3.1.24

NOSSO RÉVEILLON HOT NA JAMAICA


Somos o casal com quase 70 anos, eu tenho 69 e a minha esposa 67 e fomos à Jamaica no réveillon de 2022.

- Amor, gostava imenso de ir novamente à Jamaica! Repetir a passagem do ano com noites de excitante sexo que lá tivemos.

- Insaciável como estavas confessa lá se imaginavas ser um negro que tinhas na cama?

- Se eu disser que sim ficas chateado? 

- Não. Compreendo o tesão que te provocaram.

- Qual a mulher que não ficaria excitada ao imaginar um membro daqueles entrando nela?

- Estou a depreender que não te importavas de um negro te foder. Sim, não me importava.

- No caso de eu não me importar que tenhas uma experiência sexual com um negro aceitavas?

- Amor, fantasiar é fácil, mas a realidade é diferente.

- Sejas franca que eu também serei.

- Eu gostaria de observar o prazer que irias obter com uma dessas pilas.

- Amor, quando estivermos na Jamaica decidirei. Como quiseres, a nada te forçarei.

Ficamos no mesmo hotel e passados 4 dias ela me perguntou se realmente lhe concedia a oportunidade de experimentar a pila dum negro. Disse-lhe que sim, mas queria saber quem era.

Foi quando me informou ser o vigilante da piscina, chamava-se Juan; um autêntico latagão. Já tinha notado que muito falava com esse vigilante em espanhol e na piscina sempre tentava ficar a sós.

- Amor, não lhe disse ainda ser casada, nem confirmei se aceitava ir com ele para a cama. Só avançarei se estiveres de acordo e falta saber se ele aceita a tua presença.

- Querida, da minha parte podes avançar, mas alerto-te que ficarás arrombada.

- Não me importo, quero sentir-me totalmente preenchida, dos teus 12 cm já estou habituada.

- É só uma experiência que desejo ter quando ainda sinto tesão. Nada perturbará o nosso amor, mas estarás tu também pronto para ver outro homem foder-me? Ele nu em cima da tua esposa também nua? Eu só quero aproveitar esta oportunidade.

Na tarde desse mesmo dia me informou ter combinado para essa noite, no nosso quarto. Ele concordou em eu estar presente, afirmando que várias vezes assim tinha sido com alguns casais. Após o jantar de imediato nos dirigimos ao quarto. 

- Amor estou tão ansiosa como da primeira vez.

Faltava bastante tempo para a hora, mas ela meteu-se na cama apenas com mini cuecas e sutiã; com frequência olhava o relógio. Em dado momento pediu-me; amor, despe-te e deita-te aqui comigo. A porta está só encostada.

- Amor, importas-te que seja carne com carne? É arriscado, mas detesto borrachinha.

- Isso é contigo.

Finalmente se ouviu um leve toque na porta, ao que ela disse: porta aberta e logo surgiu o negão. Para ficarem à vontade fui para poltrona. Como se eu não estivesse presente despojou-se da roupa e dirigiu-se para a cama. Ao ver o que iria entrar na minha esposa pensei: coitadinha, será possível aquilo tudo entrar dentro dela?

Sem perder tempo iniciou um autêntico banho de língua na minha esposa, com incidência no interior das coxas.

Pareceu-me ser ela a oferecer-lhe os lábios, pois ele curvando-se uniu os seus aos dela e pelo tempo que se mantiveram certamente foi de língua. O sutiã e as cuecas já tinham voado, estava totalmente nua. Senti um aperto no coração, mas que aos poucos foi passando.

Não percebi o que ele lhe disse que ela abriu as pernas e ele caiu de boca no meio delas, não tardando que os gemidos da minha esposa se ouvissem durante imenso tempo, até que me apercebi que ele ia meter aquele tição negro na cona.

Novo aperto no coração e pensei: ela não irá aguentar aquilo; mas nem ai nem ui, entrou todo e ainda cruzou as pernas no dorso dele para ir mais fundo. Ela não só gemia, gritava de prazer.

Excitante no 69, um negão nu em cima do corpo branquinho da minha esposa e na posição de quatro ver o tição preto ir entrando na cona, alargando-a como nunca tinha sido, indo repetidas vezes dentro dela.

Não irei descrever todas as posições em que foderem durante mais de 2 horas sem que ela demonstrasse vontade de parar.

A química entre ele e a minha esposa era enorme, se nessa noite de sexo ela não ficar tão dorida certamente seriam muitas mais vezes. E teve!

Confessou-me que o pau do Juan era bem delicioso; só não o saboreou na primeira noite, mas nas seguintes houve sempre boquetes.

Ela ainda hoje afirma nunca ter gozado tanto, sentir-se totalmente preenchida era uma delícia, principalmente quando ele, a seu pedido, gozava dentro e o chourição melhor deslizava.

Bem arrependida está é de não ter iniciado mais nova.

Disse-me que na primeira metida do descomunal picão serrou os dentes para aguentar, pois além grossura que tão bem a preenchia, também o comprimento era demasiado, mas foi habituando, porém não sabe onde lhe tocava; no momento eram dores gostosas, depois é que passavam a incomodar.

Nunca havia sido tocada em determinados órgãos internos. Era a primeira vez que sentia um caralho ir tão fundo.

Para atenuar o tesão que tinha por ver a minha esposa tento gozar, decidi participar, com o intuito de contribuir para um seu maior, prazer.

Quando o Juan a fodia de quatro, para que os gemido dela fossem mais abafados e não ouvidos ao lado, fazia-me um boquete; outras vezes o inverso; o que verifiquei é que a cona estava larga. 

Tudo o que lhe desse prazer ela não se importava de fazer, tentou até a verga do Juan no cuzinho; ainda entrou a cabeça, mas embora não estivesse virgem gritou logo que parasse porque era demasiado grossa. A DP, nunca imaginou alguma vez fazer, mas diz ter gozado imenso com ela, porém fui eu a meter lá e o Juan meteu na frente que já estava mais à sua medida

Foi assim que decorreu a nossa passagem de ano na Jamaica. Feliz 2024


3 comentários:

Anônimo disse...

A minha esposa tem 37 anos, a 15 anos venho tentando inicia-la. Neste último mês, pensei em desistir, mas depois desse relato, acredito que ainda tenho tempo...

Um casal-Inês e Edmundo disse...

Anônimo, continua a insistir, porque a água mole mesmo em pedra dura tanto bate até que fura e como parece não seres demasiado machista ambos irão ter ruma experiência de tal forma excitante que de certo não deixarão de repetir.
Na primeira vez é que poderá haver mais acanhamento, principalmente para ela, mas depois o prazer sobrepor-se-á ao acanhamento.
A minha esposa também foi difícil de convencer, mas consegui, dizia que gostava de experimentar, mas receava que os familiares tivessem conhecimento, porque na verdade é algo condenável pela sociedade; sociedade essa tao hipótrica cuja maioria não deixa de o praticar na clandestinidade.

Bel disse...

O CASAL INES e EDMUNDO, vcs topam tudo é podem fazer visita? O mande o WAP