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21.11.25

CONFESSIONARIO CUCKOLD - A VIDA COMO ELA É #66


Eu adoro ver ele sentadinho cheio de tesão filmando tudo, enquanto o macho soca o pauzão em mim sem piedade nenhuma, me obrigando a gemer bem alto, me fazendo de puta de verdade na frente do meu marido que ama ser corno de negão... 
Isso sim é um tesão 

8.10.25

METER A ROLA INTEIRA NA BOCA DA HELENA


Essa é boa hein?
Todas são… Mas essa do pau todo na boca… Hummmm
Você quer? Você engasga!
É? Será? Vamos tentar.
Quer?
Se não der eu aviso
A rola inteira na sua boca
Sim
Vai bater na sua garganta.
Tentaremos…

Somos um casal vivendo um relacionamento de cumplicidade, paixão, amor e sexo, muito sexo! São vinte e dois anos de muita confiança, trocas de fluídos e muita intimidade. Uma relação "ganha-ganha" de cumplicidade sexual que apimenta cada vez mais!
Leonardo ou, para os íntimos - Leo, 57 anos muito bem vividos! Engenheiro civil, alto, cabelos castanhos escuros, barba e um pau delicioso. Eu Helena, 42 anos, psicologa, de origem holandesa, branquinha, 1,72, corpão, bunda redondinha e durinha, peitos médios e buceta carnuda.
Somos praticantes do naturismo hedonista. Saiba mais clicando aqui!

28.2.25

MARIDO QUER VER ESPOSA SENDO ENRABADA


Há um bom tempo tenho a fantasia de ver minha mulher sendo enrabada por outro macho. Demorou um pouco para convencê-la, mas agora que ela finalmente topou a brincadeira, resolvi publicar neste blog. 

Gozo demais ao compartilhar este rabão gostoso. E bota gostoso nisso! É uma potranca que merece mais que um macho, tenho que admitir. 

No começo foi difícil convencê-la a trepar com outro na minha presença, mas depois de toda minha insistência, ela aceitou a ideia!

Ela ainda está meio tímida, mas está tão a fim quanto eu. Minha fogosa e rabuda esposa não vê a hora de levar uma rola bem grossa no rabo! E quanto maior, melhor. Sei que não posso ser egoísta querendo uma bunda tão gostosa somente para mim! Um rabo tão gostoso não merece ser de um único macho. Toda rabuda como ela tem de levar outras picas no cu para se satisfazer.

Estamos selecionando casais para swing, mas caso o homem esteja só, não tem problemas, porque o que quero mesmo é vê-la rebolando com um pau bem atolado dentro do cuzinho dela!


24.2.25

A VIDA COMO ELA É #60 - MULHERES E OS CARALHOS NEGROS

 A minha esposa tem 27 anos, somos casados há 5 e logo começou a ver comigo filmes pornográficos em que normalmente aparecem negros fodendo mulheres brancas. 

Inicialmente parecia-lhe impossível elas aguentarem aqueles caralhos monstruosos, depois convenceu-se, mas teriam de estar bastante largas para caralhos tão grossos entrarem e elas gozarem como demonstravam. Uma mulher virgem ou tivesse fodido apenas com o marido ou namorado e não tivesse tido filhos pela cona não aguantaria aquilo. 
Com o passar dos anos notei que eram os negros bem abonados que mais a excitavam. ficando-a escorre entre as pernas, o que me levou a perguntar-lhe certo dia se ela tinha coragem de foder com um negro. 
 - Deus me livre, foi a resposta depois de um breve hesitar 
Confrontada com o que escorria de entre as suas penas respondeu: 
 - Na verdade nem seu explicar, mas aqueles enormes caralhos excitam-me. 
Confessa lá: Supondo que eu consentia, como experiência gostavas de foder com um negro como aqueles que temos visto? 
- Gostar gostava, mas tenho medo de ficar a sós com ele, doer muito para aquilo entrar todo e não haver quem me socorra, além da vergonha de alguém saber. Portanto é melhor não pensar nisso. 
Pedro Gato

12.1.24

EXPERIMENTAR O GROSSO CHOURIÇO DUM NEGÃO É VICIANTE




Tinha eu 33 anos, oito de casada. Aconteceu que o meu marido, como militar, foi cumprir uma comissão de serviço em África, durante 6 meses. Ao ficar só, pensei: por que não satisfazer esta minha curiosidade de experimentar a verga dum negro?

Não irei contar como o contatei por ser um pormenor que para o caso não interessa, certo é que uma tarde fui com ele para um motel. Chamava-se Mateus.

Que susto, quando vi o que tinha entre as pernas, aquilo ainda flácido chegava-lhe ao joelhos e mais grosso que o meu braço.

A ver-me nua ficou rijo e aumentou a sua grossura. Preto como carvão, mas lindo, acariciei-o, o que me provocou maior tesão. Ele aproximou-o dos meus lábios para que o metesse na boca, impossível, a cabeça não passava além dos lábios, mas não deixei de saborear o que saía do orifício. Pensei em deixar fazer apenas sexo oral, pois aquilo ia rasgar-me e o meu marido notaria e como iria aquela grossura entrar na cona.

Entretanto já ele me provocava orgasmos com sexo oral, tanto me excitando, mas a língua não ia tão fundo como eu desejava, o meu desejo era sentir entrar algo que fosse mais fundo, magoasse ou não pouco importava.

Ele deve ter percebido o que se passava comigo, pois ajoelhando-se no meio das minhas pernas roçava a negra cabeça do pau nos lábios da cona e ao sentir que ele os afastava com os dedos mentalizei-me para aguentar o que viria a seguir

- Mateus, mete devagar, ver se aguento. 

- A Senhora está muito molhada...

Quando entrou a cabeça, o primeiro aí me saiu dos lábios, depois, para não gritar, com vergonha de alguém ouvir, mordia o lençol e limitava-me em surdina pronunciar uns “ais, ai” que não conseguia suster. Já tudo me doía, com os lábios vaginais inchado, sentia-me incapaz de continuar fodendo. Ela compreendeu o meu estado e ambos deixamos o motel. Mas a linda verga preta não me saía da memória.

Ao recordar-me que a perda da virgindade também não tinha sido fácil, por que não haveria tentar de novo logo que tivesse recuperada? Teria ficado dilatada o suficiente para aquele grosso chouriço preto entrar sem magoar demasiado e assim poder sentir as sensações que poderia provocar dentro de mim?

Portanto, passada uma semana decidi repetir com o Mateus. Ele ficou radiante e eu estava realmente à medida do pau dele porque entrou todo sem me magoar, sentia sim uma dorzinha bem gostosa sempre que tocava no útero. Gozei tanto nessa tarde que se tornaram frequentes as nossas idas ao motel.

Efetivamente estava viciada: o que eu que queria evitar, porque o amor pelo meu marido continuava intacto e o seu regresso estava bem próximo. O problema era justificar a cona mais larga e ele certamente iria notar.

Tal como eu previa, no nosso primeiro contacto de amor, quando me penetrou, ao notar que o pau entrava em mim tão facilmente perguntou o que se tinha passado na sua ausência para ter a cona tão dilatada. Disse ter sido com um vibrador, mas ele não acreditou. Será bem melhor contares a verdade, porque não acredito. Não sou nada hábil a mentir. Pedi que me perdoasse e contei-lhe, mas que tinha sido só uma vez por na ausência dele ter sentido necessidade de sexo. 

- Para satisfazeres essa necessidade tinha de ser um negro a foder-te? Sendo assim podes ir viver com esse negro, o nosso casamento findou.

Chorando supliquei de joelhos que me perdoasse, o amor por ele continuava intacto. Jurei que não mais que iria acontecer, mas sem uma palavra saiu, certamente para as instalações militares.

Chorei durante toda a noite. No dia seguinte telefonou, disse que eu podia continuar na casa. Pedi para falarmos pessoalmente e nesse mesmo dia tocou à porta. Com os olhos rasos de lágrimas e de joelhos tornei suplicar que me perdoasse. Vi as lágrimas também nos seus olhos, deu-me o seu perdão, mas havia perdido a confiança em mim; tornei a jurar que nunca mais o trairia,mas com muita saudades do grosso chouriço do Mateus.