4.9.19

DESPEDIDA DE SOLTEIRA TERMINA EM SURUBA

A minha despedida de solteira deu numa orgia em que eu gozei como nunca tinha imaginado. Foram as minhas amigas que tudo organizaram. 
A primeira surpresa foi quando surgiram dois acompanhantes masculinos, um branco e um negro, ambos nus e com os pénis erectos, dançando ao som da musica, exibindo-se e oferecendo-nos os seus caralhos. 
Nunca tinha visto a pica dum negro ao vivo, que enorme, tanto em comprimento como em grossura, pensei; quanto uma mulher sofreria para algo semelhante entrar nela; mal imaginava eu que nessa noite iria mesmo aguentar o pau daquele negro. 
As minhas amigas agarravam-nos e algumas metiam-nos na boca. Eu tinha vergonha, havia pegado apenas no do meu namorado, não me atrevia a pegar em nenhum deles, mas quando o negro chegou junto de mim e não só ele como a Célia tanto insistiram, que lhe peguei, insistiram depois para o meter também na boca. Com as amigas a gritar: mete na boca e, como já estava bastante excitada fechei os olhos e meti mesmo, chupando aquele rolo de carne tão rija como uma pedra. 
Vi que uma das amigas estava a ser penetrada, todas a verem como aquilo entrava nela; ao retirar o pau da minha boca logo ele se dirigiu a uma outra, não tardando a penetrá-la; parecendo-me que o gozo dela era enorme. 
A Célia junto de mim indagou: estás gostando da tua festa? 
Deixa ver o gosto que tem a pica do negro, que eu ainda não chupei! 
E sem eu esperar uniu os seus lábios aos meus beijando-me de língua. Desconhecia esta faceta da Célia, eu que nunca tinha beijado de língua uma mulher, confesso que até gostei. Contudo a Célia não ficou por ali, meteu a mão entre as minhas pernas e, os seus dedos afastaram-me os lábios vaginais, exclamando: 
Estás mesmo molhadinha! Deixa provar o teu suco! 
Levantou-me o vestido, despiu-me as cuecas, afirmando que já todas as tinham despido; começando a beijar-me a cona e a chupar-me o clitóris. 
Foi a vez do acompanhante branco se chegar a mim para eu também chupar, o que não exitei em fazer. Devido à excitação provocada pelo minete da Célia, excitação aumentou tanto com o bouquete, que obtive um intenso orgasmo, deixando-me inanimada. 
Recompõe-te que a festa é tua, disse a Célia. Tens que dar a cona ao negrão! Vou já chama-lo. 
Eu gostava de experimentar aquele pausão, mas receava ficar arrombada; e depois o meu marido notar, mas aceitei! Foi na posição de 4 que a pica negra entrou em mim; teve de abrir o canal à sua medida, sentia-me rasgar; mas depois que delicia, não sei se entrou tudo, com as estucadas batia fortemente no útero: no vai vem, aquilo roçava-me continuadamente no clitóris e, os orgasmos não paravam; as minha amigas observavam e aplaudiam, eu sentia-me desmaiar, pedi que parasse, necessitava recompor-me de novo.
Célia acarinhava-me, dizendo-me ao ouvido: 
Não vai ficar só por aqui, perguntando-me em seguida! Já deste o cuzinho? 
Sim, uma única vez, ao meu namorado. 
Não queres experimentar o chourição do negro? 
Nem penses, aquilo é muito grosso, meu rico cuzinho. 
Eu tenho um lubrificante muito bom. 
E DP já fizeste-te? 
O que? dois caralhos dentro de mim? 
Sim um na cona e outro no cuzinho. eu já fiz e achei uma delícia. 
Fiquei curiosa. qual a posição mais cómoda? 
Um deles deita-se de costas sobre a mesa e tu deitas sobre ele, umbigo com umbigo, esse mete na cona e o outro mete no cuzinho. 
Sim, faço, mas o cuzinho é para o branco. 
Experimenta o chourição e se não aguentares mudas. 
Concordei; coloquei-me umbigo com umbigo sobre o acompanhante branco, com ele metendo na cona, enquanto a Célia untava o meu cuzinho e a pica do negro; este meteu um dedo e depois dois. eu estava disposta a aguentar custasse o que custasse, pois era observada num profundo silencio. senti a cabeça roçar nas pregas e cheia de tesão aguardei o arrombamento: quando a cabeça entrou dei um grito, mas aguentei e serrei os dentes, aquilo era muito grosso! pedi: 
Mete devagar. com o negro em cima de mim, foi metendo e eu com os dentes serrado fui aguentando, até que em coro ouvi aplaudirem: 
Já entrou tudo. respirei fundo, tinha aguentado.
Meu actual marido não faz ideia do que ali ocorreu. 

Um comentário:

Lara Pimenta disse...

A minha despedida de solteira também foi uma verdadeira orgia, mas aconteceu um caso que me perturbará durante toda a vida. NÃO SEI SE A MINHA FILHA É OU NÃO FILHA DO MEU MARIDO. Na despedida de solteira houve realmente pratica de sexo, tal como eu julgo que sucede em todas ou quase todas as despedidas. Um dos acompanhantes era um gatarrão que todas queriam experimentar e, eu evidentemente tendo a primazia, quis aproveitar o melhor possível aquela noite ainda em solteira. Quando nas penetrações era de facto exigido o uso de camisinha, mas devido certamente à maior grossura do membro, a camisinha rompeu-se e, embora ele houvesse tirado, uma parte do esperma ficou dentro de mim. Casei-me dois dias depois, relacionando-me sexualmente com o meu marido e a menstruação nunca mais apareceu. Estava grávida. De quem? Do meu marido ou do acompanhante? O meu marido não sabe o que se passou na despedida de solteira, portanto está convicto que a bebé nascida, é filha dele, mas em mim há esta duvida que me atormenta; e mais ainda porque é algo que fica só comigo, pois não me atrevo a contar-lhe o ocorrido.