27.8.08

MULHER FILÉ

Depois da Mulher Melancia e da Mulher Jaca, chegou a vez da Mulher Filé, a nova dançarina de Mister Catra. A moça, que também responde pelo nome de Yani de Simone, tem 19 anos, 100cm de quadril, mas não aceita comparações com a precursora do movimento de dançarinas que atendem pelo nome de algum tipo de alimento.
"Quem me deu o apelido foi o Catra que dizia que eu era muito filé, muito linda. A ‘Mulher Melancia’ tem uma bunda gigante, e mexe com ela. Eu não! Chamo atenção com a minha dança, com o meu carisma. É um conjunto. Cada uma tem seu estilo", diz.
No estilo, ou currículo, da Mulher Filé está a "Dança do Pisca", que Yani inspirou Catra a desenvolver. "Não sei muito bem explicar, mas vou contraindo os músculos do bumbum e ele pisca automaticamente. O Catra viu, ficou maluco e acrescentou isso numa música", diz orgulhosa.
Preta Gil quando viu as fotoas da Mulher Filé na net desbafou: " Entrei aqui na internet e me deparei com fotos da mulher Filé na praia. A mulher Filé é somente uma das carnes do meu Rodízio!!!!!!!!! Adoro , onde isso vai chegar?? Apesar de ter minhas críticas à esse fenômeno mulheres frutas e etc.. o que vejo de fato é o que eu já sei à muito tempo, mas agora com as mulheres todas aparecendo pra mídia, posando nuas , dançando, confirmo que a mulher Brasileira é Boa!!!! É gostosa, tem carne, tem bundão, tem coxão e muitos aões!!!!!!!!!Fui criticada , sacaneada e por que não dizer humilhada, muitas vezes com piadinhas sobre minha forma física, por ser justamente esse tipo de mulher. Agora vejo mulheres com o corpo igual ou parecido ao meu, sendo admiradas pelos homens e principalmente tachadas de gostosas pela mídia. O que será que aconteceu??? Quem mudou?"
G1-Eliane Santos Do EGO, no Rio

16.8.08

MADONNA - 50 ANOS

Madonna Louise Veronica Ciccone ou simplesmente Madonna, completa 50 anos sábado dia 16 de agosto. Para comemorar, o maior fenômeno não só da música, mas de toda uma cultura pop, resolveu relembrar histórias e contar detalhes de sua vida no livro Madonna: 50 Anos - A Biografia do Maior Ídolo da Música Pop -Editora Nova Fronteira.
Com suas atitudes progressistas, Madonna mexeu com a sexualidade do mundo, com a mesma intensidade que leva milhões às pistas de dança - uma coisa está interligada à outra, claro. O fato de ter um nome sagrado, ligado à maternidade, misturando sexualidade e espiritualidade (como no célebre clipe de Like a Prayer), selou sua imagem de provocativa.
No livro, ilustrado com fotos eróticas da cantora, Madonna conta histórias - algumas apenas fantasias, devaneios, e outras com certeza reais.
"Quando eu era criança, costumava me sentar ao contrário na privada e esperar que aquela sensação de ardor entre minhas pernas fosse embora. Eu não entendia que, se o meu dedo encontrasse o caminho da minha buceta, o ardor diminuiria, que todas as contorções, contrações, fricções e esfregões dos meus braços e pernas não matariam a minha fome. Que a umidade das minhas calcinhas não combinava com as roupinhas de princesa que minha mãe me vestia. Porém, assim como toda criança que não consegue se expressar, eu continuava excitada e ardendo, agoniada e ansiosa até o glorioso dia em que meus dedos encontraram a carne e, com as pernas totalmente arreganhadas, o mel da minha racha de 14 anos de idade transbordou e eu jorrei."

CAROL CASTRO NA PLAYBOY

As fotos de Carol Castro, na edição de setembro da revista Playboy, estão causando polemica. Numa das fotografias Carol Castro aparece seminua com um crucifixo, o que gerou protestos entre alguns católicos. Um porta-voz da Arquidiocese de São Paulo afirmou que a foto configura um desrespeito "Não só com a Igreja Católica, mas com a fé de um povo. Está na moda falar que estas fotos são um ensaio fotográfico, mas na verdade não passam de erotismo vulgar". A Arquidiocese de São Paulo ameaça recorrer à justiça contra a exibição dessas fotos, por considerá-la um desrespeito aos católicos.
Numa visita a uma rádio do Rio, Carol Castro negou ter intenção de chocar e afirmando que as fotos eram artísticas e que o objetivo era fazer uma alusão a uma personagem de Dona Flor e Seus Dois Maridos, obra de Jorge Amado que Carol Castro está a encenar no teatro. A atriz diz ser católica e afirmou que jamais teve a intenção de afrontar a Igreja.
O editor da Playboy, Edson Aran, afirmou que o assunto é uma "tempestade em copo d'água". De qualquer forma a polemica deve ajudar nas vendas da Revista!

8.8.08

PROSTITUIÇÃO CHINESA COM DIPLOMA

Atualmente na China Moderna cada vez mais mulheres de nível universitário são atraídas para a prostituição! Mulheres mais cultas e instruídas estão aderindo a essa antiquíssima profissão.
Um jornal de circulação nacional informou recentemente que 8% das estudantes universitárias de Wuhan - o que significa pelo menos várias centenas - vendem seus corpos oferecendo favores sexuais em troca de dinheiro.
Esse é um mercado que ainda deve crescer muito na China. Homens ricos em viagens de negócios continuam visitando a rua para se encontrarem com universitárias. "É uma tremenda tentação quando a gente vê esses homens ricos, porque eu sou uma estudante pobre", diz Wang Fang, que aceitou um emprego na temporada de verão servindo bebidas no bar Boca Grande perto do campus. Wang diz que os homens lhe imploram para ir com eles em troca de dinheiro, mas ela resiste. Ela entende, porém, por que outras jovens sucumbem à tentação.
"A vida de minhas colegas de classe é muito dura. Algumas ganham apenas 300 yuan por mês", ou seja menos de US$ 40.
Sem dúvida, nem sempre são mulheres desesperadamente pobres que se tornam prostitutas. Por exemplo, Qi, uma garota de 24 anos, nascida em Wuhan, que abandonou os estudos na Faculdade de Administração Econômica da Universidade de Hubei depois de cursar três anos, em parte porque via moças de sua idade ganhando milhares de dólares como acompanhantes ou garotas de programa. "A vida é curta e nós precisamos gozá-la", diz Qi, olhando o relógio de tempos em tempos. "Não são apenas as moças de famílias pobres que estão fazendo esse negócio. Moças de famílias ricas estão fazendo a mesma coisa. Ninguém detesta o dinheiro e ninguém tem receio de ganhar demais", diz. Qi, que pediu para ser identificada apenas pelo primeiro nome, trabalha durante o dia numa drogaria vendendo maquiagem da Maybelline. Mas algumas noites por semana, ela se instala em um sofá no luxuoso saguão de um hotel local de cinco estrelas em Wuhan, onde facilmente encontra empresários em viagem procurando companhia.
Muitos especialistas chineses argumentam que o País deveria legalizar a prostituição. "Uma mulher tem o direito de fazer o que quiser com seu corpo, de ganhar dinheiro com seu corpo", disse Li, pesquisadora do sexo.
Além do aspecto da liberdade pessoal, a regulamentação do comércio sexual poderia ser essencial para conter a disseminação da AIDS que afeta pelo menos 1 milhão de pessoas, de acordo com estimativas de Pequim - alguns ativistas afirmam que o número é muito maior - e é talvez a maior crise que a China enfrenta.
SARAH SCHAFER
Newsweek

4.8.08

PROSTITUIÇÃO NA CHINA

Na China do século VII, auge do confucionismo moralista, foram abertos os primeiros bordéis públicos. A maioria das prostitutas eram jovens oriundas de famílias pobres, vendidas pelos pais ao dono do bordel, ou concubinas repudiadas por homens respeitáveis. Costumava haver um relacionamento contratual entre proprietários de bordel e as prostitutas: elas eram registradas e ambas as partes eram sindicalizadas. Ao entrar no bordel, a prostituta recebia treinamento específico nas artes do sexo, ao qual se dedicava de boa vontade, pois ambicionava ser comprada por um cliente distinto, que a tomasse como esposa ou concubina.
Na década de 1950 o Partido Comunista quase eliminou o comércio sexual obrigando em parte alguns espiões de bairros a observarem a chegada e a saída de visitantes masculinos em cada família e declarando o lenocínio como um delito grave, punido com a pena de morte.
Mas a prática foi ressuscitada na década de 80, quando a China introduziu reformas de mercado ao estilo capitalista. Mulheres desesperadas que perderam seus empregos e benefícios estatais começaram a vender-se aos novos ricos, ávidos de aventuras. Hoje há mais de 10 milhões de prostitutas em todo o país. Muitas delas vêm das zonas rurais para a cidade grande despreparadas para o elevado custo de vida ou para a cultura materialista. Algumas não recebem nenhuma ajuda financeira dos pais e não podem dar-se ao luxo de pagar os estudos exercendo um emprego legítimo. Outras invejam suas colegas de classe que conseguem pagar suas mensalidades escolares e, além disso, freqüentam restaurantes finos, vestem roupas elegantes da moda e, nos fins de semana, viajam em aviões a jato para fazer excursões. Para muitas dessas mulheres, a prostituição representa uma fuga da vida sombria e limitada, vivida por seus pais - empregados de fábricas, agricultores pobres ou trabalhadores desempregados. "Existe uma elevada demanda de garotas de programa bem educadas", diz Li Yinhe, conhecida pesquisadora do sexo da Academia Chinesa de Ciências Sociais.