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1.12.19

Abhiyana, TEXTOS PUTOS

Ando com a mente povoada de putaria. O que faz com que minha vulva fique o tempo todo aquecida e melecada. Imagino pessoas completamente nuas e sedentas de sexo e putaria simplesmente à disposição, totalmente livres e sem qualquer compromisso com leis, moralismos cristãos ou obrigações sociais. Um mundo onde a ordem é “esqueça tudo o que ensinaram pra você. Sua vida começa agora”.
Eu amo ver as pessoas com tesão. Amo ver suas expressões antes de gozar. Caretas, mordidas nos lábios, olhos fechados ou bem arregalados, os grunhidos de animal, urros de loba, boca semiaberta e muita língua. Babando. Porra, babar durante o sexo é muita entrega. A gente larga tudo por uma boa trepada e o sistema odeia gente lubrificada. 
Abhiyana TEXTOS PUTOS. Instagram @abhiyana 
foto / créditos: Foto: Gal Oppido | Modelo: Abhiyana | Letras no corpo: Rysco Rodriguez

1.5.19

O CABACINHO DEVERIA SER COMO AS FLORES...

A quanto tempo não se vê um cabaço?
Tudo bem que quanto mais se usa uma buceta melhor ela fica! 
Só uma bucetinha experiente sabe aqueles segredinhos e truques que enlouquecem um homem, mas o cabaçinho exerce um fascínio sem igual. Não há nada como enfiar a mão numa calcinha, correr os dedos pentelhos abaixo até encontrar a grutinha e nela achar a membrana mágica, que esconde os segredos daquele lugar intacto. 
Um cabaço não deve ser tirado de pronto, deve ser apalpado ternamente, cheirado e saboreado como uma iguaria rara, elogiado com todas as palavras safadas que puder encontrar e só deve ser rompido quando estiver meladinho com uma estocada firme e segura.
O cabacinho deveria ser como as flores, nascer de tempos em tempos...

"Vadinho ria, a mão a conter o seio túrgido, o lábio a buscar a boca de dona Flor, como saber se era verdade ou bem mentira? 
Hálito de brasas... Fosse como fosse, porém, devia passar sem ele, se quisesse permanecer honesta, mulher direita. Era a única solução... 
Ela fora no acalanto e quando abriu os olhos já ele lhe comera o cabaço e honra de donzela junto ao mar de Itapoã."
Dona Flôr e Seus Dois Maridos, Jorge Amado