou-me onde deveria chupar. Isso fazia e gemer imenso e puxava-me cada vez mais a cabeça para o meio das suas pernas, dizendo: continua, continua. Com isto o meu pau estava novamente bem teso. Em dado momento disse-me: mete já aqui, mas não te venhas ainda. Foi então que pela primeira vez meti numa cona e senti umas sensações muito melhores do que quando me masturbava. Por sua indicação varias vezes mudamos de posição, até que uma das vezes em que estava em cima dela me disse: vem-te dentro de mim, quero sentir o teu leitinho inunda-me. Foi portanto esta a segunda cona que vi, mas a primeira que fodi e também a que vi de bem mais de perto.