29.9.22

NA PANDEMIA COVID ME TORNEI AMANTE DA MINHA MADRASTA! #1


Tudo começou em 2020 durante o período de Lockdown por causa da pandemia de COVID. Tenho 17 anos, sou filho único e moro com meu pai e minha madrasta, Natália que tem 42 anos é morena, muito bonita, peitos grandes e uma bunda linda. Um tesão de mulher! 

No período de isolamento meu pai foi trabalhar em outra cidade e passamos os dias assistindo TV, filmes séries e, como estávamos em casa, sem poder sair, ficamos a vontade, eu de bermuda e ela de camisola short ou sempre alguma roupa confortável...




















CONTINUA....


Um comentário:

Susana Santiago disse...

Foi durar«te a pandemia que eu traí o meu marido. Tinha 25 anos, casada á 3, ele 28, engenheiro de construção civil.
Em março de 2020 trabalhava em Andorra. Anteriormente todos os fins de semana vinha ao Porto, mas durante aquele mês e no mês abril fechadas as fronteiras era impedido de sair de lá e passar por Espanha, assim tal como, eu também devido à pandemia passei a tralhar em casa, na contabilidade da empresa.
Habituada ter sexo pelo menos semanalmente, sentia tanto a falta do mesmo e tal era o tesão, que mal me concentrava no trabalho.
Sucedeu que no mesmo prédio morava também o gestor da empresa, com 33 ano, divorciado e com frequência eram marcados encontros entre nós para resolver problemas de serviço, umas vezes em minha casa e outras em casa dele.
Foi num desses encontros que aconteceu mesmo o que eu realmente tanto ansiava. A primeira vez ficamos apenas pelo sexo oral, que ele me fez, mas depois passou a ser tudo quanto possível.
Que noites maravilhosas enquanto o meu marido esteve confinado, mas nunca na nossa cama conjugal, o que não deixa de se traição. Certamente por ser novidade para mim, era tal como uma lua de mel, que prazer sexual obtive nesse período; porém tudo terminou com o regresso do meu marido.
Ele não sabe nem imagina o que se passou. O pior é esse o meu colega e vizinho querer repetir; diz ser só mais uma vez, alega recordar com saudades aquelas noites, não consegue esquecer-me, mas ante precinto que irá pedir-me para ceder outras vezes e nunca mais parar. Reconheço que deveria ter pensado bem no que fazia, mas a carne é fraca e depois vêm as consequências.
Não sei durante quanto tempo irei resistir, pensei em pedir ao meu marido para mudarmos de residência, mas senso o apartamento nosso que razão irei sugerir para uma tal mudança?
Portanto alerto todas as esposas, é fácil entrar em determinadas situações, o difícil será sair delas depois.