6.5.19

PERFIL DO BLOG "NOSSO CONTO ERÓTICO"

O casal dono do Blog NOSSO CONTO ERÓTICO (ele 36; ela 34) está junto há quatro anos e meio e casados há três. Gostam muito de sexo em suas variadas formas (anal, oral e vaginal), sempre com respeito e cumplicidade. 
“Nosso Blog é um canal para que postarmos alguns textos que trocamos como marido e mulher, além de narrar de forma bem erótica nossas relações em cima da cama”. 
O que o casal quer com o Blog? 
“Queremos que a imaginação dos leitores crie asas, o sangue corra por entre as pernas e quem sabe, os inspirarem a transar muito gostoso, sem frescuras e com muito amor e carinho”. 
A ideia de criar e colocar no ar o Blog NOSSO CONTO ERÓTICO surgiu a partir dos textos eróticos que ele escrevia e mandava com frequência por WhatsApp para a esposa. "Ela deu a ideia de acharmos um canal para divulgarmos os textos e resolvemos criar uma conta no Instagram. O lance do exibicionismo foi surgindo naturalmente, com casais pedindo fotos para ilustrarmos os nossos textos. Com o tempo, nos vimos postando fotos nus e trocando algumas imagens com outros casais exibicionistas. Encerramos a conta no Insta e criamos o blog, pois o Instagram não permite material explícito. Assim que as coisas foram acontecendo... Começamos a postar nossos textos e quando nos demos conta já estávamos fazendo fotos das transas e com vontade de compartilhá-las. Dessa forma o blog foi crescendo... Isso tudo aconteceu em novembro de 2018!"
O casal curte exibicionismo e confessa que se exibir dá um puta tesão. Não procuram casais para swing "nunca rolou nenhum tipo de convite para algo mais quente". 
Eles confessaram ao SeximaginariuM que já fizeram sexo em lugares inusitados e perigosos "Já transamos no mar, com a praia cheia e num estacionamento em plena luz do dia, fora do carro! Foi demais!! Mas, que ainda têm tesões e fantasias para realizar antes de morrer: Sexo anal, ir a uma praia de nudismo, fazer sexo na praia e no elevador e participar de ménage.



O casal escolheu uma das postagens do nossocontoerotico.blogspot.com para publicarmos aqui:

"..Já havia rolado alguns beijos. Já havia rolado uns pegas quentes dentro do carro na frente da casa dela. Mão boba? Claro, quem nunca? Mas o finalmente não foi rápido. Não por falta de vontade nossa. As coisas simplesmente aconteceram desta maneira. Demoramos um pouco para transar. Mas quando aconteceu....GSUIS!!!!
Fomos a um churrasco na casa de um grande amigo meu, depois disso, ela me intimou para irmos a uma balada de rock clássico aqui na nossa cidade. Amantes da boa música, não pensamos duas vezes e caímos lá. Entre cervejas, caipirinhas e Led Zeppelin, muitos beijos de língua, mão na bunda, beijos no pescoço e passadas de mão no meu pau, no meio da balada escura! Tinha que acontecer aquele dia. Eu estava com um tesão da porra, ela, eu imaginava, molhada. Um vestido azul, curto, com as costas totalmente de fora, exibindo sua tatuagem e delineando seu corpo perfeito me deixavam alucinado. Ela dançava, bebia, me beijava e me excitava. Eu queria aquele corpo, queria comer aquela mulher. A química é uma ciência exata. Nossos fluídos iriam reagir de uma maneira excitante.
Depois de Led, Pink Floyd, Janis Joplin, AC/DC, cervejas, caipirinhas e beijos, nossa hora chegara.
Levei ela pra um motel e lá meu tesão finalmente encontrou com o dela. Meu pau duro, sua buceta molhada, nossos corpos sem roupa. Nos despimos e, como uma criança num pote de doces, chupei e lambi seu corpo. Seu sexo delicioso, molhado me fez ter a certeza que toda aquela espera tinha valido a pena. Que mulher!! Ali, linda, gostosa, pelada, excitada, só pra mim.
Deliciosamente, ela sentou no meu pau e começou a mexer o quadril, esfregando sua bucetinha linda e molhada no meu membro que explodia de prazer. Ficamos nos beijando e nos esfregando por um tempo. O tesão cresceu tanto que ela gozou sem penetração. A primeira gozada dela comigo foi sem meu pau dentro dela. Neste momento percebi o quanto estávamos entregues um para o outro. Aquilo não era apenas uma foda qualquer. Provamos pra nós mesmos que a química é uma ciência exata. O match havia rolado da melhor maneira possível.
Foi com esse rebolado delicioso que ela gozou no meu pau. Depois de um breve 'descanso', começamos tudo de novo e quisemos sexo. Tive a maravilhosa sensação de sentir meu pau dentro dela. Molhada, apertada, quente. Gostosa, suculenta. Soube que iríamos transar muito mais depois daquele momento. Ela queria meu pau e eu queria muito mais sua buceta, seus seios, seu corpo, seus beijos. Hoje, olhando pra trás, vejo o quanto valeu a pena esperar alguns dias para comê-la. Hoje fazemos amor sempre que o tesão bate. Há quatro anos tenho tudo isso só pra mim. E ela me tem sempre que deseja."



5 comentários:

Alemao disse...

Como não basta bom gosto musical a mulher é de muito bom gosto adoraria participar de um ménage com vcs

Kique disse...

Sou seguidor tb desse blog gosto muito
Parabéns pela parceria

Kique

Hoje em Caminhos Percorridos - Peito vrs Tomates

Anónima disse...

Ao ler o conto da primeira vez do casal, relembrei também a minha primeira vez. Já lã vão 45 anos e tinha eu 17 aninhos, estudava num colégio de religiosas e em matéria de sexo era completo tabu. Tinha um namorado com 21 anos, que frequentava a faculdade de medicina. Havia uma carrinha que me levava da residência para o colégio e vice versa; sucedeu porém que numa tarde do mês de Junho não houve aulas e regressei mais cedo. A carrinha deixou-me à porta mas não entrei, dirigi.me a uma cabine telefónica, (não havia ainda telemóveis) e telefonei ao meu namorado se poderia-mos dar um passeio Ele estava em casa,disse-me para passar por lá e eu fui; era uma época bastante agitada nos estudantes devido à recente revolução militar. Para surpresa minha pediu-me para entrar, os pais estavam ausentes e a criada tinha folga. logo trocamos de beijos como nunca antes e sentamos no sofá. Os beijos continuaram, para de seguida as caricias. Despiu-ma blusa e tirando os peitos do sutiã beijava-os e sugava os mamilos e com as mãos nas minhas coxas excitava-me cada vez mais, não tardou que os dedos chegassem ao meio das minhas pernas, exclamando! Tens as cuecas muito molhadas! Deixa ver? Não não! Foi então que levou uma das minhas mão ao meio das pernas dele, encontrando algo ali bem rijo. Perguntou-me! Queres ver? Fiquei calada, mas curiosa, nunca tinha visto um pénis. Ele tirou-o e vi então que era não só bastante grosso como também comprido. Não pensando ainda que iria perder nessa tarde a virgindade imaginei que na noite de núpcias seria impossível aquilo entrar na minha vagina tão pequenina, já tinha tentado meter um dedo quando me masturbava e logo senti imensas dores. Aquilo iria rasgar-me. Com uma das suas mãos ainda no meio das minhas pernas, dizia-me: já que vista a minha, agora mostra também a tua. Não consegui mais dizer que não! Despiu-me a saia, ficando totalmente. Tentei unir as pernas mas ele afastou-as, exclamando novamente! Que linda, tão apertadinha, deixa-me beijar estes lábios e chupar o que de entre eles escorre! Entretanto já se havia despido também e vi pele primeira vez um homem nu; aquilo tão rijo e empinado ultrapassava-lhe o umbigo. Comigo recostada no sofá afastou-me mais as pernas, elevou-as sobre os ombros para os seus lábios e língua chegarem bem ao meios das minhas pernas. Nunca tinha sentido tanto prazer, eu gemia e gemia puxando a sua cabeça contra mim. Em dado momento senti um prazer semelhante ao que sentia quando me masturbava, mas muito mais intenso. O meu prazer continuava mas ele levantou-se e aproximando o pénis dos meus lábios disse para o chupar! Exitei, mas como ele tanto me tinha feito gozar meti aquilo na boca, lambendo antes aquele cabeça vermelha. Sabia-me bem chupar aquilo, mas em dado momento senti golfadas de esperma atingindo-me a garganta. Sem saber o que fazer engoli. Não tinha mau gosto. Ele apenas me disse: não tenhas nojo, é dum ser humano Pareceu-me ter ficado cansado. Sentou-se ao meu lado trocando beijos e o pénis ficou flexível. Mete novamente na boca que vai ficar rijo. Efectivamente não tardou a ficar novamente rijo. Foi quando ele me disse deixa roçar a cabecinha na vagina! MAS SÓ ROÇAR! Sim é só para o sentires nesse lábios e, com os pés no soalho debrucei-me sobre o sofá com ele por traz roçando com aquilo nos lábios externos era delicioso, depois entreabrindo estes roçava nos interiores, mais delicioso era ainda e comecei a gemer! D Continuou a roçar até seiyi ele segurtar-me pela cintutaeixas meter só a cabecinha? NÃO!

Casal Anônimo disse...

Casal maravilhoso, uma delícia de blog. Só devo desmentir quando dizem que “nunca rolou nenhum tipo de convite para algo mais quente”. Quando quiserem vir curtir uma praia, um barzinho em nossa companhia, é só avisar! ;)

Maria de Jesus disse...

Ao ler a primeira vez desse casal de imediato recordei a minha primeira vez, com a diferença do casal já terem praticado sexo com outrem e eu ser virgem.
Já são passados 45 anos, tinha eu 17 aninhos, mas recordo como fosse ontem
Frequentava um colégio de religiosas onde o sexo era tabu. Namorava eu um aluno de medicina com 21 anos, actualmente meu marido, mas a liberdade para as meninas era mínima, uma carrinha transportava-nos de casa para o colégio vice versa. Certo dia, no mês de Junho, não tive aulas de tarde e embora a carrinha me deixasse à porta da residência, não entrei; numa cabine telefónica falei com o meu namorado, para juntos dar um passeio. Disse-me para ir ter a casa ele; recebeu-me com um beijo, dizendo que os pais estavam ausentes e a criada de folga; conduziu-me ao sofá da sala entre beijos e abraços. Em dado momento pediu para tirar a blusa. Exitei, mas como já estava bastante excitada, cedi, mas logo a seguir foi o sutiã, ficando com os seios à mostra, que ele abocanhou, beijando, lambendo e sugando os mamilos. Estava cada vez mais excitada. Pediu para me despir devido ao calor, que ele faria o mesmo. Mais uma vez cedi, ficando só com cuecas. Ele despiu-se totalmente, vi então o seu pénis. Era não só grosso como tb comprido. Como não pensava que ia perder a virgindade naquela tarde, imaginei sim como seria na noite de núpcias, como aquilo iria entrar na vagina tão apertada, pois uma das vezes que me masturbei tentei meter um dedo e doeu tanto que não tentei mais. Portanto que dores não iria sofrer com aquela grossura forçando a entrada na vagina? Enquanto imaginava tudo isto ouvi o meu namorado! Despe tb as cuecas! NÃO, AS CUECAS NÃO! Foi quando ele começou a dedilhar o meio das minhas pernas que eu parecia voar com tanto prazer, gozava tanto que nem dei por ele tirar-me as cuecas. Só recuperei quando o ouvi pronunciar! Que linda, estes lábios maravilhosos, meio ocultos por sedosos pelos negros devem ser mesmo beijados e, caindo com o rosto no meio das minhas pernas beijava, lambia e metia a língua profundamente. Eu sentia-me desmaiar de prazer e julgo que desmaiei mesmo por escassos momentos ao sentir um gozo semelhante ao que obtinha quando me masturbava. Ele pareceu-me exausto, sentou-se depois ao meu lado, beijando-me de língua. Não queres saborear também o meu suco? perguntou? Como? Chupando isto! Apontando para o pénis. Mas isso não vai caber na minha boca! Tenta que vás conseguir. Com dificuldade meti. Disse-me para chupar, o que fiz com prazer, em dado momento senti golfada de esperma atingir-me a garganta, sem saber o que fazer engoli tudo; tinha um gosto açucarado, ele foi beijar-me de língua. Eu continuava excitada mas o pénis estava flexível. Mete outra vez na boca que vai a ficar teso. Na verdade, depois de chupar algum tempo voltou a ficar bem rijo. Agora deixa-me roçar um pouco na vagina. ROÇA MAS NÃO METAS! Sim! Debrucei-me sobre o sofá e ele atrás de mim beijava, lambia e metia a língua na vagina, alternando com o roçar do pénis, beijando igualmente as nádegas e subindo até à minha boca com beijos de língua. Eu enlouquecia com prazer. Uma vez por outra fazia pressão para entrar a cabeça. Era gostoso, quando metia a língua desejava que fosse mais fundo. Os meus gemidos de prazer eram continuados. Quando roçava com o pénis desejava que entrasse mais. Momentaneamente pensei. Se tenho que sofrer essas dores mais tarde ou mais cedo, que seja já. Não aguento mais tempo esse roçar, disse-lhe, mete já tudo de uma só vez. De certeza irei aguentar! Ele continuou a beijar e roçar com o pénis e ao notar que me segurava com as mãos previ ter chegado o momento. Numa forte estucada entrou tudo. Parecia um ferro em brasa que havia entrado em mim, mas tinha aguentado aquela grossura. Só lhe disse! Não te mexas. A dor foi passando, mas quando retirou o pénis escorreu bastante sangue. Tinha perdido a virgindade. O meu namorado deu-me um grande beijo. Fomos lavar-nos e antes de regressar a minha casas coloquei bastante algodão entre as pernas para evitar o sangue e os meus pais nada notarem..