11.5.22

LEMBRANÇAS DO DIA QUE MINHA MÃE E EU CEDEMOS AOS DESEJOS...

Me lembro da primeira vez que eu e minha mãe cedemos aos nossos desejos. Eu não pude resistir a ela. Eu a joguei no chão e a beijei. Senti seus lábios úmidos e quentes nos meus. Nossos corpos entrelaçados num abraço apertado, nossos lábios, nossas línguas em uma cerimônia incestuosa de unificação. 

Enquanto eu deslizava minha língua pelas suas frestas sagradas, senti a boca da minha mãe sugando meu pau. A saliva escorrer... Eu podia saborear cada gota e senti minha mãe se tornar parte de mim. A paixão entre nós era imensurável. Eu sentia meu pau pulsando na boca dela e sabia que estava no limite. Senti o corpo dela estremecer e explodi. Jatos de porra jorraram na boca dela. Nossos lábios ainda travados. Estávamos gozando juntos.

Nossos corpos se acalmaram e eu finalmente soltei minha mãe. Estava um calor escaldante, estávamos encharcados de suor.  Quando nossa respiração diminuiu, olhei nos olhos dela. Sua mão desceu e eu senti seus dedos finos envolverem meu pau. Seu toque me fez expelir a última gota de porra. Ela tinha me esgotado completamente.

- Mãe, essa foi a experiência mais incrível da minha vida.

Mamãe apenas sorriu para mim. 

- Este é apenas o começo!


Um comentário:

Uma mãe que os compreende disse...

Se ambos mutuamente se desejavam, porque rasão esperar tanto tempo para concretizarem esse desejo? De parte esse tabu do inseto! Gozem! Aproveitem todas as oportunidades; especialmente para a mãe, que por ordem natural da vida terminará mais cedo a sua juventude.