5.2.18

ESPOSINHA SE “ACABOU” NA PICA DO NEGÃO

Minha esposa Helena sempre alimentou a fantasia de transar com um homem negro. Ficava muito excita quando assistíamos filmes com negões avantajados!
Conhecemos Paulo numa festa no final de 2017. Um negro bonito, alto, forte, extrovertido e bem humorado. Após esse dia Helena sempre comentava sobre ele. Pronto! Encontrei o negão que iria fazer minha esposa feliz!
Conversei com ele pelo whatsapp… Comentei que tinha sido o primeiro homem dela e após 15 anos de casados pensei que não seria justo a minha esposa não saber como seria outro homem. E, como sabia do tesão que ela tem por negros, ele seria “o cara”.
Marcamos um encontro num café. Paulo conduziu muito bem o nosso “papo”, sem tocar diretamente no assunto. Percebeu que Helena não estava tão à vontade, meio tímida e sem jeito. Falava pouco, mas o encarava com desejo.
Para quebrar o gelo brinquei:
-Amor, acho que você não está muito interessada na nossa conversa, quer ir embora?
Helena sem jeito respondeu em voz baixa olhando para mim:
-Sim, claro que sim, de onde você tirou isso? Não quero ir embora não…
-Então relaxe! Estou sentindo você tensa!
Na verdade eu sabia que Helena estava molhadinha, com vontade de levar aquilo adiante e “brincar” com a rola do Paulo.
Helena se levantou foi ao toalete e nos deixou a vontade para combinarmos melhor a nossa noitada.
-Paulo, Helena gostou de você, então vamos para minha casa nos divertir!
Paulo reforçou que seguiria as nossas regras, faria apenas o que quiséssemos. Seria o brinquedão da Helena!
-Bela casa Leo.
-Gostou? Confortável, bonita e o melhor: estamos a sós, nós e mais ninguém. Que tal mostrarmos para o Paulo nosso quarto, nossa cama?
Helena visivelmente excitada disse:
– Vamos, assim tiro essa roupa, tomo uma ducha e coloco algo mais confortável.
Enquanto Ela se trocava tomamos um uísque para relaxar.
Minutos depois Helena voltou do banho com uma camisola transparente, deixando à mostra os peitos, os bicos grandes e a calcinha minúscula marcando a buceta.
-Paulo ela não é gostosa? Muita mulher para um homem só, você não acha?
-Amor para! Assim fico envergonhada! Paulo fique a vontade, se quiser usar o banheiro tomar uma ducha…
Paulo saiu do banho. Na cama Helena chupava meu pau olhando para o Negão que, assistia a cena e alisava por cima da toalha, o pauzão duro.
Fiz sinal para que ele se aproximasse e se juntasse a nós:
-Olha só querida seu sonho de consumo, um pau grande todo seu!
Ela “me deixou de lado” e começou a chupa-lo. Engoliu a rola dele até engasgar.
Me afastei, sentei numa cadeira para apreciar a festinha entre os dois.
-Aproveite o presente que te dei, quero ficar olhando, observando e me deliciando. Chupa essa rola grossa. Lambe a cabeçona do Paulo.
-Amor obrigado! Era isso que eu sonhava um pau grande e preto. Paulo põe a camisinha e deixa eu te cavalgar, quero sentar na sua rola.
Paulo se deitou e Helena montou, encaixou, ajeitou a rola na buceta molhada e começou a cavalgar. Totalmente fora de si, gemia, passava a mão nos cabelos, nos seios… Ela gritava:
-Vou gozar negro gostoso. Enfia essa tora na minha buceta com força até o fim, vai safado, me transforma na tua putinha.
Paulo respondeu:
-Goza! Teu maridinho quer ver você gozando na vara do negrão.
Paulo tirou o cacete da bucetinha da Helena, arrancou a camisinha e colocou o pau na boca dela.
-Agora é a vez do negão te dar o leitinho. Safada! Bebe minha porra.
Eu assistindo aquela cena não aguentei. Aproveitei que minha esposa estava de quatro e meti no cuzinho dela.
Helena chupava com força a rola do Paulo e eu puxava os cabelos com força e socando o cacete com violência no cuzinho, Ela faz um pedido:
– Meus amores quero os dois paus juntinhos dentro de mim!
Apesar de apertadinha, Ela aguentou por uns 10 minutos as duas rolas. Gemia de dor e gozava muito!
No final ainda mandou que o Paulo gozasse na cara e na boca, pois queria uma foto lambuzada de porra de um negro.
-Negão goza na minha boca lambuza minha cara de porra!
Depois desta noite tesuda, continuamos saindo, várias vezes… Propus termos um caso fixo. Peguei de os dois de surpresa… Mas isso é outra historia!

6 comentários:

Filomena de Fatima disse...

Não só a tua esposa tem a fantazia de ser fodida por um homem de cor, pois é bastante vulgar as mulheres, casadas, ou não, desejarem experimentar o caralho dum negrão. Eu estou entre estas, mas tenho o azar do meu marido não ser corno manso k me ajude a encontrar um comedor de origem africana para concretizar as minhas fantazias. Necessitei portanto de recorrer a um moço de programa, de nome Elias, o qual gozou tb tanto comigo que não aceitou qualquer pagamento, pronteficando-se ainda a repetir sempre k eu desejasse, ficando o motel a meu cargo. Quando da minha primeira vez com um negrão necessitei de ingerir algumas bebidas alcólicas, pois nunca tinha dado a homem algum excepto ao meu marido; ir abrir as pernas para um estranho meter onde apenas ele havia metido parecia-me ser um crime k ia cometer. Embora o meu desejo fosse experimentar um caralho velumoso, tinha receio de este ser demasiado grosso, ficar arrombada e o meu marido notar. Já no quarto do motel com o Elias, não conseguia mesmo disfarçar quanto estava nervosa e a vergonha k tinha de me expor nua na frente dele. O Elias até foi bastante amoroso comigo, portou-se como um namorado; com ambos inteiramente vestidos procurou excitar-me, beijando-me e acariciando-me, até k comecei a correponder-lhe os beijos, inclusivamente beijos de lingua, o k apenas havia ainda trocado com o meu marido. Apesar de já bastante excitada não me atrevia a despir, mas não opus resistencia quando senti despir a roupa exterior ficando estendida na cama só com as cuecas e o sutiã. Ele sem qualquer pudor despiu-se totalmente. Fechei os olhos, mas com a curiosidade de ver o k iria entrar em mim logo os abri. Fiquei assustada, receando não aguentar aquilo, além de enorme a gossura era do meu braço; se não tivesse já parido um filho certamente iria magoar-me bastante. Ele começou por massajar-me os ombros, a nuca e a barriga; com um caralho tão rijo roçando em mim, não me contive em lhe pegar para avaljar a sua grossura, punhetando-o durante momentos, passou de seguida a massajar-me os pés, as pernas e as coxas, especialmente o interior destas, tocando como casualmente no meio das pernas, verificando ele k as cuecas estavam mais que molhadas. Regressou aos meus peitos, tirou o sutiã, ficando assim com as maminhas ao leu e os mamilos bem salientes, k de imediato abocanhou, chupando e lambendo. Eu não me contive mais uma vez e meti na boca o rolo de carne rija k havia punhetado! Dado a sua grossura, foi dificil entrar na boca; chupei apenas a cabeça, O Elias continuou a beijar-me a barriga até ao umbigo; despiu-me as cuecas e os seus labios e a lingua logo atigiram o meio das minhas pernas, beijando e lambendo as virilhas, provocando-me ondas de prazer, esperando eu a todo o momento o contacto onde mais desejava, não tardando sentir dedilhar o clitóris e lamber os lábios vaginais, alternando com a intredução e alguns dedos na cona! Que orgasmos duplos aquilo me provocava; mas o meu desejo era mesmo k aquele pau negro entrasse em vez dos dedos. O Elias constantemente dizia! Como és linda, k beleza, k grande prazer tenho em foder contigo. Vi k colocava uma camisinha naquela verga preta. Era pois chegado o momento daquele caralho ir entrar em mim. Só lhe pedi: isso é muito grosso mete lentamente! SiM, FICA TRANQUILA. Relmente foi metendo lentamente. Aquilo alargava o canal conforme ia entrando. senti k bateu no utero, k dor gostosa. Ele estava em cima de mim, beijava-me enquanto movimentava um vai vem, roçando sempre no cliróris. Os orgasmos era continuados, eu gemia e gritava de prazer. Mudamo, fiquei na posição de 4; assim entrava mais fundo mas era delicioso. Pediu-me depois para o cavalgar, obtendo eu tb assim intensos orgasmos. Deitei-me na beira da cama, com ele de pé no soalho, abriu-me as pernas e elevou-as, ficando como galinha assada. Naquela posição via bem como aquela geba negra entrava e quase saía da cona. Ele ainda pediu para meter no cusinho, mas não deixei. Era muito grosso. Tirou a camisinha e veio-se na minha barriga. Já repetimos e foi ainda melhor, até dei o cusinho.

Maria Luísa disse...

Estou casada à 9 anos e tenho 33 de idade. Desde à vários meses que estou louca para ter sexo com um africano, gostava imenso de experimentar uma verga avantajada a cima de 20 cm, tal como tenho visto em alguns vídeos com os quais as mulheres parece gozar bastante, pois a do meu marido tem apenas 14 cm e quanto à espessura também é mínima; mas não tenho coragem de o trair e vergonha e lhe dizer que não me satisfaz sexualmente, gostaria imenso que o meu marido me repartisse numa menagem com um africano, certificar-me do prazer que uma verga maior em comprimento e espessura provoca numa mulher. Gostaria de receber algumas dicas de alguém que tenha convencido o marido a reparti-la com outro homem.

José Manuel disse...

Não tenhas vergonha de confessar ao teu marido que não te satisfaz. Fala com ele enquanto ambos vêm vídeos de sexo com negros: diz-lhe que não tens coragem de o trair, mas com frequência imaginas como será o prazer ao teres um pénis de maior dimensão dentro de ti; que tens a fantasia de experimentar uma menagem masculina com ele e um negrão, que assim não seria traição e é uma aventura bastante em voga para muitos casais.

Maris Luisa disse...

Segui o seu conselho, mas só passados vários meses me decidi, retomando a ver videos de sexo com negros sem a presença do meu marido, porém de forma a ele descobrir o que eu fazia, e que efetivamente aconteceu.
A primeira reação dele foi dizer-me que tais videos não eram para mulheres serias. A minha pergunta imediata foi se as mulheres serias não tinha também as suas necessidades e ter conhecimento das diferentes medidas que existem nos pénis.
Vê a diferença que existe entre o teu o destes negros.
Sim é verdade, mas nem todos podem ter um férrari.
De acordo, mas quem não gostaria de experimentar as sensações de conduzir uma um carro dessa categoria, pelo menos uma vez na vida?
Não me digas que desejas experimentar, também uma vez. a tora dum negro! Aquilo arrombava-te. Coitadinha de ti.
Coitadinha porquê? Parece que as mulheres que ali são servidas gozam bastante! E eu, meu querido, desculpa que te diga, contigo é raro gozar. Nunca te traí nem tenho coragem de o fazer, mas tenho verificado haver que faça menagens, incluindo outro homem na relação conjugal, desta forma mão há traição. O sexo é apenas sexo, ali não há afeto, o amor conjugal não é afetado, seria apenas repartir-me durante alguns momentos com alguém, contudo serias e serás sempre o meu amor.
Nem posso imaginar outro homem em cima de ti fodendo-te também. Como iria eu depois encarar esse alguém que te fodeu? E tu, se ele te encontrasse dizer para os amigos: aquela já eu fodi. É um caso que não pode ser decidido da ânimo leve.
Passamos mais de um ano a discutir os prós e os contras, até que o meu maridinho decidiu aceitar desde que fosse com alguém desconhecido. Pensamos no estrangeiro, depois mesmo em Portugal durante as férias afastados da nossa residencia e finalmente por um moço de programa, que nunca faria chantagem. Queria o meu marido, embora fosse eu escolher e confiando na minha escolha, dar também o aval, pois não iria repartir-me com um mal encarado qualquer. A escolha, via SKYPE, não foi fácil. Eu exigia um negro, mas ao meu marido todos considerava indignos de me foderem; até que surgiu um do agrado da ambos. Era de Cabo Verde, de nome Luis 29 anos, casado mas com a esposa na terra natal. Reunimos num discreto bar; a química entre nós foi imediato. Combinamos para a noite do sábado seguinte num motel que contactamos esse próprio dia. Não contarei o que se passou depois no motel, porque já todos devem imaginar o que foi. Adorei, fiquei arrombada, toda partida mas saciada; não estava habituada a tamanha grossura. O meu marido confessou-me que inicialmente teve ciumas, mas ao ver o prazer e o gozo que demonstrava sentir o seu tesão aumentou, o que eu verifiquei ser uma realidade. Também já me disse que não se importa de me repartir novamente. Caso tal se proporcione evidentemente que não recusarei.

Anônimo disse...

E se não for um negro mas um branco moreno, grisalho com um cacete bem grande e grosso? Queres falar disso?

Anônimo disse...

Minha mulher também fica louca de tesão quando vê negros com grandes caralhos, em vídeos porno e mais ainda quando vê nas praias de nudismo. Sempre que fodemos e falamos do assunto, ela vem-se rápido e forte, o grelo dela incha e sai todo fora com a tesão. Mas nunca fez nada com um negro, diz que teme gostar demais e viciar e isso ser mau para nossa relação. Somos casal nos 50, português em Portugal.