15.6.26
12.6.26
SONHO DAS MULHERES - SEXO A TRÊS
No sexo, conforme a intimidade aumenta, mais forte fica a vontade de realizar com a gata ou com o gato aquelas fantasias guardadas a sete chaves.
1.6.26
6.5.26
PARA QUE SERVE ESSE BOTÃO? 10 CURIOSIDADES SOBRE O CLITÓRIS
Clitóris, Grelo, Grelinho – o que é? Onde fica? Para que serve? Por incrível que pareça e ainda que tenha entrado em evidência nos últimos anos como um dos símbolos do empoderamento feminino, muitas pessoas não sabem dizer ao certo o que é um clitóris.
E as dúvidas não são exclusividade dos homens – que ganharam a fama de não saber achá-lo. Muitas mulheres não sabem identificar o próprio órgão ou mesmo sabem o (grande) poder que elas têm logo ali, entre as pernas.
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11.2.26
VEJA NO TARJA PRETA - A NUDEZ DA MODELO MUÇULMANA SILA SAHIN
12.12.25
VALE A PENA VER DE NOVO - MULHERES E O TURISMO SEXUAL
O perfil do turista sexual mudou. Antes reservado aos homens de meia idade, atualmente são as mulheres maduras que viajam em férias para países, principalmente da África, em busca de sexo com homens jovens, fortes, com muita vitalidade e, principalmente, de pau grande para realizarem suas fantasias.
Os jovens africanos sabem da necessidade sexual das europeias e, em troca, as exploram financeiramente. Os garotos se submetem as vontades e taras, sendo considerados objetos para uso e abuso, das mulheres maduras, dispensando inclusive o uso da camisinha. Não custa lembrar que a África é o continente onde a Aids avança com maior velocidade.
15.11.24
PORNOMEMORIAS_10 TIA MARLENE - A VIZINHA COROA GOSTOSA
- Mamãe, veja como Leozinho cresceu. Está um garotão lindo, educado, responsável e estudioso!! Virou um rapagão. Deve ter um monte de namoradinhas.
- Não tenho nenhuma não, tia Marlene.
Um dia minha mãe pediu que eu fosse até a casa dela para experimentar algumas roupas que tinha comprado para mim. Toquei a campainha e Marlene respondeu:
- Leozinho pode entrar a porta está aberta.
Sentei-me na sala na sala. Marlene sempre repetia o mesmo comentário sobre as namoradas. Eu falava pouco, não podia deixar escapar o que tinha acontecido com a tia Turca, o Pedrinho e minhas primas. Depois dessa conversa ela me levou até o quarto:
- Leozinho as roupas estão em cima da cama, experimente e me chame para eu fazer os ajustes.
A porta do quarto entreaberta. Marlene passou e me viu só de cueca. Com um olhar diferente, safado, entrou, se aproximou de mim e falou:
- Vista a calça que quero ver se ficou boa.
Vesti. Ela se ajoelhou na minha frente deixando seus peitões a mostra...estava sem sutiã. A tia, inspiração das minhas punhetas, ajoelhada na minha frente com os peitos quase que para fora... meu pau começou a pulsar dentro da cueca.
- A calça ficou boa, mas precisa de ajustes. Pode tirar essa e vista a outra. Tirei e fiquei de lado tentando esconder o pau duro, sem sucesso. Quando ela viu o volume da minha rola, falou:
- Você cresceu mesmo hein!
Coloquei a calça, ziper aberto, fiquei de frente para ela. Marlene sem falar nada, se ajoelhou, abaixou minha calça, a cueca, segurou meu pau e começou a me chupar enquanto me olhava nos olhos, passava a língua na cabeça e engolia. Segurei ela pelo cabelo e comecei a socar a rola na boca dela.
Marlene abaixou o vestido encaixou meu pau no meio dos peitos e disse:
- Quer que eu faça uma espanhola?
- Tia, não sei o que é...
Ela juntou os peitos e coloca a minha rola no meio deles, apertava e movimentava até a cabeça encostar na boca.
Comecei a chupar os peitões. Passava a língua nos bicos pretos, mordia bem de leve, depois passava para os outros seios, chupava e mordia o bicão também, bem de leve a mordida.
- Para quem não tem experiência nenhuma, você faz direitinho rsrs.
Fui descendo as mãos, coloquei por dentro da calcinha dela, e logo senti a bucetona molhada.
- Mas que menino safado! Você vai me contar com quem aprendeu fazer tudo isso! Agora vou chupar seu pau para meter em mim!
Tia Turca tinha me ensinado, mas não podia falar nada! Peguei a mão dele e coloquei no meu pau para ela punhetar… Ela já implorando para eu colocar na sua bucetinha bem molhadinha:
- Mete na minha buceta logo seu safadinho, me come!
Puxei sua calcinha pro lado e coloquei a cabecinha do meu pau naquela buceta fechadinha (acho que de tanto tempo que não recebia um cacete) e fui colocando, forçando bem devagarzinho enquanto ela ia se contorcendo… Comecei a socar bem devagar e a bucetinha dela foi se abrindo e o meu pau entrando cada vez mais, até que numa forçada, entrou todo o resto que faltava…Meti bem gostoso, meu pau entrando e saindo naquela bucetona preta e peluda.
- Vou gozar!
Acelerei o ritmo e comecei a meter mais forte também…
- Quero gozar no seu cuzinho.
- Só dei o cu uma vez e fazia muito tempo
- Coloco bem devagar como...
Quase deixei escapar que comia o cuzinho da minha prima! Ela nem percebeu.
Fui colocando, estava apertado, mas meladinho. O pau entrou inteirinho. ela gemia alto e na última estocada botei com tudo quase que minhas bolas entram também. Eu gozei muito.
- Nossa, que loucura que fizemos… Sua mãe nunca vai me perdoar
- E quem disse que ela precisa saber? Nem ela nem ninguém! Vou fazer os acertos e volte amanhã à tarde, estarei sozinha!
8.11.24
PORNOMEMORIAS_9 TIA TURCA - A INSPIRAÇÃO DAS PUNHETAS
21.6.23
NO #TARJAPRETA A REVISTA COLOR CLIMAX NÚMERO 1
14.6.23
A CRIAÇÃO DA XOXOTA
Sete bons homens de fino saber
Criaram a xoxota, como pode se ver:
Chegando na frente, veio um açougueiro
Com faca afiada deu talho certeiro.
Um bom marceneiro, com dedicação
Fez furo no centro com malho e formão.
Em terceiro o alfaiate, capaz e moderno
Forrou com veludo o lado interno.
Um bom caçador, chegando na hora
Forrou com raposa, a parte de fora.
Em quinto chegou, sagaz pescador
Esfregando um peixe, deu-lhe o odor.
Em sexto, o bom padre da igreja daqui.
Benzeu-a dizendo: “É só pra xixi!”
Por fim o marujo, zarolho e perneta
Chupou-a, fodeu-a e chamou-a…
Buceta!
Poema de Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica.
26.3.23
NO TARJA PRETA - AS CHACRETES PELADINHAS EM 1980
6.8.21
PROJETO60 - MINHA SOGRA METEU COM O ENTEADO
Sempre achei estranha a forma como Cristina tratava Ricardinho, filho do seu segundo marido que, mesmo depois da separação, vinha lhe visitar com frequência e sempre pareciam muito íntimos. Numa noite, tomamos muito vinho e assunto veio à tona, resolvi perguntar o que tinha “rolado” entre ela e o enteado. Sogrinha ficou vermelha, gaguejou, mas disse que ia me contar um “segredo cabeludo” e que nunca tinha falado sobre isso com ninguém.
Leo, depois que me separei fiquei deprimida, não saia de casa, não me relacionava com ninguém e foi assim por um bom tempo. Nessa época Jairzinho estava estudando na Itália. Ficamos aqui somente eu e a Carlinha. Conheci Marcos um viúvo inteligente e brincalhão. Não era muito quente na cama, parecia com meu primeiro marido, era só papai-mamãe, gozava rápido e eu quase sempre ficava no dedo, mas tinha uma vantagem - me fazia companhia. Tinha um filho de 17 anos, Ricardinho que morava com a mãe em Campo Grande. Todos os anos, nas férias escolares de janeiro, ele vinha para São Paulo ficar com o Pai e, pela primeira vez, ficaria em casa conosco.
Início de janeiro fomos buscá-lo no aeroporto e quando ele surgiu no portão do desembarque, fiquei chocada! Ele não era mais um garoto magro e desajeitado que conheci, estava mais forte, corpo malhado tinha se transformado em um homem.
Chegamos em casa, ele foi para o quarto desarrumar as malas e tomar banho. Quando ele entrou na cozinha, eu estava terminando de fazer o jantar, percebi bem as coxas e braços musculosos, eu brincando, para “quebrar o gelo” perguntei se ele estava malhando muito. Ele respondeu que perto da casa dele tinha uma academia bem legal e ia todos os dias.
Ele estava muito feliz por estar em casa com o Pai. Marcos perguntou da escola, se estava bem e se estava pegando muitas garotas em Campo Grande. Ele respondeu que não, que elas eram frescas e curtiam caras mais velhos. Me intrometi na conversa e disse que não acreditava que agora, ele “saradão” daquele jeito as garotas não deveriam dar sossego.
Comemos, conversamos, tomamos duas garrafas de vinho... no final do jantar, percebi que ele ficou calado, pensativo, triste. O Pai perguntou o que ele tinha. Ele disse que não era nada..., mas que se sentia sozinho, que seus amigos comentavam sobre as namoradas e o que faziam juntos... E ele nada, na seca. Eu sabia muito bem o que estava acontecendo com o Ricardinho: Falta de sexo! Vontade de meter!
Naquela noite, eu com sono, cansada, me despedi deles que ficaram conversando na sala e fui tomar banho para dormir. Aí dei a primeira vacilada - esqueci completamente que não estávamos sozinhos e sai pelada do banheiro. Só meu enteado viu e ficou paralisado me vendo peladinha.
Pela manhã, depois que o Pai saiu para trabalhar, toquei no assunto, me desculpei e expliquei a ele que no dia a dia, ainda mais nesse calor, era hábito eu sair nua do banho para me trocar no quarto. Ele disse para eu não me preocupar e que não tinha visto nada. Tenho certeza que viu!
Dois dias depois Marcos teve que viajar à trabalho e ficaria uns 15 dias fora. Disse a ele que não haveria problema e que eu “tomaria conta do meu enteado como se fosse meu filho”.
Na ausência do Pai percebi que Ricardinho me olhava de forma diferente – me secava, olhava para minha bunda, espiava pela fresta da porta enquanto eu me trocava.
Numa noite tomei banho, coloquei uma camisolinha e fomos assistir TV no quarto, acabei dormindo... despertei com a cama balançando e percebi que Ricardinho “tocava uma punheta”. Gelei, fiquei imóvel, “fiz que não tinha percebido nada”.
No dia seguinte depois do jantar, resolvi conversar com ele sobre o que tinha acontecido... ele ficou “desconcertado”, confessou que minha bunda estava a mostra, ele ficou com tesão e bateu uma punheta. Disse ainda que me achava muito bonita e gostosa. Fiquei chocada e não sabia o que fazer e falar. Resolvi que deveria parar de andar seminua pela casa, não deixar a porta do banheiro entreaberta quando for tomar banho e não colocar camisolinhas para dormir.
Achei que o que tinha colocado em prática tinha surtido efeito, mas me enganei. A cena se repetiu - Cochilei com a TV ligada e sonolenta, senti meu enteado encostando em mim, roçando o pau duro na minha bunda e novamente batendo uma punheta. Me movimentei um pouco, ele se afastou, mas senti o jato de porra quente na minha pele. Ele tinha gozado! Sem saber o que fazer fingi que estava dormindo.
Acordei no dia seguinte sem saber se tinha sonhado com Ricardinho me “bolinando” ou se tinha sido real. Me levantei, senti a porra seca na minha pele, o que me trouxe a realidade. Precisava dar um basta naquela loucura – Eu deixando meu enteado com tesão!
Nesse momento enquanto Cristina contava aquela história, tesuda e bizarro, meu pau também estava duro e quase explodindo. Eu ouvia e batia uma punheta também! Cristina viu meu pau duro e resolveu me ajudar, fez uma chupeta deliciosa até eu gozar.
Sogrinha, continua...
Na tarde do dia seguinte, um calor fudido, cheguei em casa Ricardinho estava na sala jogando videogame. Disse a ele que precisávamos voltar a conversar sobre o que estava acontecendo e que aquilo ficaria entre mim e ele, que eu não falaria nada para o Pai dele, mas ele tinha que parar, que não era certo o que tinha acontecido na noite anterior. Ele repetiu que me achava gostosa, que tinha tesão, perguntou se eu não tinha gostado... Confessei a ele que tinha gostado, que senti muito tesão daquele pau duro encostado na minha bunda e estava envaidecia pelo fato de um garotão me desejar como mulher.
Ele me disse que como ninguém ficaria sabendo, principalmente o pai dele, que era um segredo e que logo voltaria para Campo Grande, porque a gente não transava. Antes que eu dissesse algo ele me beijou na boca... assustei... não sabia o que falar...ainda para completar passou a mão na minha bunda e disse que eu era muito gostosa.
A partir daquele momento todas as regras morais foram esquecidas. O desejo “falou mais alto” - mesmo sabendo a merda que estávamos fazendo e o que poderia acontecer, cedi aos nossos desejos. Se tivesse que “rolar” teríamos que ser naquela noite, porque Mario voltaria de viagem no dia seguinte.
Fui tomar banho e acabei deixando, propositadamente, a porta do banheiro entreaberta. Ricardinho entrou e perguntou se podia tomar banho comigo. Não resisti ao pedido do meu enteado e deixei. Ele tirou a roupa, entrou no box, me beijou e começou a ensaboar minha bunda, minha buceta, meus peitos, me abaixei e chupei pau dele até gozar na minha boquinha. Minha xoxota encharcada escorria. Nos enxugamos, coloquei uma camisolinha e uma calcinha bem pequena e fomos para cama. Ficamos aos beijos e senti o pau duro novamente. O tesão só aumentava. Ele tirou minha calcinha e colocou o pau na portinha da buceta, forcou e lentamente a rola foi entrando cada vez mais fundo. Gemi e gozei, mas ele não tinha terminado ainda. Fiquei de quatro como uma cadela, ele veio por cima e senti o pau inteiro dentro de mim, pulsando, até a porra quente inundar minha xota. Demos mais umas três metidas aquela noite! O garoto era insaciável. Nos abraçamos e caíamos no sono.
No dia seguinte Mario voltou de viagem e tivemos que nos controlar. Vez ou outra rolava um amasso mais quente e fazia uma chupeta para ele. E isso acontece até hoje quando nos encontramos e quando da matamos a vontade e a saudades.
Leo, agora você sabe a verdade! Esse é um segredo nosso!
2.8.21
TUCKING - O TRUQUE PARA ESCONDER O PAU
29.9.17
MULHERES TRAEM SIM!! E COM FREQUÊNCIA
Eu repito Arnaldo Jabor quando diz que homem para trair precisa de outra mulher; mulher para trair precisa de um motivo. E os homens nunca se cansam de dar motivos pq são acomodados e esquecem que a conquista tem que ser algo diário. Ficam desejando a mulher da rua, achando a grama do vizinho sempre mais verde mas se esquecem que tb têm vizinhos... e que estão de olho na grama deles.
Quando a mulher trai ela é a puta, a vadia... mas ninguém quer saber o que aconteceu ali e geralmente é isso: quem não dá assistência abre espaço para a concorrência.
E dá-lhe chifre!
{Λїtą}_ŞT













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