12.8.21

DOU O CUZINHO PARA O MACHO FIXO DA MINHA ESPOSA


#confesso_que - Minha esposa tem 45 anos, somos casados há quase 20 anos. Temos um comedor fixo faz 10 anos que mete muito e enche a bucetinha dela de porra. Quando ele termina e descansa, eu chupo todo o leite ainda quentinho, deixando-a limpinha para ele gozar de novo. Gosto de beijá-la depois que o macho goza na boquinha dela e ela me passa toda a porra para eu engolir. Só fazemos isso com este macho fixo, que tem muita porra. Outra coisa que me dá tesão é meter na buceta dela, depois que ele gozou dentro.

Minha esposa não sabe que ele me enraba, pensa que eu sou muito macho! Gosto de chupar a rola dele. Quando ela não está em casa eu faço a festa, chupo muito e depois ele empurra a rola de 22 cm no meu cuzinho! Delícia!


6.8.21

PROJETO60 - MINHA SOGRA METEU COM O ENTEADO


Como eu já contei aqui enquanto minha esposa estudava, as noites com minha sogra eram muito animadas. Entre uma farrinha e outra, nossas conversas foram “apimentando” e conheci o lado B dela.

Sempre achei estranha a forma como Cristina tratava Ricardinho, filho do seu segundo marido que, mesmo depois da separação, vinha lhe visitar com frequência e sempre pareciam muito íntimos. Numa noite, tomamos muito vinho e assunto veio à tona, resolvi perguntar o que tinha “rolado” entre ela e o enteado. Sogrinha ficou vermelha, gaguejou, mas disse que ia me contar um “segredo cabeludo” e que nunca tinha falado sobre isso com ninguém. 

Leo, depois que me separei fiquei deprimida, não saia de casa, não me relacionava com ninguém e foi assim por um bom tempo. Nessa época Jairzinho estava estudando na Itália. Ficamos aqui somente eu e a Carlinha. Conheci Marcos um viúvo inteligente e brincalhão. Não era muito quente na cama, parecia com meu primeiro marido, era só papai-mamãe, gozava rápido e eu quase sempre ficava no dedo, mas tinha uma vantagem - me fazia companhia. Tinha um filho de 17 anos, Ricardinho que morava com a mãe em Campo Grande. Todos os anos, nas férias escolares de janeiro, ele vinha para São Paulo ficar com o Pai e, pela primeira vez, ficaria em casa conosco. 

Início de janeiro fomos buscá-lo no aeroporto e quando ele surgiu no portão do desembarque, fiquei chocada! Ele não era mais um garoto magro e desajeitado que conheci, estava mais forte, corpo malhado tinha se transformado em um homem. 

Chegamos em casa, ele foi para o quarto desarrumar as malas e tomar banho. Quando ele entrou na cozinha, eu estava terminando de fazer o jantar, percebi bem as coxas e braços musculosos, eu brincando, para “quebrar o gelo” perguntei se ele estava malhando muito. Ele respondeu que perto da casa dele tinha uma academia bem legal e ia todos os dias.


Ele estava muito feliz por estar em casa com o Pai. Marcos perguntou da escola, se estava bem e se estava pegando muitas garotas em Campo Grande. Ele respondeu que não, que elas eram frescas e curtiam caras mais velhos. Me intrometi na conversa e disse que não acreditava que agora, ele “saradão” daquele jeito as garotas não deveriam dar sossego. 

Comemos, conversamos, tomamos duas garrafas de vinho... no final do jantar, percebi que ele ficou calado, pensativo, triste. O Pai perguntou o que ele tinha. Ele disse que não era nada..., mas que se sentia sozinho, que seus amigos comentavam sobre as namoradas e o que faziam juntos... E ele nada, na seca. Eu sabia muito bem o que estava acontecendo com o Ricardinho: Falta de sexo! Vontade de meter! 

Naquela noite, eu com sono, cansada, me despedi deles que ficaram conversando na sala e fui tomar banho para dormir. Aí dei a primeira vacilada - esqueci completamente que não estávamos sozinhos e sai pelada do banheiro. Só meu enteado viu e ficou paralisado me vendo peladinha.

Pela manhã, depois que o Pai saiu para trabalhar, toquei no assunto, me desculpei e expliquei a ele que no dia a dia, ainda mais nesse calor, era hábito eu sair nua do banho para me trocar no quarto.  Ele disse para eu não me preocupar e que não tinha visto nada. Tenho certeza que viu! 

Dois dias depois Marcos teve que viajar à trabalho e ficaria uns 15 dias fora. Disse a ele que não haveria problema e que eu “tomaria conta do meu enteado como se fosse meu filho”. 

Na ausência do Pai percebi que Ricardinho me olhava de forma diferente – me secava, olhava para minha bunda, espiava pela fresta da porta enquanto eu me trocava. 

Numa noite tomei banho, coloquei uma camisolinha e fomos assistir TV no quarto, acabei dormindo... despertei com a cama balançando e percebi que Ricardinho “tocava uma punheta”. Gelei, fiquei imóvel, “fiz que não tinha percebido nada”.

No dia seguinte depois do jantar, resolvi conversar com ele sobre o que tinha acontecido... ele ficou “desconcertado”, confessou que minha bunda estava a mostra, ele ficou com tesão e bateu uma punheta. Disse ainda que me achava muito bonita e gostosa. Fiquei chocada e não sabia o que fazer e falar. Resolvi que deveria parar de andar seminua pela casa, não deixar a porta do banheiro entreaberta quando for tomar banho e não colocar camisolinhas para dormir. 

Achei que o que tinha colocado em prática tinha surtido efeito, mas me enganei. A cena se repetiu - Cochilei com a TV ligada e sonolenta, senti meu enteado encostando em mim, roçando o pau duro na minha bunda e novamente batendo uma punheta. Me movimentei um pouco, ele se afastou, mas senti o jato de porra quente na minha pele. Ele tinha gozado! Sem saber o que fazer fingi que estava dormindo.

Acordei no dia seguinte sem saber se tinha sonhado com Ricardinho me “bolinando” ou se tinha sido real. Me levantei, senti a porra seca na minha pele, o que me trouxe a realidade. Precisava dar um basta naquela loucura – Eu deixando meu enteado com tesão!

Nesse momento enquanto Cristina contava aquela história, tesuda e bizarro, meu pau também estava duro e quase explodindo. Eu ouvia e batia uma punheta também! Cristina viu meu pau duro e resolveu me ajudar, fez uma chupeta deliciosa até eu gozar.

Sogrinha, continua...

Na tarde do dia seguinte, um calor fudido, cheguei em casa Ricardinho estava na sala jogando videogame. Disse a ele que precisávamos voltar a conversar sobre o que estava acontecendo e que aquilo ficaria entre mim e ele, que eu não falaria nada para o Pai dele, mas ele tinha que parar, que não era certo o que tinha acontecido na noite anterior. Ele repetiu que me achava gostosa, que tinha tesão, perguntou se eu não tinha gostado... Confessei a ele que tinha gostado, que senti muito tesão daquele pau duro encostado na minha bunda e estava envaidecia pelo fato de um garotão me desejar como mulher.  

Ele me disse que como ninguém ficaria sabendo, principalmente o pai dele, que era um segredo e que logo voltaria para Campo Grande, porque a gente não transava. Antes que eu dissesse algo ele me beijou na boca... assustei... não sabia o que falar...ainda para completar passou a mão na minha bunda e disse que eu era muito gostosa. 

A partir daquele momento todas as regras morais foram esquecidas. O desejo “falou mais alto” - mesmo sabendo a merda que estávamos fazendo e o que poderia acontecer, cedi aos nossos desejos. Se tivesse que “rolar” teríamos que ser naquela noite, porque Mario voltaria de viagem no dia seguinte. 

Fui tomar banho e acabei deixando, propositadamente, a porta do banheiro entreaberta. Ricardinho entrou e perguntou se podia tomar banho comigo. Não resisti ao pedido do meu enteado e deixei. Ele tirou a roupa, entrou no box, me beijou e começou a ensaboar minha bunda, minha buceta, meus peitos, me abaixei e chupei pau dele até gozar na minha boquinha. Minha xoxota encharcada escorria. Nos enxugamos, coloquei uma camisolinha e uma calcinha bem pequena e fomos para cama. Ficamos aos beijos e senti o pau duro novamente. O tesão só aumentava. Ele tirou minha calcinha e colocou o pau na portinha da buceta, forcou e lentamente a rola foi entrando cada vez mais fundo. Gemi e gozei, mas ele não tinha terminado ainda. Fiquei de quatro como uma cadela, ele veio por cima e senti o pau inteiro dentro de mim, pulsando, até a porra quente inundar minha xota. Demos mais umas três metidas aquela noite! O garoto era insaciável. Nos abraçamos e caíamos no sono.


No dia seguinte Mario voltou de viagem e tivemos que nos controlar. Vez ou outra rolava um amasso mais quente e fazia uma chupeta para ele. E isso acontece até hoje quando nos encontramos e quando da matamos a vontade e a saudades. 

Leo, agora você sabe a verdade! Esse é um segredo nosso!


4.8.21

MEU MARIDO ME INCENTIVOU A TER UM AMANTE


Meu marido me incentivou para eu arrumar um amante. Fiquei na dúvida se fazia a vontade dele ou não. Me perguntava até onde isso ia ser bom para nós dois. 

Aí surgiu um amigo que começou a ser mais insistente, e eu, sempre cortando, desviando, até que um dia ficamos sozinhos em casa e acabei me entregando para ele. Ele me abraçou por trás, me deu beijos na nuca e eu senti toda sua excitação. Não tinha como resistir, pois, não sou de ferro e esse amigo era muito gostoso. Neste dia transamos no sofá e no tapete da sala, foi muito gostoso, muito excitante mesmo.

Acabamos virando amantes e depois de um mês transando com ele, resolvi contar ao meu marido, pois tinha uma série de dúvidas na minha cabeça.

Será que o meu marido falou para o amigo dele dar em cima de mim? Nosso amigo contou alguma coisa para ele?

Quando contei para o meu marido ele vibrou de tesão e me fez contar com todos os detalhes das minhas transas com o nosso amigo.

Nosso casamento ficou melhor, mais cheio de tesão, tanto por meu marido, quanto por mim. Isso durou dois anos, até que o nosso amigo teve que mudar de cidade. Nunca pensei que ter um amante mudasse tanto a vida sexual do meu casamento.

2.8.21

TUCKING - O TRUQUE PARA ESCONDER O PAU

"Esconder meus órgãos sexuais é o que menos  me preocupa. Conheço vários segredinhos das trans mais velhas que dão super certo. É o básico, a gente prende para trás, como todo garoto faz de brincadeira uma hora ou outra"
LEA T.

Para quem não é cisgênero, o ato de esconder o pênis, conhecido como tucking ou aquendar, é um forma de se sentir mais confortável na própria pele. LEIA MAIS AQUI!

29.7.21

CUCKOLD#3 - POR AMOR FIZ MEU MARIDO CORNINHO


Me chamo Letícia, tenho 34 anos, sou casada há sete anos com Paulo, um empresário de 37 anos, carinhoso, alegre e de bem com a vida. Apesar de ser tímida e recatada, desde que nos conhecemos nossa vida sexual sempre foi ótima.
Após alguns anos de casamento descobri que meu marido era mais liberal do que eu imaginava. Numa noite ele me confessou que tinha o fetiche de me ver na cama com outro homem, não achava que isso era traição, pois ele estaria participando. 
Fiquei emputecida com ele! Muita coisa passou pela minha cabeça - que ele não me amava, que fosse gay, doente, para mim era impossível alguém amar a esposa e propor algo assim. 
Procurei informação sobre esse fetiche na internet e descobri que ser cuckold não era tão anormal e muito menos falta de amor, mas uma maneira diferente de encarar o sexo e o prazer. Mesmo assim eu não concordava e me sentia frustrada achando que estava com o homem errado. 
Paulo voltou a tocar no assunto, dizia imaginar mais um homem conosco na cama. Como sou muito envergonhada disse que não teria coragem de estar com outro na sua frente. Com o passar do tempo fui aceitando algumas mudanças e compramos um vibrador para participar das nossas, brincadeirinhas. 
O tempo foi passando e meu maridinho insistia em querer ser cuckold, chegou a dizer que se eu me sentisse mais à vontade, poderia sair com outro cara sem ele, mas depois deveria lhe contar tudo em detalhes, seu grande desejo sexual era viver uma história assim. Acabei concordando, mas tomaríamos algumas precauções. Teria que ser um homem, maduro, bonito e de bom nível. Sairíamos com ele somente uma vez para realizarmos o tal fetiche e para que não tivéssemos envolvimento emocional.
Meu marido ficou radiante com minha decisão. Combinamos, que iríamos a uma balada liberal e se pintasse alguém que me interessasse, sairíamos dali e iriamos ao motel. No fundo eu também fiquei excitada com o joguinho sexual, mas não admitia. 
Sábado nos preparamos e fomos. O ambiente era ótimo estávamos nos divertindo, quando percebi um rapaz alto, forte me observando. Falei para o Paulo e ele me incentivou que desse uma volta e deixasse rolar. Fui até o banheiro, quando estava retornava foi abordada: 
- Como uma gata tão linda está sozinha? 
Respondi que estava com meu marido. Ele meio sem jeito: 
- Será que ele não se importa de dançarmos um pouco. 
Não deu tempo de responder - tocava um forró ele me arrastou para a pista, me agarrou e percebi que ele estava de pau duro. Ele deslizava as mãos pelas minhas costas e na minha bunda. Meu maridinho só nos observava de longe. Neste momento ele me perguntou: 
- Teu marido não tem ciúmes da esposa estar dançando com outro? 
Respondi que tinha, mas era controlado. Passei levemente a mão sobre a sua calça e senti o tamanho daquele pau, falei que meu marido era liberal e quem sabe não "rolava".
- Que ótimo! Adoraria passar uma noite inteira com você, iria te levar as nuvens, queria te beijar inteirinha, te fazer delirar!
Eu estava muito excitada e nervosa, não sabia direito o que fazer, convidei-o para irmos até a mesa onde meu marido estava. Após as apresentações, enquanto bebíamos uma cerveja, Roger (esse é o nome dele) passava a mão na minha perna por debaixo da mesa e aos poucos foi subindo até alcançar minha bucetinha que já estava latejando e encharcada de tesão. Paulo percebeu que estava “rolando um clima” e foi ao banheiro para não atrapalhar, demorou um pouco e, quando voltou, me pegou com a vara do Roger na mão. Agiu discretamente, me deu um longo beijo e disse: 
- Vamos para um lugar mais tranquilo?
Chegamos ao motel, entramos na suíte, meu marido foi encher a banheira, quando voltou eu estava beijando nosso amigo (que já estava só de cuecas). Olhando nos olhos dele perguntei:
- Tem certeza é isso mesmo que você quer? Roger, meu marido está louco para ser corno! 
Acenando com a cabeça num sinal positivo Paulo disse: 
- Hoje será como eu sempre sonhei minha putinha gostosa! 
Naquele momento me transformei e como uma cadelinha no cio, gemia e pedia pau, ouvindo Roger dizer:
- Meu amigo sua esposa é muito gostosa, linda, cheirosa, hoje vou te ensinar como se fode uma mulher tesuda.
Fiquei de joelhos na frente daquele gato lindo, tirei seu pau para fora e comecei a mamar aquela vara. 
- Olha o tamanho do pau que vai te fazer corno amorzinho, é grosso e cabeçudo. 
Meu marido se aproximou enquanto chupava o Roger, segurei o pau dele e para provocá-lo falei:
-Isto que é vontade de ser corno, já está de pau duro?
Enquanto chupava os dois, Roger enfiava seus dedos na minha bucetinha e chupava meus seios, Paulo me beijava ardentemente. 
Deitei-me na cama, meu maridinho chupava minha bucetinha enquanto eu mamava o cacete do nosso convidado. O pau dele não cabia na minha boca. Meu corninho entusiasmado olhando dizia:
- Mostra para ele o quanto você gosta de uma vara dura, minha vadia tarada. 
Já estava toda molhada, fiquei mais melada ainda ouvindo meu marido falando daquele jeito. Fiquei de quatro. Roger colocou uma camisinha e veio por trás: 
- Amorzinho Você não queria ver então vem meu chifrudo abre minha buceta e pede para o meu comedor meter forte! Meu marido obedeceu, abriu minha xoxotinha e disse: 
- Mete nessa buceta, enfia tudo, ela adora abrir as pernas e levar pau, enfia até as bolas, faz ela gozar que nem uma cadela! 
Ele encostou a cabeça e forçou a entrada, doía um pouco pelo tamanho da rola, mas aos poucos foi entrando, até que eu já sentia as bolas batendo na buceta. Neste momento eu já havia gozado duas vezes com aquele caralho enorme entrando e saindo. Roger enfiava tudo enquanto eu chupava meu maridinho, vendo como ele estava feliz disse:
- Não era isso que você queria meu corninho, olhe, veja bem eu rebolando neste cassete gostoso?
Foi só eu dizer isso e ele encheu minha boquinha com seu leite gostoso, em seguida Roger me fez sentar em seu colo e disse que queria comer meu cuzinho. Meu marido corninho concordou. Sentia aquele macho me penetrando por trás até gozar.
Após um delicioso banho, saímos do motel, nos despedimos e nunca mais vimos o Roger. Me diverti muito naquela noite, venci barreiras e cada dia que passa eu amo mais o meu marido corninho. Estamos pensando em outra oportunidade para repetir a dose.

22.7.21

PORTUGUESITA DESCOBRE O SWING EM PARIS


Nunca imaginei que aos 35 anos e com uma filha de 10, iria entrar numa orgia sem o meu marido, que de nada suspeita.

Trabalho numa empresa multinacional, com sede em Paris e há cerca de 3 meses fui nomeada para fazer estágio na sede da empresa com a duração de 15 dias. Estagiavam também algumas colegas francesas, entre elas a Louise e a Elaine, também casadas, residentes em Paris, com as quais mantinha maior convivência. Na véspera de regressar a Portugal ofereceram-me um jantar despedida. 

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20.7.21

CASADA HOTWIFE EM DUVIDA QUER CONSELHO!


Sou casada há 18 anos, amo meu marido, mas nosso casamento esfriou. Após algum tempo ele me confidenciou que gostaria de apimentar a relação, queria que eu tivesse um amante. No início da conversa, não dei muita importância e pensei que fosse só fantasia dele. De tanto ele insistir, depois de um tempo, sai com um amigo dele que vinha sempre em nossa casa. O cara era insaciável, metia por horas sem parar e fiquei ficou louca, apaixonada pelo pau dele que é o dobro do pinto do meu marido e me preenche maravilhosamente. Duas vezes por semana ele me ligava, saíamos e trepava muito com ele. Me sentia uma mulher realizada, ainda mais metendo com o amigo e com o consentimento do marido. 

O problema é que de uns meses para cá meu marido só fica de pau duro e goza quando eu conto para ele em detalhes as transas com este cara. Isso me incomoda e sinto vergonha em contar os detalhes que ele quer ouvir.

Estou em dúvida em “dar um tempo”, deixar de sair com o amigo dele para voltarmos a ter uma vida sexual normal, ou contar para ele tudo que o amigo dele faz comigo na cama. O que devo fazer? 

18.7.21

SOU CASADO E SEMPRE TIVE VONTADE DE FAZER INVERSÃO


Depois que me casei confessei para minha esposa que gostava de fio terra... No início do casamento ela colocava um dedo no meu cuzinho. Era muito bom e com o tempo eu pedi para ela colocar dois dedos, que queria mais, então ela colocou três dedos!

Num dia ela me disse que iria fazer uma surpresa... cheguei em casa ela pediu para eu tomar banho, vestir uma calcinha e esperar por ela na cama. Minha esposa foi para o banheiro e voltou vestida com uma cinta e um consolo enorme. Morri de tesão quando vi aquilo, mas achei muito grande e grosso... bebemos bastante e ela falou que naquela noite eu seria a putinha dela e que eu teria que aguentar todo aquele pau sem reclamar. Ela começou a me beijar, apertar minha bunda, fez eu chupar o consolo enquanto fazia carinho e enfia os dedos no meu cuzinho. Depois me colocou de bruços, passou óleo e começou a esfregar o consolo na minha bunda e colocou a cabeça bem devagar... apesar de doer um pouco eu estava com muito tesão. Minha esposa pediu para eu relaxar e colocou o consolo inteiro no cuzinho e ficou mexendo devagar até eu me acostumar. Gemi de dor e prazer e ela apertava minha cintura e socava... gozei com o pau no cuzinho!