30.4.23

PORNOMEMORIAS_6 - BRINCANDO DE "MÃO AMIGA" COM O WALTER


" - Tocando umazinha vendo minhas revistas né? 

Parei, arrumei o pau e, com muita vergonha, sai rapidinho dali. Algum tempo depois voltei lá, o Walter atendeu a porta, me disse que o Pedrinho havia saído, mas que voltava logo e que eu podia esperar. Passados alguns minutos ele me chamou para que eu fosse até quarto dele. Entrei, ele abriu o armário, pegou algumas revistinhas, jogou no meu colo e disse: 

- Vai vendo aí, fique à vontade, vou tomar banho e já volto.

Sentei-me na cama, fui folheando as revistas e fiquei de pau duro. Walter entrou no quarto de toalha... enquanto se enxugava em frente ao espelho, me perguntou:

- Vamos brincar de mão amiga? Você bate para mim e eu para você! " 

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27.4.23

LEITORA CONFESSA QUE USA PLUG ANAL E O CASAL QUER MAIS!


"Eu me meu marido estamos sempre de olho aqui no Seximaginarium, em busca de novidades para apimentar nossa relação, e queria contar algo curioso sobre essa questão do anal.

No início de nossa relação, como quase todos os homens fazem, ele vivia me pedindo para comer o meu cuzinho. Mas eu sempre fazia charminho, e resistia.

Aí ele resolveu comprar alguns plugs e vibradores, e a coisa começou a “evoluir”, fui me acostumando com as brincadeiras, só também fui a forra, e cobrei dele para usar nossos “brinquedinhos” também no seu cuzinho...



O negócio foi esquentando aos poucos, o tamanho dos plugs comprados aumentando, e acabamos viciados de usar nossos cuzinhos, mas com um detalhe: foi meu marido que passou a usar os de tamanhos maiores, alguns que nem tenho coragem de meter no meu cuzinho. Meu marido não é gay, mas hoje em dia uma das nossas fantasias é convidar uma travesti que seja bem avantajada, para que meu maridão possa sentir de verdade o que é um pauzão enfiado no cú.

Um hora vai..."



23.4.23

CONFESSIONÁRIO CUCKOLD - A VIDA COMO ELA É #22


"Sou corno, já chupei a buceta da minha mulher com porra do macho, beijei a boca dela com gosto da piça do comedor e fiz ela me contar tudo como foi quero repetir de novo, mas quero estar presente quando o macho tiver enrabando ela de quatro, quero ficar por baixo sentindo o cheiro da foda, quero que o macho soque na buceta e tire um pouco e soque o pau tudo lambuzado na minha boca para eu chupar todinho. Tenho tesão em deixar o macho encher minha esposa de leite e ela chegar em casa com a calcinha toda melada." 

17.4.23

CONFESSIONÁRIO HOTWIFE - A VIDA COMO ELA É #21


"Tenho 42 anos e meu marido me libera para ser sarrada e gozada por cima da calcinha. Ele adora ver e fotografar depois, não lambe, mas diz que prefere assistir e fazer a punhetinha dele do que me comer junto com outro macho. 

Em três anos já trocamos de fixo duas vezes e conseguimos apenas 11 homens que topassem na primeira transa sexo pele a pele. Procuramos um fixo que dure um bom tempo e que não seja comprometido para atrapalhar."

14.4.23

VOVÓ CONTA COMO FOI FODER APÓS 5 ANOS NA SECA


Sou uma avó viúva, na data havia 5 anos, desde que o meu marido faleceu que não tinha sexo, com 70 anos de idade sentia tanta necessidade de foder que não suportava mais essa "fome". Não sei se todas as mulheres com a minha idade têm este tesão, mas pelo que estou a ler há muitas. Tal como consta algumas neste blogger, são numerosas as viúvas ou divorciadas, com uma idade avançada, que procuram satisfazer-se sexualmente em locais onde não sejam conhecidas, isto prova que nós mulheres, mesmo com mais idade, mantemos o tesão, motivo porque muitas saltam a cerca a primeira vez, o que nunca fizeram quando mais novas. 

No meu caso específico, revelarei como procedi: inscrevi-me numa agência de encontros sem compromisso, arriscando surgir alguém conhecido e se desse a saber que um homem se encontrava comigo, seria considerada uma mulher mal comportada. Não fazia a mais pequena ideia dos homens que há insatisfeitos com as esposas, porque se assim não fosse deixariam de procurar fora o que podem ter em casa e como não quero contribuir para a destruição de lares rejeitei uma infinidade de candidatos casados; surgiu entretanto um cinquentão também viúvo, de nome Artur, que os filhos discordam dum casamento para o pai e ele não quer desagradar-lhe, tal como acontece comigo, sendo ele de uma localidade bem distante da minha mais fácil seria manter o secretismo, prontificando-se ele para se deslocar a uma cidade ao meio do trajeto onde cada um de nós reside e onde eu também poderei deslocar-me. 

O nosso primeiro encontro, ocorreu num restaurante dessa cidade e tanta química houve, especialmente da parte dele, que por sua vontade ficaria já nessa noite no hotel, que ele afirmou ter reservado. Eu é que não estava preparada psicologicamente para passara a noite com ele no primeiro encontro, certifiquei-me, entretanto, ser bastante educado e com uma cultura acima da média, mas depois cada um e nós regressou à sua residência, ficando decidido o dia em que iriamos passar a primeira noite juntos. 

Que agitada noite anterior eu passei, mal dormi, parecia ser a primeira vez que ia dormir com um homem, na verdade. 5 anos em "jejum" era como se fosse para uma lua de mel; como seria ele na cama? Teria tesão para me satisfazer? Seria eu sexy suficiente para o excitar? Escolhi para vestir interiormente um mini conjunto vermelho, que certamente me iria despir, tão bem me maquilhei que ninguém me atribuiria mais de 40 anos, como ia em carro próprio não levantaria suspeitas do meu destino. Chegada à cidade o Artur esperava no restaurante previamente combinado, para almoçar. Optamos por um dia de semana porque o hotel teria menos hospedes e como o quarto só estaria disponível depois das 15 horas haveria tempo suficiente para amadurecer mais no meu cérebro o que dê certo iria ocorrer ainda nessa tarde, pois o Artur não resistiria esperar pela noite. Eram precisamente 15 horas quando na recepção nos entregaram a chave do quarto, para o qual de imediato nos dirigimos. Logo que entramos no quarto me senti abraçada, com beijos o pescoço, para em seguida serem nos lábios. Que saudades eu tinha da língua dum homem enroscada na minha, creio que a sede era comum. Foi o início do aquecimento, não tardando a ficar ambos em pelo e eu estendida na cama com beijos e lambidelas em todo o corpo. Artur superou em muito o que eu esperava, além de ser bem abonado tinha um tesão que faria inveja a muitos jovens. Que maravilhosa tarde sexo: deixamos a cama apenas para um leve jantar. Regressando novamente para mesma, onde com pequenos intervalos fodemos até cerca da meia noite, eu, talvez por haver tempo que não era utilizada já me doía a cona. 

Ao acordar de manhã repetimos mais um pouco. Tomamos o pequeno almoço no quarto, regressando mais umas horas para a cama. O quarto tomado com odor do sexo, a empregada de limpeza certamente depreendeu o que ali se passou. 

Almoçamos num restaurante fora, um almoço reforçado que bem necessitado era. Os nossos encontros, não sendo com a frequência desejada, ocorrem uma ou 2 vezes por mês.

12.4.23

PORNOMEMORIAS_5 - A FILHA GOSTOSA DA EMPREGADA



"...Um dia ela colocou uma saia bem curta e veio passar roupa. Quando abaixava eu via o fundo da calcinha enfiada no cu. Aquilo me deixava de pau duro e como estava de short o volume apareceu, não tendo como disfarçar. Ela percebeu, olhou deu uma risadinha e fez como se não tivesse visto nada.

Com o tempo começamos a ficar mais íntimos, fui perdendo a timidez e ganhando coragem. Enquanto ela lavava louça eu ia tomar água, aproveitava pra “sarrar” e encostava a mão na bunda dela. Percebi que ela não “ligava”, até colocava a bunda para trás, então eu continuava e passava a mão..."  

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7.4.23

EM FÉRIAS NA TAILÂNDIA FUI COMIDA POR UMA LADYBOYS


Fui de férias à Tailândia com o meu marido e lá fui comida por uma ladyboys, porém confesso que não me satisfez. Não era nossa intensão o sexo com os nativos, mas aconteceu que uma tailandesa começou a atirar-se ao meu marido e ele desejava tanto experimentar uma oriental que me perguntou se eu não me importava, porque sendo um caso isolado e tão distante da residencia não iria afetar o nosso relacionamento nem o nosso amor; e foi daí que lhe perguntei: 

- E se fosse o inverso tu te importaria? 

No momento ficou calado mas instantes depois respondeu: 

- Não considero os nativos deste país dignos de te possuir, mas há uma saída: embora sejam realmente homens têm corpo de mulher, quem os vê julga mesmo que são mulheres e é precisamente isso que eu irei considerar, ser uma mulher em cima de ti e não um homem. Se estiveres de acordo com um ladyboy não me importo, mas quero estar presente, não surja algum imprevisto. 

Havia imaginado que o meu marido nunca iria ceder-me a ninguém, agora tinha que seguir em frente! Aceito um traveste, embora não seja nada semelhante ao que irá passar-se contigo."o meu pensamento divagava, preferia era foder com um dos muitos hospedes do hotel, pois havia-os bem jeitosos, mas só seria possível se não estivesse acompanhada." Sendo assim também eu quero estar presente contigo. Estou de acordo, respondeu: 

- Ambos presentes não há traição de parte a parte, mas será um de cada vez, no quarto do hotel onde estamos instalados. 

Decidimos ser o meu marido na tarde próxima e na seguinte seria eu. Falar tailandês não é fácil mas com qualquer deles entendiamos em inglês. Ao contrário do que tinha imaginado não senti ciumes. A tailandesa era elegante e bonita queixou-se que o meu marido tinha o pau muito grosso e comprido, contudo o meu marido estava radiante porque ela era bastante aperradinha. Na tarde seguinte eu é que fiquei decepcionada o traveste possuía realmente um caralho, mas era tão curto e delgado que mal o senti. Para gozar alguma coisa dispunha-me a dar-lhe o traseiro mas o meu marido opôs-se: 

- Isso não, basta o que já deste. 

Expus-me eu perante um desconhecido e nada gozei. Mas aqui só para nós que ninguém nos ouve e o meu marido nem sonha, é que na primeira oportunidade irei saltar a cerca para realmente gozar com alguém que melhor me satisfaça.

5.4.23

BOLINHAS TAILANDESAS - MANUAL DE INSTRUÇÃO


Quando a mulher está excitada sua buceta fica latejando. Se a excitação for realmente forte o seu cu também lateja. Esse latejamento é o X da questão na inserção das Bolinhas Tailandesas.
Existem algumas regrinhas:
Manter a excitação clitoriana, paralelamente coloca-se a última das bolinhas na entrada do cu. De início uma leve pressão contra o cuzinho até "pegar' a sincronia com o latejamento. 
A introdução perfeita se dá quando a bolinha entra durante o relaxamento total do cuzinho. Durante a contração muscular a bolinha não pode se mover, caso contrário poderá haver algum desconforto, logo, é bom sincronizar as pressões na bolinha com o relaxamento dos anéis, e ai inserir com vigor a bolinha. Isso tem que ser feito rapidamente para que não venha uma nova contração e a bolinha fique preza na entrada. Se isso acontece, empurra-se a esfera imediatamente com o dedo indicador. Uma vez inserida o desconforto é nenhum. Repete-se o procedimento até o todas as bolinhas serem introduzidas.


O manuseio:
Após a introdução das bolinhas, a questão passa a ser como manuseá-las de forma a dar o máximo prazer possível.
Para isso de puxões na argola de todas as formas possíveis: para baixo, para cima, para os lados, rodando e outros. Pode-se também puxar a bolinha até ela quase pular para fora do cuzinho e depois deixá-la entrar novamente, isso é bem excitante.
A retirada das bolinhas pode ser feita da seguinte forma:
Retirar de uma vez aguardando-se o momento no qual a mocinha está iniciando o orgasmo e ai retira-se todas as esferas bem rapidamente. 
Retirar aos poucos calculando-se mais ou menos quanto tempo a menina vai levar para ter um orgasmo e vou tirando uma de cada vez de forma que a última saia na hora que ela estiver gozando.
Brinque com cuidado sempre!



3.4.23

O QUE VOCÊ FARIA COM ESSA MULHER ESPETACULAR!

 

O cheiro dela é indescritível, a pele macia e quente, o aroma do cuzinho, o mel da bucetinha, tudo perfeito. 
A Madame Volúpia é uma mulher espetacular… conta pra gente o que você faria com ela nessa posição?