10.6.24
7.6.24
AS PUTARIAS DA ANA ME DEIXAM LOUCO
Nesse dia Ana estava mais safada do que nunca. Depois de conversarem um pouco, ela foi direto ao ponto, tirou a calça e a calcinha deixando à mostra a bocetinha bem depilada. Esse dia ela estava mais vadia do que nunca. Fernando acompanhou a vibe e tirou a roupa. Ana conferiu o pau dele e meteu na boca. Tesão vê-la de novo com um caralho na boca. Chupava a rola aos poucos, lambia e me olhava com cara de putinha safada.
Ela pediu que ele metesse nela. O pau dele era grosso e demorou um pouco para entrar:
- Amor, finalmente uma rola grossa na minha boceta.
Fernando primeiro ficou por cima, dando estocadas ritmadas e fortes. Ela envolveu o corpo dele com as pernas e apertou sua bunda, coisa que me deixa louco. Depois ela passou a cavalgar e gozou duas vezes seguidas. Não tem nada melhor que ver sua mulher gemendo e tendo orgasmos com a rola de outro macho enfiada na boceta.
Depois de uma pausa, ela ficou de quatro e pediu para ele meter no cu. Ele não conseguiu pois o cuzinho é muito apertado. Tentamos uma DP, comigo metendo por trás, mas a posição meio incômoda não ajudou e ela preferiu me dispensar e continuar cavalgando no comedor. Ela ficou de quatro e Fernando meteu com muita vontade e ela rebolando e mexendo a bunda gemendo como uma cadela, até que ele gozou.
No final meti um pouco nela. Ela brincou dizendo que mal sentia o meu pau porque o dele era muito maior e tinha deixado ela arrombadinha. De fato, a boceta dela estava bem larga. Gozei logo inundando ela de porra. Depois eles foram tomar banho, e tirei várias fotos dela sorrindo, feliz da vida por estar no chuveiro com um homem de pau duro para ela. Estou sentindo que ela está cada vez mais solta e safada, e espero que isso só melhore. Fico muito feliz de ter uma esposa que fez tudo isso na minha frente.
5.6.24
29.5.24
24.5.24
INTERCÂMBIO DE MARIDOS E IRMÃS PORTUGUESAS
A diferença de idade entre as duas é apenas de um ano. A minha esposa com 30 anos a irmã com 29. Ambas se cuidam muito bem, a qualquer delas será difícil um homem resistir tendo-as à mão e elas estão na idade do fogo, portanto eu nunca acreditei que não iria haver sexo e creio que nem elas teriam também esse desejo. Aquele condicionamento mais não era como se tentassem tapar o sol com uma peneira, pretendiam sim o inverso, a curiosidade das mulheres é idêntica a dos homens, gostam de experiências sexuais.
O meu cunhado pensava tal como eu, também não acreditava na ausência de sexo, contratou-me para dizer o que imaginava. As irmãs queriam saber qual delas era melhor servida na cama, havendo recusa da nossa parta, o seu desejo de experimentar sexo extraconjugal as levaria a procurar comedores anônimos, assim ficaria tudo em família, ele não se importava que lhe fodesse a esposa se realmente fosse essa a finalidade da troca, cifrávamo-nos um ao outro e nada se diria ás esposas do que ocorresse, na ideia delas tinham nos traído.
Iniciamos o fim de semana com um jantar a quatro, findo o qual, após a troca de beijos em despedida, fui com a minha cunhada para casa dela a minha esposa com o respectivo cunhado, para nossa casa.
A minha esposa havia-me dito que ele dormiria no quarto ao lado, onde já tinha feito a cama.
Chegados a casa da minha cunhada, ela me indicou a cama que tinha preparada no quarto em que eu iria dormir. A cama bastante espaçosa e confortável.
Fiquei confuso, pensei que estaria enganado com às intensões das irmãs, deitei-me mas não dormia, apercebi-me de abrirem a porta do quarto e na penumbra vejo a minha cunhada entrar.
"Estás a dormir? Eu sinto frio, não estou habituada a dormir sozinha. Posso dormir aqui contigo? Afinal somos como irmãos."
Nem deu tempo a responder-lhe, meteu-se na cama ao meu lado. Eu que tinha por hábito dormir em pelo era assim que estava, julgo ser desnecessário pormenorizar o que de passou. A minha cunhada era como uma loba esfomeada. Contudo notei ter a cona mais dilatada que a irmã, Foi um fim de semana de intenso sexo, tal como uma lua de mel.
Quando me vinha à ideia o que a minha esposa estaria fazendo com o cunhado sentia uma certa dor no coração, não tinha a menor dúvida que certamente era o que a irmã fazia comigo, mas ao mesmo tempo pensava: que lhe fizesse bom proveito e aproveitasse bem o fim de semana, na cama com um homem de ascendência africana.
Na segunda-feira tudo regressou ao normal, como se nada tivesse ocorrido, o meu desejo, no entanto era saber o que as irmãs disseram uma à outra sobre aquele fim de semana. O meu cunhado é que me confidenciou ter adorado foder a minha esposa e que mesmo ela havia demonstrado, não se importando ele que haja novo intercâmbio.
20.5.24
O POVO QUER SABER - VOCÊ AMA DAR O CU?
"Amo dar o cu. Acho gostosíssimo. Tenho uma técnica de fazer sem doer.
E cu é assiduidade. Quanto mais você demora para fazer, dói de novo.
O sexo anal incha meu clitóris e se eu encostar nele, gozo. Quem dá o cu certo, não volta mais", garantiu Débora Secco!
17.5.24
PORTUGUESA CONTRATA UM GAJO PARA TER ORGASMOS
Tenho 40 anos, o meu marido 44, casada faz quinze anos, bens materiais não me faltam, mas faltavam sim ter orgasmos, pois nunca os sentia. Pensei que tinha algum distúrbio sexual, mas a médica dizia estar tubo bem.
Após alguns anos de casada ponderei experimentar sexo fora do casamento, foder com outro homem. O receio de alguém vir a saber e o meu marido ter conhecimento aterrorizava-me. Necessitava de ser com total discrição.
Sabia e sei, existirem marido que têm prazer de observar as esposas gozando com outro homem, o que estou de pleno acordo, o observar, ou não, seria fim das traições, mas qual a opinião do meu marido?
Passavam-se os dias e eu continuava indecisa, porque embora tivesse oportunidades, pois o meu marido, como empresário, deslocava-se com frequência para o estrangeiro.
A indecisão era por não saber a quem recorrer, não conhecia ninguém de confiança e competente para o efeito. Temia o perigo de futuras chantagens, mas teria de procurar uma solução.
Através de episódios descritos neste blog vi que em situações semelhantes as intervenientes recorriam a profissionais do sexo, certamente ninguém mais competente haveria para provocar orgasmos numa mulher e não seriam indiscretos, mas pelo sim pelo não teria de acautelar-me. Contatos só por tel descartável e nada de moradas.
Foi assim que durante uma das ausências do meu marido, aceitei entrevistar-me com um que me pareceu legal. Martin, tinha 20 anos, educado e uma cultura média. Não fomos nessa mesma tarde para o motel porque não ia intimamente preparada para despertar excitação a um homem, decidimos ser no dia seguinte e assim poderia vestir uma sexy lingerie.
Disse-lhe ser a primeira vez que tal fazia e a razão, certamente que estaria contraída porque só o meu marido me tinha visto nua. Garantiu deixar-me à vontade e tudo faria para me satisfazer.
Realmente, chegados ao motel, uma suíte que despertava tesão, para me deixar vontade afastou-se. Sabendo eu para o que estava ali e envergonhada pelo que ia fazer com um homem, apenas com a lingerie sentei-me em um sofá confortável.
Martin sorriu-me, dirigiu-me palavra enquanto se despia: descontrai! De seguida sentou-se ao meu lado e mordiscou-me a orelha, seguindo-se alguns beijos que aproximou dos meus lábios até se unirem e as nossas línguas se encontraram.
Sentia-me excitar e descontrair, lentamente foi afastando a lingerie, beijando-me o corpo, especialmente os seios e os mamilos; continuando até ao umbigo onde se manteve por momentos.
A minha excitação aumentava, com os olhos semicerrados nem me apercebi que já estava nua e o Martin no meio das minhas pernas os seu lábios e língua atuavam no meio delas, o que me fazia gemer de prazer, prazer mais intenso do que obtinha com o meu marido e, ao sentir o caralho junto ao meu rosto não me contive e o meti na boca.
Notei ter maior grossura que o habitual e sabor diferente. O meu prazer aumentava, e de repente senti algo como nunca; tal como um choque elétrico percorreu-me o corpo, especialmente entre as pernas.
Que delícia! Seria aquilo o orgasmo? Pedi que parasse porque fiquei sem forças. Porém não estava saciada, ansiava sim que entrasse na cona a verga que havia tido a boca.
Martin também não pretendia ficar por ali, me colocou de quatro e se posicionou no meio das minhas pernas roçava o caralho onde eu desejava que ele o metesse, mas apenas roçava, só alguma vezes empurrava como se fosse entrar na cona, mas depois recuava.
Aquilo enlouquecia-me, eu desesperada não aguentava mais, até que lhe disse: “mete já todo, fode-me, quero sentir o caralho dentro de mim.”
Que delícia, sentir aquilo ir entrando na cona, preencher-me totalmente, no vai vem, sempre roçando no clitóris, os choques elétricos como o anteriormente sentido, eram constantes; eu não só gemia de prazer como até gritava. Gozei tanto naquela tarde que o Martin é meu amante desde há um ano.
13.5.24
10.5.24
MARIDO CUCKOLD DIVIDE ESPOSA COM OUTROS MACHOS
Meu marido preferia uma mulher, no entanto eu consegui dar-lhe a volta e ele acabou por aceitar um homem. A primeira vez sentimo-nos bastante nervosos, eu porque iria ser repartida e penetrada por outro homem e o meu marido porque ia repartir a sua esposinha e ver ela foder também com outro homem. Temos utilizado sempre moços do programa, porque além de serem mais discretos, sabem muito bem como fazer uma mulher gozar.
Tal como acontece com tudo, a primeira vez é sempre o mais difícil. O primeiro deles com que fodi tinha o pinto muito grande - em estado de repouso 15 cm e quando ereto 21 cm. Ele era muito carinhoso, fazia longas massagens nós pés, costas, pernas e pescoço. Não sei se era problema, mas ao menor toque, além de ficar duro ele chora demasiadamente! Babava demais aquele líquido incolor e viscoso. Como minha lubrificação é grande e cona não é apertada, ele entrou gostoso!
Atualmente encaramos esta repartição com a maior das naturalidades, pois o prazer para ambos tem sido enorme; até o meu marido fica louco ao ouvir-me gemer de gozo, não sentindo o mínimo de ciúmes quando tenho dentro de mim uma rola de maiores dimensões.
8.5.24
CONFISSÃO DA MAMA#5 - MEU GAROTO ADORA MEUS PEITÕES
Eu escuto as conversas dele com seus amigos sobre sexo, o que eles adorariam fazer com suas MILF. Meu garoto fala dos meus peitos e todas as coisas que ele sonha em fazer com eles. Eu sempre tive peitos grandes, mas nunca pensei que tão cobiçado por ele e pelos amigos. Eu só queria poder dar a ele o que deseja, mas eu sei que é errado.
Eu confessei a minha melhor amiga sobre meu tesão secreto, queria um conselho... fiquei chocada quando ela me disse que o que eu estava sentindo era comum. Me contou que toma banho com seus dois filhos, ensaboando seus corpos, lavando seus paus, e as vezes bate uma punheta para eles para descarregar a porra acumulada. Eu fiquei chocada, mas como ela me confessou os detalhes sórdidos, eu não pude deixar de sentir um incentivo a minha luxúria incestuosa."
6.5.24
O POVO QUER SABER - VOCÊ COSPE OU ENGOLE?
3.5.24
DECIDI EXPERIMENTAR A TORA DUM NEGRO
Vezes sem conta sonhei que um negro me fodia; cheguei a ter orgasmos a dormir quando sonhava.
Foi à cerca de 4 meses que decidi experimentar a tora dum negro
Com o meu marido ausente durante 3 semanas, seria o período ideal para ter a experiencia que ansiava.
Mas quem havia de ser?
Iria procurar num site de acompanhantes.
Quanto ao local o mais discreto seria um motel.
No site de acompanhantes escolhi um angolano de nome José.
Combinado o dia e hora no motel, para toda uma noite, eu iria primeiro para descontrair. Cheguei bem antes da hora.
Fiquei deslumbrada com a suíte, a cama com os espelhos na sua frente e no teto. Fiz o telefonema e meti-me na cama apenas com um conjunto íntimo bem sexy.
O José foi pontual, cumprimento-me e dirigiu-se ao banheiro.
Regressou envolto apenas no toalhão. Eu tinha afastado o lençol; ele ao ver-me quase nua, só com o conjunto sexy, ficou estático olhando o meu corpo; senhora bonita, corpo bonito. Um grande vulto sob o toalhão começou a aumentar cada vez mais.
Tirou o toalhão, ficando nu.
Nunca tinha visto um negro nu ao vivo. Do vulto sob o toalhão saltou, tal como uma mola, o que parecia ser uma enorme cobra preta, que depois medi a palmos e tinha 2 palmos dos meus e medem 13 cm.
Aquilo entrando tudo em mim chegava-me aos estomago, nos vídeos, não pareciam tão grandes e tão grossas.
Curvou-se para me beijar, mas serrei os lábios, considero o beijo de língua mais íntimo que o próprio sexo, só o meu marido eu tinha beijado de língua; disse-lhe: devagar que a noite é longa, (verdade é que ao longo da noite acabamos de trocar beijos)
Senhora descontrai, vou massagear; o que iniciou pelos ombros e pescoço. Com os lábios e língua acompanhando as mãos, percorreu assim todo o meu corpo já sem sutiã.
Quando atingiu as coxas tinha eu as pernas unidas e as cuecas, com vergonha de expor a cona, embora soubesse que em qualquer momento teria de ser, tanto era o prazer recebido que por instinto abri as pernas e, logo ele, não só desceu as mãos para o interior das coxas como chegaram ao meio destas,
Que prazer comecei a ter, tão gostoso que nem dei por me tirar as cuecas (calcinha).
Prazer que muito aumentou quando senti a língua dele rodopiar o clitóris e entrar nos lábios da cona, o prazer fazia-me gemer sem parar, aí não pares, continua assim que vou gozar, estou gozando, ai que coisa boa.
A língua dele enlouquecia-me e o meu prazer continuava. Não tardou que sentisse aproximar-se novo orgasmo.
Ai, estou novamente gozando, ai que bom!
Para agora. Deixa-me descansar.
Vi que se preparava para meter a cobra preta, pois já roçava com a cabeça no abundante néctar que escorria.
Assim não! A camisinha.
Receando que ele a furasse quis ser eu a colocar, mas as que levei não serviam. Ele não levou! Fez-me pensa. E agora ficamos só por aqui? Não pode ser! Será carne com carne, seja o que Deus quiser:
Voltou a colocar-se no meio das minhas pernas, de novo a sua língua atuou no clitóris até que eu, desesperada, ansiosa para sentir a cobra, pedi para meter.
Ele, notando o meu desespero, fazia-me sofrer! Só meto se senhora pedir por favor para foder! O meu desejo era tal que não hesitei: por favor fode-me já!
De imediato senti a cabeça entrar. Mete devagar que é muito grosso.
Lentamente foi entrando até que o senti bater no útero; que dor gostosa.
Basta não metas mais, como se não ouvisse continuou a forçar.
Não metas mais que não aguento caralho. Bem me esforça para o afastar de cima de mim, mas não consegui.
- Senhoras gosta meta todo
- Mas eu não aguento mais, tens o caralho muito grande.
- Já está todo dentro senhora.
- Não acredito!
Realmente era verdade, tinha toda aquela cobra dentro de mim
Não havendo espaço para contar tudo quanto fizemos naquela excitante noite de sexo, é possível que venha a contar outro dia...
26.4.24
AS DÚVIDAS DE UMA FAMILIA SWINGER
Quantas casais swinger que, devido ao tabu, ocultam não só dos familiares como da sociedade a prática da troca de casais?
Somos um desses casais, ambos com 46 anos, praticamos swing à 10, mas bem poucos familiares sabem. Sentimo-nos imensamente felizes e o nosso relacionamento, não só no dia a dia como o sexual nunca foi mais a monotonia anterior; embora haja ali com frequência troca de beijos não existe amor, apenas prazer sexual de momento, sexo com amor unicamente na nossa cama conjugal e a sós.
Temos uma filha, com 28 anos, casada, mas que quando solteira sabia que éramos swingers ....
LEIA A POSTAGEM COMPLETA CLICANDO AQUI!
24.4.24
CONFESSIONÁRIO CUCKOLD#53 - ESPIANDO A ESPOSINHA FODER!
Me afastei lentamente e liguei para ela, que atende toda doce:
- Oi amor, tudo bem?
- Sim e com você?
- Tô na rua e você no trabalho?
- Claro, deve chegar mais tarde hoje.
- Venha logo, estou te esperando...
Respondeu enquanto o cara segurava com firmeza seus quadris e metia com vontade até gozar e melar a buceta dela!"
17.4.24
CONFESSIONÁRIO HOTWIFE#52 - VÍCIADA PELO PAUZÃO NEGRO
12.4.24
SEXICONTO DA LEITORA#3 TROCA TROCA ENTRE MÃES E SEUS FILHOS
Atendendo ao pedido do Leo do Seximaginarium e depois de consultar a minha amiga Sara, decidi relatar como foi o início do relacionamento sexual com os nossos filhos.
O convívio com a minha amiga era constante, dormindo algumas vezes em casa uma da outra. Os nossos filhos, Júlio e Luís, eram como irmãos e sempre nos acompanhavam, alegando recearem de alguém nos fizesse mal.
Acontecia que uma vez por outra eu encontrava no cesto da roupa suja cuecas (calcinhas) que não eram minhas, com indícios de porra e notava a falta de minhas cuecas (calcinhas) usadas. Comentei com Sara sobre isso e ela que me confessou que se passar algo semelhante. Mostrando uma a outra as cuecas (calcinhas) encontradas, descobrimos serem as nossas. Conclusão! Os nossos filhos se masturbavam com nossas calcinhas.
Indaguei meu filho Luís. “desculpa mãe. o Júlio, pediu-me que lhe levasse suas cuecas (calcinhas) e eu concordei se ele me entregasse as da mãe dele.”
Contei à Sara do tesão que provocávamos nos nossos filhos e ela teve uma ideia: “Porque não havemos de aproveitar o tesão que lhes provocamos para nos satisfazerem, se ambas sentimos necessidade de foder? Não gostaria que o Júlio te fodesse?”
“Sim! E tu bem demonstras quer foder com o meu filho, porém creio que o Luís ainda não fodeu com nenhuma mulher.”
“Adoraria ser eu a primeira mulher dele, mas não tenho coragem de me oferecer.”
“Deixa isso comigo, a primeira vez irá ser quando dormirem em minha casa ou nós na vossa.”
Alguns dias depois Sara me perguntou se no fim de semana podiam dormir em casa.
Disse-lhe que sim!
Chegaram ao meio da tarde. Sara confidenciou-me estar bastante nervosa e eu para ser franca não estava menos. Havia 4 anos que estava em "jejum".
Tanto eu como ela tínhamos de trocar de cuecas (calcinhas) com frequência. Com a elevada excitação ficavam encharcadas.
“Estou nervosa, dizia a Sara. Tanto tempo sem foder sinto a cona (buceta) latejar.”
“Evidentemente que sim!” Respondi.
Chamei o meu filho Luís e disse-lhe:
“Hoje tu e o Júlio não dormem no teu quarto; podes ir dormir no quarto da Sara, ela te espera e dizes a ele que pode vir para o meu quarto dormir comigo.”
“Isso é verdade?”
“Sim. Não queres dormir ir com ela?”
“Quero pois! O Júlio vai ficar louco, há muito tempo que te deseja.”
“Vamos para os quartos!”
Assim fizemos, mas antes avisei que eles só fossem para lá alguns minutos depois. Meti-me na cama, somente com a luz de presença. Não valia a pena vestir algo além das cuecas (calcinhas) e sutiã porque tudo iria voar nas mãos do Júlio. Não tardou ouvir: “posso entrar?”
“sim, claro!”
Notei que o olhar do Júlio me despia e o volume entre as suas pernas aumentou consideravelmente, pelo que deduzi devia ser bastante abonado. Quanto a Sara, tinha certeza que iria ser bem servida.
“O Luís já foi para o quarto da sua mãe. Por que não acende outra luz? Quero admirar melhor o seu lindo corpo. Podes acender.”
O quarto ficou bruscamente iluminado. Ao vê-lo nu verifiquei que caralho era bem mais grosso que o do meu ex-marido: certificando-me depois ele ser realmente um veterano. Inicialmente acanhado perguntou se podia beijar-me! Em resposta só lhe disse: “Na cama sou toda tua.”
Sem pressa, após um longo beijo de língua foi o sutiã arrancado e os seus lábios e mãos percorreram lentamente todo o meu corpo, arrancando também as cuecas (calcinhas) ao atingir o meio das pernas exclamou: “que linda” e acariciando os lábios visíveis por entre os quais escorria abundante melaço, caiu de boca no meio deles e provocando-me o primeiro orgasmo.
Vários se seguiram, especialmente no 69, quando saboreei também a pica dele.
Foi uma noite inesquecível de sexo, melhor que a minha noite de núpcias, pois várias vezes fui ao céu e em que ambos gozamos até de madrugada. Apesar de bastante dorida entre as pernas, repetimos na outra noite.
A minha amiga, tão satisfeita ficou com a atuação do meu filho que, também passou a 2ª noite com ele.
Depois dessa semana nos reunimos e conversamos: “No futuro poderá ser sempre a assim, mas vai ser um segredo de nós 4 e fora dos quartos será como se nada tivesse acontecido, ok?”
Claro!!



















