18.4.18

A NOSSA PRIMEIRA E ÚNICA TROCA DE CASAIS

Casal, leitores do SeximaginariuM, decidiu contar aos nossos leitores como foi a primeira experiencia deles na “troca de casais”.
Tenho 55 anos e a minha esposa Inês 45 anos. Faz algum tempo que começamos a conversar sobre a possibilidade de experimentarmos o “mundo do swing”. Queríamos satisfazer nossa curiosidade e realizarmos essa fantasia sexual.
Entre vários casais com que conversamos pelo Skype, um em particular nos chamou a atenção: Mesma faixa etária, condição econômica e, principalmente, nunca tinham feito troca de casais. Foram várias noites de conversas (Inês passava horas com Clara na internet). O jogo da sedução durou cerca de dois meses. Numa noite, estávamos os quatro online, a conversa esquentou muito e decidimos ligar nossas câmaras. As imagens nos deixaram muito excitados. O casal fez sexo oral e nós dois nos masturbamos em frente a câmera. Foi um “esquenta” para o real! Após esta noite resolvemos marcar um encontro para nos conhecermos pessoalmente – jantar, beber, descontrair e quem sabe…
Chegamos ao restaurante, Marcos e Clara nos esperava. A esposa aparentava ter 40 anos, baixinha, muito gostosa, pernas grossas, bundão, vestido curto transparente, deixando à mostra sua calcinha pequena. Marcos deu um abraço forte na minha mulher e colocou a mão na bunda dela… Senti um clima de sacanagem no ar!
Sentamos à mesa de forma estratégica, com os casais trocados – Eu ao lado de Clara e Marcos ao lado da Inês. Durante o jantar percebi os olhares dele no decote da minha mulher, que deixava metade dos seios de fora. Eu também não “tirava o olho” das pernas da mulher dele.
A noite foi deliciosa. Terminado o jantar, Marcos nos convidou para um café na casa deles. Fomos no carro deles. Os casais entraram no carro na mesma formação do restaurante rsrsrs… Fui no banco de trás com Clara. Olhando aquele tesão de mulher ao meu lado, perdi a timidez e passei a mão nas pernas dela. Nem percebi o que acontecia com a minha esposa e o Marcos ali na minha frente.
Chegamos à casa deles. Ao invés do café tomamos mais algumas tacas de vinho. Falei no ouvido da minha mulher que Marcos não tirava os olhos dela. Rindo ela respondeu que já tinha notado e estava gostando de ser admirada.
– Querem conhecer a casa?
Subimos as escadas e entramos no quarto. Estávamos muito relaxados. Inês diminua a luz e a troca de casais começou… Marcos abraçou minha mulher que olhou para mim procurando aprovação. Sorri e ela entendeu. A mulher dele, encostou em mim e sentiu meu pau duro, latejando. Olho para minha mulher e vejo que estão se beijando… Fiquei muito excitado vendo minha Inês com outro homem.
Quando eu me virei Clara estava seminua. Nos beijamos e cai de boca no peitinho dela, um delicia chupar aqueles bicos pequenos… Chupava, beijava e ouvia os gemidos de prazer da minha esposa. Seria normal que eu tivesse ciúmes, mas, muito pelo contrário, o fato de ouvi-la gemer deixou-me ainda mais louco de tesão.
Tirei a calcinha da Clara e chupei a bucetinha lisinha dela. Chupava e olhava o Marcos metendo na Inês que gemia alto de prazer. Ver minha mulher no pau de outro cara me deixou louco de tesão.
Coloquei a Clara de quatro e meti por trás. Sua bucetinha estava muito molhada, escorrendo… Aproveitei o pau melado e coloquei no cuzinho dela…
Gozamos os quatro praticamente juntos, uma mistura de gritos, palavrões e, depois silencio.
Ficamos deitados por alguns minutos. Minha mulher cabelo todo desgrenhado, maquiagem borrada, mas com cara de satisfeita. O casal levantou e foi ao banheiro… Nos beijamos deliciosamente. Senti a buceta da minha esposa vermelha e melada da porra do Marcos, o que me deixou com mais tesão. Inês confessou que sentiu exatamente o mesmo enquanto me via chupando a buceta da Clara.
Tomamos uma ducha para tirar todo o vestígio da festinha. Descemos e encontramos nossos amigos na sala. Tomamos café e conversamos como se nada tivesse acontecido.
Queremos repetir a dose!
Essa foi a história do nosso primeiro e único swing. Alguém aqui do blog já teve alguma experiencia de troca de casais para nos contar?

8 comentários:

Side Kicker disse...

Isso é muito emocionante!

sonho ser corno disse...

Puta merda que cara sortudo. Ver esse vídeo me deixou muito excitado!

Anônimo disse...

A minha primeira troca de casais foi bastante diferente do que é habitual; mas sim semelhante a 2 menagem masculinas. Tudo teve inicio num diálogo que escutei entre a minha esposa e uma amiga, de nome Luísa, também casada, sem que qualquer delas suspeitasse que eu ouvia. Dizia a Luísa para a minha esposa haver algum tempo que trocava de parceiros com o marido. A minha esposa ao ouvir isto perguntou! GOZAS MUITO COM OUTRO HOMEM? Sim é óptimo variar; E O TEU MARIDO NÃO TEM CIUMES? Não, porque ele faz o mesmo com a outra mulher. E TU TAMBÉM NÃO TENS CIUMES DE O VER FODER OUTRA MULHER? Inicialmente havia uma pontinha de ciumes, mas agora já consideramos tudo normal. E O QUE FAZEM COM O PARCEIRO DIFERENTE? Tudo o que um casal pode fazer e mais ainda DP. CREIO QUE O MEU MARIDO NÃO ACEITAVA TAL COISA E EU TINHA IMENSOS CIUMES DE O VER COM OUTRA MULHER. Olha que o meu marido tem muita tesão por ti, já pensamos em vos convidar para uma experiência connosco, mas ele tem um pau muito grosso e comprido, EU GOSTAVA DE EXPERIMENTAR, MAS O MEU MARIDO DE CERTO NÃO ACEITA. Um telemóvel tocou e a Luísa disse ser o marido. Não houve portanto mais diálogo e fiquei a pensar que até gostava imenso de foder a Luísa e via agora essa oportunidade, mas tinha o seu preço e, não estava ainda preparado para ceder a minha esposa, que com 33 anos continuava a ser apreciada por todos os homens por quem passava, ao marido dela. Esperei algumas semanas que a minha esposa disse-se alguma coisa! Como ela nada dizia fui eu a confessar-lhe o que tinha ouvido. Ao ouvir a minha confissão ficou assustada, receando a minha reacção, mas eu logo lhe disse ser normal todas as mulheres casadas terem o desejo de uma experiência sexual fora do casamento, se anteriormente a não tiveram, que poderia-mos falar sobre o assunto; confessando-lhe que sentia bastante atracção pela Luísa. Ficou mais tranquila, confirmando sentir também certa atracção pelo marido da Luísa, de nome José, mas nunca me iria trair. Esclareci-lhe então que numa troca, não havia traição. Ela sorriu, dizendo que aceitava, mas objectou que teria imensos ciumes ao ver-me nos braços da Luísa e seria difícil concentrar-se para obter prazer. Foi quando eu me lembrei de trocar-mos da parceiras sem a presença do outro cônjuge. Ela concordou, então fala com a Luísa e se eles aceitarem, posso ir eu a casa deles para foder a Luísa, ou vice versa. Passados dias disse-me que eles haviam concordado e que fosse eu primeiro a casa deles. Fiquei eufórico, ia finalmente comer a Luísa. Na tarde do dia aprazado preparei-me, bem perfumado e na hora combinada compareci em casa deles. A Luísa estava mesmo sexy; apenas vestia um robe quase transparente e o José também igualmente de robe. Ofereceram-me uma bebida que eles acompanharam, para descontrair. Eu, com enorme tesão, não afasta os olhos da Luísa, até que eles se levantaram e dirigiram ao quarto, fazendo-me sinal para os acompanhar. Apesar do tesão que sentia aguardei alguns momentos e quando entrei, já ambos nus, a Luísa deitada, chupava o caralho do José que mal lhe cabia na boca, mas que pau aquele, certamente mais de 20cm; a minha esposa iria sofrer bastante para alojar aquilo tudo. Rapidamente me despi também e foi a Luísa a chamar-me, fazendo sinal para o meio as suas pernas. Não me fiz rogado, ela própria as abriu e, vi então uma cona não totalmente rapada, com uns lábios carnudos e um clitóris saliente. Cai de boca naquela lindeza, lambendo inicialmente apenas em volta antes de atingir o centro do prazer, mas já a Luísa gemia de gozo e quando passei a beijar aquela linda cona, circundando o clitóris com a língua os seus gemidos aumentaram e, metendo-a também profundamente entre aqueles o lábios carnudos, não só gemia mais como também gritava que estava gozando um orgasmo. Não irei contar tudo quanto se passou naquela tarde, em que a Luísa teve vários orgasmos; acrescentarei apenas que o meu pau muito gozou naquela cona, que ela também chupou e comi-lhe o cusinho numa DP a seu pedido. Amanhã contarei o que se passou com a minha esposa.

Anônimo disse...

Só hoje me é possível relatar a troca de parceiro com a minha esposa.
Naquele dia notei o seu nervosismo logo de manhã, o que era compreensível; ia ser a primeira vez que, não só ficaria nua frente a outro homem, como tb abrir as pernas para ele a foder. Eu tb estava intranquilo, ia partilhar com outro homem os 30 anos da minha esposa, mas algo lhe causava receio, pois perguntou-me! O pau do José é realmente enorme? Para não a assustar disse ser normal. Pediu-me tb; nunca me deixes a sós com ele e deita-me tu na cama. Contudo esmerou-se para ficar sexy, com uma lingerie preta, sob um fino robe. A chegada do José mais a enervou, cumprimentou-nos e logo deu um beijo na boca dela. Bebemos algo para quebrar o gelo e pouco depois foi o José a dizer: vamos? Estava ansioso para foder a minha esposa. Pedi-lhe para esperar alguns minutos e entrei no quarto com a minha esposa. Despi-me e deitei-a. Excita-me bem, pediu: assim procedi e quando o José entrou fazia-me ela um boquete. Enquanto ele se despia a minha esposa fixava-o. Ao ver o pau que ele tinha, mesmo com a boca cheia segredou-me: aquilo é que ser normal? Só se for num jumento. Foi a minha esposa a indicar-lhe o meio das suas pernas: ele compreendeu; mas ao ver-lhe as cuecas da lingerie, num instante as arrancou, abrindo-lhe tb as pernas e, olhando para o meio delas exclamou: tão pequenina, parece apertada, (referia-se a cona) É raro encontrar algo assim e caiu de boca. Não sei o que ele fazia que ela logo começou a gemer com prazer, certamente era muito, pois contorcia o corpo dizendo que os orgasmo não paravam e não aguentava mais tanto prazer, pedindo para que parasse, ficando inerte. Calculando que estava bastante lubrificada fui eu a sugerir: deves estar molhadinha: queres que ele meta já? Ficou em silêncio, mas passados segundos disse: sim! Ela apenas tinha visto o pau do José, não lhe havia ainda pegado, ao confirmar com as mãos tão grosso era, logo exclamou: isto não vai caber ali, iria arrobar-me. Não o vás meter não. Ao ouvir isto aproximei-me! Então querias experimentar uma coisa grossa e agora negas-te? Grossa sim, mas não tanto! Não sou nenhuma égua! Não tens vergonhas perante a Luísa? Ela já está acostumada. Foi o José a dizer: podes acostumar-te tb, vou ser cuidadoso e meter devagar, não sentirás dor alguma. Ela. Que posição será melhor? Experimentamos de 4, abre e afasta as pernas. Está bem! Colocou-se na posição, mas, apesar do José beijar e lamber-lhe bastante a cona, apenas entrou a cabeça, gritou logo! Assim não, está doendo, escapando-se das mãos dele. Estava a ser difícil. Ele, Então deita-te de costas, afasta as pernas e levanta-as.(assim não poderia escapar-se) Franziu a cara mas aceitou. Para a excitar mais, novamente lhe beijava a cona, fazendo-a gemer. Com uma das mão abria-lhe os lábios vaginais e com a outra mantinha o pau esfregando neles a cabeça. Continuaram os gemidos, mas ao meter a cabeça além dos lábios de novo gritou. Está doendo, Olha, disse ele, irá doer um pouquito, mas é coisa que poderás suportar. Então mete devagar! Ao entrar mais um pouco de novo os gritos, ai, ai, está doendo muito, chega, chega, para, não metas mais e tira isso. Porque razão os homens só gozam e não sofrem assim. Os ais da minha esposa faziam-me doer o coração, mas ao mesmo tempo sentia tesão ver aquela verga ir entrando na sua cona, abrindo espaço à sua medida e os lábios já arregaçados. Ele não tirou, mas disse, vou meter mais um pouco. Foi a vez dela! Ainda falta muito? Não! Mas faltava mais de metade! Então se tenho de suportar que seja rápido, mete já tudo para terminar o martírio. O José olhou para mim; fiz sinal para cumprir e, ele num forte estucada meteu o que restava.´Então é que foram gritos. Os vizinho devem ter ouvido. Aiiiiiiii,aiii que me arrombas-te, que dor, algo me bateu no cu, estou sentindo tb golfadas, vieste-te dentro de mim, tira já isso, não aguento. Na verdade não fodemos mais nessa tarde, mas repetimos depois mais vezes em que a minha esposa já acostumada, gozou bastante no pau dele e com a Luísa presente fodendo tb comigo.

Anônimo disse...

Só hoje me é possível relatar a troca de parceiro com a minha esposa.
Naquele dia notei o seu nervosismo logo de manhã, o que era compreensível; ia ser a primeira vez que, não só ficaria nua frente a outro homem, como tb abrir as pernas para ele a foder. Eu tb estava intranquilo, ia partilhar com outro homem os 30 anos da minha esposa, mas algo lhe causava receio, pois perguntou-me! O pau do José é realmente enorme? Para não a assustar disse ser normal. Pediu-me tb; nunca me deixes a sós com ele e deita-me tu na cama. Contudo esmerou-se para ficar sexy, com uma lingerie preta, sob um fino robe. A chegada do José mais a enervou, cumprimentou-nos e logo deu um beijo na boca dela. Bebemos algo para quebrar o gelo e pouco depois foi o José a dizer: vamos? Estava ansioso para foder a minha esposa. Pedi-lhe para esperar alguns minutos e entrei no quarto com a minha esposa. Despi-me e deitei-a. Excita-me bem, pediu: assim procedi e quando o José entrou fazia-me ela um boquete. Enquanto ele se despia a minha esposa fixava-o. Ao ver o pau que ele tinha, mesmo com a boca cheia segredou-me: aquilo é que ser normal? Só se for num jumento. Foi a minha esposa a indicar-lhe o meio das suas pernas: ele compreendeu; mas ao ver-lhe as cuecas da lingerie, num instante as arrancou, abrindo-lhe tb as pernas e, olhando para o meio delas exclamou: tão pequenina, parece apertada, (referia-se a cona) É raro encontrar algo assim e caiu de boca. Não sei o que ele fazia que ela logo começou a gemer com prazer, certamente era muito, pois contorcia o corpo dizendo que os orgasmo não paravam e não aguentava mais tanto prazer, pedindo para que parasse, ficando inerte. Calculando que estava bastante lubrificada fui eu a sugerir: deves estar molhadinha: queres que ele meta já? Ficou em silêncio, mas passados segundos disse: sim! Ela apenas tinha visto o pau do José, não lhe havia ainda pegado, ao confirmar com as mãos tão grosso era, logo exclamou: isto não vai caber ali, iria arrobar-me. Não o vás meter não. Ao ouvir isto aproximei-me! Então querias experimentar uma coisa grossa e agora negas-te? Grossa sim, mas não tanto! Não sou nenhuma égua! Não tens vergonhas perante a Luísa? Ela já está acostumada. Foi o José a dizer: podes acostumar-te tb, vou ser cuidadoso e meter devagar, não sentirás dor alguma. Ela. Que posição será melhor? Experimentamos de 4, abre e afasta as pernas. Está bem! Colocou-se na posição, mas, apesar do José beijar e lamber-lhe bastante a cona, apenas entrou a cabeça, gritou logo! Assim não, está doendo, escapando-se das mãos dele. Estava a ser difícil. Ele, Então deita-te de costas, afasta as pernas e levanta-as.(assim não poderia escapar-se) Franziu a cara mas aceitou. Para a excitar mais, novamente lhe beijava a cona, fazendo-a gemer. Com uma das mão abria-lhe os lábios vaginais e com a outra mantinha o pau esfregando neles a cabeça. Continuaram os gemidos, mas ao meter a cabeça além dos lábios de novo gritou. Está doendo, Olha, disse ele, irá doer um pouquito, mas é coisa que poderás suportar. Então mete devagar! Ao entrar mais um pouco de novo os gritos, ai, ai, está doendo muito, chega, chega, para, não metas mais e tira isso. Porque razão os homens só gozam e não sofrem assim. Os ais da minha esposa faziam-me doer o coração, mas ao mesmo tempo sentia tesão ver aquela verga ir entrando na sua cona, abrindo espaço à sua medida e os lábios já arregaçados. Ele não tirou, mas disse, vou meter mais um pouco. Foi a vez dela! Ainda falta muito? Não! Mas faltava mais de metade! Então se tenho de suportar que seja rápido, mete já tudo para terminar o martírio. O José olhou para mim; fiz sinal para cumprir e, ele num forte estucada meteu o que restava.´Então é que foram gritos. Os vizinho devem ter ouvido. Aiiiiiiii,aiii que me arrombas-te, que dor, algo me bateu no cu, estou sentindo tb golfadas, vieste-te dentro de mim, tira já isso, não aguento. Na verdade não fodemos mais nessa tarde, mas repetimos depois mais vezes em que a minha esposa já acostumada, gozou bastante no pau dele e com a Luísa presente fodendo tb comigo.

António Guerreiro disse...

À parceira do José. Conta prá gente como foi, pelo menos uma das trocas, em que já gozas-te com o caralho do José dentro de ti, na presença da Luísa.

Graça Morais disse...

Quando da minha primeira menagem já conhecia intimamente o meu parceiro, sem que o meu marido nada suspeitasse. Era-mos amantes mais ou menos havia 2 anos. Como colegas da mesma empresa, ele de nome Abel, meu chefe de serviço, tb casado com uma elegante mulher, que eu considerava superior à minha pessoa, pelo que não sei o que ele via em mim com tantos elogios e insistências para ir comigo para a cama, até que não resisti mais e fui mesmo. Em sexo meu marido satisfazia-me gozar plenamente, mas o Abel proporcionava-me orgasmos tão fabulosos que eu ansiava sempre por novos encontros, tão discreto eram, que ninguém da empresa tinha a mínima suspeita do que se passava. Foi então que ele que alvitrou eu propor ao meu marido uma troca de casais, que da parte dele não se importava em lhe ceder tb a esposa. Recusei apresentar isso ao meu marido, pois poderia suspeitar do que se passava connosco e não sabia qual a reacção que iria ter. Foi ainda ele que organizou a forma de tal vir a acontecer. Convidou-nos, como colegas, ao casal, para o seu aniversário, (35 anos), dando assim inicio a um convívio entre casais. A esposa, de nome Elisa, 33 anos, não sei se já estaria preparada para o que viria acontecer futuramente, pois com a continuação do nosso convívio começou a insinuar-se perante o meu marido e como ela era realmente uma brasa de mulher, o olhar dele despia-a mentalmente. Chegando a dizer que invejava a sorte do Abel pela esposa que possuía. Mostrei-me ciumenta, dizendo-lhe ser preferível suspender o convívio. Disse-me que não, pois estes estavam a ser muito divertidos. Até que certo dia notei que ambos os maridos, um pouco afastados, travavam um longo dialogo e, que uma vez por outra olhavam para nós, as esposas. Foi depois do nosso regresso a casa que o meu marido, um tanto acanhado, me disse! Sabes um coisa? O Abel ofereceu-me a esposa durante uma noite se eu te cedesse também a ele! Dessa vez fingi-me furiosa. O Quê? Como iria eu enfrentar o Abel na empresa depois de ter passado uma noite com ele na cama? E eu ver-te foder a Elisa? Não sei se aguento. O que lhe respondes-te? Disse que iria falar contigo, mas não acreditava que estivesses disposta a isso e eu ver o Abel foder-te, tb não sei se consigo. Falamos durante semanas sobre o assunto e nos encontros com o casal, o meu marido mais olhava para a Elisa, estava preso pelo beicinho e ela insinuava-se cada vez mais. Até que eu lhe disse: estou a ver que mais dia menos dia vás para a cama com a Elisa e se tal acontecer também eu me disponho a ir com o Abel. Ele sorriu de orelha a orelha; é mesmo verdade o que dizes? Sim, se a Elisa aceitar ir com contigo e tu queres ir com ela, porque não aceitarei também ir com o Abel. Assim não nos trai-mos um ao outro. No nosso encontro seguinte acertaram-se os detalhes, mas não houve qualquer intimidade. Isso só viria a acontecer no sábado seguinte num hotel, por acaso no mesmo e, tb o quarto já meu conhecido e do Abel, por ser ali que decorreram os nossos encontros clandestinos. A primeira noite em que mudamos de parceiros tive de fingir-me de envergonhada, como se fosse a primeira vez que ia entregar-me sexualmente a outro homem, mas era sim a primeira vez que ia ver o meu marido foder outra mulher. Na verdade senti ciumes ao ouvir a Elisa gemer com sexo oral que ambos trocavam e as investidas do meu marido no meio das suas perna, mas ao mesmo tempo pensei: não à que ter ciumes porque estou a sentir o mesmo que ela, no entanto não sei se por anteriormente ter receio de ser descoberta os dantes orgasmos eram mais intensos, foi contudo uma maravilhosa noite de sexo, apenas interrompido já de madrugada, cujo odor no quarto demonstrava bem o que ali havia ocorrido. Passamos o resto da noite no hotel, dormimos abraçadas aos respectivos parceiros. Temos repetido com frequência não só a troca de parceiro, como também a DP, o que nunca havia ainda feito e que adorei, pelo prazer que me proporcionou e o meu marido afirma que ao ver o Abel meter em mim, o seu tesão aumenta muito. Desta forma não necessito mais das escapadelas clandestinas.

Graça Morais disse...

Quando da minha primeira menagem já conhecia intimamente o meu parceiro, sem que o meu marido nada suspeitasse. Era-mos amantes mais ou menos havia 2 anos. Como colegas da mesma empresa, ele de nome Abel, meu chefe de serviço, tb casado com uma elegante mulher, que eu considerava superior à minha pessoa, pelo que não sei o que ele via em mim com tantos elogios e insistências para ir comigo para a cama, até que não resisti mais e fui mesmo. Em sexo meu marido satisfazia-me gozar plenamente, mas o Abel proporcionava-me orgasmos tão fabulosos que eu ansiava sempre por novos encontros, tão discreto eram, que ninguém da empresa tinha a mínima suspeita do que se passava. Foi então que ele que alvitrou eu propor ao meu marido uma troca de casais, que da parte dele não se importava em lhe ceder tb a esposa. Recusei apresentar isso ao meu marido, pois poderia suspeitar do que se passava connosco e não sabia qual a reacção que iria ter. Foi ainda ele que organizou a forma de tal vir a acontecer. Convidou-nos, como colegas, ao casal, para o seu aniversário, (35 anos), dando assim inicio a um convívio entre casais. A esposa, de nome Elisa, 33 anos, não sei se já estaria preparada para o que viria acontecer futuramente, pois com a continuação do nosso convívio começou a insinuar-se perante o meu marido e como ela era realmente uma brasa de mulher, o olhar dele despia-a mentalmente. Chegando a dizer que invejava a sorte do Abel pela esposa que possuía. Mostrei-me ciumenta, dizendo-lhe ser preferível suspender o convívio. Disse-me que não, pois estes estavam a ser muito divertidos. Até que certo dia notei que ambos os maridos, um pouco afastados, travavam um longo dialogo e, que uma vez por outra olhavam para nós, as esposas. Foi depois do nosso regresso a casa que o meu marido, um tanto acanhado, me disse! Sabes um coisa? O Abel ofereceu-me a esposa durante uma noite se eu te cedesse também a ele! Dessa vez fingi-me furiosa. O Quê? Como iria eu enfrentar o Abel na empresa depois de ter passado uma noite com ele na cama? E eu ver-te foder a Elisa? Não sei se aguento. O que lhe respondes-te? Disse que iria falar contigo, mas não acreditava que estivesses disposta a isso e eu ver o Abel foder-te, tb não sei se consigo. Falamos durante semanas sobre o assunto e nos encontros com o casal, o meu marido mais olhava para a Elisa, estava preso pelo beicinho e ela insinuava-se cada vez mais. Até que eu lhe disse: estou a ver que mais dia menos dia vás para a cama com a Elisa e se tal acontecer também eu me disponho a ir com o Abel. Ele sorriu de orelha a orelha; é mesmo verdade o que dizes? Sim, se a Elisa aceitar ir com contigo e tu queres ir com ela, porque não aceitarei também ir com o Abel. Assim não nos trai-mos um ao outro. No nosso encontro seguinte acertaram-se os detalhes, mas não houve qualquer intimidade. Isso só viria a acontecer no sábado seguinte num hotel, por acaso no mesmo e, tb o quarto já meu conhecido e do Abel, por ser ali que decorreram os nossos encontros clandestinos. A primeira noite em que mudamos de parceiros tive de fingir-me de envergonhada, como se fosse a primeira vez que ia entregar-me sexualmente a outro homem, mas era sim a primeira vez que ia ver o meu marido foder outra mulher. Na verdade senti ciumes ao ouvir a Elisa gemer com sexo oral que ambos trocavam e as investidas do meu marido no meio das suas perna, mas ao mesmo tempo pensei: não à que ter ciumes porque estou a sentir o mesmo que ela, no entanto não sei se por anteriormente ter receio de ser descoberta os dantes orgasmos eram mais intensos, foi contudo uma maravilhosa noite de sexo, apenas interrompido já de madrugada, cujo odor no quarto demonstrava bem o que ali havia ocorrido. Passamos o resto da noite no hotel, dormimos abraçadas aos respectivos parceiros. Temos repetido com frequência não só a troca de parceiro, como também a DP, o que nunca havia ainda feito e que adorei, pelo prazer que me proporcionou e o meu marido afirma que ao ver o Abel meter em mim, o seu tesão aumenta muito. Desta forma não necessito mais das escapadelas clandestinas.