1.10.21

PROJETO60 - BRINCANDO DE MÉDICO COM MINHA PRIMA E...


Como já contei (aqui) eu morava numa rua onde tinham muitos meninos e poucas meninas. Nos primeiros anos da adolescência, a descoberta dos prazeres do sexo foi fazendo troca-troca com os amigos e, agora, com 15 anos, tentando “ficar” com alguma garota da escola, mas sem sucesso. 

Nesta época minha mãe passava quase todas as tardes na casa da minha tia. Eu adorava ir junto para “brincar” com minhas primas um pouco mais novas que eu. Débora tinha 13 anos, linda, corpão, “puxou” a mãe (Desde criança me sentia muito atraído pela minha tia, achava isso errado porem quando a puberdade começou a aflorar isso piorou muito, mas isso conto depois) e a Rose 11, bobinha e feinha.

Enquanto as mães ficavam conversando na cozinha íamos os três para o quarto brincar de casinha e de médico. Rose era a enfermeira e Débora a paciente. Ela se deitava na cama para que eu a pudesse examinar. Levantava a blusa e abaixava a calça. Apalpava, acariciava, examinava aquele corpinho. Minha prima, que já era bem safadinha, gostava quando eu tocava suas pernas e depois ia subindo entre sua virilha até chegar na bucetinha lisinha e com poucos pelos. Fazia uma checagem geral e massageava.  Ela pedia para tomar cuidado não enfiar o dedo...era virgem! Eu ficava de pinto duro, ela percebia e dizia:

- Agora é minha vez de examinar. 

Ela pegava, acariciava, puxava o prepúcio, deixava a cabeça para fora, “punhetava” e parava.

Em uma das sextas-feiras que minha mãe me deixava dormir lá, brincamos como sempre, tomamos banho, jantamos, coloquei meu pijama, minha prima uma camisolinha, assistimos TV e fomos os três para o quarto dormir. A casa era um sobrado e os quartos no andar de cima. As duas dormiam na cama e eu no chão ao lado da cama da Débora. Ficamos conversando baixinho para minha tia não escutar, até que percebemos que Rose dormiu. Débora estava sem sono e queria conversar, desceu da cama se deitou ao meu lado, ficamos beijando e se esfregando:

- Cuidado, se sua mãe escuta vai dar merda. 

- Relaxa! Rose está dormindo, minha Mãe está vendo TV e deve ter dormido no sofá... não vem para o quarto tão cedo.

- Você também brinca com o pinto do seu namorado? Perguntei para ela. 

- Primo vou te contar um segredo... brincamos, mas de um jeito diferente! Ele pede para eu chupar o pinto dele até ficar duro e aí coloca no meu bumbum. Você já fez isso?

- Com meninas não, só com um amigo do clube.

- Você coloca o pinto no bumbum do seu amigo? Enfiou todinho á dentro?

- Sim! Ele também enfia?

- Enfia, dói um pouquinho, mas é gostoso... você quer colocar no meu bumbum? Eu deixo.


Nos beijamos e eu acariciei a bucetinha lisinha e passeio o dedo naquele cuzinho macio.

- Vou abaixar a calcinha e você vai colocando devagar, mas cuidado - na pepeca não! Sou virgem!

Ficamos de conchinha e fiz o que ela me pediu. Abaixei short, pinto estava duro, abracei e senti sua bundinha encostando no meu pau. Enquanto acariciava seus peitos durinho, comecei a esfregar meu pinto no cuzinho dela, forçando para entrar.

- Primo, molha bem e coloca devagar para não doer. É assim que ele faz!

coloquei o dedinho molhado, depois que ela foi se acostumando, forcei a entrada do cuzinho com a cabecinha da minha pica. Ela gemia baixinho para não acordar ninguém. Débora foi relaxando, o pau foi entrando ela começou a gemer e sussurrar:

- Enfia ele todinho na minha bundinha, igual você faz com seu amigo, mas não goza no lençol senão fica manchado e minha mãe vai desconfiar... faz como meu namorado, goza dentro do meu cuzinho!

Enquanto eu metia no cuzinho ela acariciava a bucetinha. Gozei... Ela foi ao banheiro se lavar e depois eu fui. Ufa! Ninguém nos flagrou! 

Depois que tudo acabou senti um pouco de culpa de ter comido a bundinha da minha prima, mas me senti homem. Na manhã seguinte acordamos e nos olhávamos com cara de safados... continuamos a nos divertir assim por um bom tempo. 

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