16.10.22

PERDI A VIRGINDADE COM A "TIA TURCA"



Quando eu era adolescente o que me dava tesão eram as mulheres mais velhas, as amigas da minha mãe, as professoras e as mães dos meus amigos, que chamávamos de "Tias".  Mulheres que alimentavam a imaginação de um moleque na puberdade, muito curioso para descobrir o que existia por debaixo da saia dessas Tias. 

A mais gostosa dessas Tias era a Janete, mãe do Pedrinho (aquele meu amigo de autorama e de troca-troca) uma "turcona" cálculo eu que, nessa época, tinha uns 45 anos, falante, brincalhona, desbocada, mas, sobretudo, exuberante. A Tia Turca inesgotável inspiração de minhas punhetas, estava sempre de vestido decotado que deixava à mostra parte de seus seios fartos, marcava a cinturinha e destacava seu bundão. Além disso tudo fazia um bolo de banana delicioso!

Numa sexta-feira, depois da aula, eu fui para casa do Pedrinho, brincar de autorama, se desse comer a bundinha dele ver minha musa inspiradora "Tia Turca" e comer bolo.  Tinha esquecido que meu amigo estava na aula de recuperação. Enquanto esperava ele voltar, Tia Janete me pediu para ajudá-la a tirar umas caixas que estavam em cima do guarda roupa. Ela pegou uma escada pediu para eu segurar e foi subindo degrau a degrau. Enquanto subia eu observava por debaixo da saia suas pernas, sua bunda e a calcinha branca que deixava à mostra o chumaço de pelos negros da sua buceta peluda. 

-Leozinho eu tiro daqui de cima e você coloca na cama para mim.

Quase não conseguia me concentrar. Quando ela foi descer da escada escorregou e se agarrou em mim para não cair, demorou um pouco para se levantar, peguei na cintura dela, a mão escorregou peguei nos peitos, o vestido rasgou e deixou a mostra os peitões e o bico marrom! Ela tentou arrumar, mas não deu um dos peitos continuou à mostra e meus olhos fixados nele! Tia Janete riu e disse:

- Pare de olhar, isso não é nada que você não tenha visto e já mamado!

Enquanto ela trocava o vestido voltei para a sala. Ela perguntou se eu tinha namoradinha e se eu ainda era virgem. 

- Sou sim Tia...

Eu não podia falar a verdade. Não podia falar para ela que tinha comido a bundinha do filho dela... 

- Como assim Leozinho? Nunca fez nada com ninguém? Pode se abrir comigo.

- Tia, nem sei como contar, nunca falei isso para ninguém... na verdade o que me deixava excitado são as mulheres mais velhas.

- Sério? Mulheres como eu?

- Sim Tia, como você.

 - Ah então quando você viu meu peito ficou de pintinho duro?

- Sim fiquei...

- Deixa eu ver se ele fica duro mesmo?

- Não Tia, tenho vergonha...

Tia Janete, se levantou, trancou a porta, abaixou as alças do vestido e colocou os peitões para fora.

- Vem Leozinho, vem mamar nas tetas da Titia.

Eu chupei um dos bicos, depois outro... Ela esfregava aquilo tudo na minha cara.

- Agora é minha vez de mamar. 

Ela se ajoelhou no chão, abaixou meu short, colocou meu pau para fora e a começou a chupar ele todo: A cabeça, as bolas, lambia inteiro e enfiava na boca. Fiquei sem reação quando vi que estava sendo chupado pela mãe do meu amigo, a Tia inspiração das minhas punhetas.

- Tia, cuidado o Pedrinho pode chegar...

- Calma, temos meia hora ainda.

Tia Janete se deitou no sofá, levantou o vestido, abaixou a calcinha e abriu a buceta peluda. 

- Dá uns beijinhos aqui, passa a língua, chupa a buceta da Titia. 

Eu, que nunca tinha feito aquilo, meio desajeitado, ia chupando, lambendo e pegando nos peitos dela. Tia gemia e falava para eu não parar. 

- Leozinho, aproveita que ela está molhadinha e coloca o pinto dentro da buceta da Titia.

Deitei-me por cima dela e meti na buceta toda melada. Meu pau entrou fácil...Era um bucetão! Depois ela se ajoelhou na minha frente pediu para eu gozar na boca... eu soltei a porra toda naquela boquinha. Perguntou se eu tinha gostado e eu falei que tinha sido muito bom. Ela foi se arrumar e eu “sem graça”, sem saber o que falar disse que ia para casa. Tia Janete disse que se eu não contasse nada para ninguém eu podia voltar mais vezes.

- Antes de ir embora, coma um pedaço de bolo que a Tia fez para vocês.

Gostou do bolo? Venha comer sempre!


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