Mostrando postagens com marcador brincadeira de meninos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador brincadeira de meninos. Mostrar todas as postagens

28.11.22

EDUCAÇÃO SEXUAL E OS FILMES PORNÔS GAYS

Muito da educação sexual e, principalmente, sentimental de um homossexual passa pelo conteúdo dos filmes pornôs gays. 
São neles que um certo "manual", como diz o crítico Boris Transar, em seu excelente blog impróprio para menores, pode ser entendido e repetido "ad infinitum" na famosa seqüência: preliminares, penetração e gozo. 
Como os viados na televisão ainda hoje se apresentam sem açúcar, sem afeto e sem beijo, os filmes pornôs acabam sendo a versão gay dos catecismos de Carlos Zéfiro, que tanto educaram a juventude reprimida das décadas de 1950 e 1960. A pornografia heterossexual cumpre outra função. 
Um amigo inglês, que faz a classificação desses filmes para todo o Reino Unido, me contou que muitas fitas pornôs héteros colocam a mulher numa posição deprimente. Em um deles, o cara fazia uma omelete dentro da vagina da atriz, tratando-a como um liquidificador. Esse amigo, hétero e bem-resolvido, me chamou a atenção para um certo romantismo dentro dos filmes gays de sexo explícito: "Tem muito mais beijo na boca e carinho pós-coito que muita comédia romântica adolescente". Se na "pornosfera" heterossexual a mulher é vista como um objeto manipulável, a realidade mostra que talvez fosse esse um desejo escondido dos homens. Desejo, ainda bem, não de todo realizado, pois as exigências de uma mulher hoje a levam para bem longe de ser uma batedeira. Já entre os gays, o sonho de romance nos filmes pornôs nos faz acordar para uma realidade: queremos amar. Nem sempre é fácil. Muitas vezes, não sabemos como, e, por isso, nos resta o sexo.
Vitor Angelo é jornalista e roteirista

15.7.22

AMIGO DO MEU PAI ME COMEU NA BEIRA DO RIO


"Quando eu era garoto ia brincar no mato com um menino da minha idade e fazíamos troca-troca. Um cara mais velho, que era amigo do meu Pai, flagrou eu e o garoto no mato e ficou quietinho. Eu não o vi. Desse dia em diante ele mudou o comportamento comigo. Me agarrava por trás, beijava meu pescoço, alisava minhas pernas. Aquilo começo a despertar meu tesão cheguei a ter sonhos eróticos com o cara e acordava de pau duro e o cu piscando. 


Um dia ele me chamou para pescar. Na beira do rio ele me disse que gostava de comer novinho e se eu dava pra ele, eu respondi que não, mas não teve jeito: Ele com vontade de comer minha bunda e eu com vontade de dar pra ele, rolou. Ficamos pelados, se chegasse alguém, pularíamos na água... fiquei de quatro apoiado numa pedra e ganhei uma pirocada que me deixou com o cuzinho assado. 


Cheguei em casa cheirando a porra. Tomei banho, mas o cheiro da rola do cara não saia... Virei sua putinha por muito tempo".