23.3.22

UM MOMENTO INESQUECÍVEL PARA TRÊS:

Seu amigo metendo pela primeira vez na sua namorada e sentindo como ela é quente por dentro. 

Sua namorada assustada, porém com muito tesão, jamais poderia imaginar o tamanho da rola do seu amigo. 

Você, ali bem perto, acompanhando e gravando sua namorada gemendo na rola do seu amigo e batendo uma punheta.

4 comentários:

Arthur Claro disse...

Muito interessante este post.

Arthur Claro
http://www.seminudez.blogspot.com

Anônimo disse...

Deve ser uma delicia. Só imagino a minha. Só fantasia por enquanto.

NEGRO DOTADO SP disse...

Huuuuummmmmmm comiima casada de dessa hj.

Vicente Morais disse...

Existirá algum casal em k nenhum dos cônjuges nunca tenha fantasiado praticar sexo a três? Duvido muito. A maioria, não tem coragem de o propor ao respectivo cônjuge, mas ambos a realizam fora do casamento a ocultas um do outro. Sucede ainda k, quando ambos têm essa fantasia e falam no assunto, haver divergências. É normal a esposa preferir um homem "embora não queira admitir" e o marido uma mulher, pois nem todos gostam k outro homem foda a sua esposa. Algo semelhante se passava comigo e com a minha esposa, até k um dia ela aceitou uma mulher se fosse a sua manicure, k eu bem conhecia e demonstrava ser uma estampa de mulher. A minha esposa sugeriu ser em nossa casa. A manicure, de nome Isabel, foi pontual. A minha esposa pediu k fossem só elas para o quarto durante meia hora. Porém a minha surpresa foi quando entrei no quarto e vejo a minha esposa de 4 e o grosso caralho da Isabel entrando-lhe na cona. A Isabel era um traveste. Nem queria acreditar no k estava a ver; um grande caralho arregaçando os lábios da cona da minha esposa. Quase saía totalmente, mas de seguida entrava novamente todo. Fiquei sem saber o k fazer. Notei k o meu tesão aumentara. Afinal ver a minha esposa ser fodida por uma aparente mulher provocava-me um maior tesão. Recomposto da surpresa dirigi palavra à minha esposa! Querida, o k é isto? Amor, não querias k outro homem me fodesse, mas como vez é uma mulher! Não calculas como ela me faz gozar; tem um caralho muito grosso. Perdi a conta aos orgasmos k já tive. Deixa-me chupar-te, enquanto ela vem para cima de mim foder-me à missionário. Vejo k estás com enorme tesão, parece estar gostando de ver a tua esposa ser fodida por outro caralho. Depois quero chupar também a ela e tu mete-lhe no cuzinho, pois ela adora. A Isabel de imediato montou nela e a minha esposa cruzou as pernas nas suas nádegas, certamente para a cabeça ir mais fundo ou para não sair tanto como anteriormente. Depois da Isabel muito bombar saiu de cima dela, antes porém ainda a minha esposa exclamou: ai amor, estou a gozar tanto que nunca esquecerei esta tarde e dirigindo-se à Isabel: aproxima-te, quero fazer-te um boquete e deixa o meu marido meter no teu cuzinho, que ele gosta de comer cuzinhos. Assim Isabel meteu na boquinha da minha esposa e eu no cuzinho dela. Nunca tinha comido um cuzinho tão gostoso, nem o da minha esposa. Movimentava o traseiro duma forma que eu mal conseguia suster-me sem me esporrar e constantemente pedia: querido, ai k bom, mete-o todo. Os seus gemidos não eram fingidos, sentia mesmo prazer e de tal forma que em dado momento exclamou: não aguento mais, vou esporrar-me na boca da sua mulher. Ao ouvir isto a minha esposa não se opôs; esporra-te sim, não me importo e irei engolir tudo. A porra era certamente muita, pois a minha esposa dizia ai tanta langonha. Foi o momento da Isabel exclamar: estou exausta, necessito de uma pausa. Todos concordamos. Não passou muito tempo até a minha esposa sugerir: amor gostaria de experimentar a DP com dois caralhos verdadeiros. Importas-te de ser a Isabel no cuzinho? Não! Mas olha que o do Isabel é muito grosso. Bem sei, se entrou na cona também pode entrar no cuzinho. E assim foi decidido, mas ouvi ela pedir à Isabel: mete devagar k isso teu é muito grosso. Pareceu-me com tudo k tinha prática. Levou bastante tempo a roçar com a cabeça do pau no orifício que iri penetrar. A minha esposa k não estava habituada aquela grossura, quando entrou a cabeça gritou: para, devagar k isso é muito grosso; mete mais um pouco. Eu bem notava pela sua expressão k estava a ser difícil aguentar aquela tora, pois pronunciava: ai meu cu, ai meu cu, mas pedia para continuar, até k a Isabel disse: já entrou todo. Foi um alivio para a minha esposa mas que disse: deixa ficar dentro antes de se movimentarem para o meu cuzinho se adaptar, Assim procedemos, até se iniciar o vai/vem. Ambos nos esporramos dentro com a minha esposa gemendo. Terminamos assim a nossa tarde sexo k tencionamos repetir. A Isabel insistiu para meter também no meu cusinho, ainda meteu um dedo, nas não deixei mais.