18.8.19

ESPOSA SONHA COM A ROLA DE UM NEGÃO

Somos casados faz cinco anos. Embora o nosso relacionamento sexual seja satisfatório, por várias vezes minha esposa demostrou desejo de ser comida por outro homem, mais precisamente, dar para um negro. 
Ela ainda está meio tímida, mas está muito afim. Minha fogosa e gostosa esposa não vê a hora de levar uma rola negra bem grossa!


Quanto maior o caralho, imagino que minha mulherzinha estará mais satisfeita.
O difícil é convencê-la a trepar com outro na minha presença, mas depois de toda minha insistência, ela já está começando a aceitar!



Não suporto a ideia de ela procurar o negão sem meu conhecimento. Se isso acontecer terei um par de chifres sem saber. Está provado que nada impede a esposa cornear o marido se ela de fato ela desejar.
A verdade é que uma mulher tão gostosa não merece ser de um único macho. Não posso ser egoísta querendo uma bunda e uma buceta tão gostosa somente para mim!

13.8.19

SOU PUTA SIM E DAÍ?

Sou puta, sim sou uma puta, já dei mais que uva em cacho e perdi as contas de tantas aventuras sexuais. Transei com colegas de trabalho, com alguns conhecidos, amigos então, nem se fala! Já transei com estranhos e sem nenhum envolvimento ou sem um motivo importante.
Sim, já transei muitas vezes, sexo por sexo, prazer por prazer, necessidade da carne como dizem por ai e não me arrependo de nada, pois saciei meus desejos e os instintos carnais. Realizei fantasias, as mais intensas e loucas e satisfiz as loucuras mais vadias e sacanas. Sinto-me uma mulher realizada, por permitir-me às taras e às muitas descobertas, algumas despudoradas, outras extravagantes, que libertaram a minha alma e o meu corpo, dos dogmas e preconceitos. 
Provei todos os gostos que a vida e o sexo podem oferecer a paixão avassaladora, o prazer inebriante e muitos orgasmos gostosos, com homens e com mulheres. 
Sim... Eu sou uma puta e ser puta é ser artista, por que putaria é uma arte, é ser a mentora de uma arte, a qual todas as mulheres deveriam se regozijar, ao serem chamadas de putas. Por que "puta" não é ofensa, é elogio, pois não é qualquer mulher que consegue sê-la! Ser puta é uma evolução do atributo "fêmea", que recebemos quando nascemos. Fêmea qualquer uma consegue ser, é de berço, mas evoluir para puta durante a vida, não é para qualquer uma, tem que ser mulher corajosa.
Ser puta é libertar-se da escravização dos falsos moralismos, dos rótulos da sociedade, do puritanismo e dos preconceitos. Manter-se fiel às origens, sendo por toda a vida, uma santinha do pau-oco, acaba-se amargurada, frustrada e insatisfeita, por que ser assim, viola os desejos, as fantasias, aborta-se o prazer, e extirpa-se o gozo, por medo. Sim, medo dos comentários, dos olhares, do julgamento alheio e da hipocrisia da nossa sociedade atrasada. Negar-se a ser puta, prende-nos às ideias medíocres do conservadorismo machista, sob a visão distorcida dos relacionamentos e pensamentos miseráveis e restritos, que teimam em manterem-se dominantes, mas condenam-nos às decepções, pois o macho quando não satisfeito, sai em busca das verdadeiras fêmeas e da sua satisfação sexual.  
Ser puta é saber usar as suas armas de sedução e todas as suas ferramentas de prazer. Se todas as mulheres soubessem, os que possuem disponível no seu próprio corpo, com certeza seriam muito mais felizes e satisfeitas, na cama e na vida, porque o sexo, prazer e orgasmo, são as soluções de quase todos os problemas femininos. Concordam? 
Depois de uma boa trepada, de um orgasmo devastador e da satisfação plena dos instintos, qualquer mulher sente-se mais leve, capaz de encarar a vida com mais felicidade. Não acredita? Pergunte a uma mulher!
Sou alegre por que sou puta, que não tem vergonha de assumir-se e que me realizei sexualmente, sem me preocupar com o que os outros pensam ou dizem.
Sou feliz por que sou puta! Puta que decidiu assumir a autoria de uma obra de arte, chamada de prazer, onde cada uma das cores é uma etapa evoluída. Puta que decidiu ser artista e pintar a tela dos meus orgasmos com cada um dos matizes do meu prazer.
Sou puta sim! Sou puta por que nasci fêmea e decidi que preciso ser feliz!
Sou puta sim... E daí?

8.8.19

SEXO ANAL - FETICHE DOS MENINOS TABU DAS MENINAS

Marcy (fumando um baseado): você já imaginou que vai ter que aguentar a “pica” do Bill para o resto da vida?
Karen: Eu sei, e o pau dele é grande!
Marcy: E vai doer principalmente no cuzinho. O Bill já te pediu o cuzinho?
Karen: Não, e nem vai conseguir...
Marcy: Mas nem na noite de núpcias? Não se nega o cuzinho a seu homem... Tem que liberar! Porque, uma vez que ele sabe que pode comê-lo, não vai mais querer. Acredite!
Karen: Vou fazer isso!
Marcy: É uma teoria! E você o que acha disso?
Karen: Bom Marcy, não sei, pode ser que seja verdade, mas o problema é que o pau dele é muito grande!
Marcy: E qual é o problema, existem pílulas para relaxamento muscular, e cremes para isso, além do mais você pode ficar por cima para controlar a intensidade, ou de quatro, da melhor forma que achar. E se encontrar o caminho certo, você nunca mais vai querer dar a buceta.
Karen: Ah, qual é?!
Marcy: Sério, é verdade. Já tive um homem que me comia tão bem o cu que poucas vezes liberei a buceta. A porta de trás pode ser também uma entrada para o paraíso, é só saber quem vai te encaminhar para ele.

*Diálogo foi extraído de um dos capítulos de Californication, uma serie americana feita para TV. A primeira temporada foi ao ar em 2007 e a quarta temporada de estreia nos EUA em janeiro de 2011.Tem como protagonista Hank (David Duchovny), escritor com apenas um livro de sucesso e em crise de inspiração. Talentoso, instável, irreverente, mulherengo, intempestivo Hank percorre, ao longo dos capítulos, uma sinuosa jornada de noitadas, álcool, vícios e mulheres, mas que almeja, ao mesmo tempo e, sobretudo, restabelecer a antiga relação amorosa com sua ex-mulher Karen (Natascha McElhone) e de sua filha Becca (Madeleine Martin).
Californication não é feita para crianças e adolescentes. É para “gente grande” que gosta de humor, drama, mas principalmente altas doses de sacanagem, sexo e drogas.

MAS E AI MENINAS... DAR O CÚ OU NÃO?

O sexo anal é uma das modalidades mais desejadas pelos homens, mas, para as mulheres, é bem diferente – algumas não aceitam ou simplesmente não gostam.

Uma leitora do SeximaginariuM comentou que "Isso é teoria de amiga que ver a outra amiga se foder...kkkk. Homem depois que prova um cuzinho, jamais vais deixar de querer mais. E mulher que tem a sorte de ter um homem, que come um cuzinho direitinho, ah meu nego.. não deixa de dar nunca mais. Mas.. isso é igual a sexo oral. ou seja, é uma arte saber fazer."
Outra deixou seu recado "Humm cuzinho é tudo de bom na hora certa e com o cara que sabe das coisas"

Curioso pelo assunto, vasculhei a net em busca da opinião feminina sobre a pratica e encontrei um post no site Tramado Por Mulheres - TPM @TPMulheres escrito pela Naya Fouquet @realfouquet


SEXO ANAL VISTO POR ELAS…

Assunto tabu, mas nem tanto. Semana passada fiz uma pesquisa rápida pelo mundo do twitter para entender como as mulheres ainda enxergam o sexo anal!
Muitos homens tem vontade de dominar uma mulher pelas ancas, outros já conseguiram, alguns não se arriscam; mas hoje é foco é feminino.

E aí, querida, o que você acha de sexo anal?
Incríveis como as mulheres que já praticaram ou ainda praticam não tem vergonha em falar publicamente sobre o assunto, algumas preferem deixar o mistério e vieram me contar por mensagens privadas (msn, gtalk, email ou dm).
Depois de muito debate chegamos a algumas conclusões:
Toda mulher tem interesse em saber como é. Seja para agradar a si mesma ou para agradar o companheiro. De uma maneira ou outra ela, pelo menos, já pensou no assunto. Agora a ação que é o complicado.
Todas reclamaram que a primeira dói. Uma parte para por ali mesmo, outras tentam mais uma e desistem de vez, algumas pegam gosto e técnica.

Atenção: 

TODAS disseram que o homem tem que saber o que está fazendo.
As novatas pedem carinho
As experientes pedem para colocar tudo de uma vez e todas pedem para estimular bem.
As que fizeram e continuam dizem ser mais gostoso que sexo comum. E mais, elas que gostam de controlar o movimento.
As que têm interesse em fazer não sabem como chegar para o parceiro e pedir “come meu cu”. Meninos ajudem! Se a mocinha empina a bundinha, ou movimenta o seu pênis em direção ao buraco de trás ENTENDAM o que isso significa.
Mulheres que não curtem, mas fazem, acreditam que sexo anal é um prêmio e o cara precisa se esforçar muito para ganhar.

Uma coisa é fato. Independente de terem feito ou não, mulheres ainda tem vergonha de falar sobre o assunto. Apesar de eu ter recebido várias respostas, não são nada comparadas a outras pesquisas que costumo realizar para posts novos. Incrível como é uma coisa que acontece sempre, que pensam sempre, mas que ainda parece um assunto proibido ou errado.
Até mesmo li algumas meninas comentando que as mulheres estão vendo muito pornô e por isso fazendo/pensando mais sexo anal. Será?
Eu realmente acredito que o pornô ajudou a popularizar sexo anal, mas não vejo como um caminho ruim e sim natural. As pessoas fazem isso, só depende a maneira como você enxerga. Se você acredita ser errado, se acha que é coisa de puta, realmente nunca será bom e muito menos um assunto tranquilo de conversar.
Algumas meninas tem medo de tocar no assunto por achar que não devem fazer e muito menos pensar nisso. Acreditam também que os homens enxergam mulher que não faz sexo anal como mulher para casar. E aí, meninos? É assim mesmo?
O cu está lá, tem terminações nervosas que dão prazer sim e você pode chegar ao orgasmo com isso. Lógico que não quero forçar a barra e gritar por aí “Façam sexo anal”, mas se você tem curiosidade, por que não tentar? E tentar direito. Sexo anal não é enfiar uma coisa na outra como se fosse lego, envolve outras coisas.
O homem tem que entender que não é um buraco de boneca inflável, a região é sensível, mas também não significa passar manteiga e esperar para escorregar.
A mulher precisa estar relaxada e excitada. Se ela estiver tensa e você tentar isso logo que começar a brincadeira, meu amigo, esqueça. Não vai entrar nem ar. Portanto seguem dicas que minhas queridas amigas passaram, junte tudo, bata um bolo e seja feliz!

#DICA PARA OS MENINOS:

O ritmo é diferente do sexo comum, tem que ser devagarzinho, com mais carinho.
Alise a região, passe os dedos, comece a penetração com os dedos para acostumar e relaxar a musculatura.
Colocar o dedo, esperar o músculo contrair, mexer o dedo, contrair, mexer mais um pouco, contrair. O local vai relaxando se você fizer isso.
Travesseiro na barriga ajuda a relaxar a musculatura também, ficar de bruços é a preferência da mulherada. Dá pra ir controlando, subindo e descendo.
Sem brutalidade. Por ser uma região sensível pode sangrar, vão com calma nos movimentos. Se sangrar a gata desiste de continuar fazendo.
Tem um spray chamado Amparys que faz milagre. Go, farmácia, go
Faça sexo normalmente e aproveite para estimular a região, quando mais “mole” ela estiver, mais fácil fica.
Deixe que ela controle a entrada, mas se algumas mulheres preferem que vá de uma vez. Converse antes para ver o que ela prefere.

#DICA PARA AS MENINAS:

Alimentos leves e chuca garantem diversão sem sujeira. Já ouvi papos de laxante, mas não apelem, pode fazer mal para a saúde ficar se entupindo de laxante e ainda é capaz de dar um piriri na hora do vamos ver.

 #Opiniões e #Dicas postadas! E você o que acha da pratica do sexo anal, mais conhecido como “dar o cuzinho”?

1.8.19

PORTUGUESA CASADA EXPERIMENTOU O CARALHO DO NEGÃO

É muito comum mulheres, casadas, ou não, terem a fantasia de ser fodida por um homem negro, desejarem experimentar o caralho de um negrão. 
Eu, Fatima estou entre elas! Sou casada e tenho o azar do meu marido não querer ser corno manso e me ajudar a encontrar um comedor afro para concretizar as minhas fantasias. 
Necessitei, portanto de recorrer a um garoto de programa de nome Elias. Na minha primeira vez com um negrão necessitei tomar algumas bebidas alcoólicas, pois nunca tinha dado a homem algum exceto ao meu marido. Abrir as pernas para um estranho meter onde apenas ele havia metido parecia-me ser um crime que ia cometer. Embora o meu desejo fosse experimentar um caralho volumoso, tinha receio de este ser demasiado grosso, ficar arrombada e o meu marido notar. 
Já no quarto do motel com o Elias, não conseguia mesmo disfarçar quanto estava nervosa e a vergonha que tinha de me expor nua na frente dele. O Elias até foi bastante amoroso comigo, portou-se como um namorado; com ambos inteiramente vestidos procurou excitar-me, beijando-me e acariciando-me, até que comecei a corresponder aos beijos de língua. 
Apesar de já bastante excitada não me atrevia a ficar peladinha. Deitei na cama só com calcinhas e sutiã. Ele sem qualquer pudor despiu-se totalmente. Quando vi o caralho dele fiquei assustada, receando não aguentar aquilo, além de enorme a grossura. Se não tivesse já parido um filho certamente iria doer muito!
Ele começou por massagear-me os ombros, a nuca e a barriga; com um caralho tão rijo roçando em mim, não me contive em pegar para avaliar a grossura, punhetando-o durante momentos. Ele passou de seguida a massagear-me os pés, as pernas e as coxas, especialmente o interior destas, tocando como casualmente no meio das pernas, verificando ele que as calcinhas estavam mais que molhadas. Regressou aos meus peitos, tirou o sutiã, ficando assim com as maminhas ao leu e os mamilos bem salientes, que de imediato abocanhou, chupando e lambendo. Eu não me contive mais uma vez e meti na boca na rola dura. Dado a sua grossura, foi difícil entrar na boca; chupei apenas a cabeça.
Elias continuou a beijar-me a barriga até ao umbigo; despiu-me as calcinhas e os seus lábios e a língua logo atingiram o meio das minhas pernas, beijando e lambendo as virilhas, provocando-me ondas de prazer, esperando eu a todo o momento o contato onde mais desejava, não tardando sentir dedilhar o clitóris e lamber os lábios da buceta, alternando com a introdução e alguns dedos nela! O meu desejo era mesmo que aquele pau negro entrasse em vez dos dedos. O Elias constantemente dizia:
 Como és linda, que beleza, grande prazer tenho em te foder. 
Vi que colocava uma camisinha naquela verga preta. Só lhe pedi: 
Isso é muito grosso mete lentamente! 
Sim, fica tranquila. 
Ele foi metendo lentamente. Aquilo alargava o canal conforme ia entrando. Senti que bateu no útero, uma dor gostosa. Ele estava em cima de mim, beijava-me enquanto movimentava um vai vem, roçando sempre no clitóris. Os orgasmos eram continuados, eu gemia e gritava de prazer. Mudamos de posição, fiquei na posição de quatro assim entrava mais fundo, mas era delicioso. Pediu-me depois para cavalgar, obtendo eu também assim intensos orgasmos. Deitei-me na beira da cama, com ele de pé, abriu-me as pernas e elevou-as. Naquela posição via bem como aquela geba negra entrava e quase saía da buceta. Ele ainda pediu para meter no cuzinho, mas não deixei. Era muito grosso. Gozamos intensamente.
Saímos outras vezes que não aceitou qualquer pagamento, prontificando-se ainda a repetir sempre k eu desejasse, ficando o motel a meu cargo. Foi ainda melhor, até dei o cuzinho.

29.7.19

SOBRINHA PROVOCA O TITIO E...


"Ontem meu tio veio aqui em casa com minha tia. Apesar do frio estava de shortinho... Percebi ele olhando minha bunda. De proposito fui e voltei para cozinha umas dez vezes. Ele ficou louco e vi que estava de pau duro. 
Hoje mandei mensagem para ele dizendo que estava sozinha em casa e com saudades. Ele falou que voltaria para me ver. Esperei meu tio só de calcinha e de top sem sutiã, peitinhos duros e bicos acesos... Quando ele chegou ficou doido! Não o deixei meter a piroca em mim, mas me chupou todinha!!!"



23.7.19

TENHO UMA NAMORADA E MEU MARIDO NEM DESCONFIA

Nas minhas noites de insônia me distraia nas redes sociais. Enquanto meu marido dormia, roncava, eu revirava os perfis. Um deles, cujo avatar era um morango me chamou atenção. As fotos da página daquele perfil eram muito sensuais e eróticas - uma boca mordendo um morango, morango nos seios, imagens eróticas e sensuais seguidas de comentários bem safadinhos. Não conseguia saber se era perfil de mulher, mas fiz alguns comentários, pedi amizade e aguardei ser aceita ou não. 
Para minha surpresa a resposta veio no dia seguinte. Fui aceita! Morango era uma mulher, Claudia que também curtiu algumas das minhas publicações.
Nos dias que seguiram trocamos mensagens no reservado. Ela era separada e 10 anos mais velha que eu. Claudia me falou que viajava muito a trabalho e que viria a São Paulo em breve. Combinamos de nos conhecer quando estivesse aqui na Cidade. 


Semana anterior a sua chegada conversamos madrugada adentro principalmente sobre sexo. Me contou que era bissexual, que tinha uma namorada... Falei para ela que era casada fazia 15 anos e que nunca tive uma relação extraconjugal. Confesso que nossas conversas apimentadas me deixavam com muito tesão! Uma noite abrimos a câmera do computador, ficamos nuas e fizemos sexo virtual. Me masturbei e gozei muito!
Dias depois fui buscá-la no aeroporto. Era mais linda e gostosa pessoalmente. Levei Claudia até o hotel onde ela ficaria hospedada. Depois de fazer o check-in me convidou para tomar um drink e conversamos muito. Falamos sobre a viagem, quanto tempo ficaria, que poderíamos fazer algumas coisas juntas rsrs.
Claudia me convidou para subir ao quarto. Entramos, ela tirou a roupa, encheu a banheira e me convidou para entrar com ela na água quentinha e cheia de espumas. Nossos corpos nus, suas pernas grossas roçando as minhas naquele contato íntimo, fez o tesão aumentar. Ela se aproximou, me olhou e nos entregamos em um beijo ardente. Jamais me imaginara beijando uma mulher e isso contribuía para tornar o momento ainda mais excitante. As mãos hábeis me tocavam, deslizavam pelos meus seios descendo pela minha barriga e chegando na minha buceta. Eu me contorcia toda gemendo de prazer pedindo mais. Claudia se sentou à minha frente... Senti o toque de seu sexo no meu, desejei ardentemente esse contato. Fomos interrompidas pela campainha. Claudia voltou com uma garrafa de champanhe e uma bandeja de morangos e se deitou na cama.
-Vem, deita-se aqui! Ela pediu dando tapinhas na cama. 


Deitei e peguei a taça de champanhe. Tomei um gole e mordi o morango olhando seus olhos maliciosos e gulosos. 
Claudia abriu minhas pernas e colocou os morangos na minha buceta. Depois de um gole no champanhe ela começou a comer um a um os morangos, mordendo-os e derramando o suco na minha pele e meu sexo já molhado de desejo até restar apenas um: o maior e mais vermelho de todos. Segurando-o com suas unhas vermelhas ela passou a brincar esfregando-o no meu sexo me deixando louca de tesão. Ergui um pouco o corpo para vê-la passar a fruta vermelha e suculenta na abertura da minha buceta, esfregá-lo de cima para baixo melando-o todo com minha lubrificação enquanto eu gemia de tesão e arqueava meu corpo para sentir ainda mais aquele contato inebriante.
- Essa bucetinha é muito gostosa sabia?! Falou e mordeu morango sorvendo mais um gole de bebida.
Claudia abriu a buceta dela, derramou um pouco de champanhe e pediu:
- Vem chupar, passa a língua quente nela!


Enquanto eu a chupava gemia e gritava puxando meus cabelos. 
Claudia me pôs de quatro e chupou meu clitóris, minha bunda e meu cuzinho... Minha buceta inchada doía de tanto tesão.
Ela encostou a buceta lisinha na minha esfregando-a avidamente, eu arqueava meu corpo para encaixá-lo ainda mais no dela, um tesão crescente foi me dominando... Aumentamos o ritmo, eu sentia o clitóris dela encostando no meu, quentinho, meladinho. Nos duas gemíamos alto, gritando de prazer, trocando beijos ardentes. 


O gozo veio gostoso, forte, nos deixando inertes na cama, saciadas e felizes. 
A partir de então ficamos muito íntimas e sempre que ela vem a São Paulo nos encontramos.  Numa dessas vezes apresentei a Claudia para meu marido, que nem desconfia que brincamos!

16.7.19

O QUE FAZER SOZINHA SEM MARIDO E SEM COMEDOR?


"Nesse friozinho quero dar muito o cuzinho a bucetinha e beber leitinho quente... Meu marido foi para casa da minha sogra e fiquei sozinha. O vizinho, meu comedor, está em casa com a corna, não dá para fazer nada, acho que vou criar coragem e ir a um bar encontrar uns macho para meter".


11.7.19

EX GP CASA E CONFESSA QUE SEXO NO CASAMENTO É RUIM!

Tenho 38 anos de idade, sou casada faz 5 anos. Quando solteira fui garota de programa. Estava sem trabalho, com dívidas e a oportunidade de ganhar dinheiro rápido era interessante. Neste período de 8 anos me habituei com sexo descompromissado. Tinha uma vida dupla trabalhando durante o dia em uma empresa de eventos e a noite numa casa de massagem. Participei de orgias, ménage e confesso que isso me dava muito prazer. Em alguns momentos eu só gozava quando estava sendo filmada ou fazendo sexo grupal. 
Conheci meu marido na agência bancária em que eu tinha conta. Ele era caixa, evangélico se apaixonou por mim. Começamos a namorar e eu acabei por me convertendo à religião dele.
Antes de casar eu confessei a ele que não era mais virgem, que havia perdido o cabaço com um namorado. Ele sofreu bastante com o relato mentiroso, mas disse que me amava e queria viver comigo para sempre. 
Nosso casamento é bom. Ele é muito carinhoso, ótimo marido, apaixonado. Transamos esporadicamente e ele é sempre muito respeitoso, porém não faz muitas coisas na cama! 
Sexualmente sou insatisfeita, pois quando fazia programas eu tinha muito prazer. Não posso falar para ele ser mais ousado ou sacana na cama, pois ele consideraria isto “pecado”, dado a sua criação religiosa. Também não tenho coragem de contar meu passado, pois ele sofreria muito e com certeza iria querer o divórcio, pois se sentiria traído.
Atualmente saio com alguns clientes antigos, participo de ménage para poder me satisfazer e gozar.
Várias perguntas afloram minha mente: 
Sou errada por ter tido prazer e ainda querer este tipo prazer com vários parceiros? 
Sou errada por amar uma pessoa tão diferente? 
Estou errada por não contar a verdade e minhas preferências sexuais? 

6.7.19

O COMEDOR DA MINHA ESPOSA É UM GAROTÃO DE 16 ANOS

Sou casado a 25 anos e tenho uma esposa deliciosa com 50 aninhos. Vou contar para vocês o tesão de ser corno de um garotão de 16 anos, alto, forte, que trabalhava no nosso restaurante em Uberlândia MG. Comecei a imaginar Flavio comendo a Cintia, minha esposa.
Comentei com ela. De cara disse que eu estava louco, pois ele era um menino, com idade para ser nosso filho e que jamais iria rolar.
Um dia entrei no vestiário do restaurante e flagrei o taradinho cheirando uma calcinha e batendo uma punheta!
Comentei com minha esposa que confessou que desconfia que ele roubava suas calcinhas e que tinha tesão nisso! 
- Confesso que depois que descobri esse fetiche e o tesão dele por mim, comecei a pensar e imaginar...
-Imaginar o que??
-Eu dando para ele. Amor, vou reconsiderar... Quero meter com ele!
Dei a maior força. Mas disse que não participaria pelo fato de ser um funcionário e ele perderia o respeito.
Começamos a pensar no plano. Ela pediu para eu arrumar um motivo para ele ir a noite lá em casa, já que trabalhava até as 10 hs da noite.
Pedi para o garotão me ajudar a fazer umas coisas em casa... Ele topou e foi. Começamos a desmontar um armário e o trabalho foi até tarde. Aí propus que ele dormisse lá! 
Ele ficou no sofá e nós fomos para o quarto. Minha esposa vestiu uma camiseta que mal cobria a bunda e voltou para sala para assistir TV.  Sentou-se no sofá fazendo com que a camiseta subisse e aparecesse a bucetinha dela.
Flavio ficou vidrado nela. Ela olhou para ele, percebeu que estava de pau duro deu um sorrisinho safado... Como o sofá dela estava próximo ao dele, ela levou a mão nas pernas dele e subiu, pegou no pau dele que estava batendo no umbigo de tão duro, ajoelhou e mamou!
Ele todo apavorado olhava para o quarto e para ela chupando o pau. Minha esposinha mamou nele até ele gozar na boca dela.
Na semana seguinte convidei o garotão para jantar em casa. Terminamos, tomamos café ela deitou-se no tapete, estava de minissaia:
- Flavio tomei uma injeção na bunda e está doendo... Me faz uma massagem?
Fiquei surpreso, falar isso na minha frente não estava nos nossos planos!
O menino travou, me olhou, querendo entender o que estava acontecendo.
Ai a safada pediu de novo, eu entendi que ela queria brincar, falei pra ele para fazer. Pensei vamos ver até onde vai!
Ele começou a massagear a bunda de minha esposa por cima da saia. Ela disse:
Assim não, põe a mão por dentro da calcinha!
Ele me olhou de novo sorrindo, tipo e agora? falei para ele com muito tesão – Faça o que ela está pedindo!
Ele levantou a saia dela se deparou com fio dental enterrado na bundona!!
Começou a massagear a bunda. A safada começou a gemer ele me olhava com um sorriso de menino ingênuo... Eu com o pau estourando dentro das calças, pensei fomos até aqui, quero ver o final!
Dei sinal para ele tirar a calcinha dela. O safado rapidinho obedeceu! tirou deixando-a só de blusinha. Ela se virou de frente, ambos sorriram um pro outro, ele começou a alisar e chupar bocetinha da minha putinha, que não parava de gemer!
Ela se deitou por cima dele e mamou o pau dele. Depois abriu bem as pernas e foi metendo nela... Ela gemia de mais, com aquele menino novinho metendo na buceta dela!
Depois dele meter de frente por 25 minutos sem gozar, ela ficou de 4, posição predileta dela, olhou bem para mim e disse:
- Olha corno você não queria ver um novinho metendo na sua putinha? Garoto mete gostoso mata sua vontade e mete pro corno ver!
O menino me olhava e metia nela feliz da vida! Gozou muito na bucetinha dela, mas o pau não baixou não!
Ela pediu para ele se deitar e foi por cima dele, ficou esfregando num vai e vem na pica do menino. Eu não resisti segurei no pau dele e encaixei na bucetinha dela, que delícia estava duro batendo no umbigo!
Ele meteu nela de 10 hs da noite até 01 da manhã. Eu bati umas 4 punhetas.
La pela 4 hs da manhã acordei com os gemidos dela, abri o olho e lá estava ela de 4 e ele metendo de novo. Não resisti e dei o pau para ela chupar, gozei na boca dela.
Moramos nessa cidade um bom tempo, e o menino virou o comedor fixo da minha esposa. 
Mudamos para Belo Horizonte, o garoto cresceu e casou. Cintia está querendo um novinho...

29.6.19

MULHER PORTUGUESA CONTA COMO PERDEU A VIRGINDADE

Já são passados 45 anos, tinha eu 17 aninhos, mas recordo como fosse ontem. Frequentava um colégio de religiosas onde o sexo era tabu. Namorava eu um aluno de medicina com 21 anos, actualmente meu marido, mas a liberdade para as meninas era mínima, uma carrinha transportava-nos de casa para o colégio vice-versa. 
Certo dia, no mês de Junho, não tive aulas de tarde e embora a carrinha me deixasse à porta da residência, não entrei; numa cabine telefónica falei com o meu namorado, para juntos dar um passeio. Disse-me para ir ter a casa ele; recebeu-me com um beijo, dizendo que os pais estavam ausentes e a criada de folga; conduziu-me ao sofá da sala entre beijos e abraços. Em dado momento pediu para tirar a blusa. Exitei, mas como já estava bastante excitada, cedi, mas logo a seguir foi o sutiã, ficando com os seios à mostra, que ele abocanhou, beijando, lambendo e sugando os mamilos. Estava cada vez mais excitada. Pediu para me despir devido ao calor, que ele faria o mesmo. Mais uma vez cedi, ficando só com cuecas. Ele despiu-se totalmente, vi então o seu pénis. Era não só grosso como tb comprido. Como não pensava que ia perder a virgindade naquela tarde, imaginei sim como seria na noite de núpcias, como aquilo iria entrar na vagina tão apertada, pois uma das vezes que me masturbei tentei meter um dedo e doeu tanto que não tentei mais. Portanto que dores não iria sofrer com aquela grossura forçando a entrada na vagina? Enquanto imaginava tudo isto ouvi o meu namorado! Despe tb as cuecas! 
NÃO, AS CUECAS NÃO! 
Foi quando ele começou a dedilhar o meio das minhas pernas que eu parecia voar com tanto prazer, gozava tanto que nem dei por ele tirar-me as cuecas. Só recuperei quando o ouvi pronunciar! Que linda, estes lábios maravilhosos, meio ocultos por sedosos pelos negros devem ser mesmo beijados e, caindo com o rosto no meio das minhas pernas beijava, lambia e metia a língua profundamente. Eu sentia-me desmaiar de prazer e julgo que desmaiei mesmo por escassos momentos ao sentir um gozo semelhante ao que obtinha quando me masturbava. Ele pareceu-me exausto, sentou-se depois ao meu lado, beijando-me de língua. 
Não queres saborear também o meu suco? perguntou? 
Como? 
Chupando isto! Apontando para o pénis. 
Mas isso não vai caber na minha boca! 
Tenta que vás conseguir. Com dificuldade meti. Disse-me para chupar, o que fiz com prazer, em dado momento senti golfada de esperma atingir-me a garganta, sem saber o que fazer engoli tudo; tinha um gosto açucarado, ele foi beijar-me de língua. Eu continuava excitada, mas o pénis estava flexível. 
Mete outra vez na boca que vai a ficar teso. 
Na verdade, depois de chupar algum tempo voltou a ficar bem rijo. Agora deixa-me roçar um pouco na vagina. 
ROÇA MAS NÃO METAS! 
Sim! 
Debrucei-me sobre o sofá e ele atrás de mim beijava, lambia e metia a língua na vagina, alternando com o roçar do pénis, beijando igualmente as nádegas e subindo até à minha boca com beijos de língua. Eu enlouquecia com prazer. Uma vez por outra fazia pressão para entrar a cabeça. Era gostoso, quando metia a língua desejava que fosse mais fundo. Os meus gemidos de prazer eram continuados. Quando roçava com o pénis desejava que entrasse mais. Momentaneamente pensei. Se tenho que sofrer essas dores mais tarde ou mais cedo, que seja já. Não aguento mais tempo esse roçar, disse-lhe, mete já tudo de uma só vez. De certeza irei aguentar! Ele continuou a beijar e roçar com o pénis e ao notar que me segurava com as mãos previ ter chegado o momento. Numa forte estucada entrou tudo. Parecia um ferro em brasa que havia entrado em mim, mas tinha aguentado aquela grossura. Só lhe disse! Não te mexas. 
A dor foi passando, mas quando retirou o pénis escorreu bastante sangue. Tinha perdido a virgindade. O meu namorado deu-me um grande beijo. Fomos lavar-nos e antes de regressar a minha casa coloquei bastante algodão entre as pernas para evitar o sangue e os meus pais nada notarem.

25.6.19

CROSSDRESSER CONTA COMO FOI A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA SEXUAL

Após 39 anos vou contar aqui no SeximaginariuM, minha primeira experiência sexual como crossdresser (CD).
Como toda garota na pré-adolescência, tinha desejos, medo, dúvidas e principalmente curiosidade. Eu embora confusa me sentia "confortável" em dois mundos - de menino (biológico) e de menina (psicológico). Amava quando alguém perguntava para meus pais - é sua filha? Qual o nome dela? 
Por isso acabei enfrentando uma agenda médica e psicológica, cujo diagnóstico foi "perfil transgênico". 
Com 13 para 14 anos eu tinha poucos pelos pelo corpo, meus cabelos eram ondulados até os ombros e tinha aparência andrógina. Era boa aluna, preferia ver futebol do que jogar (mas não falava), amava nadar (me libertava), estudava música (frequentava estudos de flauta - me encontrava), me interessava mais as reuniões das tias do que dos tios (disfarçava o interesse mostrando-me cavalheiro), gostava mais da companhia das primas que a dos primos e ficava louca pelas vitrines das lojas femininas. Era óbvio meu interesse natural pelo universo feminino.
Neste período a mãe de um amigo de escola chamado Paulo (16 anos) foi orientada pelos educadores do colégio a procurar aulas de reforço, pois ele já estava atrasado 2 anos no calendário escolar. Minha amada “teacher” me indicou para ajudar o coleguinha de classe. O local para as aulas de reforço seria na casa dele, sempre que possível á tarde. 
Paulo era um menino bonito, cheiroso, educado, gostosinho, muito simpático, mas desinteressado pelos estudos. Eu até achava que ele era um pouco afeminado (mal sabia o que me esperava!
No dia das aulas de reforço (2 a 3 vezes por semana), a mãe de Paulo, Sra. Carmem, nos recepcionava com café da tarde e posteriormente deixava-nos a sós por 2 horas. 
Nas primeiras aulas não ousei demonstrar minha feminilidade (me policiava), em outras palavras, não usava calcinha "emprestada" do cesto de roupa da mamãe ou da minha irmã rsrs.
Com o passar do tempo, quando a sós com ele, ficava mais descontraída, mais feminina, jogava o cabelo para o lado para expor meu perfil, voz mais suave e sempre muito atenta a ele. Comecei a perceber flertes, indiretas que me deixavam confusa e temerosa, mas também feliz por entender que ele me via de alguma forma, menos menino. Isso mexia com meu imaginário e me incentivava a explorar mais meu lado feminino, principalmente quando a sós. Na escola ele era atencioso e muito educado comigo e em casa abria a porta, puxava a cadeira para eu me sentar... Em contra partida eu era obediente e "submissa", a ponto de sempre que possível atender seus pedidos.
Com isso tudo minha insegurança deu espaço a reciprocidade, curiosidade, segurança, na realidade estava encantada, imagina eu uma CD tendo meu primeiro amor, um namorado - Meu Deus será mesmo, é isso (?), porque não as meninas, por que euzinha? Talvez curiosidade da parte dele, não sei.
Assim, quando estávamos juntos na casa dele, as emoções borbulhavam, tinha desejo e medo ao mesmo tempo. Começamos a desviar o foco do estudo, falávamos sobre sonhos, desejos, basicamente de sentimentos. Isso tudo me vez baixar a guarda, me mostrar mais (ao me sentar empinava mais a bunda para trás e me sentava mais ereta, assim valorizava mais a silhueta. A sós com ele eu me portava como uma menina. 
Uma bela tarde, sem eu esperar, ele me abraçou e começou a acariciar minhas costas. Fiquei incomodada e ao mesmo tempo desejando que ele continuasse, até que ele desceu a mão até minha bunda e com o dedo começou a mexer no elástico da minha calcinha. Fiquei envergonhada, tentei mudar a postura e ele pediu para que eu permanecesse como estava (obedeci calada) e então colocou o dedo dentro da calça e puxou para trás e olhou. Fiquei perplexa e disse: 
- Não é o que você está pensando, melhor eu ir embora.
Ele responde sorrindo, 
- É sim, porque estou vendo, fique tranquila, está tudo bem, não me incomoda, se desejar usar use, isso ficará entre nós!
O tempo passou, na sala de aula ele não tocava no assunto tão pouco na casa dele. Porém, certo dia, ele me chamou e me entregou um pacotinho e disse. 
- Quero que use isso na nossa próxima aula particular.
Abri o pacotinho e era uma calcinha vermelha de tecido e renda. Imaginei ser da irmã dele que tinha uns 16 anos. Isso me deixou excita, parecia que entre nós tudo ficou as claras, pois, agora nossos sonhos e desejos afloraram. Eu podia ser eu mesma com ele. Pela primeira vez sentia ser possível tornar-me uma menina.
No dia da aula particular, chegando na casa dele notei que não havia ninguém a não ser nós dois. Ele pegou meu material escolar e disse:
- Vá ao banheiro e coloque o que deixei lá. Vá logo você vai gostar!
Olhei a porta aberta do banheiro e “desmoronei”. Lá havia um sutiã, uma blusa feminina sem manga, uma saia mid e uma meia 3/4 branca. Encabulada, tímida, envergonhada, mas muito feliz sai do banheiro, ele me olhou e deu uma risadinha e disse: 
- Seja a menina que quer ser. 
Ele lembrou que eu dizia que tinha inveja das meninas, pois queira poder me vestir daquele jeito e ir a aula.
Sorri, pequei o material, ele me abraçou, retribui segurando sua cintura e subimos. Chegando lá institivamente quis iniciar a aula, ele disse: 
- Caminhe para eu ver e depois sente-se aqui, vamos estudar.
Então me sentei, ele se aproximou, joguei o cabelo de lado, ele estava ofegante, eu tremula e ansiosa. Ele pegou minha mão e colocou sobre a perna dele, depois mais para cima disse: 
- Acaricia e pegue no meu pau.
Passei a mão por cima da calça dele e senti pela primeira vez uma deliciosa sensação, o pau dele estava duro. Ele me beijou no rosto e disse:
- Sente no meu colo! 
Atendia todos seus mandos sem questionar. Pediu para eu tirar a camisa dele (fiz) e imediatamente abracei-o e beijava seu ombro acariciando seu peito e com outra mão sua nuca. Ele passou a mão pela minha coxa chegando na minha bunda. Eu tremia toda, então pediu para eu tirar sua calça (fiz), em seguida ele se sentou e ordenou:
- Chupa meu pau!
Eu totalmente perdida, nunca havia chupado um pau antes segui o extinto, ajoelhei coloquei a mão naquele pau duro e gostoso e devagarinho comecei chupá-lo. Paulo olhava e gemia aos estímulos da minha boca, língua e mão, parecia aprovar meu desempenho.
Em seguida ele se virou e eu de forma instintiva beijei a sua bunda, linda, durinha, peludinha, acariciei suas costas, gente que homem gostoso. Se virou, colocou o pau na minha cara e disse:
- Engole meu pau viadinho você vai gostar!
Eu ajoelhada chupava aquele pau molhado que pulsava em minha boca, beijava e passava a rola em meus lábios (glós de pau molhadinho-uma delícia), batia-lhe punheta e dizia-lhe o quanto ele era gostoso, então ele segurou minha nuca e com força impulsionando sua cintura me fez engolir seu pau todo - Engasguei, não espera por aquilo, pedi para ir mais devagar, então segurei seu pau duro punhetando-o, pulsante, tesudo, quando ele se curvou puxou com carinho meu cabelo para trás e ofegante pediu para que eu repetisse.
- Você gosta do meu pau? 
- Amo!
- Você é meu viadinho!
Ele meu deu umas tapinhas no rosto. Fiquei muito tesuda. Seu pau estava muito duro, deliciosamente molhado. Batia-lhe mais punheta e continuei chupando e ele socava o pau garganta abaixo, sentia suas bolas no meu queixo. Senti seu pau ficar mais grosso, quente, pulsante, ainda mais molhado na minha boca e então veio um jato quente... Chupei aquela vara tesuda, dura, cheia de porra.
Eu estava muito excitada, molhada, meu pinto estava molhadinho eu desejando aquele pau na minha bunda. 
Continuei chupando e dizendo-lhe o quanto ele era gostoso. Olhei para ele e segurando seu pau já não mais tão duro disse:
- Quero mais! Está muito gostoso.
Passei aquele pau em meus lábios, em minha face, como estava gostoso. Ele se levantou e foi ao banheiro. Fiquei observando... que bundinha linda e dura. Voltou. Seu pinto, meio mole balançava. Imaginava aquela vara mole em minha boca, endurecendo a cada chupada. Não conseguia disfarçar o desejo de chupar de novo.
Ele se aproximou, estendeu a mão e me ajudou a levantar, imediatamente me virou, me encoxou e disse:
- Empina a bunda viadinho!
Fiz e ele passava a mão, dava tapinha, senti seu pau pulsando em minha bunda. Comecei a rebolar, fiquei na ponta dos pés sensualizando... Ele fazia caras e bocas, jeitos e trejeitos, naquele momento estava claro onde desejávamos chegar.
Estava tremula, ansiosa, desejosa, mas também com medo, afinal como seria dali para a frente, será que ele iria meter no meu cuzinho? Será que ia doer? 
Ele pediu para me deitar sobre a mesa, demonstrava ansiedade, pressa, pois o tempo estava terminando. Ele me puxou até que minha bunda ficasse no limite da beira da mesa, afastou minhas pernas... Nesse momento ainda que molhada e com tesão o reflexo foi de fechar o cu! Ele se deitou sobre mim e disse:
- Relaxe minha bichinha, sei que quer dar a bundinha, não é verdade? Vou fazer devagarinho e você vai gostar.
Procurei relaxar. Em movimentos circulares e leves o dedinho dele foi avançando em meu cuzinho, até que entrou uma pontinha, a sensação foi de incomodo, mas gostei. Ele e disse:
- Vou colocar outra coisa que você vai gostar mais, e forçou seu pinto na minha bunda, não deu para segurar, escapou um tímido gritinho de dor. Ele ignorou e continuou, investiu novamente, agora mais devagar e após algumas tentativas, eu mais relaxada, senti de repente uma pressão, seu pinto pulsar entrar e alargar o buraquinho do meu cuzinho molhadinho e virgem.
Que sensação deliciosa, finalmente estava sendo comida. Arregalei os olhos, abri a boca, olhei para ele que disse.
 - Isso bichinha toma pica, toma!
Afastei mais as pernas, não tinha dor e sim prazer. Ele ofegante foi aumentando a força do seu quadril e forçou para não dizer socou o seu pau todo em meu cuzinho. Que dor! Saiu lagrimas. Tentei afastá-lo, pedi para parar um pouco. Ele contrariado com o pedido, tirou seu delicioso pinto do meu cuzinho.
Pedi para ele me comer novamente, mais devagar, disse-lhe que pensava que já havia entrado tudo e que tinha que ter paciência, era minha primeira vez.
O clima ficou estranho, senti que se alguém estivesse apaixonada era apenas euzinha, já ele queria mesmo me comer, estávamos ali e em momento algum ele se referiu a mim como menina, mas sim como bicha e viado.
Voltamos, sentia nele o desejo de me comer a me acariciar, estava mais agressivo. Naquele momento uma parte de mim pensava nas consequências de parar ali, ele contando para os meninos da escola e a outra parte desejando ser penetrada até o fim. Nada mais me importava, era um momento muito meu eu realmente precisava daquilo independente de ser mulherzinha, viadinho, para mim aquele momento era tudo. Pedi para ele meter. Carícias, dedinhos, tapinhas e "creminho” senti a cabeça do pinto pressionando meu cuzinho rosinha e já não tão virgem. Com movimentos repetitivos para frente e para trás e eu fui encolhendo ainda mais minhas pernas para trás, a fim de expor ainda mais meu cuzinho, molhado, tarado... Senti sua rola arrombando meu rabo até seu saco colar na minha bunda. Eu estava arrombada! O pau dele entrou inteiro esfolando minhas pregas. Olhava para ele e pedia que não parasse, e assim ele foi aumentando o ritmo e meu cuzinho cada vez mais molhado aceitava aquela rola grossa, a ponto de tirar tudo e enfiar novamente. Meu cuzinho nem fechava mais no vai e vem da foda, meu corpo ia para frente e para trás e sua virilha batia com força na minha bunda estalando num ritmo delicioso e que me deixava louca. Aquele pau grosso, gostoso entrando com toda força no meu cuzinho e as bolas golpeavam minha bunda. 
De repente ele para, se contorce, sinto seu pinto que estava inteiro no meu rabo ficar mais grosso e pulsante e então sinto meu cuzinho ser alagado com sua porra quente.
Ele todo suado, olhou para mim foi diminuindo o ritmo e debruçou sobre a sua Cdzinha, putinha, viadinho, bichinha não importa, importa que finalmente ele me fez sentir plena, desejada e amada. Seu pau estava mole e molhado de porra. Eu sentia meu cuzinho arder, se contrair involuntariamente, como se ele ainda tivesse me comendo.
Paulo pediu para que eu me trocasse. Fiquei aflita e sai correndo em direção à toalete, pois, imaginei que ele tinha ouvido os pais dele chegando ou coisa parecida, então ele sorriu e disse.
- Ei, calma, quero apenas que se vista com suas roupas.
Com dor no coração tirei a blusinha, o sutiã, a calcinha... Caiu a ficha, acabou, será que terá mais?
Ele me ofereceu algo para beber. Aceitei um suco. Ele disse.
- Menina, é melhor você ir para casa.
- Por favor jure que não vai contar a ninguém.
 Ele sorri, me dá tapinhas na bunda e diz: 
- Fique tranquila eu não direi nada.
E assim sai da casa dele rumo a minha, com a insegurança da sua promessa, com a esperança de haver a continuidade daquilo tudo e com a certeza de estar com o gosto dele na boca, com o cuzinho ardendo, sentindo ainda o volume do pinto na bunda, e com minha calcinha cheirando a porra.
Cheguei em casa fui tomar um banho e me masturbei sentindo o cheiro dele e o cuzinho ainda lambuzado de porra. 
No outro dia encontro-o na escola. Paulo me tratou como sempre, educado, atencioso e não tocou no assunto, embora as vezes o via me flertando.
Não houve outra vez, não houve comentários, aquilo tudo fora entre nós, intenso, rápido, sincero e percebi que nasci sim com o desejo de ser mulher, eu gosto de homens e Paulo me proporcionou isso tudo de forma muito gentil
 Mas, também o Paulo me mostrou que em momento algum eu era uma mulher para ele, afinal o tempo todo eu dizia que ele era meu amado, meu querido, meu amor, meu homem e ele sempre se referiu a mim como viadinho, bichinha. Entendi que me transformar em mulher seria uma batalha enorme.
Amado Paulo, de coração meu amor, agradeço-lhe por ter sido tão gentil para com sua mulherzinha, jamais te esquecerei.
Beijos meu amado

16.6.19

O DIA QUE LEO TIROU O "CABAÇO" DO MEU CUZINHO

Sexta-feira, hora do almoço, fomos ao cafofo (esse é o nome do lugar secreto onde nos encontramos) fazer estripulias, meter gostoso! O tesão era grande, principalmente porque de uns tempos para cá, começamos a nos provocar com estorinhas de dominador e submissa.
Naquele dia havia algo diferente no ar, uma conversinha de comer meu rabinho. Leo já havia feito uma tentativa, mas, como doeu muito, eu não consegui relaxar, o "cofrinho" ainda continuava intacto. Eu, Carolzinha, com quase 50 aninhos, nunca tinha dado o cuzinho.
Tiramos a roupa e fomos para a cama. O pau dele estava duro, e não me contive o chupei-o bem gostoso. Me esbaldei... até que inesperadamente, ele me pegou, virou-me de bruços, abriu minhas pernas e me colocou de quatro.
Estava eu ali, totalmente com a buceta e meu cu abertos esperando ser fodida pelo seu pau. Leo não vacilou - passou a língua no meu cuzinho, lambuzou de gel, enfiou o dedo bem devagar e depois colocou o pau no meu rabinho. Para relaxar, enquanto ele enfiava a rola, eu fazia movimentos circulares no meu grelinho.
Uau! Foi uma mistura de dor e tesão. 
Leo socou forte a rola no meu cuzinho fazendo eu sentir as bolas do saco dele batendo na minha buceta. Estava muito molhada, era todinha dele. 
Gozei duas vezes!
Leo me virou de frente, prendeu meus braços acima de minha cabeça e de novo, começou a me fuder no cuzinho abertinho, mas agora de frente, olhando em meus olhos. Até que entre uma estocada e outra, ele explodiu gozando gostoso.
Leo me virou de frente, prendeu meus braços acima de minha cabeça e de novo, começou a me fuder no cuzinho abertinho, mas agora de frente, olhando em meus olhos. Até que entre uma estocada e outra, ele explodiu gozando gostoso.
Meu cuzinho ardia de dor enquanto a minha buceta escorria de tesão.
Pronto! Desejo realizado. Ele queria "tirar o cabaço" do meu cuzinho e tirou!


Para chegarmos até esse ponto, foram anos de intimidade. Mais que isso - muita confiança para me entregar a um homem que não conhecia, mas que passei a conhecer porque iniciamos uma relação de trabalho lá trás. 
A relação profissional foi extrapolada para a pessoal onde se tornou uma relação frutífera de cumplicidade sexual, que construímos em cima de muita irracionalidade e paixão, ciúmes e de muita brigas e separações. 
Mas, o ingrediente que me mantem junto a ele, além do sentimento forte que sinto, é o tesão que caminha lado a lado com este outro sentimento. Uma relação especial, tipo "chave e fechadura". 
Permito ao Leo me dar uns tapas na bunda e na buceta, me chamar de putinha, de sua putinha, mas tudo isso ali, na cama do cafofo. Porque no final das contas, entre tapas e fudidas, o abraço apertado, o carinho, o olhar cheio de brilho sela toda essa cumplicidade de desejos sexuais tão intensos.
Casal Leo e Carol

8.6.19

ESPOSA TOMOU INICIATIVA E DEU UM “UP” NA VIDA SEXUAL DO CASAL

Após doze anos de casados Mirian decidiu tomar a iniciativa e dar um “up” na nossa vida sexual.
Aconteceu numa noite em que começamos uma preliminar deliciosa, minha esposa chupava meu pau de uma maneira diferente, engolia minha rola e olhava nos meus olhos com cara de safada. De repente colocou o dedo na boca, molhou com saliva, desceu a mão ate minha bunda e passou o dedo molhado no meu cu! Tomei um puta susto! Confesso que nunca tinha sentido nada parecido, mas a sensação foi maravilhosa. Ela continuou com o dedo lá e enfiou e depois outro. 
Quando eu já não aguentava mais de tesão, puxei-a pra cima de mim,  encaixei a buceta no meu pau e a gente fodeu gostoso até gozarmos. 
Perguntei onde ela tinha “aprendido” aquilo. Ela me respondeu que viu na internet e tomou iniciativa de fazer. No principio achou que eu não ia gostar.
Continuamos o assunto e fui pesquisar a respeito, li sobre inversão de papéis e fiquei muito curioso.
A prática de ela me foder com o dedo entrou na nossa vida sexual. Fizemos outras vezes, com algumas variações. Pediu-me para ficar de quatro, enfiou o dedo no meu cu e fez movimentos de vai e vem com ajuda do corpo. Depois de alguns minutos pediu para usar um brinquedinho (pinto de borracha). Aceitei a brincadeira. Ela passou lubrificante no brinquedo, me chupou e colocou a ponta do pau de borracha no meu cu. Relaxei e senti o prazer em ser fodido pela minha mulher e gozei muito! 
Próximo à data do aniversário do nosso casamento resolvemos nos presentear com mais brinquedos e, rapidamente, coloca-los em uso. Iniciamos nossa transa com as preliminares de sempre. Eu chupava a buceta dela até gozar e Ela fez um boquete delicioso.
Senti que aquela noite prometia! Fiquei cheio tesão esperando ela enfiar o dedo, mas me surpreendeu e enfiou a língua. Enlouqueci e quase gozei. Mirian enfiou um dedo no meu cu enquanto me chupava. Quanto mais tesão ela percebia em mim, mais ela me chupava e me fodia. Colocou mais um dedo, mais um e fez vai e vem!
Ela me perguntou se eu queria experimentar o strapon. Respondi que sim. Vestiu a cinta com o pau de borracha, passou gel no meu cu e enfiou. Mesmo reclamando de dor, ela continuou a empurrar bem devagar me pedindo pra ter calma e relaxar. Senti o pau inteiro, entrando e saindo, foi uma das sensações mais gostosas que ela já tinha provocado em mim. Depois de me fazer gozar me comendo gostoso, eu pedi pra ela ficar de quatro e aí foi minha vez de comer o cuzinho dela. Fodi com tanta força que gozei logo feito louco. 
Não consigo esquecer essa noite aventura maravilhosa. Pegamos gosto pela coisa e repetimos a inversão várias vezes, percebi que ela adora me comer o mesmo tanto que gosta de dar!

31.5.19

REALIZEI A FANTASIA DO SEXO A TRÊS - DOIS PAUS NA MINHA CONA!

O sexo a três é uma fantasia não só de muitos homens como também de muitas mulheres, e normalmente com dois homens, embora recusem admitir que têm essa fantasia. 
Eu tinha essa fantasia desde solteira, como seria ter dois homens a dar-me prazer, mas não me atrevia a confessar ao meu namorado, actualmente meu marido, aquilo que eu imaginava ser excitante. 
Após o casamento continuei a ocultar-lhe durante anos a minha fantasia. Até que numa certa noite de amor resolvemos ambos confessar um ao outro as nossas fantasias eróticas. Entre as dele, era estar na cama com duas mulheres. Ao ouvir isto de imediato lhe disse:
- E se eu estiver também com dois homens? 
-Ele ficou tão surpreendido que exclamou. 
-O quê? Tu com dois homens na cama? 
-Sim, se tu te imaginas com duas mulheres e isso de excita, por que não haverei eu de me imaginar também com dois homens? 
-Mas excitas-te mesmo imaginando que tens dois homens a foder-te? 
-Sim excito-me, é algo que gostaria ainda de experimentar. Bem não falamos mais nisso, continuamos apenas com as nossas fantasias, mas comprou um vibrador que eu alternava, metendo no cuzinho quando ele metia na cona e outras vezes o inverso. 
Vários meses se passaram e sempre que ele notava eu estar mais excitada perguntava-me? 
-Estás fantasiando que tens dois homens aqui na cama? 
-Sim, seria muito diferente do que é com o vibrador. 
As nossas fantasias continuaram durante anos, até o meu marido me confessar que sentia tesão imaginando que estava a ver o pau de outro homem ir entrando na minha cona. Fiquei radiante porque via ser possível concretizar a minha remota fantasia aos 35 anos de idade. Passamos a falar abertamente no assunto. O meu marido participaria também e, não haveria vexames, nem da minha parte nem da terceira pessoa. Escolher alguém conhecido seria arriscado e vergonhoso para ambos. Com desconhecidos, sem saber nada dele, além de ser igualmente perigoso poderia não existir química que provocasse o prazer desejado, optamos, portanto, ver num site de acompanhantes alguém que fosse de inteiro agrado. Escolhemos primeiro através de foto, depois marcamos e efectuamos encontros, que fomos excluindo os candidatos por motivos diversos e só à quinta tentativa houve um que satisfez. Tinha 28 anos de nome Luís. Havia visto a foto dele nu e com erecção, uma das razões porque foi escolhido. 
Fomos passar a noite num hotel. Eu, apesar de ser algo que há muito desejava tremia, não sei se de excitação ou vergonha de pela primeira vez ir abrir as pernas para outro homem me foder. Foi o meu marido já nu, a despir-me e levar-me para a cama, beijando-me continuadamente. Com o Luís também já nu observei então o pau que ele tinha, mas que caralho tão grosso e comprido, aquilo ia mesmo satisfazer-me. Comigo já deitada de costas o meu marido chamou-o e indicou-lhe o meio das minhas pernas, que eu própria abri porque escorria de tesão. Luís não se fez rogado, começando a lamber e beijar o interior das minhas coxas, aproximando-se depois com os lábios e a língua no clitóris e nos lábios exteriores da cona. Que delícia sentir o meu marido beijar-me de língua e o Luís no meio das minhas pernas lambendo e beijando-me a cona. Disse para o meu marido:
- Afasta-te um pouco para ele meter o pau na minha boca enquanto sinto a sua língua onde está. 
Que delicioso 69 e que grande orgasmo obtive. Estava deliciada com tudo aquilo que sentia. Mesmo com a boca cheia lhe disse! 
Não chupes mais e mete já aí isto que tenho na boca. 
De imediato se virou, colocando em cima de mim, beijando-me de língua, mas não meteu logo, roçava com aquilo na cona, deixando-me desesperada de desejo. Fui eu a dizer-lhe: 
- Mete já, não me faças sofrer mais. 
Foi metendo lentamente, com o meu marido a ver e eu gemendo de tanto gozar. Não irei contar os orgasmos e tudo quanto se passou naquela noite nem as diversas posições em que fui fodida, não faltando a DP, o que mais difícil para mim, pois foi o Luís a meter no cuzinho e o pau dele era muito mais grosso. 
Dormimos o resto da noite comigo no meio dos dois. Já temos repetido, mas sempre com uma terceira pessoa diferente.

27.5.19

CASADO SENTE TESÃO EM SABER QUE A ESPOSA METE COM OUTROS CARAS

Moro em Guarulhos, sou casado a trinta anos. Tenho 53 e minha esposa 52, uma loira muito vaidosa, fez algumas plásticas, está superbem cuidada, pernas bem torneadas, bunda deliciosa, seios maravilhosos...Tesão de mulher.
Sempre achei que ela merecia e precisava de um bom macho. Eu nunca consegui satisfazê-la, gozo muito rápido, então resolvi que ela poderia sair com outros caras. Minha esposa achou que eu estivesse ficando doido, mas com o passar do tempo foi aceitando a ideia. Começamos a brincar virtualmente com outros homens na cam. Eu ficava ao lado dela, mas não aparecia. Logo apareceu um cara que lhe interessou e a convenceu a sair. O combinado era ela me contar tudo que tinha acontecido.
No primeiro encontro beijos, amassos, sexo oral, masturbação, mas não transou com ele.
Um dia esperei horas por ela em um shopping.  Fomos para casa e ela me contou tudinho. Meteram muito! Eu a chupei como nunca, sentia o cheiro da rola do cara, a buceta dela estava toda vermelha. Me contou que a rola dele era bem grossa e que o cara meteu nela de quatro com a calcinha de ladinho (sempre gostou assim) e adorou sentir o saco dele batendo na bunda.
Nesse dia coloquei a calcinha da minha esposa e tomei banho imaginando estar no lugar dela.
Ela saiu com esse cara várias vezes. Ele sempre se masturbava para ela antes da transa e ela ficava admirando e brincando com a rola do cara...usando a língua claro.
Uma vez ela pulou no colo dele, a camisinha saiu e o cara gozou dentro dela. Como eu fiz vasectomia e ela não tomava remédio, por segurança fomos a uma farmácia ela tomou “injeção do dia seguinte” para evitarmos qualquer surpresa. 
Depois desse, minha esposa saiu outras vezes com outros caras. Um dia meteu com um superdotado que acabou com ela. Me disse que havia sido o maior pau que ela tinha visto e que quase não cabia dentro dela, não entrava inteiro. Com o tempo a buceta foi se adaptando e ela adorava sentar-se naquilo.
Eu sempre comprava lingerie sexy, pagava salão, depilação, roupas novas, queria e ainda quero ela o mais gostosa possível.
Quando ela saia e eu não estava por perto ela me mandava mensagem falando com qual lingerie estava indo e eu passava o dia inteiro de pau duro imaginando-a trepando, chegava em casa louco.
Foram uns dois anos assim, porem ela arrumou um comedor fixo, um cara menos dotado, mas com a rola grossa. Saia toda quarta feira, sempre me contava tudo. Motel, calcinha, a trepada. Eu apaixonado e obcecado por lambe-la inteirinha e sempre me banhando com a calcinha dela, até comprei um brinquedinho para me divertir. 
Com o tempo ela não queria mais sair, mas o cara não. Ela resolveu pôr um fim, mudou o celular e desapareceu. Eu estou tentando convencê-la a voltar a ter um comedor. Quando saímos para passear, adoro exibi-la sempre sexy. Ela vai voltar estou quase convencendo-a ir em um massagista. Se der certo contarei aqui. Eu cada vez mais querendo trocar o brinquedinho, um pau de silicone, por um real. Ia adorar ficar de quatro, com a calcinha de ladinho, como ela!