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16.5.25

DEPOIS DE MUITO TEMPO METI COM MEU PADRASTO




Depois de muito tempo decidi expor aos leitores fatos secretos da minha. Jamais imaginaria depois de “velha” estar vivendo uma loucura dessas, mas a vida tem dessas coisas não é mesmo? 

Me chamo Rosicleide, tenho 61 anos e vivo atualmente na cidade onde nasci e me criei no litoral do Ceará. Era muito bonita quando jovem, mas com o passar dos anos e por não me cuidar, já não sou lá essas coisas. Apesar de gordinha tenho atributos que chamam atenção - minhas pernas e o bundão. 

Perdi minha mãe quando tinha 12 anos e depois disso continuei morando com Pedro, meu padrasto, um homem maravilhoso, pescador, que se casou com ela quando meu pai se mandou com outra mulher. Nessa época morávamos numa casinha em frente à praia... CONTINUE LENDO CLICANDO AQUI!



8.1.20

OLHANDO FABI - BLOG DO CASAL FABI E ROBERTO

Iniciando 2020 dividindo com os leitores um "achado" - Um blog https://olhandofabi.blogspot.com/ com postagens com conteúdo +18 que adoramos e nos dá tesão: casais, casados, cuckold, hotwife... 
Pena que o casal postou 3 historinhas hot e parou! Vamos incentivava-los a contar mais, indo até lá e comentando!


A PRIMEIRA VEZ...
sábado, 2 de fevereiro de 2019



Minha mulher e eu sempre fantasiávamos de um estar com outra pessoa enquanto trepávamos. No começo ela “simulou" um ciúme, mas sempre topava as brincadeiras na cama. Até que uma vez eu falei “eu tenho coragem de deixar você trepar com outro cara”. Na mesma hora ela respondeu que não, que jamais faria isso, mas pude ver que ela não me fitava com os olhos e um leve sorriso no seu rosto. Senti na hora que ela tinha topado. Me deu uma mistura de sentimentos. Ciúmes, tesão, amor, curiosidade, mais tesão. Minha mulher tinha 22 anos, corpo maravilhoso, seios rosados uma bucetinha carnuda, com lábios grandes e maravilhosos. Recém-casada e jovem, eu sempre tive a preocupação de deixá-la viver tudo o que uma pessoa jovem tinha pra viver, inclusive as noitadas, putarias e bebedeiras.
Numa bela noite, durante uma trepada, ela fala: “lembra daquilo que você me falou? Que me deixaria trepar com outro? Eu quero.” Na mesma hora, nossa trepada ficou intensa. Ela cavalgando mais forte, gritando pra mim que queria foder com outro, até ficar toda gozada. Após um dos sexos mais gostosos que já tive, o assunto continuou. Ela falou que desde aquele dia ficou morrendo de vontade de fazer isso, mas não sabia se eu estava falando sério, daí decidiu tomar coragem durante o sexo, pois eu sempre topava as aventuras.
Fiquei pensando sobre isso alguns dias, decidindo sobre o que faríamos. Até que um dia, cheguei em casa, chamei ela pra cama e fomos para o Bate-papo UOL. Sim, esse que há mais de dez anos não usávamos.
O BP virou uma sala de tarados, pessoas solteiras, casais, tudo atrás de uma boa putaria. Conversamos com várias pessoas, rimos de alguns doidos, propostas doidas, até que achamos o nosso alvo. Um militar, de 38 anos, experiente com casais e mulheres solteiras. Seria ele, ele é o cara que procuramos. Trocamos WhatsApp e ficaram conversando por umas duas semanas, falando putaria, mandando nudes, que comeria ela de tal jeito, do outro. Eu sempre acompanhava e me excitava MUITO com aquilo tudo.
Marcaram um encontro. No dia, ela se arrumou como se fosse ao shopping. Bermuda jeans, blusinha, mas por baixo, um fio dental e um sutiã sem bojo (que valorizava o formato dos seus seios e era meu favorito) novos que havia comprado pra ele (o que me gerou aquele mix de tesão e ciúmes). Fui deixar ela o apartamento dele, morava no início da ponta negra. Quando cheguei e fui me despedir, ela fala: “espera, combinei com ele que ia foder com muita vontade e queria você assistisse tudo". Meu coração parecia uma britadeira de tão rápido que batia. Nunca fiquei com tanto tesão na minha vida. Na mesma hora estacionei o carro e subi com ela correndo.
Chegando lá e bastante tímidos, aceitamos as bebidas que nos foram oferecidas. O rapaz era solteiro e sala de apartamento de solteiro quase não tem móveis. Fomos para o quarto, onde o ar estava ligado e muito mais agradável. Sentamos, bebemos, conversamos. Durante um papo observei com muita atenção ele passando a mão na coxa dela. E ela retribuindo, passou a mão em seu peito, sentada ao lado dele na cama enquanto eu estava do outro lado da cama. Ele, com toda educação de um tarado querendo comer a mulher de outro, tasca-lhe um beijo excitado, ela o corresponde com uma ferocidade de quem queria muito trepar. Beijos calorosos, mãos nos seios, pegada apertada no pau já duro e latejante. Era tudo o que eu queria estar vendo. Meu tesão estava pra explodir, meu corpo tremendo, meu pau duro e comportado dentro da bermuda. Assistir minha esposa se agarrando com outro era o maior tesão que já senti na minha vida.
Então ela se levanta, fica de costas para ele, virada para mim, pede para ele tirar a sua roupa, enquanto sorria com uma mistura de satisfação, nervosismo e muito tesão. Ele o faz, tira a blusa, o short e ao ver a calcinha fio dental, a vira para si e volta a beijá-la com vontade. Beija sua boca, seu pescoço e rapidamente começa a chupar seus peitos rosados. Andando novamente em direção a cama, ele a coloca sentada na cama, já sem sutiã, e chega perto o suficiente para que ela, com vontade e velocidade abra a sua bermuda, veja o pau dele duro e comece a chupá-lo. Eu, já não me aguentando de tesão, fui para uma poltrona que estava estrategicamente virada para eles (acho que ele a colocou lá de propósito), me sentei e começo a bater punheta olhando aquela cena maravilhosa.
Minha mulher, a mulher que me dava muito tesão e prazer, chupando o pau de nosso novo amigo. Chupava, lambia, batia com ele no rosto falando em bom tom para eu ouvir “que pau gostoso". Eu estava indo a loucura com aquela cena e ele pediu para foder ela, pois não estava mais aguentando. Ela então se vira, vai cavalgando para o meio da cama e se deita com os peitos maravilhosos virados pra cima. Ele rapidamente avança, tira a sua calcinha e começa a beijá-la, passando pelos pés, pela perna, pela parte interior da coxa, até que eu escuto um gemido alto e com muito tesão. Eu sabia, ele estava chupando sua buceta. Ela o apeta com suas pernas, pedindo pra ele chupá-la mais ainda. Até que ele sobe beijando sua barriga, enquanto coloca a camisinha e após colocar, continua subindo em direção aos seios, chupando-os, passando para o pescoço e depois, com um gemido longo, eu vejo, eu assisto aquela cena dela sendo penetrada lentamente até o final. “vai, me fode gostoso. Vai que adorei teu pau". E ela de perna aberta, ele socando em movimentos rápidos, ela pedindo mais, eu batendo punheta e adorando aquilo tudo.
Ela o vira, vai pra cima dele e começa a cavalgar com uma vontade que nunca tinha visto. “Amor, vem. Quero te chupar". Corri, tirei a minha roupa e dei meu pau para ela chupar enquanto ela cavalgada nele. Mas eu não tinha a visão privilegiada que tinha antes. Pedi para voltar a ver e ela “você quer ver? Então olha isso" e começou a cavalgar rápida e intensamente até começar a gemer e falar “amor, tô gozando... Tô gozando no pau dele". Nosso amigo, que estava adorando, senta, abraçando-a e apertando para perto de si, começa a ajudá-la a cavalgar até que pergunta para mim se podia gozar. Eu claramente morrendo de tesão, batendo punheta e doido pra gozar vendo aquilo, falo pra ele ir em frente. Os dois aceleram o ritmo, ela pulando cada vez mais, ele chupando os seios dela e escuto um gemido dele, alto, de quem tinha acabado de gozar. Ela se joga para trás na cama e me olha, vendo que eu também tinha acabado de gozar.
Ela, conversando comigo, fala que poderia viciar nisso. E eu, feliz da vida, cheio de tesão, concordo com ela. Ainda ficamos mais umas horas lá. Mas são outras histórias que contarei depois.
Sobre nós...
Fabi e Roberto Santos
São Paulo, São Paulo, Brazil
Blog de um casal, feliz com sua vida, que trabalha, assiste filmes, sai pra passear, que não guardam suas vontades e que não reprimem seus desejos por conta dos padrões sociais, como todo casal normal deveria fazer.

23.7.19

TENHO UMA NAMORADA E MEU MARIDO NEM DESCONFIA

Nas minhas noites de insônia me distraia nas redes sociais. Enquanto meu marido dormia, roncava, eu revirava os perfis. Um deles, cujo avatar era um morango me chamou atenção. As fotos da página daquele perfil eram muito sensuais e eróticas - uma boca mordendo um morango, morango nos seios, imagens eróticas e sensuais seguidas de comentários bem safadinhos. Não conseguia saber se era perfil de mulher, mas fiz alguns comentários, pedi amizade e aguardei ser aceita ou não. 
Para minha surpresa a resposta veio no dia seguinte. Fui aceita! Morango era uma mulher, Claudia que também curtiu algumas das minhas publicações.
Nos dias que seguiram trocamos mensagens no reservado. Ela era separada e 10 anos mais velha que eu. Claudia me falou que viajava muito a trabalho e que viria a São Paulo em breve. Combinamos de nos conhecer quando estivesse aqui na Cidade. 


Semana anterior a sua chegada conversamos madrugada adentro principalmente sobre sexo. Me contou que era bissexual, que tinha uma namorada... Falei para ela que era casada fazia 15 anos e que nunca tive uma relação extraconjugal. Confesso que nossas conversas apimentadas me deixavam com muito tesão! Uma noite abrimos a câmera do computador, ficamos nuas e fizemos sexo virtual. Me masturbei e gozei muito!
Dias depois fui buscá-la no aeroporto. Era mais linda e gostosa pessoalmente. Levei Claudia até o hotel onde ela ficaria hospedada. Depois de fazer o check-in me convidou para tomar um drink e conversamos muito. Falamos sobre a viagem, quanto tempo ficaria, que poderíamos fazer algumas coisas juntas rsrs.
Claudia me convidou para subir ao quarto. Entramos, ela tirou a roupa, encheu a banheira e me convidou para entrar com ela na água quentinha e cheia de espumas. Nossos corpos nus, suas pernas grossas roçando as minhas naquele contato íntimo, fez o tesão aumentar. Ela se aproximou, me olhou e nos entregamos em um beijo ardente. Jamais me imaginara beijando uma mulher e isso contribuía para tornar o momento ainda mais excitante. As mãos hábeis me tocavam, deslizavam pelos meus seios descendo pela minha barriga e chegando na minha buceta. Eu me contorcia toda gemendo de prazer pedindo mais. Claudia se sentou à minha frente... Senti o toque de seu sexo no meu, desejei ardentemente esse contato. Fomos interrompidas pela campainha. Claudia voltou com uma garrafa de champanhe e uma bandeja de morangos e se deitou na cama.
-Vem, deita-se aqui! Ela pediu dando tapinhas na cama. 


Deitei e peguei a taça de champanhe. Tomei um gole e mordi o morango olhando seus olhos maliciosos e gulosos. 
Claudia abriu minhas pernas e colocou os morangos na minha buceta. Depois de um gole no champanhe ela começou a comer um a um os morangos, mordendo-os e derramando o suco na minha pele e meu sexo já molhado de desejo até restar apenas um: o maior e mais vermelho de todos. Segurando-o com suas unhas vermelhas ela passou a brincar esfregando-o no meu sexo me deixando louca de tesão. Ergui um pouco o corpo para vê-la passar a fruta vermelha e suculenta na abertura da minha buceta, esfregá-lo de cima para baixo melando-o todo com minha lubrificação enquanto eu gemia de tesão e arqueava meu corpo para sentir ainda mais aquele contato inebriante.
- Essa bucetinha é muito gostosa sabia?! Falou e mordeu morango sorvendo mais um gole de bebida.
Claudia abriu a buceta dela, derramou um pouco de champanhe e pediu:
- Vem chupar, passa a língua quente nela!


Enquanto eu a chupava gemia e gritava puxando meus cabelos. 
Claudia me pôs de quatro e chupou meu clitóris, minha bunda e meu cuzinho... Minha buceta inchada doía de tanto tesão.
Ela encostou a buceta lisinha na minha esfregando-a avidamente, eu arqueava meu corpo para encaixá-lo ainda mais no dela, um tesão crescente foi me dominando... Aumentamos o ritmo, eu sentia o clitóris dela encostando no meu, quentinho, meladinho. Nos duas gemíamos alto, gritando de prazer, trocando beijos ardentes. 


O gozo veio gostoso, forte, nos deixando inertes na cama, saciadas e felizes. 
A partir de então ficamos muito íntimas e sempre que ela vem a São Paulo nos encontramos.  Numa dessas vezes apresentei a Claudia para meu marido, que nem desconfia que brincamos!

25.6.19

CROSSDRESSER CONTA COMO FOI A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA SEXUAL

Após 39 anos vou contar aqui no SeximaginariuM, minha primeira experiência sexual como crossdresser (CD).
Como toda garota na pré-adolescência, tinha desejos, medo, dúvidas e principalmente curiosidade. Eu embora confusa me sentia "confortável" em dois mundos - de menino (biológico) e de menina (psicológico). Amava quando alguém perguntava para meus pais - é sua filha? Qual o nome dela? 
Por isso acabei enfrentando uma agenda médica e psicológica, cujo diagnóstico foi "perfil transgênico". 
Com 13 para 14 anos eu tinha poucos pelos pelo corpo, meus cabelos eram ondulados até os ombros e tinha aparência andrógina. Era boa aluna, preferia ver futebol do que jogar (mas não falava), amava nadar (me libertava), estudava música (frequentava estudos de flauta - me encontrava), me interessava mais as reuniões das tias do que dos tios (disfarçava o interesse mostrando-me cavalheiro), gostava mais da companhia das primas que a dos primos e ficava louca pelas vitrines das lojas femininas. Era óbvio meu interesse natural pelo universo feminino.
Neste período a mãe de um amigo de escola chamado Paulo (16 anos) foi orientada pelos educadores do colégio a procurar aulas de reforço, pois ele já estava atrasado 2 anos no calendário escolar. Minha amada “teacher” me indicou para ajudar o coleguinha de classe. O local para as aulas de reforço seria na casa dele, sempre que possível á tarde. 
Paulo era um menino bonito, cheiroso, educado, gostosinho, muito simpático, mas desinteressado pelos estudos. Eu até achava que ele era um pouco afeminado (mal sabia o que me esperava!
No dia das aulas de reforço (2 a 3 vezes por semana), a mãe de Paulo, Sra. Carmem, nos recepcionava com café da tarde e posteriormente deixava-nos a sós por 2 horas. 
Nas primeiras aulas não ousei demonstrar minha feminilidade (me policiava), em outras palavras, não usava calcinha "emprestada" do cesto de roupa da mamãe ou da minha irmã rsrs.
Com o passar do tempo, quando a sós com ele, ficava mais descontraída, mais feminina, jogava o cabelo para o lado para expor meu perfil, voz mais suave e sempre muito atenta a ele. Comecei a perceber flertes, indiretas que me deixavam confusa e temerosa, mas também feliz por entender que ele me via de alguma forma, menos menino. Isso mexia com meu imaginário e me incentivava a explorar mais meu lado feminino, principalmente quando a sós. Na escola ele era atencioso e muito educado comigo e em casa abria a porta, puxava a cadeira para eu me sentar... Em contra partida eu era obediente e "submissa", a ponto de sempre que possível atender seus pedidos.
Com isso tudo minha insegurança deu espaço a reciprocidade, curiosidade, segurança, na realidade estava encantada, imagina eu uma CD tendo meu primeiro amor, um namorado - Meu Deus será mesmo, é isso (?), porque não as meninas, por que euzinha? Talvez curiosidade da parte dele, não sei.
Assim, quando estávamos juntos na casa dele, as emoções borbulhavam, tinha desejo e medo ao mesmo tempo. Começamos a desviar o foco do estudo, falávamos sobre sonhos, desejos, basicamente de sentimentos. Isso tudo me vez baixar a guarda, me mostrar mais (ao me sentar empinava mais a bunda para trás e me sentava mais ereta, assim valorizava mais a silhueta. A sós com ele eu me portava como uma menina. 
Uma bela tarde, sem eu esperar, ele me abraçou e começou a acariciar minhas costas. Fiquei incomodada e ao mesmo tempo desejando que ele continuasse, até que ele desceu a mão até minha bunda e com o dedo começou a mexer no elástico da minha calcinha. Fiquei envergonhada, tentei mudar a postura e ele pediu para que eu permanecesse como estava (obedeci calada) e então colocou o dedo dentro da calça e puxou para trás e olhou. Fiquei perplexa e disse: 
- Não é o que você está pensando, melhor eu ir embora.
Ele responde sorrindo, 
- É sim, porque estou vendo, fique tranquila, está tudo bem, não me incomoda, se desejar usar use, isso ficará entre nós!
O tempo passou, na sala de aula ele não tocava no assunto tão pouco na casa dele. Porém, certo dia, ele me chamou e me entregou um pacotinho e disse. 
- Quero que use isso na nossa próxima aula particular.
Abri o pacotinho e era uma calcinha vermelha de tecido e renda. Imaginei ser da irmã dele que tinha uns 16 anos. Isso me deixou excita, parecia que entre nós tudo ficou as claras, pois, agora nossos sonhos e desejos afloraram. Eu podia ser eu mesma com ele. Pela primeira vez sentia ser possível tornar-me uma menina.
No dia da aula particular, chegando na casa dele notei que não havia ninguém a não ser nós dois. Ele pegou meu material escolar e disse:
- Vá ao banheiro e coloque o que deixei lá. Vá logo você vai gostar!
Olhei a porta aberta do banheiro e “desmoronei”. Lá havia um sutiã, uma blusa feminina sem manga, uma saia mid e uma meia 3/4 branca. Encabulada, tímida, envergonhada, mas muito feliz sai do banheiro, ele me olhou e deu uma risadinha e disse: 
- Seja a menina que quer ser. 
Ele lembrou que eu dizia que tinha inveja das meninas, pois queira poder me vestir daquele jeito e ir a aula.
Sorri, pequei o material, ele me abraçou, retribui segurando sua cintura e subimos. Chegando lá institivamente quis iniciar a aula, ele disse: 
- Caminhe para eu ver e depois sente-se aqui, vamos estudar.
Então me sentei, ele se aproximou, joguei o cabelo de lado, ele estava ofegante, eu tremula e ansiosa. Ele pegou minha mão e colocou sobre a perna dele, depois mais para cima disse: 
- Acaricia e pegue no meu pau.
Passei a mão por cima da calça dele e senti pela primeira vez uma deliciosa sensação, o pau dele estava duro. Ele me beijou no rosto e disse:
- Sente no meu colo! 
Atendia todos seus mandos sem questionar. Pediu para eu tirar a camisa dele (fiz) e imediatamente abracei-o e beijava seu ombro acariciando seu peito e com outra mão sua nuca. Ele passou a mão pela minha coxa chegando na minha bunda. Eu tremia toda, então pediu para eu tirar sua calça (fiz), em seguida ele se sentou e ordenou:
- Chupa meu pau!
Eu totalmente perdida, nunca havia chupado um pau antes segui o extinto, ajoelhei coloquei a mão naquele pau duro e gostoso e devagarinho comecei chupá-lo. Paulo olhava e gemia aos estímulos da minha boca, língua e mão, parecia aprovar meu desempenho.
Em seguida ele se virou e eu de forma instintiva beijei a sua bunda, linda, durinha, peludinha, acariciei suas costas, gente que homem gostoso. Se virou, colocou o pau na minha cara e disse:
- Engole meu pau viadinho você vai gostar!
Eu ajoelhada chupava aquele pau molhado que pulsava em minha boca, beijava e passava a rola em meus lábios (glós de pau molhadinho-uma delícia), batia-lhe punheta e dizia-lhe o quanto ele era gostoso, então ele segurou minha nuca e com força impulsionando sua cintura me fez engolir seu pau todo - Engasguei, não espera por aquilo, pedi para ir mais devagar, então segurei seu pau duro punhetando-o, pulsante, tesudo, quando ele se curvou puxou com carinho meu cabelo para trás e ofegante pediu para que eu repetisse.
- Você gosta do meu pau? 
- Amo!
- Você é meu viadinho!
Ele meu deu umas tapinhas no rosto. Fiquei muito tesuda. Seu pau estava muito duro, deliciosamente molhado. Batia-lhe mais punheta e continuei chupando e ele socava o pau garganta abaixo, sentia suas bolas no meu queixo. Senti seu pau ficar mais grosso, quente, pulsante, ainda mais molhado na minha boca e então veio um jato quente... Chupei aquela vara tesuda, dura, cheia de porra.
Eu estava muito excitada, molhada, meu pinto estava molhadinho eu desejando aquele pau na minha bunda. 
Continuei chupando e dizendo-lhe o quanto ele era gostoso. Olhei para ele e segurando seu pau já não mais tão duro disse:
- Quero mais! Está muito gostoso.
Passei aquele pau em meus lábios, em minha face, como estava gostoso. Ele se levantou e foi ao banheiro. Fiquei observando... que bundinha linda e dura. Voltou. Seu pinto, meio mole balançava. Imaginava aquela vara mole em minha boca, endurecendo a cada chupada. Não conseguia disfarçar o desejo de chupar de novo.
Ele se aproximou, estendeu a mão e me ajudou a levantar, imediatamente me virou, me encoxou e disse:
- Empina a bunda viadinho!
Fiz e ele passava a mão, dava tapinha, senti seu pau pulsando em minha bunda. Comecei a rebolar, fiquei na ponta dos pés sensualizando... Ele fazia caras e bocas, jeitos e trejeitos, naquele momento estava claro onde desejávamos chegar.
Estava tremula, ansiosa, desejosa, mas também com medo, afinal como seria dali para a frente, será que ele iria meter no meu cuzinho? Será que ia doer? 
Ele pediu para me deitar sobre a mesa, demonstrava ansiedade, pressa, pois o tempo estava terminando. Ele me puxou até que minha bunda ficasse no limite da beira da mesa, afastou minhas pernas... Nesse momento ainda que molhada e com tesão o reflexo foi de fechar o cu! Ele se deitou sobre mim e disse:
- Relaxe minha bichinha, sei que quer dar a bundinha, não é verdade? Vou fazer devagarinho e você vai gostar.
Procurei relaxar. Em movimentos circulares e leves o dedinho dele foi avançando em meu cuzinho, até que entrou uma pontinha, a sensação foi de incomodo, mas gostei. Ele e disse:
- Vou colocar outra coisa que você vai gostar mais, e forçou seu pinto na minha bunda, não deu para segurar, escapou um tímido gritinho de dor. Ele ignorou e continuou, investiu novamente, agora mais devagar e após algumas tentativas, eu mais relaxada, senti de repente uma pressão, seu pinto pulsar entrar e alargar o buraquinho do meu cuzinho molhadinho e virgem.
Que sensação deliciosa, finalmente estava sendo comida. Arregalei os olhos, abri a boca, olhei para ele que disse.
 - Isso bichinha toma pica, toma!
Afastei mais as pernas, não tinha dor e sim prazer. Ele ofegante foi aumentando a força do seu quadril e forçou para não dizer socou o seu pau todo em meu cuzinho. Que dor! Saiu lagrimas. Tentei afastá-lo, pedi para parar um pouco. Ele contrariado com o pedido, tirou seu delicioso pinto do meu cuzinho.
Pedi para ele me comer novamente, mais devagar, disse-lhe que pensava que já havia entrado tudo e que tinha que ter paciência, era minha primeira vez.
O clima ficou estranho, senti que se alguém estivesse apaixonada era apenas euzinha, já ele queria mesmo me comer, estávamos ali e em momento algum ele se referiu a mim como menina, mas sim como bicha e viado.
Voltamos, sentia nele o desejo de me comer a me acariciar, estava mais agressivo. Naquele momento uma parte de mim pensava nas consequências de parar ali, ele contando para os meninos da escola e a outra parte desejando ser penetrada até o fim. Nada mais me importava, era um momento muito meu eu realmente precisava daquilo independente de ser mulherzinha, viadinho, para mim aquele momento era tudo. Pedi para ele meter. Carícias, dedinhos, tapinhas e "creminho” senti a cabeça do pinto pressionando meu cuzinho rosinha e já não tão virgem. Com movimentos repetitivos para frente e para trás e eu fui encolhendo ainda mais minhas pernas para trás, a fim de expor ainda mais meu cuzinho, molhado, tarado... Senti sua rola arrombando meu rabo até seu saco colar na minha bunda. Eu estava arrombada! O pau dele entrou inteiro esfolando minhas pregas. Olhava para ele e pedia que não parasse, e assim ele foi aumentando o ritmo e meu cuzinho cada vez mais molhado aceitava aquela rola grossa, a ponto de tirar tudo e enfiar novamente. Meu cuzinho nem fechava mais no vai e vem da foda, meu corpo ia para frente e para trás e sua virilha batia com força na minha bunda estalando num ritmo delicioso e que me deixava louca. Aquele pau grosso, gostoso entrando com toda força no meu cuzinho e as bolas golpeavam minha bunda. 
De repente ele para, se contorce, sinto seu pinto que estava inteiro no meu rabo ficar mais grosso e pulsante e então sinto meu cuzinho ser alagado com sua porra quente.
Ele todo suado, olhou para mim foi diminuindo o ritmo e debruçou sobre a sua Cdzinha, putinha, viadinho, bichinha não importa, importa que finalmente ele me fez sentir plena, desejada e amada. Seu pau estava mole e molhado de porra. Eu sentia meu cuzinho arder, se contrair involuntariamente, como se ele ainda tivesse me comendo.
Paulo pediu para que eu me trocasse. Fiquei aflita e sai correndo em direção à toalete, pois, imaginei que ele tinha ouvido os pais dele chegando ou coisa parecida, então ele sorriu e disse.
- Ei, calma, quero apenas que se vista com suas roupas.
Com dor no coração tirei a blusinha, o sutiã, a calcinha... Caiu a ficha, acabou, será que terá mais?
Ele me ofereceu algo para beber. Aceitei um suco. Ele disse.
- Menina, é melhor você ir para casa.
- Por favor jure que não vai contar a ninguém.
 Ele sorri, me dá tapinhas na bunda e diz: 
- Fique tranquila eu não direi nada.
E assim sai da casa dele rumo a minha, com a insegurança da sua promessa, com a esperança de haver a continuidade daquilo tudo e com a certeza de estar com o gosto dele na boca, com o cuzinho ardendo, sentindo ainda o volume do pinto na bunda, e com minha calcinha cheirando a porra.
Cheguei em casa fui tomar um banho e me masturbei sentindo o cheiro dele e o cuzinho ainda lambuzado de porra. 
No outro dia encontro-o na escola. Paulo me tratou como sempre, educado, atencioso e não tocou no assunto, embora as vezes o via me flertando.
Não houve outra vez, não houve comentários, aquilo tudo fora entre nós, intenso, rápido, sincero e percebi que nasci sim com o desejo de ser mulher, eu gosto de homens e Paulo me proporcionou isso tudo de forma muito gentil
 Mas, também o Paulo me mostrou que em momento algum eu era uma mulher para ele, afinal o tempo todo eu dizia que ele era meu amado, meu querido, meu amor, meu homem e ele sempre se referiu a mim como viadinho, bichinha. Entendi que me transformar em mulher seria uma batalha enorme.
Amado Paulo, de coração meu amor, agradeço-lhe por ter sido tão gentil para com sua mulherzinha, jamais te esquecerei.
Beijos meu amado

24.5.19

CONFESSO QUE DEI O CUZINHO PARA UMA TRAVESTI

Desde menino sempre gostei de umas sacanagens com meus amigos de escola. Fazíamos troca-troca, dava o cu e comia, mas gostava mesmo era de chupar o pau deles. Isto aconteceu até minha adolescência.
Casei cedo, gosto de uma buceta, mas sinto falta de uma rola. Durante o sexo com minha esposa peço para ela lamber meu cu, enfiar o dedo… Gozo muito com isso!
Mês passado minha mulher foi viajar, fiquei sozinho em casa uma semana. Resolvi que ia “matar” saudades das sacanagens com os amigos… Voltando do trabalho, umas 19.00 h, resolvi passar pela av. Republica do Líbano para ver os travestis que trabalham ali na região e, quem sabe, pegar uma delas para me divertir. Passei por uma boneca loira que me chamou a atenção. Dei a volta no quarteirão e parei para falar com ela. Ao se aproximar do carro vi uma verdadeira mulher, alta, loira, de minissaia jeans, pernas lindas e uma rola pequena, mas deliciosa!
Acertamos o valor do programa e fomos a um motel ali próximo. Ao chegarmos fui tomar um banho (fazia um calor fudido). Quando sai vi Luana peladinha… Fiquei “sem palavras”… Comecei chupando aquela rolinha que ainda estava molinha e pequena… Depois de algum tempo já estava dura como uma rocha… Deixei-a enfiar na minha garganta até o fundo, lambia e chupava aquela delicinha até ficar no ponto para me arrombar.
Luana colocou a camisinha no pau e me comeu com jeitinho e carinho no começo, até o cu lacear bem, sempre lubrificando e colocando só a cabecinha no vai e vem bem devagarinho. Depois desta preliminar, cuzinho já alargado, começou a socar com força, bombou com vontade, entrei em êxtase. Começamos de 4, aumentando o ritmo das bombadas, que eu pedia e ela atendia, socava sem dó! Depois na posição “frango assado” bem frenético, eu só gemia e pedia pra ela me arregaça mais e mais. Eu via a boneca de frente me fodendo me segurando pelos tornozelos, cochas, socava e bombava sem dó, eu já estava tendo “orgasmos múltiplos” e via nos seus olhos e expressões faciais que ela estava frenética também, socou com força e velocidade até me falar que ia gozar Eu falei “goza gostoso dentro de mim” e assim ela fez. Depois começou a me acariciar e passar as unhas enquanto eu me masturbava, até meteu o dedinho no meu cu.


Depois foi minha vez. Luana fez um boquete gostoso, e depois ficou de 4, que bundona deliciosa, boa de dar uns tapas e umas apertadas com a mão. Coloquei a camisinha no pau e comecei um vai e vem devagarzinho e também frenético. Como ela estava com as pernas meio bambas pela gozada e pela rotina da academia pediu para trocarmos de posição – frango assado – soquei com vontade segurando suas lindas cochas, dando tapas na bunda e apertando seus peitos, meti, meti dei uns beijinhos na boquinha dela enquanto gozava gostoso dentro daquele cu macio.
Foi a melhor experiência sexual de toda minha vida. Quem sabe se eu não convenço minha esposa a fazermos a três: Eu ela e a Luana.

1.12.17

CASADA SUBMISSA CONFESSA: FOI USADA E DOMINADA PELO DOM



Sou uma mulher de 48 anos, casada há 24 anos, tenho um casal de filhos e resido na zona oeste de São Paulo. É incrível como tomamos atitudes que imaginamos jamais ter coragem… Foi exatamente isso que aconteceu comigo.
Sempre gostei de ler contos eróticos, especialmente sobre submissão e dominação. Este tema sempre me excitou muito, embora nunca tivesse qualquer experiência sadomasoquista ou D/s.
Tenho uma vida sexual morna com meu marido. Nada além do “papai-mamãe” bem básico e de vez em quando. Nunca tive coragem de pedir para ele realizar minhas fantasias sexuais, até porque tinha vontade de ser possuída e subjugada por outro homem.
Com o passar do tempo minhas fantasias tomavam conta da minha mente. O toque dos meus dedos na buceta já não era suficiente para acalmar meu fogo. A vontade de realiza-las tornou-se ainda mais intensa depois de ler um conto “Dominando e Usando Mulheres Casadas”. Fiquei muito excitada e meladinha me imaginando no lugar das submissas casadas. O tesão de ser dominada por outro homem se tornou incontrolável.
Certa noite, todos dormiam, entrei em uma sala de bate-papo BDSM e comecei a “teclar” com um dominador, 52 anos, nick – DOM_ZNSP. Durante nossa conversa fui ficando muito excitada… Nos “encontramos” na net varias outras vezes – Skype, Watzapp, Messenger… Nas nossas conversas DOM me humilhava, xingava, me deixava constrangida, mas ao mesmo tempo conseguia ser gentil e cortes, parecia uma contradição, mas é o que acontecia. Além disso, parecia que ele adivinhava meus pensamentos, sabia exatamente meus desejos e sentimentos, aquilo me deixava muito excitada. Me masturbei varias vezes teclando com ele!
Com o passar do tempo passei a me exibir para o DOM no webcam. Ele fazia eu me sentir uma putinha. Exibia-me em casa com meu marido e meus filhos por perto. Várias vezes eu me ofereci a ele na câmera com o marido dormindo ao lado… Mostrava os peitos e a bucetinha melada para o DOM. Às vezes ele me obrigava a contar coisas íntimas da minha vida que me deixava “morta de vergonha”, mas ao mesmo tempo orgasmos intensos.
Com o tempo o DOM passou a controlar as minhas intimidades com meu marido. Ele dizia o que eu podia e quando eu podia fazer sexo com ele. Determinava até as posições e, por incrível que pareça, eu obedecia. Meu marido estranhou um pouco, mas, ao mesmo tempo, a situação me deixava excitada e nossas relações sexuais, apesar de controladas, passaram a ser mais prazerosas, como há muito tempo não acontecia.
A cada dia que passava eu confiava mais no DOM e me sentia mais segura para finalmente nos conhecermos ao vivo. Aceitei marcar nosso primeiro encontro.
No dia combinado fui trabalhar usando a roupa que o DOM determinou – Vestido curto e decotado. Avisei meu marido que iria ao Shopping no final da tarde encontrar uma amiga… Depois de tanto tempo estava prestes a conhecer e me entregar para outro homem dominador. Meu nervosismo era tanto que não conseguia me sentir excitada, mas ao mesmo tempo sabia que não podia desistir.
Quando o DOM chegou conversamos pouco e ele foi direto ao assunto. Disse-me que a partir dali eu seria outra mulher, que seria sua submissa e perguntou se eu realmente queria ir adiante. Respondi que sim. Ele me entregou um pequeno pacote, mandou que eu fosse até o banheiro e abrisse lá. Eu obedeci. Quando abri me assustei: Era um plug anal! Nunca tinha visto um “ao vivo”, mas sabia muito bem para que servia. Junto havia um bilhete:
Tire a calcinha, guarde na bolsa, enfie o presente no cuzinho e volte ao meu encontro.
O plug não era grande, mas o DOM sabia que eu nunca tinha feito sexo anal com meu marido. Obedeci. Tirei a calcinha e guardei na bolsa, agachei de cócoras, coloquei o plug na boca para lubrificar, passei os dedos na buceta (que estava toda meladinha) e esfreguei bastante lá no cuzinho e introduzi o plug. Fiquei em pé, me certifiquei que estava firme no lugar a saí do banheiro.
Eu não sabia como faria para andar com aquilo dentro do cu. Tinha medo que caísse já que não tinha a calcinha para segurar. Caminhei bem devagar até a mesa onde o DOM estava sentado. A sensação de andar com algo enfiado “lá atrás” era bem desconfortável.
Cheguei à mesa onde ele estava, parei de pé a sua frente, Ele perguntou onde estava o presente. Respondi que estava enfiado no meu cu. Ele me fez mostrar a calcinha que eu tinha tirado e colocado na bolsa. O DOM levantou-se e, discretamente, passou a mão na minha bunda por cima da saia, para sentir o plug. Isto tudo aconteceu na praça de alimentação do shopping, eu sentia como se todo mundo soubesse o que estava acontecendo e aquilo me causava muita excitação! Eu estava com a buceta ensopada, escorrendo pelas minhas coxas.
DOM disse que tinha comprado entradas para irmos ao cinema. Não entendi nada! Achei que iríamos à um motel. Eu estava louca de tesão para dar para ele… Mas ele sabia o que estava fazendo. DOM comprou ingressos para um filme bem ruim, sem público. Entramos e nos sentamos na última fileira de cadeiras. Tinham umas seis pessoas no cinema e todas estavam sentadas nas fileiras mais pra baixo.
Ele me mandou ficar de quatro no chão, levantou minha saia, ficou apertando minha bunda e brincando com o plug. Ele tirava e colocava no cuzinho. Nesta hora tudo o que eu queria era que ele tocasse minha buceta pingando de tão molhada. Sabia que com qualquer toque eu gozaria. Porém o DOM não tocava nela, para meu desespero e eu também não ousava tocar sem a sua permissão.
Ele tirou o pau para fora e mandou-me chupar. Aquele momento foi incrível, sentir o pau de outro homem na boca era algo que me alucinava. Como casei muito jovem com meu marido e perdi a virgindade com ele, nunca mais tinha visto e sentido outro cacete.
DOM segurou meus cabelos e pressionou minha cabeça contra seu pau. Eu babava muito enquanto ele me xingava baixinho, no meu ouvido, para ninguém escutar… Às vezes levantava minha cabeça e me mandava dizer que eu era a puta submissa dele.
Eu o chupei por cerca de 10 minutos, nunca tinha feito sexo oral daquele jeito. Ele usou minha boca como se fosse buceta, com vontade, sem se importar comigo… Achei que ele fosse gozar, estava preparada para sentir o leitinho quente, mas ele não gozou. Tirou o pau da minha boca e enfiou com força dois dedos na minha buceta. Fazia barulho, pois eu estava ensopada, soltei um gemido, não teve jeito, fiquei com medo que alguém percebesse. Ele parou um instante, me segurou firme pelos cabelos, pegou a calcinha na minha bolsa e enfiou na minha boca para abafar o gemido, com uma mão ele tapou minha boca com a calcinha dentro e com a outra voltou a enfiar os dois dedos dentro de mim. Fui ao delírio, queira gritar, mas não podia, achei que fosse sufocar… Gozei com uma intensidade que jamais tinha acontecido.
DOM tirou a calcinha da minha boca, arrancou o plug enfiado no meu cuzinho e me mandou chupá-lo novamente. Eu estava tonta em razão do orgasmo, mas ele não se importou: Meteu forte a rola na minha boca fodeu forte, apertou os bicos do meu peito e gozou! Senti a porra quente na garganta. Ele me mandou segurar a porra dentro da boca e mostrar pra ele, mandou engolir. Eu obedeci. Meu marido já havia gozado na minha boca, mas não daquele jeito.
Saímos do cinema e minhas pernas tremiam muito, eu estava bamba de tão forte que tinha sido meu orgasmo e eu nem havia sido penetrada pelo DOM, havia gozado apenas com seus dedos.
Fui embora para casa sentindo uma sensação diferente de tudo que já tinha sentido, me sentia “suja”, sabia que chegaria em casa e teria que encarar meu marido, meus filhos, mas ao mesmo tempo sentia uma sensação de prazer, relaxamento, que acho que nunca havia sentido.
Nem precisa dizer que outros encontros se sucederam, aquilo foi só começo da nossa relação D/s.

15.11.08

ENTARDECER...

A cidade de Santos tem o entardecer maravilhoso. O céu avermelhado rapidamente vai se transformando em azul profundo. Seis horas, entre os canteiros as luzes se acendem. Tenho que ir, sem muita convicção e com muita vontade de ficar. Pronto para aquele ritual de despedida que tanto me deixa puto! Caminho pelas ruas estreitas até a sala dela. Sinto seu calor, o cheiro da sua pele...Entro, fecho a porta e nos abraçamos. O contato dos corpos faz meu coração disparar! Lá fora um vulto passa. Encosto na mesa e me encaixo entre suas pernas. Um beijo longo com a fúria do meu desejo, explorando a sua boca com a língua inquieta... Tranco a porta e apago a luz. Trocamos essências, líquidos, matamos nossa sede, queremos matar nossa fome...
Estamos no escuro, em silêncio, as pessoas passam lá fora e o risco de sermos flagrados nos dá muito tesão...Fixo nos seus olhos que me dizem o que não se pode falar. Deslizo minha boca pelo corpo dela...Uma leve mordida na nuca...Uma lambida voraz perto da orelha. Desabotoo a blusa...Tocando a tua pele... Acariciando seus seios (me vem a boca um gosto de vinho)...O teu cheiro...Meus lábios passeando pela sua pele, envolvendo o bico dos seus seios...Sinto sua respiração ofegante. Ela, empurrando minha cabeça para baixo, me mostra o desejo... Minhas mãos rapidamente nos livram dos tecidos indesejados.
Sua linda buceta, quente e úmida, em minha boca... na ponta da minha língua... me delicio. As mãos dela, macias, acariciam meu pau. Novamente ouve-se vozes próximo dali, más estamos em um mundo tão distante, tão nosso, tão único...quase um esconderijo! Ela me chupa com muito tesão. Fecho os olhos e sinto sua boca percorrendo meu pau.
Farejando-a como um animal, esfregando meu rosto na tua pele, perfume raro...desejo muito essa mulher...Meu pau latejando encosta na sua virilha percorre sua coxa, e penetra sua buceta... Sinto sua carne quente. Eu dentro de vc... Enlouqueço! Na sala o cheiro de tesão nos envolve... Lá fora ruídos! Movimentos rápidos, num ritmo de música, incessante, intenso... Que delícia é você! Sinto sua respiração ofegante... me acariciando. O gozo se aproxima...e chega. A tensão se transforma em carinho relaxado. Um doce carinho. O seu mel encharca meu pau...meu gozo escorre pelas suas pernas...
Rapidamente voltamos à razão.
Aquele entardecer não sai da minha cabeça. Ainda me lembro dos seus olhos, seu cheiro e principalmente do seu gosto.