Depois que meus pais se separaram, fomos morar na casa do tio Carlinhos, irmão de mamãe, um coroa quarentão de corpo atlético, solteirão convicto, inteligente, minha referência masculina.
Eu, pré-adolescente, em um determinado momento, comecei a sentir atração sexual e fantasiar com o titio. Vê-lo nos dias quentes, de bermuda sem camisa me deixava muito “ouriçada”. Ficava horas no quarto pensando nele, me tocando, imaginando suas mãos acariciando meus peitinhos e minha xaninha lisinha que babava de desejo.
Para chamar a atenção do titio, comecei a me insinuar descaradamente...
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