15.4.20

COMO VOCÊ ESTÁ SE VIRANDO SEM SEXO NA QUARENTENA DO CORONA

Eu estou a exatos 30 dias sem sexo, creio que devo ter orgasmos múltiplos, já fui muito de masturbação mas aí chega a idade e você entende que isso é chato, você quer mesmo ao vivo.
Ao mesmo tempo morrendo de medo de contrair coronavirus, ou ser vetora, que até perco tesão.
E você, o que como está se virando sem sexo em tempos de covid_19?

8.4.20

CALIENTURAS DE UM CASAL NO CARNAVAL EM PORTUGAL

As "calienturas" do carnaval não ficam só pelos desfiles, também no carnaval existem outros locais bastante quentes onde casais se divertem intimamente. 
Nós somos um casal, eu com 33 anos e o meu marido com 35, casados faz 10 anos. Há mais ou menos 4 meses que iniciamos a troca de parceiros. Após dialogarmos durante quase um ano sobre os prós e os contras de uma tal prática, decidimos experimentar, o que nos proporcionou um prazer nunca antes imaginado. 
Dias antes do carnaval o casal com o qual apenas havíamos trocado, convidou-nos para uma ceia de mascaras na noite de 2ª para terça feira de carnaval, num monte alentejano transformado em pousada rural. Esclareceram-nos serem 15 os casais participantes, com idade entre os 30 e os 40 anos e haver uma possível troca de parceiros, mas para numa maior intimidade existirem quartos individuais para dormir. Aceitamos, sem imaginar o que iria acontecer. 
Reunimos no referido monte cerca das 22 horas de 2ª feira. Fomos recebidos por um casal de empregados que entregaram a cada um uma mascara de veludo preto, que nos ocultava as feições, e não poderíamos tirar durante toda a noite. Eu reconhecia o meu marido apenas pelo que ele tinha vestido. Num amplo salão, com poltronas e sofás em volta, uma mesa ao centro na qual foi servida a ceia pelos empregados igualmente mascarados, que não descuravam com as bebidas nos copos. Num estrado, uma aparelhagem sonora difundia música suave. Tudo parecia decorrer na maior simplicidade, quando depois de terminada a ceia, a musica passou a ser erótica intercalada com gemidos femininos de prazer. Não sei se foi uma das esposas ou se uma empregada que em dado momento subiu para o estrado e presenteou-nos com um striptise. Foi o principio; não sei se algo as bebidas continham que contagiou todos os casais; aos poucos se despojaram das roupas, ninguém sabendo quem era o respetivo cônjuge. Inicialmente só se beijando, trocando de parceiro, mas musica erótica e os gemidos excitava-nos tanto que as poltronas e os sofás foram ocupados por casais a foder. Era uma verdadeira orgia. Perdi a conta aos caralhos que me entraram cona, aos orgasmos que gozei, aos boquetes que fiz, os minetes que me fizeram, alguns por mulheres e que adorei. Tentei também fazer mas não gostei. Não me davam descanso, estava exausta.
Já de madrugada um dos cavalheiro perguntou-me se me importava de dormir com ele; disse-lhe que não, nem sei o que se passava comigo, a nada me opunha, deixei de ver o meu marido que reconhecia pelo cabelo, iria dormir com alguém não sendo o meu marido e quem nem sequer sabia o nome, era no entanto muito educado. Uma vez no quarto, porta fechada, ele me abraçou e beijou de língua; apesar de exausta estava a excitar-me. A minha excitação aumentava ao sentir sugar os mamilos e depois mais ainda com um delicioso minete; o caralho deste desconhecido creio que seria dos poucos que não tinham ainda entrado em mim, era tão lindo e tão grosso que não me contive e fiz-lhe um tão delicioso boquete que gozou na minha boca. Apesar da cona bastante dolorido desejava mesmo senti-lo dentro de mim, o que sucedeu com grande prazer para ambos antes de adormecermos. 
Acordamos ao meio da manhã, foi quando retiramos as mascaras, uma vez que só não era permitido retira-las durante a noite, foi quando vi quem tinha dormido comigo, um mulato bastante claro. Perguntou-me se não queria dar mais uma, desta vez no cuzinho. Hesitei na resposta, receava a grossura, mas o tesão falou mais alto e concordei. Foi o momento mais difícil, aquilo era muito grosso, embora não fosse também virgem ali quando aquela verga começou a entrar eu vi as estrelas, mas depois o prazer compensou. 
Regressamos ao salão onde a maioria já se encontrava, incluído o meu marido, que logo se dirigiu para mim, perguntando onde tinha dormido. Como resposta perguntei-lhe onde ele tinha dormido também, não respondeu, mas certamente que dormiu tal como eu, bem acompanhado.

6.4.20

TESÃO DE SEGUNDA #3 - CUZINHO ESCURINHO À VISTA!

É normal ser branca e ter a buceta escurinha, mais realçada. Minha esposa é branca mais o cu dela é bem escurinho. Quando ela depila é que da para ver mesmo isso. LEIA MAIS AQUI!

1.4.20

TIRE SUAS DUVIDAS: DIMENSÃO DE UM PAU DURO

Gata, se você é "encanada" com o tamanho do pau do seu gato, damos umas dicas!
Se ele for novinho tem alguma esperança - a rola dele crescerá até os 21 anos.

Micropênis
Comprimento peniano até 8 cm
Circunferência do pênis de até 8 cm
Porcentagem da população masculina: 2%
Pênis Pequeno
Comprimento pênis entre 8 a 11 cm
Circunferência peniana entre 8 e 10 cm
Porcentagem da população masculina: 5%

Pênis Normal ( Médio )
Comprimento do pênis entre 12 e 16 cm
Circunferência peniana entre 10 e 12 cm
Porcentagem da população masculina: 77,9%

Pênis Grande
Comprimento peniano entre 17 e 23 cm
Circunferência pênis entre 12 e 15 cm
Porcentagem da população masculina: 15%

Para medir:
Comprimento: medido com a pessoa de pé e com o pênis paralelo ao chão. A medida é ao longo da região de cima do pênis desde a origem do pênis até a ponta. As medidas na parte inferior, com a pessoa sentada ou deitada não são confiáveis.
Grossura: a circunferência do pênis é medida usando-se uma fita métrica. É considerada a média da cabeça, meio e base (ou parte mais grossa).

25.3.20

MEU MARIDO É CUCKOLD VOYEUR E EU TORNEI-ME UMA HOTWIFE

Nem queria acreditar que após 20 anos de casados e com 50 anos de idade, o meu marido quisesse ver-me na cama com outro homem, ele que foi o meu único namorado e quem me tirou a virgindade. 
Certo dia confidencio-me sentir grande tesão imaginando que eu estava sendo fodida por uma enorme geba, reclamando não aguentar tamanha grossura. Perguntou-me de seguida se aceitava transformar essa imaginação em realidade. Disse-lhe que não, mas ele com frequência insistiu-o tanto, afirmando que eu muito iria gozar com uma pica diferente, maior que dele, apenas com 14 cm, que decidi aceitar. No entanto algo tinha de esclarecer e perguntei-lhe: 
- Então já não me amas? 
- Querida, o meu amor por ti irá mesmo aumentar com o prazer que irás proporcionar-me e para teu parceiro encontraremos um desconhecido, que seja do teu inteiro agrado! Acrescentando! 
Quanto a mim seria um mulato, pois com ascendência africana normalmente são bem abonados. Se realmente é assim aceito a experiência, mas se desgostar não repetiremos. 
Ocultaremos os nossos nomes verdadeiros e terá que ser num motel. O meu marido jubilou e de imediato procurou num site de acompanhantes masculinos, que eu também acompanhei. Rejeitamos vários, até que um me agradou; era massagista, casado, com 30 anos, mulato, de nome Adelino. 
Combinamos um encontro numa pastelaria para nos conhecermos e ver se havia ou não química entre nós. Quanto mais se aproximava o dia, mais eu tremia ao pensar no que ia acontecer, pela primeira vez iria expor a minha nudez perante outro homem. 
No dia aprazado vesti um babydoll preto, que contrastava com a minha epiderme branca. Ao chegar ao quarto nos sentamos na cama e pedi ao meu marido para me excitar o máximo, o que ele fez muito bem, beijando-me, cariciando-me e deixando-me com o desejo sentir um caralho entrar na cona. 
O Adelino não tardou, despiu-se e aproximou-se de mim sem pressas; pediu-me para me levantar, admirando o meu corpo; o meu marido havia-se afastado para a poltrona. O Adelino abraçou-me por traz, beijando-me o pescoço e os ombros, enquanto me despia o babydoll. Já havia reparado que ele tinha entre as pernas uma geba bem grossa e comprida, rija como o aço, bem maior e mais grossa que a do meu marido. Aquilo ia magoar-me quando entrasse na cona, mas teria de aguentar, no momento sentia-o no reguinho do bumbum, o que me excitava bastante. Virou-me de frente e procurou os meus lábios com os dele para um beijo que foi de língua, ao que eu correspondi. Era o primeiro beijo de língua que trocava com outro homem. Deitou-me na cama e depois do beijo trocado, os seus lábios e língua percorreram-me todo o corpo até ao interior das coxas, detendo-se especialmente nos mamilos e no umbigo sem tocar no meio das minhas pernas. Depois de beijar e lamber-me as coxas chegou finalmente onde eu mais ansiava. Senti a sua língua nos lábios vaginais, metendo-a profundamente entre eles, rodopiando-a também no clitóris. Como a sua verga próximo do meu rosto, peguei-lhe e meti-a na boca, chupando aquele rolo de carne rija. Puxei o Adelino para cima de mim, ficando num perfeito 69. Eu sentia-me voar com o prazer do melhor orgasmo da minha vida. Como era possível sentir tanto prazer com um estranho? 
Estava exausta. Vi que o meu marido se punhetava, mas o que mais desejava era certificar-me se aguentava o seu caralho na cona. Já o Adelino se colocava entre as minhas pernas, roçando a cabeça do pau no clitóris. Eu aguardava ansiosa a investida e pedi-lhe:
- Mete devagar que é muito grosso. 
Ele compreendeu-me e foi empurrando lentamente, parecia estar perdendo novamente a virgindade, aquilo ia alargando o canal a sua medida, com os dentes cerrado fui aguentando até senti-lo bater no útero. Depois que delicioso vai-vem, roçando sempre no clitóris; nas estucada batia no útero; que dor tão gostosa eu sentia, com tudo isto os orgasmos eram duplos. 
Não irei descrever todas as posições em que fodemos, mas que tarde inesquecível. 
Esta foi a nossa primeira vez. Já temos repetido com outros parceiros e até uma vez dei o cuzinho.

23.3.20

TESÃO DE SEGUNDA #2 - HOTWIFE À CAMINHO DA ACADEMIA

Quando minha hotwife se deu conta de que os machos da vizinhança não conseguiam desviar os olhos da sua bunda, quando ela caminha para a academia, passou a recusar minhas caronas: 
- Imagina amor, não precisa, vou caminhando. VEJA NO NEW SEXIMAGINARIUM

18.3.20

NO SEXXXVIDEO TITIA SEDUZ SOBRINHO NA COZINHA

Alguns garotos sonham em transar com a tia gostosa, mas ninguém sabe como dar o primeiro passo em direção ao sexo com alguém da familia. 
Como a titia reage à proposta de deixar o sobrinho colocar o pau na buceta? 
Nem todas vão concordar! 
O garotão deste vídeo teve sorte. A Tia aproveitou que a mãe do garotão tinha saído e pegou o sobrinho na cozinha. 
O garoto obediente estava lavando a louça quando a tia apareceu atrás dele e o abraçou gentilmente. 
Depois disso, titia ajoelhou e começou a chupar pau do sobrinho. 
Melhor ver o vídeo né!

11.3.20

CASEI VIRGEM, MAS MEU MARIDO DESCOBRIU MEU SEGREDO

Quando eu tinha 15 anos, tocava muita siririca, tinha muito tesão de ficar com um homem, de preferencia mais velho, mas queria continuar virgem. Aproveitei que minha irmã mais velha tinha brigado com o namorado, um cara de 22 anos que vivia me cantando, "dei mole" para ele e ficamos juntos. Namoramos por seis meses. Num dia disse que queria dar para ele:
- Você é novinha, 15 aninhos, já deu para alguém?
- Não, só fiz boquete num amigo na escola e ele chupou meu peitos. Quero dar para voce, mas quero continuar virgem..
- Então vou comer seu cuzinho! 
Ele fez anal (que doeu pakas). Depois dele, namorei com mais dois caras e eu sempre fazia anal, na buceta so lingua! Encontrei um cara legal, "respeitoso". Disse para meu atual marido que era virgem (era mesmo), que tinha namorado com meu cunhado (minha irmã casou com o cara que tirou o cabaço do meu cuzinho), mas nunca contei das safadezas de solteira. Meu marido varias vezes perguntou se tinha rolado algo mais, mas sempre jurei que nunca tinha acontecido nada com meus ex namorados, a não ser um amasso mais fortes. 
Meu marido sempre ficou com uma "pulga atras da orelha" e, recentemente numa festa de família, ele já meio alto de tanto beber, jogou verde pra colher maduro - Num certo momento disse ao meu cunhado que eu tinha contado tudo, tudo mesmo que havia rolado entre eles e ele caiu, acabou contando tudo:
Que nunca tinha comido a minha buceta porque eu não queria perder a virgindade, mas no cuzinho socou muitas vezes e gozou muito. Ele fez que já sabia de tudo e o papo ficou por ai.
Naquela noite, estávamos na cama e no auge da foda ele perguntei de novo:
- Aconteceu algo entre você e o marido da sua irmã.
- De novo isso! Já te falei que não. Casei virgem com você. Você tirou meu cabaço!
Ele não aguentou e disse que ele havia contado tudo o que le fez com ela, que realmente não tinha metido na buceta, mas você dava o cu para ele!
Não tive saída, admiti, pedi perdão...
Meu marido ficou m imaginar meu cunhado comendo minha bundinha, gozando na minha boca. 
Depois desse dia ofereci a bunda para meu marido, acho que é uma forma de me redimir de ter escondido dele. O marido da minha irmã frequenta nossa casa direto, fico imaginando se ela soubesse disso também, 
Conto pra ela ? 

9.3.20

ESPOSA QUER QUE O AMANTE "ABRA O JOGO" PARA O MARIDO DELA

Quando ele a viu chegar com as crianças na porta da escola, dar um beijo em cada uma delas antes de entrarem, ele esperou um pouco e se aproximou. Alcançou-a quando já havia entrado no carro: 
- Oi, sumida. Quanto tempo! Tava com saudades... Disse apoiando-se na janela do carro. 
- Saudades de mim ou da minha buceta? Respondeu ela fingindo estar magoada. 
Acariciando o rosto e o cabelo dela, ele responde todo carinhoso: 
- Não fala assim, morena... você sabe que eu gosto da sua pele, do seu corpo, do seu beijo... Claro que eu tenho saudade da sua buceta! E se você deixasse, teria saudade do seu cuzinho também...
Ela deixou-se beijar ali mesmo, correndo o risco de ser vista pelos pais de outros alunos, mas logo convidou-o: 
-Entra, deixo você em casa. Ainda tenho uma meia hora e se você se comportar, deixo você matar saudades da minha buceta.


Estacionou em uma rua a uns 500m da casa dele e pulou para o banco de trás. Gostava de transar com ele, mas fingia não se importar - fazia parte do jogo de sedução entre eles. 
- E seu cuzinho, gata? Vai me fazer sentir saudades dele também? perguntou já com a mão entre as pernas dela. 
- Meu cu você só come na frente do meu marido seu safado, quando você for homem o bastante pra confessar pro seu amigo que tá comendo a mulher dele há meses. Esqueceu que foi você que me agarrou na cozinha lá de casa e me comeu sobre a pia enquanto ele tomava um banho para sair com você? Respondeu ela. 
- E você adorou. Ficou com as perninhas tremendo, com a minha porra escorrendo nas suas coxas e você toda perdidinha, com medo que seu marido descobrisse... tão lindinha!
Agora ela já sorria também. Havia baixado a guarda e acariciava o peito dele. 
- Verdade. Foi tão gostoso... eu ficava ouvindo as estórias das casadas que você comia e ficava toda molhada. Que bom que você foi atrevido aquele dia. Mas me diz: Você conta para os outros que me come?" quis saber. 
Ele sorriu com malícia e respondeu: 
- Ainda não, mas conto para o seu marido se você quiser...
- Claro que quero!

29.2.20

ESQUEMAS SEXUAIS DE JOLIEH E ELIJAH - HISTÓRIA ERÓTICA DE PÉROLA PETIT

Jolieh andava sozinha pela Augusta tentando vencer o desanimo pela baixa procura quando ele apareceu - Elijah, Nome de jogador de futebol árabe. Não era, mas foi por pouco. Faltou capital para girar. Hoje o que ele faz é ser flanelinha no Teatro Augusta aos finais de semana. Jolieh passou por ele e escutou um "boa noite morena". Primeiro a educação depois a sensualidade casual de um Don Juan. Sexta-feira da segunda quinzena de janeiro, tempo onde as coisas acontecem devagar e raramente para as prostitutas. Portanto, desperdiçar o flanelinha não era uma opção. Há uma pequena conversa e uma troca de elogios. Elijah pergunta o que ela gosta de fazer, Jolieh o estimula a dizer o que quer fazer com ela. Tudo que ele fala a corta com arrepios e logo os seios estão a entregando, as pernas se cruzam inquietas. Estão bem perto um do outro, nada os intimida, ela não recua quando ele vem beijar seus ombros, e quando beija seu pescoço, as paredes já estão erguidas a um bom tempo.
- Cheirosa né?
- Que perfume é?
- Um que custa duzentos reais.
O mulatinho magrelo não se abala, beija-a devagarinho e tudo vira inho. Mas ela recua outra vez.
- Você está me derretendo...
- Fica aqui comigo, te dou toda a caixinha da noite.
- A gente fica só nos beijos. Só beijos já está bom demais.
E ficaram. Ela saiu para comprar cerveja e cigarro, vestiu o casaco dele, pois as 3 da manhã já fazia frio. Quando a caixinha vinha, passava direto para as mãos dela. Houve um momento onde os carros pararam de chegar ao mesmo tempo em que o álcool fervia no sangue. Os beijos não eram mais interrompidos e o tesão era maior a cada toque. Ele se atrevia mais e ela agia com todo o desejo de ser fodida. Levou-a até os fundos, ela se lançou sob o capô de um dos carros e o toque frio da lataria sob seu corpo a fez tremer. Não mais que ele ao erguer uma de suas pernas e enfiar a cara entre elas, não saiu de lá antes que tudo estivesse melado, escorrendo pela lataria até quase pingar no chão. Só depois fez o que queria, comeu-a primeiro no cu e depois na bucetinha. Ela pediu tapas e ele puxou o cabelo, ela gemeu, pediu por mais, e por fim deixou que ele gozasse em sua boca. Deu a ele essa experiência única por exatamente oitenta e oito reais.
Jolieh decidiu que não era um mal negócio passar as madrugadas com Elijah enquanto as coisas não iam bem, mas viu no movimento do local uma oportunidade de negócio muito melhor.
- Quem é aquele ali?
- Diretor do "Lance na Rede"
- Esse cara tem dinheiro pra caramba, né?
Fanático por futebol, Elijah sabia tudo a respeito.
- Ele tem um apartamento em Nova York com um monte de modelos.
- Isso é boato...
- Foi ele quem me contou. E mostrou fotos.
Jolieh ficou quieta por todo o resto da noite. Só se atentava na hora de receber o dinheiro. Elijah provocou-a antes do amanhecer ao que ela cedeu sentando-se em seu colo e rebolando silenciosamente ele gozou e ela permanecia a mesma. Olhou-a nos olhos e a viu concluir seus pensamentos calmamente e de repente, explodir numa rajada faiscante.
- Elijah, topa fazer uma coisa comigo?
Não era um esquema realmente sujo, e ainda que fosse, ele participaria de quase tudo com ela, exceto talvez, de um gangbang. Safado romântico. Pela primeira depois de oito sábados, passaram das 8h da manhã juntos. Foi num hotelzinho na luz pago com o dinheiro dela.
- Eu os observei bem e com as informações que você me deu, não há jeito de errar.
- Em quem vamos primeiro?
- No Renan. E por favor, não menos que oitocentos reais ali.
- Metade?
- Tudo metade.
A cena não era difícil, o teatrinho poderia até ser chamado de muito chulo do ponto de vista da experiência. 
Jolieh escorregaria assim que o alvo estivesse a caminho do estacionamento, o sujeito pararia imediatamente para ajudá-la enquanto seu comparsa, como um igual cavalheiro, ofereceria o carro do alvo como assento enquanto sai rapidamente para buscar uma água levando a chave. O calor do momento e a beleza estonteante da acidentada abafam os detalhes da prudência do alvo. Ele consegue se sentir envolvido com a moça, pobre moça, linda moça, que olhar ela tem, e que voz doce. Jolieh pede para que ele olhe seu pé "têm algo diferente aí..." ela diz. O boboca se abaixa e percebe que ela está sem calcinha. Ele massageia o local da contusão e ela fecha os olhos dando pinceladas sexuais a sua artimanha. Vai envolvendo o jornalista estressado, que andava tenso com repercussões negativas de comentários feitos na edição passada e vinha pensando em se masturbar, mas ainda não tinha tido tempo. Ele passeia as mãos por suas pernas, esticando ao máximo a ponto de tocar seu sexo úmido. Ela se contorce, puxa o vestido, olha-o de um jeito que o arranca da realidade. 
O flanelinha volta sabendo que o trabalho já está feito. Entrega uma garrafa de água pela janela e vê o carro partir com desespero rumo ao motel.
Isso se repetiu muitas vezes até que Elijah acumular o suficiente para construir um bangalô em Salvador com oito quartos. Para Jolieh nada mudou - Continua na augusta tentando vencer o desanimo pela baixa procura...

Pérola Petit é uma escritora, acompanhante e criadora de conteúdo erótico no Brasil. Uniu três das suas grandes paixões: a literatura, a fotografia e o sexo, as transformou em fonte de expressão, com destaque especial para a escrita. Suas fotos são auto retratos apaixonantes e autênticos e seus textos vão de contos, à relatos reais de experiências na prostituição.
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