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30.5.25

NO NEW SESIMAGINARIUM - O CUNHADO DE PERDER A CABEÇA E O CABAÇO


A primeira vez a gente nunca esquece. Sou Dani cunhadinha do Claudio, tenho uma irmã, Paty. Eu era virgem, cabaço mesmo, de beijo e tudo mais. Desses de se perder a cabeça. E o cabaço. Foi isso que acabou acontecendo.

Minha irmã Paty estava casada há poucos meses com Claudio e eu achava o meu cunhado um gato. Eu babava quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava...

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24.5.24

INTERCÂMBIO DE MARIDOS E IRMÃS PORTUGUESAS


Eu sou de facto corno dum outro corno. A minha esposa convenceu-me que durante um fim de semana houvesse um intercâmbio de maridos entre ela e a irmã, condicionando não haver sexo entre os casais, seria apenas para os maridos avaliarem a competência de cada uma. Ela ficaria com o cunhado e eu iria ficar com a irmã, iniciando-se a troca numa sexta-feira à noite até segunda-feira de manhã.

A diferença de idade entre as duas é apenas de um ano. A minha esposa com 30 anos a irmã com 29. Ambas se cuidam muito bem, a qualquer delas será difícil um homem resistir tendo-as à mão e elas estão na idade do fogo, portanto eu nunca acreditei que não iria haver sexo e creio que nem elas teriam também esse desejo. Aquele condicionamento mais não era como se tentassem tapar o sol com uma peneira, pretendiam sim o inverso, a curiosidade das mulheres é idêntica a dos homens, gostam de experiências sexuais.

O meu cunhado pensava tal como eu, também não acreditava na ausência de sexo, contratou-me para dizer o que imaginava. As irmãs queriam saber qual delas era melhor servida na cama, havendo recusa da nossa parta, o seu desejo de experimentar sexo extraconjugal as levaria a procurar comedores anônimos, assim ficaria tudo em família, ele não se importava que lhe fodesse a esposa se realmente fosse essa a finalidade da troca, cifrávamo-nos um ao outro e nada se diria ás esposas do que ocorresse, na ideia delas tinham nos traído. 

Iniciamos o fim de semana com um jantar a quatro, findo o qual, após a troca de beijos em despedida, fui com a minha cunhada para casa dela a minha esposa com o respectivo cunhado, para nossa casa. 

A minha esposa havia-me dito que ele dormiria no quarto ao lado, onde já tinha feito a cama.  

Chegados a casa da minha cunhada, ela me indicou a cama que tinha preparada no quarto em que eu iria dormir. A cama bastante espaçosa e confortável.

Fiquei confuso, pensei que estaria enganado com às intensões das irmãs, deitei-me mas não dormia, apercebi-me de abrirem a porta do quarto e na penumbra vejo a minha cunhada entrar. 

"Estás a dormir? Eu sinto frio, não estou habituada a dormir sozinha. Posso dormir aqui contigo? Afinal somos como irmãos." 

Nem deu tempo a responder-lhe, meteu-se na cama ao meu lado. Eu que tinha por hábito dormir em pelo era assim que estava, julgo ser desnecessário pormenorizar o que de passou. A minha cunhada era como uma loba esfomeada. Contudo notei ter a cona mais dilatada que a irmã, Foi um fim de semana de intenso sexo, tal como uma lua de mel.

Quando me vinha à ideia o que a minha esposa estaria fazendo com o cunhado sentia uma certa dor no coração, não tinha a menor dúvida que certamente era o que a irmã fazia comigo, mas ao mesmo tempo pensava: que lhe fizesse bom proveito e aproveitasse bem o fim de semana, na cama com um homem de ascendência africana.

Na segunda-feira tudo regressou ao normal, como se nada tivesse ocorrido, o meu desejo, no entanto era saber o que as irmãs disseram uma à outra sobre aquele fim de semana. O meu cunhado é que me confidenciou ter adorado foder a minha esposa e que mesmo ela havia demonstrado, não se importando ele que haja novo intercâmbio.