19.6.24
O BOQUETE “ NO CAPRICHO “ DE MARILYN JESS
14.6.24
MEU AMOR GOZANDO NA PICA DO NEGÃO
Me desculpa amor? Eu fico tão puta quando tem um preto me fodendo! É tão gostoso que eu perco a cabeça, da vontade de ser a puta branquela do negão! Eu viro uma putona na pica dele, você me desconhece nas horas que tem cacete preto devorando minha buceta! Sou outra!
Filma de pertinho amor, escuta o barulhinho que o cacete dele faz quando está brincando com a minha buceta! Ele está de maldade comigo amor, está colocando só a cabecinha, e você sabe que eu sou gulosa! Você sabe que eu quero tudo! Pede para ele por tudinho lá no fundo da tua putinha?
Você gosta amor? De ganhar chifre do meu cuzinho? Gosta quando o preto fode ele todinho? A tua branquela fica louca quando isso acontece! Preto guloso que só quer ser for no meu cuzinho! E eu deixo, porque eu sei que você vai ficar muito orgulhoso da puta que tem em casa!
10.6.24
7.6.24
AS PUTARIAS DA ANA ME DEIXAM LOUCO
Nesse dia Ana estava mais safada do que nunca. Depois de conversarem um pouco, ela foi direto ao ponto, tirou a calça e a calcinha deixando à mostra a bocetinha bem depilada. Esse dia ela estava mais vadia do que nunca. Fernando acompanhou a vibe e tirou a roupa. Ana conferiu o pau dele e meteu na boca. Tesão vê-la de novo com um caralho na boca. Chupava a rola aos poucos, lambia e me olhava com cara de putinha safada.
Ela pediu que ele metesse nela. O pau dele era grosso e demorou um pouco para entrar:
- Amor, finalmente uma rola grossa na minha boceta.
Fernando primeiro ficou por cima, dando estocadas ritmadas e fortes. Ela envolveu o corpo dele com as pernas e apertou sua bunda, coisa que me deixa louco. Depois ela passou a cavalgar e gozou duas vezes seguidas. Não tem nada melhor que ver sua mulher gemendo e tendo orgasmos com a rola de outro macho enfiada na boceta.
Depois de uma pausa, ela ficou de quatro e pediu para ele meter no cu. Ele não conseguiu pois o cuzinho é muito apertado. Tentamos uma DP, comigo metendo por trás, mas a posição meio incômoda não ajudou e ela preferiu me dispensar e continuar cavalgando no comedor. Ela ficou de quatro e Fernando meteu com muita vontade e ela rebolando e mexendo a bunda gemendo como uma cadela, até que ele gozou.
No final meti um pouco nela. Ela brincou dizendo que mal sentia o meu pau porque o dele era muito maior e tinha deixado ela arrombadinha. De fato, a boceta dela estava bem larga. Gozei logo inundando ela de porra. Depois eles foram tomar banho, e tirei várias fotos dela sorrindo, feliz da vida por estar no chuveiro com um homem de pau duro para ela. Estou sentindo que ela está cada vez mais solta e safada, e espero que isso só melhore. Fico muito feliz de ter uma esposa que fez tudo isso na minha frente.
5.6.24
29.5.24
24.5.24
INTERCÂMBIO DE MARIDOS E IRMÃS PORTUGUESAS
A diferença de idade entre as duas é apenas de um ano. A minha esposa com 30 anos a irmã com 29. Ambas se cuidam muito bem, a qualquer delas será difícil um homem resistir tendo-as à mão e elas estão na idade do fogo, portanto eu nunca acreditei que não iria haver sexo e creio que nem elas teriam também esse desejo. Aquele condicionamento mais não era como se tentassem tapar o sol com uma peneira, pretendiam sim o inverso, a curiosidade das mulheres é idêntica a dos homens, gostam de experiências sexuais.
O meu cunhado pensava tal como eu, também não acreditava na ausência de sexo, contratou-me para dizer o que imaginava. As irmãs queriam saber qual delas era melhor servida na cama, havendo recusa da nossa parta, o seu desejo de experimentar sexo extraconjugal as levaria a procurar comedores anônimos, assim ficaria tudo em família, ele não se importava que lhe fodesse a esposa se realmente fosse essa a finalidade da troca, cifrávamo-nos um ao outro e nada se diria ás esposas do que ocorresse, na ideia delas tinham nos traído.
Iniciamos o fim de semana com um jantar a quatro, findo o qual, após a troca de beijos em despedida, fui com a minha cunhada para casa dela a minha esposa com o respectivo cunhado, para nossa casa.
A minha esposa havia-me dito que ele dormiria no quarto ao lado, onde já tinha feito a cama.
Chegados a casa da minha cunhada, ela me indicou a cama que tinha preparada no quarto em que eu iria dormir. A cama bastante espaçosa e confortável.
Fiquei confuso, pensei que estaria enganado com às intensões das irmãs, deitei-me mas não dormia, apercebi-me de abrirem a porta do quarto e na penumbra vejo a minha cunhada entrar.
"Estás a dormir? Eu sinto frio, não estou habituada a dormir sozinha. Posso dormir aqui contigo? Afinal somos como irmãos."
Nem deu tempo a responder-lhe, meteu-se na cama ao meu lado. Eu que tinha por hábito dormir em pelo era assim que estava, julgo ser desnecessário pormenorizar o que de passou. A minha cunhada era como uma loba esfomeada. Contudo notei ter a cona mais dilatada que a irmã, Foi um fim de semana de intenso sexo, tal como uma lua de mel.
Quando me vinha à ideia o que a minha esposa estaria fazendo com o cunhado sentia uma certa dor no coração, não tinha a menor dúvida que certamente era o que a irmã fazia comigo, mas ao mesmo tempo pensava: que lhe fizesse bom proveito e aproveitasse bem o fim de semana, na cama com um homem de ascendência africana.
Na segunda-feira tudo regressou ao normal, como se nada tivesse ocorrido, o meu desejo, no entanto era saber o que as irmãs disseram uma à outra sobre aquele fim de semana. O meu cunhado é que me confidenciou ter adorado foder a minha esposa e que mesmo ela havia demonstrado, não se importando ele que haja novo intercâmbio.
20.5.24
O POVO QUER SABER - VOCÊ AMA DAR O CU?
"Amo dar o cu. Acho gostosíssimo. Tenho uma técnica de fazer sem doer.
E cu é assiduidade. Quanto mais você demora para fazer, dói de novo.
O sexo anal incha meu clitóris e se eu encostar nele, gozo. Quem dá o cu certo, não volta mais", garantiu Débora Secco!
17.5.24
PORTUGUESA CONTRATA UM GAJO PARA TER ORGASMOS
Tenho 40 anos, o meu marido 44, casada faz quinze anos, bens materiais não me faltam, mas faltavam sim ter orgasmos, pois nunca os sentia. Pensei que tinha algum distúrbio sexual, mas a médica dizia estar tubo bem.
Após alguns anos de casada ponderei experimentar sexo fora do casamento, foder com outro homem. O receio de alguém vir a saber e o meu marido ter conhecimento aterrorizava-me. Necessitava de ser com total discrição.
Sabia e sei, existirem marido que têm prazer de observar as esposas gozando com outro homem, o que estou de pleno acordo, o observar, ou não, seria fim das traições, mas qual a opinião do meu marido?
Passavam-se os dias e eu continuava indecisa, porque embora tivesse oportunidades, pois o meu marido, como empresário, deslocava-se com frequência para o estrangeiro.
A indecisão era por não saber a quem recorrer, não conhecia ninguém de confiança e competente para o efeito. Temia o perigo de futuras chantagens, mas teria de procurar uma solução.
Através de episódios descritos neste blog vi que em situações semelhantes as intervenientes recorriam a profissionais do sexo, certamente ninguém mais competente haveria para provocar orgasmos numa mulher e não seriam indiscretos, mas pelo sim pelo não teria de acautelar-me. Contatos só por tel descartável e nada de moradas.
Foi assim que durante uma das ausências do meu marido, aceitei entrevistar-me com um que me pareceu legal. Martin, tinha 20 anos, educado e uma cultura média. Não fomos nessa mesma tarde para o motel porque não ia intimamente preparada para despertar excitação a um homem, decidimos ser no dia seguinte e assim poderia vestir uma sexy lingerie.
Disse-lhe ser a primeira vez que tal fazia e a razão, certamente que estaria contraída porque só o meu marido me tinha visto nua. Garantiu deixar-me à vontade e tudo faria para me satisfazer.
Realmente, chegados ao motel, uma suíte que despertava tesão, para me deixar vontade afastou-se. Sabendo eu para o que estava ali e envergonhada pelo que ia fazer com um homem, apenas com a lingerie sentei-me em um sofá confortável.
Martin sorriu-me, dirigiu-me palavra enquanto se despia: descontrai! De seguida sentou-se ao meu lado e mordiscou-me a orelha, seguindo-se alguns beijos que aproximou dos meus lábios até se unirem e as nossas línguas se encontraram.
Sentia-me excitar e descontrair, lentamente foi afastando a lingerie, beijando-me o corpo, especialmente os seios e os mamilos; continuando até ao umbigo onde se manteve por momentos.
A minha excitação aumentava, com os olhos semicerrados nem me apercebi que já estava nua e o Martin no meio das minhas pernas os seu lábios e língua atuavam no meio delas, o que me fazia gemer de prazer, prazer mais intenso do que obtinha com o meu marido e, ao sentir o caralho junto ao meu rosto não me contive e o meti na boca.
Notei ter maior grossura que o habitual e sabor diferente. O meu prazer aumentava, e de repente senti algo como nunca; tal como um choque elétrico percorreu-me o corpo, especialmente entre as pernas.
Que delícia! Seria aquilo o orgasmo? Pedi que parasse porque fiquei sem forças. Porém não estava saciada, ansiava sim que entrasse na cona a verga que havia tido a boca.
Martin também não pretendia ficar por ali, me colocou de quatro e se posicionou no meio das minhas pernas roçava o caralho onde eu desejava que ele o metesse, mas apenas roçava, só alguma vezes empurrava como se fosse entrar na cona, mas depois recuava.
Aquilo enlouquecia-me, eu desesperada não aguentava mais, até que lhe disse: “mete já todo, fode-me, quero sentir o caralho dentro de mim.”
Que delícia, sentir aquilo ir entrando na cona, preencher-me totalmente, no vai vem, sempre roçando no clitóris, os choques elétricos como o anteriormente sentido, eram constantes; eu não só gemia de prazer como até gritava. Gozei tanto naquela tarde que o Martin é meu amante desde há um ano.




















