21.11.19

TRANS PROCURA MULHER HOTWIFE EM SP CAPITAL

Minha sexualidade e minhas curiosidades afloraram muito cedo. Me lembro de sentir tesão ainda muito criança. 
Perdi a virgindade com uma garota aos 13 anos e a partir disso iniciei minha vida sexual. Comecei a ficar com meninos e meninas com essa idade. Mas sempre me dei melhor com garotas. 
Sempre me senti mulher, mas tive muito receio de me assumir travesti por conta de preconceito das pessoas, principalmente familiares. Então guardei esse segredo até a vida adulta. 
Sempre curti beijar muito na boca e transar. Já participei de muitas festinhas e bagunças e tive uma amiga que apresentei a ela meu fetiche de "dividir" a mesma mulher com outros caras e ela adorou. Eu e ela transamos algumas vezes com outros caras e confesso que amava aquela sensação do corpo dela suado e com cheiro de sexo. Amava penetrá-la após outros caras e sentir aquela pepeca quentinha e usada. Nunca senti nada tão gostoso na vida. Infelizmente não chegamos a namorar e, depois dela, tive essa experiência com mais algumas meninas que fiquei.
Desde então não tiro essa sensação deliciosa da minha cabeça. Tenho um imenso desejo de namorar uma mulher que adore fazer várias loucuras e aventuras desse tipo. 

Mesmo depois de me assumir trans meus desejos continuam os mesmos e ainda busco pela "HOTWIFE ENCANTADA" Que também tenha interesse em se relacionar com uma mulher trans e comigo viver muitos momentos de prazer e aventuras deliciosas. 
Não só pra isso. Mas que também tenha reciprocidade nos sentimentos. Que seja algo construtivo. Uma relação de amizade e cumplicidade. Mas que ame ser essa esposinha devassa. 
Estou em busca de realizar esse sonho. Será que vou conseguir encontrar?

2 comentários:

Joanina Pinto disse...

Quando o marido não satisfaz sexualmente a esposa é certo que irá ter um par de chifres. Tu ao menos sentias algo entrar-te na cona, mas eu é que nada sentia. Tenho 28 anos, casada à 5 e o meu marido foi o único namorado. Nunca me pressionou para foder durante o namoro, mas imaginei estar-me guardando para a noite de núpcias. Nessa noite o caralho estava realmente rijo, mas mal tocou nos lábios da cona gozou no meio das minhas pernas, ficando flácido e deixando o hímen intacto. Por mais que o chupasse depois, nada consegui. Nos dias seguintes o mesmo sucedeu. Consultamos vários especialistas, sem resultados positivos. Revoltada, disse-lhe que ia pedir o divórcio, mas o meu marido ajoelhou-se aos meus pés pedindo para não terminar o casamento, que não me exigia fidelidade; poderia saltar a cerca sempre que necessitasse foder, mas que fosse discreta e não ter amante fixo, pois poderia criar-lhe amor. Ele gostaria de avaliar quem iria foder-me, mas não tinha coragem de assistir. Após este dialogo procuramos um site de acompanhantes e, como fantasiava foder com um negro, foi entre estes que procuramos. Não irei contar quantos foram rejeitados após a entrevista, mas entre eles escolhi um com 32 anos, de nome Rui. Quando lhe disse que iria deflorar-me, sorriu, nem queria acreditar que ia romper o hímen a mais uma branca. Combinamos para a noite de sábado, reservamos 3 quartos no hotel, um para casal e 2 singles, para o Rui e para o eu marido. Passei esse dia bastante nervosa, pois não só ia mostrar a minha nudez a outro homem, como também ser fodida por ele. Após um leve jantar subi para o quarto. Despi-me e deitei-me sob o lençol, esperando por ele, que não tardou a entrar no quarto; demonstrava bem o desejo que tinha em me foder. Cumprimentou-me. Perguntou se estava bem disposta. Disse-lhe estar nervosa! Retorqui-o que me acalmasse pois iria excitar-me e já tinha tirado vários cabaços, não só em São Tomé como também a algumas jovens brancas. Sentou-se na cama e perguntou! Posso beijar-te? Disse-lhe que sim. Que prolongado beijo! Os seus lábios bem carnudos e a língua tão quente e doce; quase sufoquei. Despiu-se de costas para mim. Quando se voltou assustei-me ao ver caralho. Comprido como o meu ante-braço e uma grossura bem maior. Minha rica coninha, aquilo ia dilacera-la. Mas era lindo, bem preto, veias bastante salientes, a cabeça vermelha, mais fina que o corpo; o que convinha, pois abria caminho para o resto. Chegou junto de mim e afastou o lençol, exclamando! Que lindo corpo tens. Não o magoarei. Tornou a beijar-me na boca, mas os beijos continuaram até aos seios chupando-me os mamilos; com a língua sempre em movimento chegou ao umbigo. Eu gemia de prazer e, maiores gemidos surgiram quando chegou ao meio das minhas pernas! Que língua excitante; entrava na cona talvez até ao hímen, enquanto dedilhava o clitóris. Que intenso orgasmo me provocou o minete. A minha excitação levou-me a pegar naquela beleza de caralho e tentar mete-lo na boca, mas não cabia; só chupei cabeça; tenho a boca pequenina; que estragos aquilo iria fazer na cona! Havia em mim uma mistura de susto e desejo. Desejava sentir aquilo romper o hímen, mas receava o sofrimento. Perguntei-lhe qual a melhor posição. Sugeriu a de 4, não mancharia a cama com sangue. Então vamos já, bem o desejo. Coloquei-me na posição. O Rui roçava a cabeça da verga nos lábios da cona e meti-a entre eles, depois era a língua, alternando uma coisa e outra; eu não aguentava já o tesão. Pedi para meter de uma vez, mas ele continuou. Pedi novamente, mete já que não aguento mais. Se assim queres lá vai; e num forte impulso meteu-o todo. Parecia um ferro em brasa que me tinha furado, dei um berro que nem uma cabrita, mas senti a cabeça bater no fundo. O Rui tirou-o para me mostrar o sangue no preservativo. Não metas mais hoje, estou muito dorida, dorme aqui comigo e fodemos mais amanhã. Concordou e, no dia seguinte tornei a senti-lo bater fundo. 15 dias após esta noite novamente nos encontramos e, já com a cona dilatada e as feridas desta cicatrizadas, gozei intensos orgasmos

Joanina Pinto disse...

Este comentário foi colocado no presente blog por lapso da minha parte, pois era destinado ao blog em que a "amiga" de 45 anos confessa o prazer que obteve ao ter DADO PARA O BOY NEGÃO DO DEPOSITO DA EMPRESA depois de 15 anos de casada, porque o seu marido, por ter um caralho pequeno e delgado, não a satisfazia (as minhas desculpas pelo lapso ocorrido.)