28.4.19

APÓS DOZE ANOS DE CASAMENTO ESPOSA DA UM "UP" NO SEXO E COME O CUZINHO DO MARIDO

Após doze anos de casados Mirian decidiu tomar a iniciativa e dar um “up” na nossa vida sexual.
Aconteceu numa noite começamos uma preliminar deliciosa, ela chupava meu pau de uma maneira diferente – engolia minha rola e olhava nos meus olhos com cara de safada. De repente colocou o dedo na boca, desceu a mão ate minha bunda e passou o dedo molhado no meu cu!
Tomei um puta susto. Confesso que nunca tinha sentido nada parecido, mas a sensação foi maravilhosa. Ela continuou com o dedo lá e enfiou e depois outro. Quando eu já não aguentava mais de tesão, puxei-a pra cima de mim, ela encaixou a buceta no meu pau e a gente fodeu gostoso até gozarmos.
Perguntei onde ela tinha “aprendido” aquilo. Ela me respondeu que via na internet e tomou iniciativa de fazer. No principio achou que eu não ia gostar... Continuamos o assunto e fui pesquisar a respeito, li sobre inversão de papéis e fiquei muito curioso.
A prática de ela me foder com o dedo entrou na nossa vida sexual. Fizemos outras vezes, com algumas variações. Pediu-me para ficar de quatro, enfiou o dedo no meu cu e fez movimentos de vai e vem com ajuda do corpo. Depois de alguns minutos pediu para usar um brinquedinho (pinto de borracha). Aceitei a brincadeira. Ela passou lubrificante no brinquedo, me chupou e colocou a ponta do pau de borracha no meu cu. Relaxei e senti o prazer em ser fodido pela minha mulher e gozei muito!
Próximo à data do aniversário do nosso casamento resolvemos nos presentear com mais brinquedos e, rapidamente coloca-los em uso. Iniciamos nossa transa com as preliminares de sempre. Eu chupava a buceta dela até gozar. Ela voltou a fazer aquele boquete que fez no dia que enfiou o dedo no meu cu. Sentia que aquela noite prometia! Fiquei cheio tesão esperando ela enfiar o dedo, quando ela me surpreendeu e enfiou a língua. Enlouqueci e quase gozei. Ela enfiou um dedo no meu cu enquanto me chupava. Quanto mais tesão ela percebia em mim, mais ela me chupava e me fodia... Colocou mais um dedo, mais um e faz vai e vem!
Ela me perguntou se eu queria experimentar o strap-on. Respondi que sim. Ela vestiu a cinta com o pau de borracha, passou gel no meu cu e enfiou. Mesmo reclamando de dor, ela continuou a empurrar bem devagar me pedindo pra ter calma e relaxar. Senti o pau entrar inteiro dentro de mim. Sentir aquele pau entrando e saindo foi uma das sensações mais gostosas que ela já tinha provocado em mim. Depois de me fazer gozar me comendo gostoso, eu pedi pra ela ficar de quatro e aí foi minha vez de comer o cuzinho dela. Fodi com tanta força que gozei logo feito louco.
Não consigo esquecer essa noite aventura maravilhosa. Pegamos gosto pela coisa e repetimos a inversão várias vezes, percebi que ela adora me comer o mesmo tanto que gosta de dar!

3 comentários:

Kique disse...

Interessante conto
Abraço

Kique

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* yllenah * disse...

Um fio terra é bom. Mas uma foda no cu melhor ainda!

Rosa Maria disse...

Não foi fácil o meu marido deixar eu comer-lhe o cu, o que fiz com uma certa rudeza mesmo por vingança, pois ele não tinha sido nada meigo quando me tirou a virgindade, um dia da cona e logo no dia dia seguinte do cusinho. Fez-me mesmo sofrer bastante, parecendo ter gozado com o meu sofrimento. Tinha eu 22 anos e ele 25. Desde esse dia que pensei em vingar-me, não tendo ele cona seria mesmo o cu a sofrer também tal como o meu, mas quando a primeira vez tentei, fingindo ser a brincar, ficou bravo. Optei então iniciar pelo beijo grego. Certo dia quando ambos tomava-mos banho lavei muito bem o buraquinho e foi o primeiro beijo. Ele estranhou, mas não reagiu. Segui essa pratica depois quando fazia-mos amor e ele passou a gostar, verificando eu que lhe provocava mais tesão e pedindo ele algumas vezes para o fazer. Até que tentei meter um dedo. Também não reagiu, continuando a provocar-lhe maior tesão. Mantive durante algum tempo essa prática, mas apenas com um só dedo, para não alargar muito, continuando ele a gostar, pedindo com frequência para meter o dedo. Comprei depois um cinto com consolo mesmo avantajado e mostrei-lho. Prevendo para que efeito era, apenas comentou! Isso não é muito grosso? Não, já tens o cuisnho preparado; mas eu sabia não ser o suficiente. Foi um dia em que, com basta tesão pediu para eu meter o dedo que lhe disse! Queres experimentar o consolo? Farei com cuidado. Pensou durante breves instantes e disse! Vamos experimentar. (era finalmente o momento da minha vingança). Mesmo assim ainda lubrifiquei o cusinho e o consolo, (quase me arrependi do que ia fazer) mas segui em frente. Coloquei o cinto e a ponta do consolo no buraquinho. O cusinho piscava esperando aquilo que ia entrar nele, mas ao meter a cabeça empurrei logo tudo. Ele deu tão grande berro que me assustei, não lhe havia dado tempo para escapar; pois tinha entrado todo. Apenas lhe disse! Só assim podes saber o que eu sofri quando procedes-te de igual modo para comigo. Tira já isso: e lá apareceu também o sangue tal como tinha acontecido comigo. Ainda resmungou, mas actualmente está acostumado, fazemos com frequência e ambos sentimos prazer.