23.4.23
CONFESSIONÁRIO CUCKOLD - A VIDA COMO ELA É #22
21.4.23
CONTO DO MÊS _ ELE É MEU CORNINHO E EU A PUTA DEVASSA!
Não consigo lembrar muito bem como tudo começou, mas meu marido revelou um fetiche estranho: Ele queria ser corno.
Sempre que transávamos, ele tocava no assunto e notei que isto o deixava bastante excitado e se transformava em um animal na cama. Estranhamente eu também ficava com muito tesão quando ele falava do desejo de ser corneado.
Como amo muito meu marido e tenho certeza que ele me ama e se ele queria uma vadia na cama, eu seria esta vadia para ele. Certa noite estávamos na nossa cama, pedi que ele se deitasse em cima de mim e me olhasse nos olhos.
Ele estranhou: – Algum problema amor?
-Olha nos meus olhos! Você quer mesmo ser corno?
Ele deu um sorrisinho, senti seu pau ficar duro e respondeu:
- Sim!
- Você não vai ficar bravo e nem com ciúmes?
- Não. Você bem sabe que eu sempre quis ser corninho.
- Amor, eu vou realizar seu desejo, te fazer de corno… quero que você seja meu corno manso.
- Eu adoraria se isso fosse verdade!
Foi então que eu falei firmemente:
- Presta atenção: Eu vou arrumar alguém para me foder e vou te avisar antes. Vou sair com ele e você vai ficar em casa me esperando, enquanto eu estiver fodendo como ele. Quando eu voltar vou te mostrar minha bucetinha inchada e dolorida te tanto ser fodida. Quero que você sinta o cheiro da porra do outro macho no meu corpo. Quero ver você se masturbando enquanto vou te contar todos os detalhes de como foi que o cara me comeu… vou contar em detalhes sem esconder nada. Eu vou te falar tudo, o nome dele, onde e como foi, o que ele fez em mim e o que eu fiz nele e você não vai me tocar neste dia. Você vai ter que ser um corno bem manso. É isso que você quer?
Se é isto mesmo que você quer, então me fode agora que estou com a buceta encharcada de tesão.
Realmente cumpri o que prometi. Arrumei um macho para me comer bem gostoso. Avisei meu corninho manso o dia em que iria ser, me arrumei todinha, bem depiladinha. Antes de sair e enquanto eu me arrumava, sentei-me na cama, abri bem as pernas e falei para ele:
- Olha bem para esta bucetinha, porque quando eu chegar, ela estará toda ralada, melada e cheia de porra de outro homem.
Saí e voltei tarde da noite. Meu corninho estava me esperando e contei-lhe com todos os detalhes de como foi.
A partir desta noite, passei a falar tudo que ele queria na cama. Chamei-o de tudo o que ele sempre gostou: Corno, Corno Manso, falei palavras que eu sempre evitava tipo, buceta, cacete, me enche de porra, fode a tua puta, imagina meu amante me comendo. Eu sentia muito tesão (e ele mais ainda) e gozava como uma louca. Percebi o quanto meu casamento mudou, para melhor, depois que passamos a nos relacionar desta maneira na cama.
Hoje trato ele na cama como corno manso e minha vida conjugal não tem explicação. Realmente ele é meu príncipe e eu me sinto uma princesa ao seu lado. Ele é meu corninho e eu a puta devassa! Do jeito que ele gosta!
19.4.23
17.4.23
CONFESSIONÁRIO HOTWIFE - A VIDA COMO ELA É #21
Em três anos já trocamos de fixo duas vezes e conseguimos apenas 11 homens que topassem na primeira transa sexo pele a pele. Procuramos um fixo que dure um bom tempo e que não seja comprometido para atrapalhar."
14.4.23
VOVÓ CONTA COMO FOI FODER APÓS 5 ANOS NA SECA
No meu caso específico, revelarei como procedi: inscrevi-me numa agência de encontros sem compromisso, arriscando surgir alguém conhecido e se desse a saber que um homem se encontrava comigo, seria considerada uma mulher mal comportada. Não fazia a mais pequena ideia dos homens que há insatisfeitos com as esposas, porque se assim não fosse deixariam de procurar fora o que podem ter em casa e como não quero contribuir para a destruição de lares rejeitei uma infinidade de candidatos casados; surgiu entretanto um cinquentão também viúvo, de nome Artur, que os filhos discordam dum casamento para o pai e ele não quer desagradar-lhe, tal como acontece comigo, sendo ele de uma localidade bem distante da minha mais fácil seria manter o secretismo, prontificando-se ele para se deslocar a uma cidade ao meio do trajeto onde cada um de nós reside e onde eu também poderei deslocar-me.
O nosso primeiro encontro, ocorreu num restaurante dessa cidade e tanta química houve, especialmente da parte dele, que por sua vontade ficaria já nessa noite no hotel, que ele afirmou ter reservado. Eu é que não estava preparada psicologicamente para passara a noite com ele no primeiro encontro, certifiquei-me, entretanto, ser bastante educado e com uma cultura acima da média, mas depois cada um e nós regressou à sua residência, ficando decidido o dia em que iriamos passar a primeira noite juntos.
Que agitada noite anterior eu passei, mal dormi, parecia ser a primeira vez que ia dormir com um homem, na verdade. 5 anos em "jejum" era como se fosse para uma lua de mel; como seria ele na cama? Teria tesão para me satisfazer? Seria eu sexy suficiente para o excitar? Escolhi para vestir interiormente um mini conjunto vermelho, que certamente me iria despir, tão bem me maquilhei que ninguém me atribuiria mais de 40 anos, como ia em carro próprio não levantaria suspeitas do meu destino. Chegada à cidade o Artur esperava no restaurante previamente combinado, para almoçar. Optamos por um dia de semana porque o hotel teria menos hospedes e como o quarto só estaria disponível depois das 15 horas haveria tempo suficiente para amadurecer mais no meu cérebro o que dê certo iria ocorrer ainda nessa tarde, pois o Artur não resistiria esperar pela noite. Eram precisamente 15 horas quando na recepção nos entregaram a chave do quarto, para o qual de imediato nos dirigimos. Logo que entramos no quarto me senti abraçada, com beijos o pescoço, para em seguida serem nos lábios. Que saudades eu tinha da língua dum homem enroscada na minha, creio que a sede era comum. Foi o início do aquecimento, não tardando a ficar ambos em pelo e eu estendida na cama com beijos e lambidelas em todo o corpo. Artur superou em muito o que eu esperava, além de ser bem abonado tinha um tesão que faria inveja a muitos jovens. Que maravilhosa tarde sexo: deixamos a cama apenas para um leve jantar. Regressando novamente para mesma, onde com pequenos intervalos fodemos até cerca da meia noite, eu, talvez por haver tempo que não era utilizada já me doía a cona.
Ao acordar de manhã repetimos mais um pouco. Tomamos o pequeno almoço no quarto, regressando mais umas horas para a cama. O quarto tomado com odor do sexo, a empregada de limpeza certamente depreendeu o que ali se passou.
Almoçamos num restaurante fora, um almoço reforçado que bem necessitado era. Os nossos encontros, não sendo com a frequência desejada, ocorrem uma ou 2 vezes por mês.
12.4.23
PORNOMEMORIAS_5 - A FILHA GOSTOSA DA EMPREGADA
Com o tempo começamos a ficar mais íntimos, fui perdendo a timidez e ganhando coragem. Enquanto ela lavava louça eu ia tomar água, aproveitava pra “sarrar” e encostava a mão na bunda dela. Percebi que ela não “ligava”, até colocava a bunda para trás, então eu continuava e passava a mão..."
10.4.23
CONFESSIONÁRIO CUCKOLD - A VIDA COMO ELA É #20
Eu estava na sala, deitado no sofá, minha esposinha veio só de lingerie bem sexy e me falou:
- Olha corninho tua mulher toda gostosinha, que vai dar a bocetinha e o cuzinho para o amante que está lá quarto me esperando para me foder.
Ela colocou a calcinha de lado e falou para eu bater uma punhetinha e gozar imaginado o pau do meu macho entrando e gozando na minha bocetinha.
Fiquei escutando os gemidos dela no pau do macho dela, olhei pela fresta da porta e vi ele meter com muita força - ela de quatro em minha cama de casal, calcinha afastada de ladinho e aquele pauzão branquinho com a cabeça toda avermelhada, entrando e saindo da bocetinha de minha amada esposa. Não fodia com ela fazia mais de 6 meses e somente o macho dela fode todos os dias. Voltei para o sofá bem quietinho. Ela veio atrás, tirou a calcinha molhada com a porra do macho dela, chegou perto de mim, mandou eu abrir a boca e esfregou a calcinha molhada de porras na minha boca. Gozei na punheta. Foi maravilhoso, sentir o gosto da porra do macho dela. Com uma mão eu pegava na bocetinha e a outra batia uma gostosa punheta, ela dizia:
- Goza logo corninho, que quero voltar para o meu macho que ainda hoje ele vai comer meu cuzinho que você sabe que e só dele. Gozei muito e bem gostoso.
7.4.23
EM FÉRIAS NA TAILÂNDIA FUI COMIDA POR UMA LADYBOYS
- E se fosse o inverso tu te importaria?
No momento ficou calado mas instantes depois respondeu:
- Não considero os nativos deste país dignos de te possuir, mas há uma saída: embora sejam realmente homens têm corpo de mulher, quem os vê julga mesmo que são mulheres e é precisamente isso que eu irei considerar, ser uma mulher em cima de ti e não um homem. Se estiveres de acordo com um ladyboy não me importo, mas quero estar presente, não surja algum imprevisto.
Havia imaginado que o meu marido nunca iria ceder-me a ninguém, agora tinha que seguir em frente! Aceito um traveste, embora não seja nada semelhante ao que irá passar-se contigo."o meu pensamento divagava, preferia era foder com um dos muitos hospedes do hotel, pois havia-os bem jeitosos, mas só seria possível se não estivesse acompanhada." Sendo assim também eu quero estar presente contigo. Estou de acordo, respondeu:
- Ambos presentes não há traição de parte a parte, mas será um de cada vez, no quarto do hotel onde estamos instalados.
Decidimos ser o meu marido na tarde próxima e na seguinte seria eu. Falar tailandês não é fácil mas com qualquer deles entendiamos em inglês. Ao contrário do que tinha imaginado não senti ciumes. A tailandesa era elegante e bonita queixou-se que o meu marido tinha o pau muito grosso e comprido, contudo o meu marido estava radiante porque ela era bastante aperradinha. Na tarde seguinte eu é que fiquei decepcionada o traveste possuía realmente um caralho, mas era tão curto e delgado que mal o senti. Para gozar alguma coisa dispunha-me a dar-lhe o traseiro mas o meu marido opôs-se:
- Isso não, basta o que já deste.
Expus-me eu perante um desconhecido e nada gozei. Mas aqui só para nós que ninguém nos ouve e o meu marido nem sonha, é que na primeira oportunidade irei saltar a cerca para realmente gozar com alguém que melhor me satisfaça.
5.4.23
BOLINHAS TAILANDESAS - MANUAL DE INSTRUÇÃO
Quando a mulher está excitada sua buceta fica latejando. Se a excitação for realmente forte o seu cu também lateja. Esse latejamento é o X da questão na inserção das Bolinhas Tailandesas.
Manter a excitação clitoriana, paralelamente coloca-se a última das bolinhas na entrada do cu. De início uma leve pressão contra o cuzinho até "pegar' a sincronia com o latejamento.
O manuseio:
Após a introdução das bolinhas, a questão passa a ser como manuseá-las de forma a dar o máximo prazer possível.
A retirada das bolinhas pode ser feita da seguinte forma:
Retirar de uma vez aguardando-se o momento no qual a mocinha está iniciando o orgasmo e ai retira-se todas as esferas bem rapidamente.
Brinque com cuidado sempre!







