31.8.22

A NOITE DE SEXO QUE DEIXOU MINHA CONA ESFOLADA


Tenho 32 anos, proprietária duma farmácia, casada com um médico. O meu marido esteve durante 6 meses prestando serviço num hospital de Guiné-Bissau. Quando regressou contou-me vários episódios ocorridos com negros. Além desses episódios, numa escaldante noite de amor, talvez para mais me excitar, disse que o membro sexual dos negros é descomunal, tanto em comprimento como em grossura. Olhando para mim acrescentou: 

- Duvido muito que conseguisses aguentar uma coisa daquelas. 

- O quê? Se as negras aguentam porque razão as brancas serão incapazes de aguentar. 


Aquela referencia ao membro sexual dos negros ficou-me na memória, o que me excitava. Sucedeu que num congresso realizado no Porto, com vários colegas de profissão compareceram uma colega, amiga da faculdade, que desde essa data somos confidentes e, um colega negro, de S.Tomé, um autentico atleta. Eu olhava-o com frequência, ao ponto da minha me dizer: - Olha que o Elias é um mulherengo, não tarda que te faça a corte. Eu confesso que já me levou para a cama, mas eu sou divorciada e tu és casada, alerto-te também que possui uma verga como nunca vi. Apesar de eu já ter dado luz 2 filhos fiquei arrombada. Contaste-me a conversa do teu marido, pareces disposta a ir com ele para a cama, mas pensa bem, ainda não tiveste filhos, continuas apertadinha, mais difícil será para ti. 

- Na verdade gostava de ir com ele para a cama, mas nunca irei convida-lo para tal. 

- Já que teimas em ter essa aventura deixa comigo, que eu resolvo mas se fores esquece o preservativo, porque com aquela dimensão normalmente rebenta e como estás a tomar contraceptivos deixa-o gozar dentro que irás sentir o que é gostoso; a inundação é enorme, nem imaginas. Irei convida-lo para que após o jantar vá tomar conosco uma taça de porto, no meu quarto, julgará que é para dormir comigo e como tu estarás também lá, depois irei para o teu quarto, deixado-vos a sós no meu, onde dormirão. Concordas? 

-Ótima ideia. 


Pouca ou nenhuma atenção dei ao congresso no resto da tarde. pensando na noite que iria ter. Vi a minha amiga falar com Elias, não sei o que falaram mas ele passou a olhar-me com olhos de cobiça. Ao jantar ficou na nossa mesa, houve portanto oportunidade de dialogo entre os três. Após o jantar logo seguimos para o quarto da minha amiga. Apesar da excitação não deixava de pensar no que ia fazer, pensava no meu marido, que nem sonhava que a sua esposa, tão honesta até aquele momento em breve iria foder com outro homem, pensei desistir, mas era já tarde para isso. Chegados ao quarto, havendo só uma poltrona, sentou-se nela a minha amiga e nós na cama, que bem larga era. Tal como o planeado, depois da taça do porto logo a minha amiga se queixou de sono dizendo dormir no meu quarto e para nós ficar a sós no dela pois certamente haveria muito para ambos conversar Ali ficamos os 2, sem saber como iniciar, eu tal como uma noiva na noite núpcias. Foi ele que aproximando-se mais me beijou na face, para de seguida procurar os meu lábios num intenso beijo de língua. Que arrepio percorreu todo meu corpo. Estava quebrado o gelo, pois de imediato começou a despir-me sem eu a nada me opor, ficando apenas com a mini cueca e o sutiã. Certamente fechei os olhos com vergonha de me expor ao seu olhar praticamente nua. Nem dei por ele se despir também só vi que estava completamente nu quado se afastou ligeiramente para contemplar o meu corpo, exclamando: 

- Que excitante corpinho. 


Ele mais parecia a estatua dum Deus negro. O que me assustou foi o monstruoso membro que ele tinha, bem erecto pontando para mim. Eu tremia só de pensar se seria possível alojar aquele monstro dentre de mim, mais parecia dum cavalo, tão negro, com veis salientes a cabeçorra também preta. Como é que aquela cabeça iria dilatar para aquilo entrar todo. Meu Deus onde eu me meti. Terá o meu marido razão ao afirmar que eu não conseguiria aquentar a tora dum negro? 

Não irei descrever os preliminares, durante os quais realmente gozei muitíssimo, contarei apenas como tudo ocorreu depois destes. Estava tão exausta pelo enorme prazer sexual recebido que pedi para descansar um pouco, mas o Elias não me concedeu tréguas: 

- Não, não, excitada e lubrificada como estás é o momento certo para foder, difícil será esta noite atingir um estado semelhante, mas nessa posição, para uma primeira vez comigo, será mais difícil para ti. Sugiro experimentar a posição de 4, ficas mais aberta e entrará mais fácil. 

Mas nesse posição vai mais fundo e isso é muito comprido, aleguei. 

- Não te preocupes com o comprimento. porque se deixares entrar até metade não forçarei mais.

- Prometes? E também não me segurar se eu tentar escapar? O que só farei se não poder mesmo aguentar. Peço por tudo que metas de vagar. 

- Prometo e cumpro!

- Então está bem, aceito. 



Desci portanto da cama mas debruçada sobre a mesma, com os pés no soalho, totalmente nua, coxas afastadas, tal como uma égua esperando o cavalo cobridor. Embora não fosse realente uma égua o que ia entrar em mim era bem semelhante à dum cavalo, mas que eu estava ansiosa, embora ao recordar a sua grossura entrasse em pânico Não tardou que o Elias, também totalmente nu, ajoelhar-se de frente para onde aquela verga rija que apontando para mim ia entrar, ele contemplava o panorama, talvez por ser peludinho! Eu, inicialmente com tanta vergonha já nada me importava, era algo que ele estava habituado a ver. Senti que beijava e lambia os lábios da cona o que de seguida pincelava com a cabeçorra negra; que delicia, até com os lábios externos preenchidos, mas quando começou a entrar serrei os dentes no lençol, disposta a aguentar, contudo em certo momento não podia Mais. 

- Para. Não aguento! 

- O quê? Só entrou ainda uma mão travessa! Mulher algumas fez uma nega! - Tira e deita-te de costas na cama, cavalgando-te irei controlando e garanto que entrará todo, tenho o meu brio de mulher. 


Ao limpar-me era bem visível a mancha de sangue na toalha. Assim, serrando o maxilar superior nos lábios, aguentei até entrar todo, sentindo que o útero se deslocou. Como aquilo era negro quando saiu pouco se notava o sangue, mas eu bastante esfolada estava. Toda a zona genital me doía e ele alegando não ter ainda gozado, pedindo para foder noutra posição. Meu Deus, como iria suportar? Adorava sentir todo o teu corpo sob o meu, vamos meter como papai mamãe? Compreendi-o, apesar de certamente estar esfolada cedi. Vamos e podes gozar dentro, não me importo. O seu regozijo foi enorme, mas com a fricção tudo me ardia, gozei apenas quando senti as golfadas da esperma inundarem-me. Nunca mais parava Não podia mais, eram 2 da manhã, depois de um reconfortante banho adormeci de imediato. Madruga ainda senti que me abanava, julguei ser dia, abri os olhos! O que é? Levando a minha mão ao meio das suas pernas me disse: 

- Vê como isso está? Deixas que goze outra vez? 

Com bastante pena não, tenho a cona muito esfolada...


2 comentários:

Dulce Rosa disse...

Já te certificaste quanto é difícil aguentar a tora de alguns negros? Mas isso é só na primeira vez; depois de dilatada torna-se maravilhoso. Eu foi com um negro semelhante que perdi a virgindade, atualmente meu marido, podes imaginar o meu sofrimento, ali nada tinha entrado, portanto como fiquei após o ato; mal podia andar, até as cuecas me causavam desconforto, resisti depois vários meses a deixar meter no traseiro, ainda foi muito pior, bastantes lágrimas me correram, gritei com dores, pedi imensas vezes que parasse para ir habituando, o que realmente ele fazia, até que entrou todo e respirei fundo, mas nos dias seguintes nem me podia sentar. Agora que está tudo á sua medida sim, são sempre orgasmos garantidos. Se o teu marido continuar ausente experimenta a dar novamente para o negro, o pior já passou e como ficas-te mais dilatada verás o que é prazer sexual, a tua colega e amiga que o diga, pois ela parece estar aproveitando bem a curta juventude que nós mulheres podemos gozar.

Madalena Cristina disse...

A minha amiga e colega bastante tem insistido comigo para passar outra noite com o Elias.
Argumenta: o Elias ficaria radiante, adorou a noite que passou contigo e como já estás à sua medida irias sentir o que é gozar o sexo. Eu providenciaria o clandestino encontro.
Nem pensar! Enquanto recordar os estragos que o chourição dele provocou não repetirei tal aventura. As dores já passaram, as de maior intensidade foi no dia seguinte, mas os efeito ainda perduram; o que receio é se não apertar mais até ao regresso do meu marido e ele notar que algo se passou.
Felizmente para mim não regressou na data prevista, se tal tivesse acontecido como justificaria eu o estado em que me encontrava?