Mostrando postagens com marcador orgasmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador orgasmo. Mostrar todas as postagens

10.1.26

CASAL L&H LEOZITO TIROU O "CABAÇO" DO MEU CUZINHO

Lembrei aqui de uma "coisa deliciosa" que aconteceu anos atrás. Sexta-feira fomos para o Sitio Naturista para ficarmos pelados, fazer estripulias,  e meter gostoso! O tesão era grande, principalmente porque de uns tempos para cá, começamos a nos provocar com estorinhas de dominador e submissa.
Naquele dia havia algo diferente no ar, uma conversinha de comer meu rabinho. Leo já havia feito uma tentativa, mas, como doeu muito, eu não consegui relaxar, o cuzinho ainda continuava intacto. Sim isso mesmo - EU nunca tinha dado o cu!

17.5.24

PORTUGUESA CONTRATA UM GAJO PARA TER ORGASMOS


É correto uma mulher casada seja considerada com mau comportamento por procurar satisfazer-se sexualmente com outro homem?  

Tenho 40 anos, o meu marido 44, casada faz quinze anos, bens materiais não me faltam, mas faltavam sim ter orgasmos, pois nunca os sentia. Pensei que tinha algum distúrbio sexual, mas a médica dizia estar tubo bem. 

Após alguns anos de casada ponderei experimentar sexo fora do casamento, foder com outro homem. O receio de alguém vir a saber e o meu marido ter conhecimento aterrorizava-me. Necessitava de ser com total discrição.

Sabia e sei, existirem marido que têm prazer de observar as esposas gozando com outro homem, o que estou de pleno acordo, o observar, ou não, seria fim das traições, mas qual a opinião do meu marido?

Passavam-se os dias e eu continuava indecisa, porque embora tivesse oportunidades, pois o meu marido, como empresário, deslocava-se com frequência para o estrangeiro. 

A indecisão era por não saber a quem recorrer, não conhecia ninguém de confiança e competente para o efeito. Temia o perigo de futuras chantagens, mas teria de procurar uma solução. 

Através de episódios descritos neste blog vi que em situações semelhantes as intervenientes recorriam a profissionais do sexo, certamente ninguém mais competente haveria para provocar orgasmos numa mulher e não seriam indiscretos, mas pelo sim pelo não teria de acautelar-me. Contatos só por tel descartável e nada de moradas.

Foi assim que durante uma das ausências do meu marido, aceitei entrevistar-me com um que me pareceu legal. Martin, tinha 20 anos, educado e uma cultura média. Não fomos nessa mesma tarde para o motel porque não ia intimamente preparada para despertar excitação a um homem, decidimos ser no dia seguinte e assim poderia vestir uma sexy lingerie.

Disse-lhe ser a primeira vez que tal fazia e a razão, certamente que estaria contraída porque só o meu marido me tinha visto nua. Garantiu deixar-me à vontade e tudo faria para me satisfazer.

Realmente, chegados ao motel, uma suíte que despertava tesão, para me deixar vontade afastou-se. Sabendo eu para o que estava ali e envergonhada pelo que ia fazer com um homem, apenas com a lingerie sentei-me em um sofá confortável.

Martin sorriu-me, dirigiu-me palavra enquanto se despia: descontrai! De seguida sentou-se ao meu lado e mordiscou-me a orelha, seguindo-se alguns beijos que aproximou dos meus lábios até se unirem e as nossas línguas se encontraram.

Sentia-me excitar e descontrair, lentamente foi afastando a lingerie, beijando-me o corpo, especialmente os seios e os mamilos; continuando até ao umbigo onde se manteve por momentos. 

A minha excitação aumentava, com os olhos semicerrados nem me apercebi que já estava nua e o Martin no meio das minhas pernas os seu lábios e língua atuavam no meio delas, o que me fazia gemer de prazer, prazer mais intenso do que obtinha com o meu marido e, ao sentir o caralho junto ao meu rosto não me contive e o meti na boca.

Notei ter maior grossura que o habitual e sabor diferente. O meu prazer aumentava, e de repente senti algo como nunca; tal como um choque elétrico percorreu-me o corpo, especialmente entre as pernas. 

Que delícia! Seria aquilo o orgasmo? Pedi que parasse porque fiquei sem forças. Porém não estava saciada, ansiava sim que entrasse na cona a verga que havia tido a boca.

Martin também não pretendia ficar por ali, me colocou de quatro e se posicionou no meio das minhas pernas roçava o caralho onde eu desejava que ele o metesse, mas apenas roçava, só alguma vezes empurrava como se fosse entrar na cona, mas depois recuava.

Aquilo enlouquecia-me, eu desesperada não aguentava mais, até que lhe disse: “mete já todo, fode-me, quero sentir o caralho dentro de mim.”

Que delícia, sentir aquilo ir entrando na cona, preencher-me totalmente, no vai vem, sempre roçando no clitóris, os choques elétricos como o anteriormente sentido, eram constantes; eu não só gemia de prazer como até gritava.  Gozei tanto naquela tarde que o Martin é meu amante desde há um ano.

23.4.21

MINHA ESPOSA É ACOMPANHANTE DE LUXO EM LISBOA


A minha esposa é acompanhante de luxo em Lisboa em complemento com o emprego. Iniciou esta atividade num período em que ficou desempregada e o meu vencimento era insuficiente para manter o nível de vida que vinhamos tento. 

No início não foi fácil encarar a situação, não só para ela, como também para mim, lembrar-me o que estariam fazendo naquele preciso momento, quem seria o felizardo que estava em cima dela, gozando na minha esposinha. Ela me contou que a primeira a noite com um cliente a vergonha que sentiu, especialmente os momentos que antecederam, ao entrarem no hotel, lembrar-se que teria de ficar nua na frente de um desconhecido e ter de abrir as pernas para ele meter; 

Como seria a sua pica? Normal ou demasiada grossa e comprida? 

Era realmente bastante grossa, mas não a fez gozar; apesar do melaço que escorria da sua intimidade teve de fingir orgasmos para não decepcionar o cliente, mas foi compensada com 1.500 euro. 


Como em tudo na vida, a primeira vez é sempre o mais difícil. Depois aos poucos começou a obter prazer sexual, atualmente goza imenso, não necessita fingir orgasmos, porque estes surgem espontaneamente; sempre tem recusado dar o cusinho, resistindo ao habitual pedido dos clientes e que lhe oferecem uma importância extra para o efeito; não quer dizer que sempre irá negar o que normalmente todos anseiam, mas terá de ser alguém excepcional. Afirma mesmo que isto que está fazendo é apenas sexo, junta o útil ao agradável, não que sinta qualquer atração para com quem está na cama; algumas vezes me tem contado todos os pormenores daquilo que fazem e as posições que a faz obter maior prazer. 

Durante um mês não atende mais quatro ou cinco clientes, embora mais a desejassem, sempre em hotéis de 4 ou 5 estrelas, o suficiente para auferir 5 a 6 mil euro. 

Considerem ou não que ela seja puta, pouco me importa, esse trabalho extra mantém nosso padrão de vida.