30.11.22

VOCÊ TEM O FETICHE DE SER UM CUCKOLD?



Uma rede social adulta voltada aos praticantes de swing, encontros sexuais, sexo virtual e exibicionismo, realizou pesquisa entre seus usuários para saber quais são os seus fetiches preferidos. A tara por cuckold foi a campeã entre os homens!

O aumento da pesquisa pelo termo é gritante também no Google - O número de pesquisas por cuckold aumentou em quase 800% nos últimos 15 anos. A procura pelo termo "corno" acompanhou.

Outra prova do interesse de brasileiros no assunto é a quantidade de pornografia temática para os tupiniquins. Só no XVideos, pesquisar por "Cuckold Brasil" te dá acesso à mais de 42 mil vídeos sobre o assunto. "Cuckquean Brasil" tem 23 mil e "Corno", 22 mil.

Ok, mas o que é cuckold?

Em português bem claro, cuckold é a tara por ser “corno”, onde um homem sente tesão em ver sua parceira transando com outras pessoas ("bulls"). Ser corno, para os praticantes, não é um problema, mas um objetivo.

Como funciona na prática?

O casal decide em conjunto como será feito e definem os limites e as coisas que mais excitam nessa tara. Como todo fetiche, há diversas formas de colocá-lo em prática. Algumas delas você pode curtir e outras não. Quer alguns exemplos?

A mulher sai para meter com o Bull e, ao voltar para casa, conta os detalhes para o parceiro.

A mulher traz o Bull para meter no quarto do casal enquanto o parceiro fica ao lado escutando a transa.

A mulher sai para encontrar outro cara e grava o ato para ser exibido para o parceiro ao chegar em casa.

O parceiro fica observando a ação entre a parceira e o Bull, sem participação.

O parceiro fica observando a transa e, logo após o Bull gozar dentro da mulher, o parceiro transa com ela. 

O parceiro participa da ação (sexo a três), alternando momentos de atividade e de voyeurismo.

Como conversar sobre isso com a parceira?

A primeira abordagem é sempre a mais difícil. Afinal, como quebrar o gelo de contar para a parceira que você quer vê-la com outro homem? Se não tiverem nenhuma outra prática liberal anterior, dar o primeiro passo pode parecer mais complicado ainda.

Uma dica para dar o primeiro passo: quando estiverem na cama incentive-a compartilhar suas fantasias mais secretas. Quando for a sua vez, conte sobre seus fetiches.

Se ela parecer receosa, achando que é uma espécie de "teste" para saber se ela quer transar com outros homens, seja sincero e desconstrua essa imagem. Descreva os detalhes, mostre-se animado com essa tara. Deixe bem explícito sua vontade e ela perceberá que não é nem de perto um teste.

Dê detalhes, diga como imagina a cena. Foque no que mais te atrai nesta ideia e deixe a sua parceira perceber o quanto isso te excita. Caso ela se mostre predisposta a topar realizar esta fantasia, conte alguns detalhes quando estiverem transando e peça a ela para imaginar a cena e lhe contar. Construam essa fantasia juntos. Lembre-se que para muitas parceiras pode haver dificuldade de se imaginar com outro homem, principalmente com você assistindo, receio de ciúmes, de não se sentir à vontade, de o cara fazer algo que possa desagradar vocês, por isto diálogo é fundamental para decidirem o que realmente irá acontecer e, principalmente, definirem os "limites" que o outro não está disposto a ultrapassar.

A partir daí, decidam como será o novo homem: pode ser alguém conhecido? Não? Vão levar ele para a casa de vocês? Se não for um conhecido, como vão encontrá-lo?

Você não precisa participar da prática, mas vale conhecê-la. Mas se der certo e “rolar” compartilhe conosco!


28.11.22

EDUCAÇÃO SEXUAL E OS FILMES PORNÔS GAYS

Muito da educação sexual e, principalmente, sentimental de um homossexual passa pelo conteúdo dos filmes pornôs gays. 
São neles que um certo "manual", como diz o crítico Boris Transar, em seu excelente blog impróprio para menores, pode ser entendido e repetido "ad infinitum" na famosa seqüência: preliminares, penetração e gozo. 
Como os viados na televisão ainda hoje se apresentam sem açúcar, sem afeto e sem beijo, os filmes pornôs acabam sendo a versão gay dos catecismos de Carlos Zéfiro, que tanto educaram a juventude reprimida das décadas de 1950 e 1960. A pornografia heterossexual cumpre outra função. 
Um amigo inglês, que faz a classificação desses filmes para todo o Reino Unido, me contou que muitas fitas pornôs héteros colocam a mulher numa posição deprimente. Em um deles, o cara fazia uma omelete dentro da vagina da atriz, tratando-a como um liquidificador. Esse amigo, hétero e bem-resolvido, me chamou a atenção para um certo romantismo dentro dos filmes gays de sexo explícito: "Tem muito mais beijo na boca e carinho pós-coito que muita comédia romântica adolescente". Se na "pornosfera" heterossexual a mulher é vista como um objeto manipulável, a realidade mostra que talvez fosse esse um desejo escondido dos homens. Desejo, ainda bem, não de todo realizado, pois as exigências de uma mulher hoje a levam para bem longe de ser uma batedeira. Já entre os gays, o sonho de romance nos filmes pornôs nos faz acordar para uma realidade: queremos amar. Nem sempre é fácil. Muitas vezes, não sabemos como, e, por isso, nos resta o sexo.
Vitor Angelo é jornalista e roteirista

25.11.22

#MUNDOSEX LUSÓFONO - METEU O CHOURIÇO NA ESPOSA DO CORNO


Queridas amigas, especialmente casadas que apenas se relacionaram sexualmente com os maridos e não só fantasiam ter sexo com outro homem mas desejavam mesmo que tal acontecesse, porém nunca confessaram as suas fantasias com receio da reação dos maridos, faltando-lhes coragem para os traírem, passam toda a sua vida sem saber o prazer que provoca um caralho diferente do habitual.

Bem planeado é possível um marido conceder à esposa a oportunidade de, pelo menos uma vez, ela ter a possibilidade de concretizar essa fantasia. Evidentemente que nem todos maridos aceitam e, mesmo para aqueles que aceitam, nunca será na primeira abordagem... CONTINUE LENDO AQUI! 

23.11.22

RHOLA MAGAZINE#5 - DAISY DELACROIX: BARISTA GOSTOSA DO ONLYFANS


A barista Daisy Delacroix vem fazendo o maior sucesso servindo café, milk shakes e energéticos no quiosque da Pink Pantherz Espresso que fica na El Camino, 2797, em Redwood City, na Califórnia (EUA).

Acostumada a atender os clientes de biquíni, ela conquistou uma base considerável de fãs no Instagram e no OnlyFans, onde gosta de exibir os figurinos que usa para trabalhar.

 VEJA AS FOTOS AQUI NO RHOLA MAGAZINE

21.11.22

SE CASE COM UMA GAROTA QUE CHUPA UM PAU ASSIM.



"Ganhei o primeiro boquete de minha esposa durante um de nossos primeiros encontros. 
 - O que? Nunca te fizeram um boquete antes? Vamos resolver isso já! 
Ela puxou minha calça e abocanhou meu pau. Senti seus lábios entorno da minha rola dura, sua cabeça se movia para cima e para baixo enquanto a língua rodava e lambia... 
Suas mãos agarraram minha bunda... ela enfiou meu pau mais fundo na boca, lambeu e chupou minhas bolas. Não aguentei e gozei! Ela continuou chupando até a última gota e engoliu toda a porra. 
 Me deitei exausto. Lembro de ter pensado que ela tinha feito isso muitas vezes antes de mim. 
 Quantas rolas ela já chupou, me perguntei? 
 Essa foi a primeira vez que pensei nela com outros homens".

18.11.22

O SEXO LÉSBICO


Percebi então que o que o senso comum considera como sexo é quase que simplesmente o tempo decorrido entre a penetração do pênis e o gozo. Tudo o que acontece antes e depois disso é considerado preliminar ou supérfluo. E tudo o que acontece sem um pênis não é considerado sexo. Intrigada, fui pesquisar no dicionário (Aurélio e Houaiss):

Sexo: sensualidade, lubricidade, volúpia, sexualidade.

Fazer sexo: copular, fazer amor.

Copular: unir, ligar, juntar.

Confirmei então minhas suspeitas: o que o senso comum considera como sexo é algo bem menor do que a própria definição do termo sugere. E percebi que nós, lésbicas, somos privilegiadas. Simplesmente porque quando nos relacionamos com outra mulher, já fugimos do senso comum, dos padrões, do que é pré-estabelecido. 

Temos que ser criativas, abertas, descobrir diversas formas de dar e obter prazer que vão muito além daquele feijão com arroz que a maioria acha que é sexo. Aprendemos a usar como órgãos sexuais várias outras partes do corpo além da vagina. Aprendemos a usar maravilhosamente as mãos, a boca, os dedos, a língua, as pernas. 

Aprendemos que o corpo todo deve estar envolvido numa relação sexual, e que podemos sentir prazer com todas as partes dele. E também que existem centenas de acessórios que podemos comprar para provocar sensações diversas. Mas podemos ir mais fundo nos significados de "fazer sexo". 

Se analisarmos as definições acima, podemos considerar sexo todas as preliminares, desde o primeiro beijo. Uma vez que duas garotas estão juntas e existe uma ligação, uma conexão, uma troca, a partir deste momento podemos dizer que o sexo já está acontecendo... Isso é o mais maravilhoso: perceber que o "fazer sexo" não começa na cama (ou na mesa, no elevador, no chão, dependendo da fantasia de cada uma), mas sim na hora em que o desejo surge. E isso a grande maioria de nós, lésbicas, já percebeu. 

Porque a natureza das nossas relações faz com que ampliemos nossa visão de sexo e aprendamos a sentir prazer de infinitas outras formas além da tradicional.

Não que todas as relações lésbicas sejam profundas... Mas em todas as relações lésbicas existe, sim, uma ampliação da visão do sexo e do prazer. E isso, por si só, já faz toda diferença. E é por isso que amo mulheres.

Muito prazer: O sexo lésbico por Dri Quedas – Mix Brasil (2008)

16.11.22

JOVEM É FLAGRADA COM AS CINZAS DO NAMORADO NO CUZINHO


Sarah Button, uma jovem australiana de 23 anos, foi flagrada pelos seguranças do Aeroporto Internacional de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, depois que o scanner identificou que ela usava um plug anal.


Sarah tentou explicou para os seguranças que o brinquedo sexual foi um presente de seu namorado que morreu há alguns meses. Mas se deu mal.

"Eu expliquei o que era, mas a funcionária idosa não gostou muito da explicação. Sem falar que os funcionários criticaram a 'vulgaridade' com que eu tentava me expressar"

A australiana disse que gosta de poder levar as cinzas do namorado dentro do plug enfiado no cuzinho, porque era o lugar que ele mais gostava de estar! 

"É muito legal poder levá-lo dentro do meu cuzinho para lugares que sempre sonhamos em ir. Minha vida mudou muito e eu gostaria que ele estivesse aqui para ver, mas estou feliz por levá-lo comigo para lugares como a Grande Barreira de Corais e shows de bandas que ele amava. Em dezembro, vou levá-lo para assistir ao show do Bring Me The Horizon", brincou. 

11.11.22

LEITOR CUCKOLD BI PROCURA NAMORADA HOTWIFE


Já li bastante sobre o tema (cuckold/hotwife) também já vi vários vídeos e várias fotos, é um tema que muito me atrai. Esse fetiche já entrou na minha rotina psicológica. Quase todos os dias eu me pego pensando e imaginando uma vida junto da minha hotwife. 

Eu não sou submisso, não tenho tendência de sentir prazer na obediência, nem sexual, nem nos aspectos fora da cama. Na verdade, eu tenho bastante iniciativa e o meu maior prazer é imaginar eu buscando por outros homens para a minha namorada. Me excita quando imagino que eu vou escolher os machos para ela (claro que de forma consensual, sem abusos e com a participação dela, sem imposições minhas). O gostoso é imaginar que ela também vai sentir tesão no macho, mas é muito gostoso imaginar que eu vou escolher e que ela vai amar a minha escolha. Eu sou muuuuito voyeur. Acho que é o maior prazer que eu tenho. Me dá muito tesão quando imagino ela se exibindo com roupas provocantes (sem vulgaridade). Amo imaginar ela beijando de língua, pegando no pau dele. Sentada no colo tipo namoradinha dele, com muitos beijos e muito carinho. Não gosto do sexo "automático", amo ver as preliminares, os beijos, as pegadas, tudo como se ela fosse a namoradinha do macho. Sinto um tesão gigante imaginando-a deitada, ele por cima dela penetrando, ela gemendo pedindo mais e dizendo que ele é gostoso, maravilhoso e que ama dar para ele. 

É uma sensação maravilhosa ouvir que ela está completamente seduzida pelo tesão que sente por ele. Acho que é uma espécie de " humilhação amorosa " que eu sinto. Não sei de onde essa vontade surgiu. Só sei que é muito natural em mim. Claro que sinto tesão também nas palavras mais fortes, tipo ela falando que é a puta dele. Ela pedindo para ser fodida igual uma vadia e ele chamando-a de "minha puta". 

Então respondendo claramente a sua pergunta: sim, eu sou totalmente voyeur, mas não apenas isso. Eu também gosto de participar de tudo. Depois de olhar bastante eu quero foder, sentir o prazer de comer ela, participar do ménage, fazer DP, beijar, chupar e no final ficar na cama conversando, abraçando e beijando. 

Eu sou bi (mas não sou passivo) então, se ele também for bi eu aceito beijar ele, chupar e ficar nós três na cama se curtindo. Enfim, tentei ser o mais claro possível para que você entenda como eu sou. 

Meu e-mail: caiquechifre@gmail.com


9.11.22

PORTUGUESA EXIBICIONISTA DA CONA PELUDA


"No meu casamento anterior eu era muito exibicionista. Meu ex-marido, que infelizmente faleceu num acidente, pouco se importava e deliciava-se ao ver como eu da tesão em outros homens, na praia, nos parques, contribuindo imensamente para a sua excitação. 

Solteira, apenas com 28 anos de idade, não me inibi em continuar. Foi motivado por uma dessas exibições que o meu atual marido me dirigiu palavra... Disse-me depois de casados que foram os pelos vistos no meio das pernas que contribuíram para se aproximar de mim, pois sempre se sentiu atraído por mulheres peludas, particularidade esta que mais o excita e ser atualmente raríssimo encontrar uma mulher não depilada. 

Imaginei que na nova situação poderia continuar a exibir a minha cona (buceta), mas pura desilusão, este meu marido não consente, diz que apenas ele e só ele se excitará com a visão os meus pelos negros".

7.11.22

SEIS MITOS SOBRE SADOMASOQUISMO -#BDSM

A literatura erótica, principalmente o estrondoso sucesso de "50 Tons de Cinza" deu origem a um acalorado debate sobre práticas sexuais que sempre estiveram envoltas em tabus e preconceitos, o BDSM (bondage e disciplina, dominação e submissão, sadismo e masoquismo)

Os jogos eróticos retratados nessas obras são perfeitamente aceitáveis pelas pessoas ditas "normais". Homens e Mulheres que nunca tiveram contato com o BDSM, mergulharam nesse universo e começaram a praticar esse jogo erótico e sexual não convencional.

Estima-se que, de uma forma ou de outra, pelo menos metade da população está envolvida com BDSM. 

Pesquisa feita pelo Instituto Kinsey revelou que 55% das mulheres e 50% dos homens obtêm prazer sexual ao vivenciar algum tipo de dor voluntária durante a atividade sexual, com a aplicação de prendedores nos mamilos, uso de açoites, palmatórias, etc.

Assim como as atividades sexuais tradicionais, alguns jogos podem funcionar e outros não!

A pratica de BDSM tem que incluir dor? 

De modo algum. Só o fato de uma "submissa" estar ciente de que se encontra "desamparada", que alguém pode fazer certas coisas para ela e que ela não pode resistir de jeito nenhum, pode ser um poderoso afrodisíaco. Na verdade, a renúncia voluntária ao controle é citada como o principal estimulante do BDSM.

As ideias equivocadas mais populares, chamadas "Mitos do BDSM", impediram muita gente de explorar uma variação sexual surpreendente, altamente criativa, cerebral, sensual, divertida e muito tesuda!

Quem não curte ser um pouco atrevido, de vez em quando? 

Então, vamos ver os seis mitos mais comuns sobre BDSM e confrontá-los com a verdade.


Mito 1: Todos os Dominantes são agressivos. FICÇÃO!

O parceiro dominante (DOM) se importa de verdade com o bem estar físico, mental e emocional de sua submissa (Sub). Ele nunca faria algo perigoso com ela e seu comportamento limita-se sempre ao que sua parceira considere agradável.

"Codigos de segurança" são bem ensaiadas antes de começar a diversão, assim a submissa pode pedir para que o parceiro pare a "brincadeira" a qualquer momento. 


Mito 2: O Dominante está no Controle. FICÇÃO!

O trabalho do dominante é satisfazer as necessidades da submissa – isto é o que dá prazer ao dominante. Todo bom dominante sabe que o submisso é quem realmente está no controle.

Tudo o que uma mulher submissa tem a fazer é relaxar e curtir a viagem enquanto atos sexuais deliciosos são oferecidos a ela, que é a estrela do processo. Alguém a está servindo por suas necessidades, em um tipo de troca. O Mestre está coreografando toda a ação.

Os casais BDSM podem também optar pela filosofia da Segurança, Saúde e Acordo Consensual, um cuidadoso conjunto de regras que compõem o compromisso sexual em BDSM. O casal negocia antes de iniciar qualquer jogo, assim nada acontece até que esteja tudo previamente acordado.


Mito 3: Dominantes sofreram abusos na infância. FICÇÃO!

Christian Grey é retratado como Dominante porque sofreu abuso na infância. Este tipo de trauma apresentado como uma premissa psicológica válida para justificar a prática da dominação não é comprovada.


Mito 4: Submissas são fracas e tem baixa autoestima. FICÇÃO!

O contrário é a verdade da submissa. Elas abrem mão do controle porque são fortes o suficiente para fazer esta escolha. Somente um individuo corajoso, com o emocional fortalecido pode concordar em se deixar levar e confiar a si mesmo aos cuidados e proteção de um honorável parceiro DOM, que entende totalmente e reconhece o valor do dom da confiança que lhes foi dado.


Mito 5: Se você curte BDSM seu cérebro não está bem conectado. FICÇÃO.

Este é um mito muito comum. A maioria dos dominantes vão falar que suas submissas (frequentemente mencionadas como “clientes”) não poderiam ser mais normais. Elas não foram abusadas quando crianças, e grande parte possui nível superior.

Geralmente, elas não usam drogas, são confiantes, seguras, mentalmente estáveis, tendem a exercer cargos de considerável poder e controle em suas vidas. Você pode estar super apaixonado, em um relacionamento saudável e, ainda assim, amar BDSM.

Mestra Rikka, uma DOM profissional, compartilha sua visão: “Minha opinião pessoal, baseada em anos de experiência jogando profissionalmente, é que por mais inteligente e bem sucedido que um homem ou mulher seja, mais propensos estarão para aderir ao BDSM.

Qual seria o por quê disso? O maior órgão sexual que temos é o cérebro, se você é esperto, as suas fantasias serão muito mais ricas, detalhadas e não convencionais do que o resto das pessoas.



Mito 6: BDSM é fundamentalmente baseada em dor. FICÇÃO!

BDSM não é fundamentalmente baseada em dor. Trata-se de uma poderosa troca entre dominante e submisso, o que não necessariamente envolve dor, humilhação ou qualquer outra coisa que faça você se sentir desconfortável.

A razão pela qual a dor leve é considerada um ingrediente popular no BDSM se deve ao fato de que uma quantidade mínima faz a adrenalina bombear nas veias e, de repente, o receptor passa a experimentar cada sensação mais intensamente, inclusive o prazer.

Isto quer dizer que o dominante precisa infligir constante dor leve? De jeito nenhum! Você pode não querer nada que tenha a ver com dor, e isso é aceitável. Trata-se de preferência pessoal, e isso é uma coisa que você vai descobrir com o tempo. Você deve esperar por surpresas!