2.12.22

MULHERES MADURAS E O TURISMO SEXUAL



O perfil do turista sexual mudou. Antes reservado aos homens de meia idade, atualmente são as mulheres maduras que viajam em férias para países, principalmente da África, em busca de sexo com homens jovens, fortes, com muita vitalidade e, principalmente, de pau grande para realizarem suas fantasias.

Os jovens africanos sabem da necessidade sexual das europeias e, em troca, as exploram financeiramente. Os garotos se submetem as vontades e taras, sendo considerados objetos para uso e abuso, das mulheres maduras, dispensando inclusive o uso da camisinha. Não custa lembrar que a África é o continente onde a Aids avança com maior velocidade.


Estima-se que a cada ano 600.000 mulheres de países ocidentais fazem turismo sexual. A maioria dessas mulheres é branca, idade entre 50 e 70 anos, moram na Europa e da América do Norte e viajam sozinhas ou com amigas. Pesquisa baseada em 240 entrevistas com turistas mulheres, nas praias da Jamaica e em dois resorts semelhantes na República Dominicana, sugeriram que quase um terço delas teve relações sexuais com homens locais durante as férias.

Bom exemplo são duas amigas britânicas, ambas com 64 anos, que deixaram o frio do outono europeu para viver uma experiência quente e selvagem no Quênia. O destino foi um resort “all inclusive” no Quênia, um dos maiores destinos do turismo sexual feminino. As duas passaram um mês neste hotel de praia, acompanhadas por jovens da faixa dos 20 anos.



"Nunca tinha visto tantos homens musculosos e bonitos, com pernas como as de jogador de futebol, disponíveis! Circulam pela praia e nos encaram... Pensei: “Por que ele está olhando para mim, será que sou o tipo dele"

Logo deixamos de lado nossas inibições e percebemos o “jogo”, que poderíamos relaxar e aproveitar muito desses corpos jovens... Foi liberdade total" Foram dias de muito sexo e prazer. 

"Eles para nos conquistar fazem elogios sobre nossos corpos, cabelo, perfume, tudo. 

Uma idosa entrevistada por um repórter britânico chegou a classificar Gâmbia como um "paraíso", pois lá "se pode transar com um garotão diferente a cada noite".



Outro destino preferido pelas turistas sexuais é a Jamaica. Em Negril, a maior atração é um resort numa praia de 6,5 quilômetros de areia branca deslumbrante.  A maioria dos bares de praia anuncia coquetéis com nomes que são eufemismos bem usados para pau grande, como 'Big Bamboo', 'Dirty Banana' e 'Jamaican Steel'. À noite tocam reggae. Os garotos convidam as mulheres mais velhas e lhes ensinam como fazer a ‘dança erótica’. É uma visão incomum - mulheres, algumas na casa dos 70, ‘se pegando’ com jovens com idade para serem seus netos. Eles dizem que adoraram as mulheres mais velhas que frequentam o Resort. Um deles diz que “Se eu fizer companhia a uma turista e ela quiser me ajudar como amiga, me dar dinheiro, me deixe ficar com ela no hotel para fazermos sexo, o que há de errado nisso? Gosto de mulheres maduras.



Os comentários que se ouve na Jamaica sobre esse tipo de relacionamento- mulheres mais velhas X homens mais jovens são misóginos e cruéis. os jovens negros confessam que "as mulheres brancas são feias e gordas, fedem, têm pele áspera e parecem cachorras velhas. Só fazemos sexo com elas por dinheiro mesmo". Há muito mais aceitação de homens mais velhos e obesos fazendo parceria com mulheres jovens do que o contrário.

A diferença racial desempenha um papel significativo na experiência da turista sexual feminino. Mulheres brancas que nunca pensariam em se envolver abertamente com um jovem negro na sua cidade, sentem-se à vontade para fazê-lo enquanto viajam e costumam usar isso como um exemplo de seu 'antirracismo'.




 

2 comentários:

Fetiches de Corno disse...

Não só as mulheres sózinhas, mas muitos casais preferem sair da sua cidade para se liberarem para a vida de cuckold em um local distante de casa, onde ela, a esposa pode se portar com uma vadizinha sem medo de ser identificada.

https://fetichesdecorno.blogspot.com/

Perpétua Gonçalves disse...

Foi precisamente isso que aconteceu comigo e o meu marido, de férias na Jamaica. Tenho 43 anos, o meu marido 50. Já havia alguns meses que eu tinha desejo de experimentar uma coisa diferente, o meu marido fora o único homem com quem havia feito sexo, não tinha coragem de o trair e até vergonha se ele soubesse o meu desejo, Houve porém uma noite que na internet ele viu que passavam videos pornográficos e chamou-me para ver também.
Constava dum casal em que o marido levou um negro para comer a esposa, ele assistindo. Tão surpreendida estava que perguntei ao meu marido se era possível o próprio marido levar um homem para foder com a esposa e ainda ele assistindo. Sim, antigamente era muito raro e se alguns havia era tão discreto que mais ninguém tinha conhecimento porque a maioria considerava a esposa sua propriedade e até ciumes tinham de ela falar com outros homens e caso a encontrasse na cama com outro e a matasse naquele momento seria absolvido. Os tempos mudaram e hoje até existem bares que casais frequentam para trocar de paceiro. É algo ainda não aceite pela sociedade, pelo que muitos casais se deslocam até ao estrangeiro onde o praticam sem que na localidade onde residem haja conhecimento.
Bem que esses tempos passaram.
Mas se há tantos homens casados que gostam de variar, para nós mulheres, também seria a forma de não trair os maridos, com eles presente não seriam enganados
O meu marido olhou para mim!
Não me digas que também gostarias de variar? E porque não? Pelo menos uma vez, para sentir como é. Foi a partir daí que o dialogo nos levou às Caraíbas, onde eu pela primeira vez experimentei a tora de dois negros (um de cada vez) e que adorei, pois gozei como nunca tinha gozado, talvez por serem bem avantajados O meu marido também adorou ao ver quanto gozei, o prazer que obtive, tanto foi que espero lá voltar.